RESENHA: Show do P.O.D em BH
Publicada por rikg12 em 28 de Novembro de 2008 às 15:31:31 na categoria Música no Brasil
Uma noite de quarta feira em BH nada comum para os belo-horizontinos. A jornada de trabalho semanal não foi o impedimento para as pessoas que ocuparam cerca de 65% da capacidade da luxuosa casa de concerto Chevrolet Hall.
O evento começou na hora exata marcada as 21 horas. A abertura ficou por conta da banda paulista, Skin Culture que é a convidada especial da tour do POD no América do Sul. Apesar da banda não ser conhecida pela grande maioria do publico presente, eles conseguiram tirar a galera do chão alternando entre músicas cadenciadas e rápidas, o som da banda ao vivo está muito melhor do que já pude conferir nos cds gravados pela banda, eles tem uma ótima pegada ao vivo, e as músicas estão muito bem executadas.
Nos intervalos das músicas Shucky sempre deixava uma mensagem positiva para o publico presente, que alternava entre cristãos e seculares. Um grande destaque para os vocais limpos de Edu Tagliaferro, que estava altamente afinado sem semitonar em nenhum momento da música. A banda deixa o palco após tocar cerca de 45 minutos, o que foi o suficiente para deixar a galera aquecida para a atração principal da noite.
Após cerca de 15 minutos do termino do Skin entra a grande atração da noite, os norte americanos do POD. Sonny Sandoval já sem as famosas tranças e um pouco acima do pelo entra no palco com 100% da mesma energia conhecida pela banda. A banda começa o show com uma Intro antecedendo a famosa música Boom, nesse momento a galera já estava completamente alucinada ao ouvirem a execução do riff de Boom, parecia que o Chevrolet ia cair no chão de tanta empolgação que a multidão ficou, apesar de muitos não saberem cantar as letras completas das músicas, a galera sempre mantia a agitação nas músicas e seguravam a onda durante os refrões, logo após vem a entrada poderosa da batera o que seria o prenuncio da música Set It Off, garantia de agitação do começo ao fim, e a música executada com bastante precisão e energia.
A 3ª música foi a música do novo álbum Addicted, a qual acredito que seja a música que mais comprometeu a performance de Sony nos vocais, ele teve um pouco de dificuldade para alcançar as notas mais alta na músicas, e em alguns momentos parecia até que o baixista Traa balançava a cabeça de forma negativa com insatisfação dos pequenos momentos de desafinação de Sony. Mas pelo que eu já tinha acompanhado de vídeos de shows anteriores do POD Sony desafinou muito pouco durante o show.
Somente com exceção na música Addicted, a 4ª música foi Kalifornia-Eye sem muitos destaques para a execução desta música, então na 5º música o guitarrista Marcos Curiel, pediu para que deixasse as luzes acesas e que a galera abrisse uma grande roda de mosh-pit e então começaram a tocar a Without Jah, Nothin´ em uma pegada bem hardcore a galera para variar agitou muito nesta música do começo ao fim, e até na parte do reggae tinha uns malucos agitando no mosh-pit.
Então para dar uma relançada eles manda a 6ª música, a famosa e conhecida Youth of a Nation, esta música a galera cantou como um hino, em uníssono, depois a 7ª música a única da fase Jason Truby, Lights Out, de volta toda a energia e a galera agitando sem parar. A 8º música foi novamente a música de divulgação do novo material a balada Shine With Me. E continuando a divulgação do novo material veio a 9ª música Condesending, a qual também Sony desafinou um pouco mas nada que comprometesse como a Addicted.
Parecia que a galera já tinha esfriado, aí Marcos arredonda o famoso riff de Southtown que seria a 10ª música, parecia que a galera já estava um pouco cansada, mas aí recomeçaram a agitação com toda a energia novamente. Depois entrou a 11º música Celestial que deu para a galera relachar e aguardar a tão esperada Satellite, 12º. Essa não precisa nem falar que foi cantada do começo ao fim. A 13º foi a I´ll Be Ready, parecia ser a mais desconhecida pela galera, e o momento do apse total foi a Alive 14ª, a qual um sortudo fan subiu ao palco a cantou a música quase na integra juntamente com Sony, acredito que ele não ganhou somente o dia, mas como o ano o a década e o século. Deve estar sorrindo atoa até hoje.
A 15º foi a música God Forbid, sendo essa do novo cd também. Logo após a 16º, o famoso cover da já consagrada banda U2, a música Bullet The Blue Sky, que também foi gravada pela banda brasileira Sepultura. E para fechar o show, a banda toca a também conhecida Rock the Party, para terminar de fechar o show com grande estilo. A banda fecha o set, e se despede da galera com aquele gosto de quero mais. A banda saiu sem direito ao famoso Mais um. Sony volta ao palco após o fim do show, faz uma graça com a galera, e vai embora deixando todos em uma grande saudade, e aos fans de Belo Horizonte fica a grande esperança que a banda volte novamente, não somente o POD, mas que se torne a rota das grandes bandas cristãs do cenário mundial. Para quem não foi, não perca a próxima oportunidade. E Deus abençoe todos
Confira as fotos do show.
Enviado por: Isaque Sales Soares
Mais informações de Payable on Death
apesar de nao ter sido considerado um show cristao (*pelo menos aki em bh)
mas o trabalho dos caras foi bem feito... um belo show q como disse meu amigo isaque, aí...
ficará pra sempre na memoria dos presentes..
pena q nao fui
esse foi O SHOW!!Foi maravilhoso do inicio ao fim!!!!
O cara que subiu ao palco se chama Benito e no orkut, na comunidade do POD, temos falado muito sobre isso.
Foi animal, o Sony uma hora deixou o microfone com ele e ficou agitando no palco, e o Benito comandando no microfone.. Foi show galera.. foi muito dezzz.. =)
Nem reparei que rolou desafinações do Sony.. achei tudo muito bom...
Showzasso
hehe
hehe
Idem
O show foi show de bola rsrsrsrs
Na hora que acabou nem acreditei achei que foi pouco, mas eles tocaram 1:20 hs. A emoção era tanta que o tempo vou...
gravei tudo
achei que tava vazio tbm
tava fazendo prov ana facul 9 horas, cheguei na segunda musica
valeu de mais
showzao
o sortudo la deu sorte msm aheueheuhe
fiquei de cara
vou postar os videos depis, ficaram bons, fuquei bem do lado do palco;