RESENHA - Jars of Clay: The Long Fall Back To The Earth

Publicada por RenatoCavallera em 24 de Abril de 2009 às 12:02:07 na categoria Reviews de CDs

Por Thiago Bomfim na Livraria do Thiago 

A crise não poupa nenhum dos que por esta terra passa. Para alguns, viver no meio de uma significa anular-se como pessoa e apenas se deitar num leito de angústia e dor. Noutra minoria os efeitos da crise são muito úteis no sentido de produzir exemplares excepcionais daquilo que chamamos arte.

Jars of Clay é uma banda que transita pela crise, fato que é transparente na sua produção. No turbilhão dos anos 90, década na qual Michael W. Smith tocava nos palcos perdendo pouco para as “másculas” performances de George Michael, os garotos de Illinois chegaram discretamente com o clássico Flood, contemporâneos a outras grandes promessas como Sixpence None the Richer e DC Talk.

Uma espécie de mensagem epicurista, divulgada principalmente pela doce voz de Leigh Nash do Sixpence, marca essa geração. Apregoa-se um viver alienado do que está a volta, uma música ideologicamente pobre, com pouco valor para as futuras discussões que Jars of Clay já iniciara discretamente nas suas canções. Diferenciar a mensagem de sua poesia, acredito, foi o que fez JOC durar até hoje, num processo evolutivo-qualitativo inquestionável. Diferente do Jars, as outras bandas fecharam as suas portas, com algumas tentativas de carreiras solo de sucesso duvidoso, salvo a exceção Toby Mac. Destaco que houve tentativas de volta do Sixpence na qual não vimos muito sucesso até agora.

É evidente que a banda de Dan Haseltine também compartilhou desse espírito carpe diem de sua geração. O maior expoente desse positivismo está no disco Who We Are Instead (2003).

Mas a crise sempre surge dos meios estáveis para inserir na calmaria o caos. E é exatamente isso o que acontece em momentos como Worlds Apart, incluída em um disco que, à primeira vista soa simples e político – Jars of Clay de 1995 - , mas que tem a sua harmonia quebrada por esta poesia que chega a lançar questões como “Did you really have to die for me?”, corajosamente questionando a outrora inquestionável crucificação.

Who We Are Instead é um marco do momento da carreira no qual a banda se desvencilha do pejorativo rótulo pop e expande seus domínios. Entretanto, mesmo sendo uma obra prima, esse disco se distanciou da identidade inquieta e perturbada que escapulira diversas vezes em composições que são evidentes expressões da crise existencial e, por que não, de fé.

Se ouvirmos The Eleventh Hour (2002) e em seguida Good Monsters (2007) poderemos em seguida concluir que acabamos de ouvir duas bandas diferentes, não fosse a inconfundível, amada e odiada voz de Haseltine. No disco de 2007 a banda trouxe a tona uma série de sucessivos desabafos que pareciam entalados na garganta, graças a todos os anos de bons rapazes. Criticam a igreja institucional, criticam a hipocrisia, questionam Deus pelos problemas do mundo em Oh MyGod e declaram sua impotência diante deles. É um disco intenso. Não inova, mas não decepciona, pois consolida, mais do que nunca, a visão do Jars of Clay como ativistas e profetas no sentido de que são denunciadores de questões ignoradas.

Em 2009, The Long Fall Back To The Earth mantém a identidade engajada e ativista do Jars of Clay. O pessimismo dá lugar a esperança novamente, só que dessa vez a esperança não atua ao descrever o lado bom das coisas. Trabalha denunciando as necessidades aguardando que se faça alguma coisa. O positivismo está na vontade de se despertar, por meio da arte, a ação para causas emergentes.

A banda continua provocando, como em Good Monsters. É só ler o título do disco, que faz referência a queda de Lúcifer, assunto quase intocável para uma parcela de cristãos. Mais incomoda o fato de que a metáfora é dirigida aos homens, aos americanos, aos cristãos! Qual não deve ser o sabor de uma descrição onde o homem é o próprio diabo?!

“Uma longa queda de volta para a Terra”, pode também significar um chamado para a realidade, para se ver as coisas como estão à nossa volta. A própria banda banda evidencia que esse segundo cair não foi de anjos, mas de homens que, perdidos no egoísmo, devem ser agora despertados para que vejam as necessidades que lhes gritam: na capa, com as roupas sujas e rasgadas, os integrantes são ícones de todos nós, homens caídos.

A primeira faixa The Long Fall é uma introdução, que começa com o belo piano elétrico escrito pelo próprio Dan Haseltine. A música evolui com um agregado de instrumentos, que se juntam um após o outro: sintetizadores, guitarra (sem distorção), baixo e bateria. Ao final a voz do vocalista Dan Haseltine apenas repete a frase The Long Fall/The Long Fall/ To Earth (A longa queda para a Terra). A faixa descreve uma demorada queda livre, que com a aproximação da Terra vai aumentando a intensidade (os instrumentos se juntando), até atingir o solo - a bateria destaca-se ao final, fazendo a junção com a próxima faixa. Segundo o vocalista, o instrumental descreve a euforia ao início de um relacionamento e o despertar para a realidade do viver acompanhado dia após dia.

Com um susto que demarca o final da queda (primeira faixa) Weapons muda o clima de introdução como se avisasse “caímos, acordem!”. Definitivamente não é uma faixa que classifique o disco do Jars of Clay como um disco com influências da década de 80, ao modo que muitos rotulam, mas também não o tira desse caminho. O sintetizador e o coro artificial ao final marcam bem esse estilão meio sujo de se lançar sons e mais sons ao mesmo tempo, e aí está o ranço oitentista. Mas a letra os colocam em paradoxo com as ideologias da década de outrora, uma vez que passa longe da alienação, longe da festa, pelo contrário é um chamado para uma mudança, para ver o homem como homem. No refrão alertam “Abaixem suas armas, Não há inimigos a sua frente” - “Lay your weapons down, There are no enemies in front of you” . Um duplo sentido demarca esse dizer: Jars of Clay alerta-nos para que vejamos a humanidade como humanidade, que abaixemos as nossas armas da desconfiança e da suposta prevenção que não passa de estresse. Outro sentido mais evidente está no apelo anti-guerra, assunto em voga nos Estados Unidos, e no resto do mundo. Segundo o tecladista, Charlie Lowell, essa letra é também um convite para que nos desarmemos de preconceitos, ao ouvir o disco.

Two Hands é mais uma daquelas crises características de várias músicas do Jars. O maniqueísmo já está evidente no título “Duas mãos” e no restante da letra. Esse formato de análise de discos incomoda pela síntese em que tem de se apresentar: essa é uma da músicas que merecem um comentário a cada verso. A raízes dos anos 80 mostram-se discretas nessa faixa, especialmente pelos vocais e pelo onipresente sintetizador com vozes que imitam as humanas. Toda a composição se constrói por meio do famoso paradoxo, recurso mais que conhecido dos poetas: “Uso uma mão para te por perto, e outra para te afastar para longe” , “Preciso sentir as cicatrizes e ver a prova”. Embora lembre o clima de Good Monsters, Two Hands é mais inocente ao analisar nossa dualidade, como explica Matt Odmark (violão).

Não sei que círculos cristãos o Jars of Clay anda frequentando, mas a música deles denunciam que tipo de teologia andam a pesquisar. Heaven é uma grande provocação a nossa ideia de paraíso que se resume basicamente em “Jesus, volte logo. E  ***** os outros não-cristãos”. Nessa faixa declaram que “o Paraíso não está longe, mas cresce dentro de nós, onde estivermos”. Um convite a uma vida de paz nesses nossos dias pela Terra. Em Heaven convenço-me da inspiração de Jars of Clay nas ondas dos 80’s, que estão mais para tsunami no nosso final de década, e quem ouvir o disco Perfect Symmetry do Keane saberá do que eu estou falando: teclados, guitarra que mais parece com sintetizador e aqueles vocais sincronizados e sem espaço para mais nada no meio da verborragia cantada.

Closer pecaria pelo pop “chicletento” e pelos efeitozinhos pega moça da voz de Dan Haseltine, mas nada que uma boa letra e um belo conjunto não compense. Essa música foi-nos apresentada ano passado no EP de mesmo título. Em The Long Fall Back ela traz novos detalhes na mixagem. Para quem não notou, até trompetes e um acordeom se escondem nesses arranjos, junto com a bateria seca que nem vou citar de qual década saiu. O detalhe principal e qualificador é a letra lotada de trocadilhos e de poesia da melhor qualidade. Dan Haseltine explica o seu processo de composição: escrevemos um primeiro refrão (”If you want my love, well you’ve gotta get closer to me…”) e depois escrevemos um outro bem melhor (”I don’t understand why we can’t get close enough…”).

Outra faixa do EP reaparece no novo disco: Safe to Land. Efeitos eletrônicos, acompanhados de guitarra e um violão preguiçoso, vão levando essa música até o final. Vozes bem elaboradas e um clima sombrio compõe todo o clima dessa canção. É a que deixa a metáfora do afastamento do paraíso mais clara. No verso “Not much grace left on a broken wing” aquela característica questionadora do JOC reaparece como em Oh MyGod e Worlds Apart: basicamente Safe To Land reclama do fato de estar longe de casa e pede uma segunda chance, acompanhada da promessa de que não haverá mais decepções (“I need your runway lights to burn for me/And if you say that I can come around/I’ll love you right, yea I won’t let you down, I won’t let you down”).

Desde a faixa anterior o disco foi preparando uma atmosfera mais reflexiva e o ápice dela está em Headphones. Como em todos os recentes discos da banda, temos a participação de uma doce voz feminina: dessa vez é Katie Herzig quem meio se mistura aos coros artificias do teclado (Baixe o cd da moça gratuitamente no Noisetrade). Uma canção que te deixa em êxtase, tamanha a qualidade. Fala da apatia, dos fones que estão ao ouvido bloqueando nossos sentidos para a verdadeira bagunça que está o mundo: conectados e desligados da realidade ao mesmo tempo.

Don’t Stop recupera o clima oitentista do disco, graças ao indispensável sintetizador fazendo o  seu digno trabalho. Os vocais, a voz duplicada de Dan Haseltine: tudo colabora para uma música que, sem vergonha, dá vontade de dançar mesmo, e dançar bem de perto sem pensar nos “dias e noites, que deixamos para trás”. Katie Herzig deixa sua breve participação nessa faixa também.

Boys (Lesson One) lembra outras músicas como Something Beautiful. Um belo arranjo de cordas, com um dueto que se completa perfeitamente. Lesson One é um conselho para quem anda com vontade de ser adulto rápido.

Você poderia estar ouvindo qualquer banda: DC Talk, Third Day ou Mercy Me, menos o Jars of Clay na faixa Hero. Não consigo relacionar essa música com nada que a banda tenha feito antes. Não estou dizendo que ela é ruim, pelo contrário é muito boa de se ouvir. A letra avisa da necessidade de “um herói para nos  salvar de nós mesmos”. No aspecto da novidade, em relação a já conhecida sonoridade do grupo, é que ela surpreende: mostra o quanto o Jars é capaz de inovar, mesmo depois de 17 anos tocando juntos.

Parece bem a letra de uma música do Derek Webb, sinceridade não falta! Bateria ritmicamente contagiante e o teclado com os efeitozinhos característicos do disco, estou falando de Scenic Route. Há teorias de trechos em que essa música é cantada ao contrário: quem se atreverá a rodar o disco noutro sentido?

There Might Be A Light é um tipo de música no qual banda começa a deixar saudades, declarando seu amor pela vida, do modo mais inocente de que é capaz.  Jars of Clay é das bandas que nasceram com muitos adultos de hoje, que de uma hora para outra descobrem que estão velhos, e que nesse envelhecer contaram com a trilha sonora maravilhosa desses rapazes do colégio de Greenville. A faixa conta com trompetes/trombones e uma bela guitarra, sem distorção, meio chorosa ao fundo.

O pop, bem elaborado, é o que conduz Forgive me. Uma música em que se vive a angustiosa tentativa de se pedir perdão com palavras bem elaboradas, que podem vir depois de um ano, quando já será tarde, uma vez que já se perdeu a pessoa amada.

Heart finaliza The Long Fall Back to The Earth com um sensação de que você está ouvindo outro disco. Uma música sobre a incompreensão de um  amor, nada romântico, no qual não há necessidade de “se escalar montanhas ou de se assinar papéis”. Amor de Deus, já oferecido a toda humanidade, sem qualquer iniciativa pessoal, apenas a de Jesus. Um sentimento de amor tão profundo, que sente-se não correspondido uma vez que que pede o coração de alguém que já possui o Seu amor: “Give me your heart, You already have mine”. Belíssima finalização para uma banda que coloca a mensagem de Cristo e do amor no centro de toda a sua ideologia.

O álbum foi produzido por Ron Aniello, conhecido por trabalhar com Leigh Nash do Sixpence None The Richer e com a banda Lifehouse. Nesse disco a banda volta para a Essential Records, gravadora antiga, da qual se separou por dois anos, com um álbum que marca mais que tudo a preocupação do Jars of Clay no viver bem nossos dias dessa terra, olhand0 para o próximo e para as suas necessidades.

Ouvindo The Long Fall Back To The Earth fica-nos uma boa sensação de perceber que Jars of Clay já toca por 17 anos juntos, sem qualquer sinal de estruturas prestes a ruir e nem qualquer tentativa de trabalhos solo. Uma banda que acompanhou a vida de algumas pessoas que leem isso aqui, não é?

É doloroso para um fã, mas terei que dar uma nota para o disco, tentando passar longe da minha parcialidade de admirador. Vou listar antes as notas de alguns trabalhos anteriores, para que fique claro o meu sofrer ao avaliar esse álbum:

  • Redemption Songs – 7,5
  • Who We Are Instead – 9
  • Good Monsters – 10
  • The Long Fall Back To The Earth – 9

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Comentários Comente

  • Muito boa a resenha. foi tu mesmo quem escreveu?
    hehe
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  • Boa boa!

    Agora eu espero o Juca escrever também, hehe!!!
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  • Já havia lido no seu blog Thiago. Parabéns, muito boa!
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  • [i]teste de htlm[/i]
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  • "divulgada principalmente pela doce voz de Leigh Nash do Sixpence, marca essa geração. Apregoa-se um viver alienado do que está a volta, uma música ideologicamente pobre"


    A ideologia do Sixpence era pobre? oO

    "Destaco que houve tentativas de volta do Sixpence na qual não vimos muito sucesso até agora. Ele nao sabe que o Sixpence sempre trabalhou meses a fio em um unico projeto?

    É evidente que a banda de Dan Haseltine também compartilhou desse espírito carpe diem de sua geração."

    A banda eh soh do Dan?

    "O maior expoente desse positivismo está no disco Who We Are Instead (2003)."

    Who we are instead maior expoente positivista?

    Onde o Jars em algum momento sequer pensou em crise no cd?

    "Worlds Apart, incluída em um disco que, à primeira vista soa simples e político – Jars of Clay de 1995"

    Simples a primeira vista? Voce olha para o cd e pensa que ele tem um visual simples E POLITICO? Onde o visual, OU MESMO O SOM E LETRAS, sugere algo politico?

    "se desvencilha do pejorativo rótulo pop e expande seus domínios"

    Pejorativo porque? Mesmo se eles tivessem o titulo de pop, nao seria ruim. LFBTE eh pop! E eles jah estavam "expandindo dominios" ha muito tempo! Nao foi em WWAI que eles comecaram a fazer isso oO

    "Entretanto, mesmo sendo uma obra prima, esse disco se distanciou da identidade inquieta e perturbada que escapulira diversas vezes em composições que são evidentes expressões da crise existencial e, por que não, de fé."

    Ahahahaha aqui eu tive que dar uma super risada! De onde voce tirou essa identidade para o Jars of Clay? Se o Jars aborda todos os temas que abordam, eh por observar e se manter muito equilibrado para escrever o que comunicam! Crise existencial e de fe? LOL serio, dei a maior risada do Brasil!

    "e em seguida Good Monsters (2007)"

    oO O GM eh de Novembro de 2006!

    "a inconfundível, amada e odiada voz de Haseltine"

    Odiada? oO

    "No disco de 2007 a banda trouxe a tona uma série de sucessivos desabafos que pareciam entalados na garganta, graças a todos os anos de bons rapazes"

    Nunca! Eles sempre falaram o que queria, a caracteristica de Good Monsters eh que ele descobriram que nao se conheciam tanto quanto pensavam oO Bons rapazes? Jars nunca fez media com ninguem, seja secular, seja cristao, eles levaram pauladas dos dois lados!


    "Criticam a igreja institucional, criticam a hipocrisia, questionam Deus pelos problemas do mundo em Oh MyGod e declaram sua impotência diante deles. É um disco intenso. Não inova, mas não decepciona, pois consolida, mais do que nunca, a visão do Jars of Clay como ativistas e profetas no sentido de que são denunciadores de questões ignoradas."

    Criticam o que? Declaram a impotencia de quem? De Deus? Nao inova? Foi um dos discos mais new-ground-breaking da banda!

    "Em 2009, The Long Fall Back To The Earth mantém a identidade engajada e ativista do Jars of Clay."

    Long fall nem tocou na questao ativismo! Eh completamente voltado para relacionamentos ao seu redor!

    "O pessimismo dá lugar a esperança novamente, só que dessa vez a esperança não atua ao descrever o lado bom das coisas."

    Qual pessimismo? Onde o Jars foi pessimista que eu nao sei?

    "Trabalha denunciando as necessidades aguardando que se faça alguma coisa. O positivismo está na vontade de se despertar, por meio da arte, a ação para causas emergentes."

    Denunciando necessidades? Quais? Que se faca alguma coisa sobre o que? Despertar por meio de are acao para causas emergentes? O foco eh soh relacionamentos oO

    "A banda continua provocando, como em Good Monsters. É só ler o título do disco, que faz referência a queda de Lúcifer, assunto quase intocável para uma parcela de cristãos. Mais incomoda o fato de que a metáfora é dirigida aos homens, aos americanos, aos cristãos! Qual não deve ser o sabor de uma descrição onde o homem é o próprio diabo?!"

    AHHHHHHHHHHH!! Essa risada agora foi maior!!! Provocando? Queda de Lucifer? oO Jamais! O titulo foi tirado de Safe to Land! E eh apenas uma inferencia para o retorno aos relacionamentos, quando se passa muito tempo longe de casa, longe das pessoas com quem voce tem vinculos relacionais e nao sabe de onde comecar para retomar de onde parou oO E sobre a ideia de aterrisar em relacionamentos, onde existem conflitos, diferencias, questoes relacionais a trabalhar, a dialogar a respeito e solucionar, compreendendo e amando. Metafora dirigida a americanos? Que isso? Homem ser o proprio diabo? Leia antes de escrever o que nao sabe oO

    “Uma longa queda de volta para a Terra”

    Ao peh da letra demais!!! Erradissima a analise do titulo!

    "É seguro, é seguro aterrissar?
    pois não irei longe com um coração vazio
    é seguro, é seguro aterrissar?
    pois o longo retorno à terra é a parte mais difícil"

    Safe to land apenas toca na ideia de que reconciliar, retomar um relacionamento que foi interferido, requer antes de tudo, que as duas pessoas envolvidas sejam cooperantes. Assim como um aviao que precisa pousar, depende de quem opera as luzes na pista de pouso!

    "A própria banda banda evidencia que esse segundo cair não foi de anjos, mas de homens que, perdidos no egoísmo, devem ser agora despertados para que vejam as necessidades que lhes gritam: na capa, com as roupas sujas e rasgadas, os integrantes são ícones de todos nós, homens caídos."

    Cair de anjos? cair de homens? oO nao tem nada disso no cd.

    "The Long Fall/The Long Fall/ To Earth (A longa queda para a Terra)."

    LOL ri muito!

    "A faixa descreve uma demorada queda livre, que com a aproximação da Terra vai aumentando a intensidade (os instrumentos se juntando), até atingir o solo - a bateria destaca-se ao final, fazendo a junção com a próxima faixa. Segundo o vocalista, o instrumental descreve a euforia ao início de um relacionamento e o despertar para a realidade do viver acompanhado dia após dia."

    Nao foi bem nesse sentido. Ele comentou sobre o cd no todo e quiz ilustrar a transicao do momento em que se estah apaixonado para o momento em que se eh confrontado com a ideia de sustentar um relacionamento dia-apos-dia.

    Abertura instrumental jah foi usada em Christmas songs, mas nesse cd, Matt disse que eles gostaram da ideia de ter uma faixa ligada a outra e que dialogassem entre si.

    "Com um susto que demarca o final da queda (primeira faixa)"

    Que queda? Nao tem queda nenhuma, nao tem nada de susto!

    “caímos, acordem!”. Definitivamente não é uma faixa que classifique o disco do Jars of Clay como um disco com influências da década de 80, ao modo que muitos rotulam, mas também não o tira desse caminho"

    Nao tem queda nenhuma.

    "O sintetizador e o coro artificial ao final marcam bem esse estilão meio sujo de se lançar sons e mais sons ao mesmo tempo, e aí está o ranço oitentista."

    Para, que frase eh essa?

    Em Weapons, Dan foi claro que nao ha nenhum contexto tradicional anti-guerra. Eles nao estao lutando contra nada externo nesse cd. O tema da musica eh abrir mao de seu rancor, antes que ele te consuma.

    “Uso uma mão para te por perto, e outra para te afastar para longe”

    Hein? Two Hands define o album no todo em termos de relacionamento, essa descricao de Two Hands acabou com a musica.

    "Não sei que círculos cristãos o Jars of Clay anda frequentando, mas a música deles denunciam que tipo de teologia andam a pesquisar."

    Quanto mais leio, mais assustado eu fico.

    "Heaven é uma grande provocação a nossa ideia de paraíso que se resume basicamente em “Jesus, volte logo. E ***** os outros não-cristãos”. Nessa faixa declaram que “o Paraíso não está longe, mas cresce dentro de nós, onde estivermos”. Um convite a uma vida de paz nesses nossos dias pela Terra."

    oO Vida de paz nesses nossos dias pela Terra? Come on. Soh trata da ideia de que a eternidade se encontra dentro de nos e nao em um lugar distante e que enquanto vivermos, ela deve ser expressa em todos os aspectos de nossa vida.

    "Closer pecaria pelo pop “chicletento” e pelos efeitozinhos pega moça da voz de Dan Haseltine, mas nada que uma boa letra e um belo conjunto não compense."

    oO Alguem poderia fazer uma descricao melhor de Closer por favor!?

    "Para quem não notou, até trompetes e um acordeom se escondem nesses arranjos, junto com a bateria seca que nem vou citar de qual década saiu. O detalhe principal e qualificador é a letra lotada de trocadilhos e de poesia da melhor qualidade."

    Na vida, que complicacao para analisar o instrumental, vai direto ao ponto oO Letra lotada de trocadilhos e poesia da melhor qualidade??? O que torna a letra de Closer viva eh justamente por ser do comeco ao fim, soh declaracao direta de alguem apaixonado, tentando se expressar, sem sucesso.

    E o processo de construcao ... matou o processo de construcao.

    "É a que deixa a metáfora do afastamento do paraíso mais clara."

    Disvirtuou Safe to Land ... matou a musica. Tentou justificar a traducao errada do titulo, tirado da musica e interpretou incoerentemente o que o Dan disse sobre Safe to Land, no material promocional da Provident.

    "Desde a faixa anterior o disco foi preparando uma atmosfera mais reflexiva e o ápice dela está em Headphones."

    Nao foi a partir de Safe to Land que a reflexao comecou ... ela estah no cd todo. Noisetrade tem algumas musicas da Katie, nao sao os 3 cds completos. Headphones adentra nossa indiferenca intencional, muito mais fundo que uma simples apatia, mas passa a ser uma musica de esperanca, por incluir e classificar todas as pessoas igualmente, sendo que a ideia de escolher isolar-se eh o ponto em comum entre nos e eh o que finalmente nos conecta.

    "Don’t Stop recupera o clima oitentista do disco, graças ao indispensável sintetizador fazendo o seu digno trabalho."

    Menos circulacao, que canseira. Acabou que falou demais e nao falou de como a musica se conecta com o cd.

    "Boys (Lesson One) lembra outras músicas como Something Beautiful."

    Serio? Nem lembrei de Something Beautiful quando ouvi oO

    "Um belo arranjo de cordas, com um dueto que se completa perfeitamente. Lesson One é um conselho para quem anda com vontade de ser adulto rápido."

    Dueto? oO soh isso que Boys fala? E eu que jurava que era uma musica fortissima!

    "Não consigo relacionar essa música com nada que a banda tenha feito antes. Não estou dizendo que ela é ruim, pelo contrário é muito boa de se ouvir. A letra avisa da necessidade de “um herói para nos salvar de nós mesmos”. No aspecto da novidade, em relação a já conhecida sonoridade do grupo, é que ela surpreende: mostra o quanto o Jars é capaz de inovar, mesmo depois de 17 anos tocando juntos."

    Mas desde o segundo cd, o Jars of Clay vem se renovando!

    Nao muda nada, mas Jars nasceu oficialmente em Janeiro de 94 ... 15 anos. Em 92 eram apenas o Dan, o Charlie e o Matt Bronleewe, Steve apareceu em Setembro de 93 ... Abril de 94, Bronleewe saiu e depois disso o Odmark entrou.

    "Parece bem a letra de uma música do Derek Webb, sinceridade não falta! Bateria ritmicamente contagiante e o teclado com os efeitozinhos característicos do disco, estou falando de Scenic Route. Há teorias de trechos em que essa música é cantada ao contrário: quem se atreverá a rodar o disco noutro sentido?"

    Nao eh teoria, eh cantada ao contrario, nao entendi o sensacionalismo em cima de ouvir ao contrario.

    "There Might Be A Light é um tipo de música no qual banda começa a deixar saudades, declarando seu amor pela vida, do modo mais inocente de que é capaz. Jars of Clay é das bandas que nasceram com muitos adultos de hoje, que de uma hora para outra descobrem que estão velhos, e que nesse envelhecer contaram com a trilha sonora maravilhosa desses rapazes do colégio de Greenville. A faixa conta com trompetes/trombones e uma bela guitarra, sem distorção, meio chorosa ao fundo."

    Amor pela vida? Eh sobre amor entre duas pessoas, um cara tentando conquistar o coracao de uma menina. Para que lembrar que nao tem distorcao sempre que cita a guitarra?

    "O pop, bem elaborado, é o que conduz Forgive me. Uma música em que se vive a angustiosa tentativa de se pedir perdão com palavras bem elaboradas, que podem vir depois de um ano, quando já será tarde, uma vez que já se perdeu a pessoa amada."

    Nao eh sobre quando voce pede perdao, eh sobre COMO voce pede perdao. Alem de ser muito mais rica que se ver numa situacao que o tempo foi o responsavel por ter perdido alguem.

    "Heart finaliza The Long Fall Back to The Earth com um sensação de que você está ouvindo outro disco. Uma música sobre a incompreensão de um amor, nada romântico, no qual não há necessidade de “se escalar montanhas ou de se assinar papéis”. Amor de Deus, já oferecido a toda humanidade, sem qualquer iniciativa pessoal, apenas a de Jesus. Um sentimento de amor tão profundo, que sente-se não correspondido uma vez que que pede o coração de alguém que já possui o Seu amor: “Give me your heart, You already have mine”. Belíssima finalização para uma banda que coloca a mensagem de Cristo e do amor no centro de toda a sua ideologia."

    Incompreensao porque? Nao ha um sentimento de nao ser correspondido, fale de se arriscar em relacionamentos, uma vez que voce JAH se entregou e se coloca nessa expectativa de que agora, as demais pessoas tambem se entreguem. Ideologia da banda? Nao, a banda nao tem uma ideologia.

    "O álbum foi produzido por Ron Aniello, conhecido por trabalhar com Leigh Nash do Sixpence None The Richer e com a banda Lifehouse. Nesse disco a banda volta para a Essential Records, gravadora antiga, da qual se separou por dois anos, com um álbum que marca mais que tudo a preocupação do Jars of Clay no viver bem nossos dias dessa terra, olhand0 para o próximo e para as suas necessidades."

    O cd nao foi todo produzido por Ron, ele colaborou com o Jars of Clay apenas nas faixas: Heaven, Closer, Safe To Land, Scenic Route e There Might Be A Light. As 9 outras musicas, foram produzidas pelo JoC.

    O Jars nao voltou para a Essential, eles CONTRATARAM o servico de distribuicao da Essential. O Jars continua em sua gravadora Grey Matter.

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  • "divulgada principalmente pela doce voz de Leigh Nash do Sixpence, marca essa geração. Apregoa-se um viver alienado do que está a volta, uma música ideologicamente pobre"


    A ideologia do Sixpence era pobre? oO

    "Destaco que houve tentativas de volta do Sixpence na qual não vimos muito sucesso até agora. Ele nao sabe que o Sixpence sempre trabalhou meses a fio em um unico projeto?

    É evidente que a banda de Dan Haseltine também compartilhou desse espírito carpe diem de sua geração."

    A banda eh soh do Dan?

    "O maior expoente desse positivismo está no disco Who We Are Instead (2003)."

    Who we are instead maior expoente positivista?

    Onde o Jars em algum momento sequer pensou em crise no cd?

    "Worlds Apart, incluída em um disco que, à primeira vista soa simples e político – Jars of Clay de 1995"

    Simples a primeira vista? Voce olha para o cd e pensa que ele tem um visual simples E POLITICO? Onde o visual, OU MESMO O SOM E LETRAS, sugere algo politico?

    "se desvencilha do pejorativo rótulo pop e expande seus domínios"

    Pejorativo porque? Mesmo se eles tivessem o titulo de pop, nao seria ruim. LFBTE eh pop! E eles jah estavam "expandindo dominios" ha muito tempo! Nao foi em WWAI que eles comecaram a fazer isso oO

    "Entretanto, mesmo sendo uma obra prima, esse disco se distanciou da identidade inquieta e perturbada que escapulira diversas vezes em composições que são evidentes expressões da crise existencial e, por que não, de fé."

    Ahahahaha aqui eu tive que dar uma super risada! De onde voce tirou essa identidade para o Jars of Clay? Se o Jars aborda todos os temas que abordam, eh por observar e se manter muito equilibrado para escrever o que comunicam! Crise existencial e de fe? LOL serio, dei a maior risada do Brasil!

    "e em seguida Good Monsters (2007)"

    oO O GM eh de Novembro de 2006!

    "a inconfundível, amada e odiada voz de Haseltine"

    Odiada? oO

    "No disco de 2007 a banda trouxe a tona uma série de sucessivos desabafos que pareciam entalados na garganta, graças a todos os anos de bons rapazes"

    Nunca! Eles sempre falaram o que queria, a caracteristica de Good Monsters eh que ele descobriram que nao se conheciam tanto quanto pensavam oO Bons rapazes? Jars nunca fez media com ninguem, seja secular, seja cristao, eles levaram pauladas dos dois lados!


    "Criticam a igreja institucional, criticam a hipocrisia, questionam Deus pelos problemas do mundo em Oh MyGod e declaram sua impotência diante deles. É um disco intenso. Não inova, mas não decepciona, pois consolida, mais do que nunca, a visão do Jars of Clay como ativistas e profetas no sentido de que são denunciadores de questões ignoradas."

    Criticam o que? Declaram a impotencia de quem? De Deus? Nao inova? Foi um dos discos mais new-ground-breaking da banda!

    "Em 2009, The Long Fall Back To The Earth mantém a identidade engajada e ativista do Jars of Clay."

    Long fall nem tocou na questao ativismo! Eh completamente voltado para relacionamentos ao seu redor!

    "O pessimismo dá lugar a esperança novamente, só que dessa vez a esperança não atua ao descrever o lado bom das coisas."

    Qual pessimismo? Onde o Jars foi pessimista que eu nao sei?

    "Trabalha denunciando as necessidades aguardando que se faça alguma coisa. O positivismo está na vontade de se despertar, por meio da arte, a ação para causas emergentes."

    Denunciando necessidades? Quais? Que se faca alguma coisa sobre o que? Despertar por meio de are acao para causas emergentes? O foco eh soh relacionamentos oO

    "A banda continua provocando, como em Good Monsters. É só ler o título do disco, que faz referência a queda de Lúcifer, assunto quase intocável para uma parcela de cristãos. Mais incomoda o fato de que a metáfora é dirigida aos homens, aos americanos, aos cristãos! Qual não deve ser o sabor de uma descrição onde o homem é o próprio diabo?!"

    AHHHHHHHHHHH!! Essa risada agora foi maior!!! Provocando? Queda de Lucifer? oO Jamais! O titulo foi tirado de Safe to Land! E eh apenas uma inferencia para o retorno aos relacionamentos, quando se passa muito tempo longe de casa, longe das pessoas com quem voce tem vinculos relacionais e nao sabe de onde comecar para retomar de onde parou oO E sobre a ideia de aterrisar em relacionamentos, onde existem conflitos, diferencias, questoes relacionais a trabalhar, a dialogar a respeito e solucionar, compreendendo e amando. Metafora dirigida a americanos? Que isso? Homem ser o proprio diabo? Leia antes de escrever o que nao sabe oO

    “Uma longa queda de volta para a Terra”

    Ao peh da letra demais!!! Erradissima a analise do titulo!

    "É seguro, é seguro aterrissar?
    pois não irei longe com um coração vazio
    é seguro, é seguro aterrissar?
    pois o longo retorno à terra é a parte mais difícil"

    Safe to land apenas toca na ideia de que reconciliar, retomar um relacionamento que foi interferido, requer antes de tudo, que as duas pessoas envolvidas sejam cooperantes. Assim como um aviao que precisa pousar, depende de quem opera as luzes na pista de pouso!

    "A própria banda banda evidencia que esse segundo cair não foi de anjos, mas de homens que, perdidos no egoísmo, devem ser agora despertados para que vejam as necessidades que lhes gritam: na capa, com as roupas sujas e rasgadas, os integrantes são ícones de todos nós, homens caídos."

    Cair de anjos? cair de homens? oO nao tem nada disso no cd.

    "The Long Fall/The Long Fall/ To Earth (A longa queda para a Terra)."

    LOL ri muito!

    "A faixa descreve uma demorada queda livre, que com a aproximação da Terra vai aumentando a intensidade (os instrumentos se juntando), até atingir o solo - a bateria destaca-se ao final, fazendo a junção com a próxima faixa. Segundo o vocalista, o instrumental descreve a euforia ao início de um relacionamento e o despertar para a realidade do viver acompanhado dia após dia."

    Nao foi bem nesse sentido. Ele comentou sobre o cd no todo e quiz ilustrar a transicao do momento em que se estah apaixonado para o momento em que se eh confrontado com a ideia de sustentar um relacionamento dia-apos-dia.

    Abertura instrumental jah foi usada em Christmas songs, mas nesse cd, Matt disse que eles gostaram da ideia de ter uma faixa ligada a outra e que dialogassem entre si.

    "Com um susto que demarca o final da queda (primeira faixa)"

    Que queda? Nao tem queda nenhuma, nao tem nada de susto!

    “caímos, acordem!”. Definitivamente não é uma faixa que classifique o disco do Jars of Clay como um disco com influências da década de 80, ao modo que muitos rotulam, mas também não o tira desse caminho"

    Nao tem queda nenhuma.

    "O sintetizador e o coro artificial ao final marcam bem esse estilão meio sujo de se lançar sons e mais sons ao mesmo tempo, e aí está o ranço oitentista."

    Para, que frase eh essa?

    Em Weapons, Dan foi claro que nao ha nenhum contexto tradicional anti-guerra. Eles nao estao lutando contra nada externo nesse cd. O tema da musica eh abrir mao de seu rancor, antes que ele te consuma.

    “Uso uma mão para te por perto, e outra para te afastar para longe”

    Hein? Two Hands define o album no todo em termos de relacionamento, essa descricao de Two Hands acabou com a musica.

    "Não sei que círculos cristãos o Jars of Clay anda frequentando, mas a música deles denunciam que tipo de teologia andam a pesquisar."

    Quanto mais leio, mais assustado eu fico.

    "Heaven é uma grande provocação a nossa ideia de paraíso que se resume basicamente em “Jesus, volte logo. E ***** os outros não-cristãos”. Nessa faixa declaram que “o Paraíso não está longe, mas cresce dentro de nós, onde estivermos”. Um convite a uma vida de paz nesses nossos dias pela Terra."

    oO Vida de paz nesses nossos dias pela Terra? Come on. Soh trata da ideia de que a eternidade se encontra dentro de nos e nao em um lugar distante e que enquanto vivermos, ela deve ser expressa em todos os aspectos de nossa vida.

    "Closer pecaria pelo pop “chicletento” e pelos efeitozinhos pega moça da voz de Dan Haseltine, mas nada que uma boa letra e um belo conjunto não compense."

    oO Alguem poderia fazer uma descricao melhor de Closer por favor!?

    "Para quem não notou, até trompetes e um acordeom se escondem nesses arranjos, junto com a bateria seca que nem vou citar de qual década saiu. O detalhe principal e qualificador é a letra lotada de trocadilhos e de poesia da melhor qualidade."

    Na vida, que complicacao para analisar o instrumental, vai direto ao ponto oO Letra lotada de trocadilhos e poesia da melhor qualidade??? O que torna a letra de Closer viva eh justamente por ser do comeco ao fim, soh declaracao direta de alguem apaixonado, tentando se expressar, sem sucesso.

    E o processo de construcao ... matou o processo de construcao.

    "É a que deixa a metáfora do afastamento do paraíso mais clara."

    Disvirtuou Safe to Land ... matou a musica. Tentou justificar a traducao errada do titulo, tirado da musica e interpretou incoerentemente o que o Dan disse sobre Safe to Land, no material promocional da Provident.

    "Desde a faixa anterior o disco foi preparando uma atmosfera mais reflexiva e o ápice dela está em Headphones."

    Nao foi a partir de Safe to Land que a reflexao comecou ... ela estah no cd todo. Noisetrade tem algumas musicas da Katie, nao sao os 3 cds completos. Headphones adentra nossa indiferenca intencional, muito mais fundo que uma simples apatia, mas passa a ser uma musica de esperanca, por incluir e classificar todas as pessoas igualmente, sendo que a ideia de escolher isolar-se eh o ponto em comum entre nos e eh o que finalmente nos conecta.

    "Don’t Stop recupera o clima oitentista do disco, graças ao indispensável sintetizador fazendo o seu digno trabalho."

    Menos circulacao, que canseira. Acabou que falou demais e nao falou de como a musica se conecta com o cd.

    "Boys (Lesson One) lembra outras músicas como Something Beautiful."

    Serio? Nem lembrei de Something Beautiful quando ouvi oO

    "Um belo arranjo de cordas, com um dueto que se completa perfeitamente. Lesson One é um conselho para quem anda com vontade de ser adulto rápido."

    Dueto? oO soh isso que Boys fala? E eu que jurava que era uma musica fortissima!

    "Não consigo relacionar essa música com nada que a banda tenha feito antes. Não estou dizendo que ela é ruim, pelo contrário é muito boa de se ouvir. A letra avisa da necessidade de “um herói para nos salvar de nós mesmos”. No aspecto da novidade, em relação a já conhecida sonoridade do grupo, é que ela surpreende: mostra o quanto o Jars é capaz de inovar, mesmo depois de 17 anos tocando juntos."

    Mas desde o segundo cd, o Jars of Clay vem se renovando!

    Nao muda nada, mas Jars nasceu oficialmente em Janeiro de 94 ... 15 anos. Em 92 eram apenas o Dan, o Charlie e o Matt Bronleewe, Steve apareceu em Setembro de 93 ... Abril de 94, Bronleewe saiu e depois disso o Odmark entrou.

    "Parece bem a letra de uma música do Derek Webb, sinceridade não falta! Bateria ritmicamente contagiante e o teclado com os efeitozinhos característicos do disco, estou falando de Scenic Route. Há teorias de trechos em que essa música é cantada ao contrário: quem se atreverá a rodar o disco noutro sentido?"

    Nao eh teoria, eh cantada ao contrario, nao entendi o sensacionalismo em cima de ouvir ao contrario.

    "There Might Be A Light é um tipo de música no qual banda começa a deixar saudades, declarando seu amor pela vida, do modo mais inocente de que é capaz. Jars of Clay é das bandas que nasceram com muitos adultos de hoje, que de uma hora para outra descobrem que estão velhos, e que nesse envelhecer contaram com a trilha sonora maravilhosa desses rapazes do colégio de Greenville. A faixa conta com trompetes/trombones e uma bela guitarra, sem distorção, meio chorosa ao fundo."

    Amor pela vida? Eh sobre amor entre duas pessoas, um cara tentando conquistar o coracao de uma menina. Para que lembrar que nao tem distorcao sempre que cita a guitarra?

    "O pop, bem elaborado, é o que conduz Forgive me. Uma música em que se vive a angustiosa tentativa de se pedir perdão com palavras bem elaboradas, que podem vir depois de um ano, quando já será tarde, uma vez que já se perdeu a pessoa amada."

    Nao eh sobre quando voce pede perdao, eh sobre COMO voce pede perdao. Alem de ser muito mais rica que se ver numa situacao que o tempo foi o responsavel por ter perdido alguem.

    "Heart finaliza The Long Fall Back to The Earth com um sensação de que você está ouvindo outro disco. Uma música sobre a incompreensão de um amor, nada romântico, no qual não há necessidade de “se escalar montanhas ou de se assinar papéis”. Amor de Deus, já oferecido a toda humanidade, sem qualquer iniciativa pessoal, apenas a de Jesus. Um sentimento de amor tão profundo, que sente-se não correspondido uma vez que que pede o coração de alguém que já possui o Seu amor: “Give me your heart, You already have mine”. Belíssima finalização para uma banda que coloca a mensagem de Cristo e do amor no centro de toda a sua ideologia."

    Incompreensao porque? Nao ha um sentimento de nao ser correspondido, fale de se arriscar em relacionamentos, uma vez que voce JAH se entregou e se coloca nessa expectativa de que agora, as demais pessoas tambem se entreguem. Ideologia da banda? Nao, a banda nao tem uma ideologia.

    "O álbum foi produzido por Ron Aniello, conhecido por trabalhar com Leigh Nash do Sixpence None The Richer e com a banda Lifehouse. Nesse disco a banda volta para a Essential Records, gravadora antiga, da qual se separou por dois anos, com um álbum que marca mais que tudo a preocupação do Jars of Clay no viver bem nossos dias dessa terra, olhand0 para o próximo e para as suas necessidades."

    O cd nao foi todo produzido por Ron, ele colaborou com o Jars of Clay apenas nas faixas: Heaven, Closer, Safe To Land, Scenic Route e There Might Be A Light. As 9 outras musicas, foram produzidas pelo JoC.

    O Jars nao voltou para a Essential, eles CONTRATARAM o servico de distribuicao da Essential. O Jars continua em sua gravadora Grey Matter.

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  • Complicado, Juca. Talvez encontre algum tempo para responder seus comentários. Mas só uma coisa eu adianto: perto daquilo que você escuta em discos do Jars of Clay hoje, o que se "pregava" (devo me policiar nas aspas com você) na década de 90 por Sixpence é uma mensagem pobre e previsível que outras pessoas já "pregavam" há muito tempo.
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    • Ah... nem é! =D ~ O Sixpence tinha muito conteúdo, e bem a frente de seu tempo, não tão atrás como vc colocou. =]
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    • Fatherless and the widow passa longe de ser pobre! oO chega a ser muito mais rico que o Divine Discontent.
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  • Estranha-me o fato de você discordar com cada um dos pontos da resenha. Não há nada com o que concordar, ou é simplesmente implicância de fã?
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    • Eu soh concordo quando voce fala que eles sao bons.

      Quando voce tenta falar algo do cd, da banda, ou sobre algo que nao vem mesmo ao caso, nao tem como concordar.
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  • rafaelportors 26/04/2009 às 10:53:51
    Eu me divirto. Segura o troll, thiaguitar. Mas devo dizer que concordo com ele em alguns pontos! :D
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    • Ainda bem que em alguns, não todos. Aliás eu nem vou discutir mais isso aqui, sei que não vai dar resultado. Sou fã de Los Hermanos e sei bem como algumas conversas terminam...
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      • Tudo que eu tenho a dizer sobre o cd e que eu fui contra em sua resenha, sao fatos.

        Sobre achar que o Six era pobre (LOL) ... deixo voce pensando assim ... eu posso analisar musica por musica ali e duvido que qqr banda crista da epoca sequer teria coragem de comecar a falar sobre os temas dentro das musicas.
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      • Tudo que eu tenho a dizer sobre o cd e que eu fui contra em sua resenha, sao fatos.

        Sobre achar que o Six era pobre (LOL) ... deixo voce pensando assim ... eu posso analisar musica por musica ali e duvido que qqr banda crista da epoca sequer teria coragem de comecar a falar sobre os temas dentro das musicas.
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      • Tudo que eu tenho a dizer sobre o cd e que eu fui contra em sua resenha, sao fatos.

        Sobre achar que o Six era pobre (LOL) ... deixo voce pensando assim ... eu posso analisar musica por musica ali e duvido que qqr banda crista da epoca sequer teria coragem de comecar a falar sobre os temas dentro das musicas.
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  • Eu realmente estou desapontada com esse review. É confuso, prolixo e não faz jus à banda.
    Todos os pontos abordados pelo Juca realmente são RELEVANTES, e isso não é implicância de fã!
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  • O Juca poderia simplesmente dizer: "Não concordo com essa resenha". Teria economizado um bom tempo :)
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  • AIAIAIUIUI
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  • Mesmo assim Thiago, foi corajoso de sua parte escrever sobre o cd, eu ia fazer isso aqui pro Dot, jah havia dito para o carinha que faria, pois escrevi em Janeiro a previa e estava me preparando para escrever, sem escorregar em conceitos errados sobre o que o cd eh. Para isso desde Janeiro tenho me preparado, mas nao vou escrever mais, jah que jah saiu aqui ^^
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  • eu to gostando....desse album veio um pouco de diferente ..
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  • nao li nada.. nem a discussão,.. mas fico feliz de finalmente ver uma resenha bem escrita, com português correto.
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  • Cavallera, se foi tu que escreveu, parabéns! rs
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  • RenatoCavallera 27/04/2009 às 09:22:25
    Primeiro: Juca, para de ser fãboy, as pessoas tem direito a dar sua opinião sobre um CD, um resenha é isso: opinião, mas discordar dela toda e dizer que só concorda nas partes que fala bem é meio exagerado, não? Assim só pega mal pra você, cara.

    Segundo: também achei MUSICALMENTE o Six fraco, e está assim a um bom tempo. Beleza na canção e uma letra legal aqui outra ali não faz um artista ter qualidade e sim fama.

    Terceiro: minha opinião é que uma resenha que fale mal vale mais do que uma só para encher de elogios, apenas de que minha última resenha foi assim, porém, EU sei o valor dela.

    Quarto: Juca, faça uma resenha dando SUA OPINIÃO (e não rebatendo apenas o Thiago ou jogando indiretas) sobre o novo do Jars, eu a publico aqui também para apreciação pública.

    Quinto: eu publico aqui qualquer resenha, de qualquer um que me enviar, todos tem direito de dar sua opinião sobre alguém ou alguma coisa, mas nem por isso eu concordo com o que todas as resenhas falam, mas pelo menos eu respeito a opinião do resenhista.

    E pelo amor de Deus, não vamos brigar, discutir ou exagerar. Se beber, não dirija! rs
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    • Renato, eu conhecia o DG como um site de informacao segura, se fonte segura, voce sabe que eu nao estou sendo fan-boy, seja qual for a implicacao desse titulo. Quando comecei a ler a resenha, jah vi que ela estava caminhando para o lado errado, ele entrou com questoes que a banda NAO CONSIDEROU em momento nenhum! Falar mal do cd eh diferente de inventar zilhoes de sentidos alheios a tudo que a banda trabalhou. Ele nao falou mal do JoC, ele falou QUALQUER outra coisa, exceto o que REALMENTE TEM RELACAO COM O JARS! Essa resenha do comeco ao fim tem elogios a banda, ao cd, ao trabalho, mas o mesmo que elogiar o Lula, pelo excelente regime monarquico que ele conduz, sendo que ele nao conduz esse tipo de governo! Quem entendeu a proposta desse cd e leu essa resenha, viu que o Thiago nao entendeu NADA dele! Antes ele colocou todo o sensacionalismo a que ouvintes de musica crista estah exposto, sobre uma banda que nao se preocupa com o que a caricatura de musica crista se parece hoje.

      Ele nao deu opinioes, ele criou temas. Estah claro que ele usou o material da Provident como fonte, mas disvirtuou o que o material forneceu, fazendo citacoes indiretas dos caras, mudando o sentido do que eles disseram, ou simplesmente nao informando o bastante.

      Eu super respeito subjecoes e procuro entender uma musica de todos os aspectos possiveis no que diz respeito as diversas maneiras que ela pode ser interpretada, mas inventar o que a banda disse, o que o cd representa, nao importa a banda, isso eu nao concordo.

      Sobre Sixpence, ele nao sao fracos musicalmente, nem em letra e nunca criaram a historia deles em cima de fama ou de melodias bonitas. Dizer que JoC surgiu em uma epoca, em que Sixpence abordava temas atrasados, que outras bandas jah estavam falando sobre ha anos ... eh muito errado e representa nao entender nada sobre o Sixpence. Quem naquela epoca jah citaria Witteman? Quem naquela epoca trataria de questoes como super valorizacao de seu ego como musico? Matt Slocum chegou a criticar as bandas daquele mesmo periodo, tenho que citar:

      "Matt: Penso que a música perde muito quando é manipulada para fins comerciais. Não que o evangelismo seja propaganda, porém espera-se que os cristãos aceitem trabalhos de má qualidade, unicamente por conterem uma mensagem cristã e rejeitar a arte de qualidade, por incorporarem uma mensagem secular. Penso que os artistas cristãos deveriam focar na criação de trabalhos bonitos, bem feitos, que falem por si só."

      Quem mais na epoca faria musicas tao intimas com analise da propria MUSICA e momento intimos a sos, como Musings, e conseguiria usar um tema recorrente como em Trust, sem soar cliche como todas as bandas da epoca teriam feito? Quem mais falaria da fugacidade da vida, comparando a folhas em outono? Quem citaria Robert Herrick? Quem trataria da morte de seu pai tao particularmente, sem parecer piegas, tratando sobre o incidente da morte e destino da alma, esperanca do conforto encontrado em Deus e reencontro, como em Soul e The Fatherless and The Widow?

      Tudo isso sem falar de Tickets for a Prayer Wheel e This Beautiful Mess!!

      Sem falar que a banda passou por adaptacoes, momento dificeis com a gravadora, transicoes, reducao do numero de instrumentistas, tiveram que se virar com poucos instrumentos, o proprio Matt teve que tocar varios instrumentos diferentes e hoje eh um dos mais respeitados compositores. Elogia Jars of Clay diminuindo o Sixpence eh a maior incoerencia na musica crista. Sinal de que nao entendeu nem esta nem aquela banda.

      Tudo bem sobre as resenhas que entram aqui, mas eu nunca tive motivos pessoais para me decepcionar com o Dot como tenho agora, o controle de qualidade aqui tem que existir, grande parte dos fans de todas essas bandas que visitam o Dot, confiam no que voces publicam, tenho medo do impacto errado que essa resenha jah deve estar causando nas pessoas, sobre esse cd do JoC.

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      • RenatoCavallera 27/04/2009 às 12:03:49
        auhauahauhauah

        cara, calma, respira. rs

        Cara, o Thiago só está dando a opinião dele, o que to falando é que você está fazendo uma tempestade enorme em cima dela, calma, não é pra tanto.

        Muita gente gostou da resenha, isso tirando você e mais uns 2 ou 3.

        E como disse, o caminho está aberto para você fazer também uma resenha sobre o álbum. ;)
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        • Cara, eu simplesmente não ouso discutir com o Juca. Há certo rancor nos comentários dele e, por experiência, sei que discutir com pessoas em momentos como esse só aguça-lhes ainda mais o sentimento de raiva.

          Li o material da Provident, sim. Entretanto, o descartei. Se fosse para criar uma análise baseada no que a banda diz, estaria fazendo divulgação, não análise.

          Não entendo por qual motivo sou acusado de andar pelas vias do evangeliquês previsível. Detesto esse mercado, abomino-o. Aliás, das poucas bandas que me sobram numa playlist nenhuma é cristã, o contrário disso. Minhas preferidas: Radiohead Keane e Los Hermanos.

          Não concordar com nenhum ponto do meu review ? Trato isso como implicância.

          Lembro-me agora que essa não é a primeira demonstração de histeria que noto nessa pessoa.
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          • akakakakaakkakakakakakaa

            acabei de ter mais uma agora com seu comentario ...

            o bom eh q vc soh me faz rir sempre thiago ... sempre ... tenho que te agradecer ...
          • akakakakaakkakakakakakaa

            acabei de ter mais uma agora com seu comentario ...

            o bom eh q vc soh me faz rir sempre thiago ... sempre ... tenho que te agradecer ...
          • akakakakaakkakakakakakaa

            acabei de ter mais uma agora com seu comentario ...

            o bom eh q vc soh me faz rir sempre thiago ... sempre ... tenho que te agradecer ...
          • Rancor nao tem, nem sei quem eh vc ... vou ter rancor de vc pq?

            Nao fica assim Thiago, eu tb jah escrevi aqui e algumas pessoas nao concordaram com o que eu disse ... tudo bem que foi na base do "gosto" x "nao gosto", soh podiam ir contra o que eu estava dizendo. Eu divulgo/informo e dou opiniao, quando divulgo, nao invento, quando dou opiniao, todo mundo pode discordar.

            Nao fico achando que estao implicando comigo, sei que se eu pensar assim, conto nos dedos quem nao implicaria.

            Jah disse que eu tiraria todo o sensacionalismo e partes inventadas, para ler a resenha isento de influencias causadas por eles, ae entraria na discussao de concordo ou nao concordo ... eu sei que sua intencao foi a melhor, mas nao funcionou.
          • Rancor nao tem, nem sei quem eh vc ... vou ter rancor de vc pq?

            Nao fica assim Thiago, eu tb jah escrevi aqui e algumas pessoas nao concordaram com o que eu disse ... tudo bem que foi na base do "gosto" x "nao gosto", soh podiam ir contra o que eu estava dizendo. Eu divulgo/informo e dou opiniao, quando divulgo, nao invento, quando dou opiniao, todo mundo pode discordar.

            Nao fico achando que estao implicando comigo, sei que se eu pensar assim, conto nos dedos quem nao implicaria.

            Jah disse que eu tiraria todo o sensacionalismo e partes inventadas, para ler a resenha isento de influencias causadas por eles, ae entraria na discussao de concordo ou nao concordo ... eu sei que sua intencao foi a melhor, mas nao funcionou.
        • Se fosse soh a opiniao dele, ele nao incluiria paragrafos dizendo que a banda disse algo que ela nao disse, nem criaria sentidos que nao existem no album. Quem gostou da resenha eh pq nao tem opiniao formada e aceitou a dele automaticamente, jah que eh mais dificil formar sua propria.

          Estou calmo, estou apenas fazendo o ninguem faz aqui, contestando o conteudo errado que foi publicado. Nao eh nenhuma tempestade desnecessaria.

          Nao foram apenas 2 ou 3 que nao gostaram e se existem pessoas para esclarecerem o erro que essa resenha eh, acho importante que elas escrevam aqui e oferecam a quem estiver lendo, mais que uma visao caolha do cd.
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  • De que adianta escrita com um português correto se é prolixa?
    Se quem ler essa resenha e não souber nada sobre Jars achar que o CD é mesmo assim?
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  • E serio ... ninguem estah brigando, eh soh uma discussao de insatisfacoes. De um lado estao a Resenha do Thiago e os amigos dele que nao entendem bulufas de Jars e todo mundo que tambem nao entendeu bulufas, soh balancando a cabeca para o que ele disse, jah que o meio cristao eh assim, quem disser algo, ninguem contesta e fica por isso mesmo; do outro estah quem gosta do Jars e o entende, entende esse cd e discordou com essa resenha sem nexo.

    Ninguem aqui estah de malzinho de ninguem, eh soh uma conversa com opinioes diferentes.

    Tvz eu jah comecei a ler com um preconceitinho, por causa da legenda do Thiago para a letra de Closer no Youtube, que convenhamos, ficou COMICA, risadas atingiram decibeis e decibeis!
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  • Achei burocrática...
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  • jennydeoliveira 27/04/2009 às 15:19:35
    pessoa, sua resenha, mais do que prolixa e sem nexo, é piegas mesmo, pq vc, em todos os momentos, se baseou no seu gosto medíocre para julgar o trabalho. Suas consideraçoes nao foram nem um pouco informativas, elas são puramente o seu juizo de valor. Primeiro vc inicia falando que o sixpence é pobre musicalmente...tudo bm vc nao gostar do estilo da banda, ou das músicas, mas acusar as composiçoes deles de serem pobres, só denuncia sua falta de conhecimento. O Matt conjuga expoentes da poesia do mais alto grau (neruda, rilke,etc) com profundas reflexoes sobre o cristianismo e a alma humana para construir suas cançoes, sem contar no arranjo harmonico, onde nem um barulhinho sequer é lançado de forma desproposital. Depois vc passa o resto do review se atendo a construçoezinhas piegas de efeito tipo "voz de pega moça do Dan" ou informaçoes vagas que nada dizem, como "se parece mto com uma musica do derek webb"...(aquela uma que nem vc sabe qual neah). Enfim, mas o pior é falar que os caras estão passando por um crise em sua vida cristã...AFFE! Isso só demonstra mais como vc nao possui nenhuma credibilidade para falar sobre a banda, pois desconhece o processo de construçao do cd, que foi todo baseado e refletido no intuito de levarem as pessoas a se voltarem mais para a questão que realmente importa dentro do cristianismo: o amor desinteressado e puro. Se isso nao soa cristão pra vc, eu nao sei como classificar entao. Resumindo: isso nao é nem sua opiniao sobre o cd, é seu juizo de valor, alongado em muitas linhas. E, para usar do seu proprio discurso, ficou realmente péssima a sua resenha.
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  • jennydeoliveira 27/04/2009 às 15:33:05
    pessoa, sua resenha, mais do que prolixa e sem nexo, é piegas mesmo, pq vc, em todos os momentos, se baseou no seu gosto medíocre para julgar o trabalho. Suas consideraçoes nao foram nem um pouco informativas, elas são puramente o seu juizo de valor. Primeiro vc inicia falando que o sixpence é pobre musicalmente...tudo bm vc nao gostar do estilo da banda, ou das músicas, mas acusar as composiçoes deles de serem pobres, só denuncia sua falta de conhecimento. O Matt conjuga expoentes da poesia do mais alto grau (neruda, rilke,etc) com profundas reflexoes sobre o cristianismo e a alma humana para construir suas cançoes, sem contar no arranjo harmonico, onde nem um barulhinho sequer é lançado de forma desproposital. Depois vc passa o resto do review se atendo a construçoezinhas piegas de efeito tipo "voz de pega moça do Dan" ou informaçoes vagas que nada dizem, como "se parece mto com uma musica do derek webb"...(aquela uma que nem vc sabe qual neah). Enfim, mas o pior é falar que os caras estão passando por um crise em sua vida cristã...AFFE! Isso só demonstra mais como vc nao possui nenhuma credibilidade para falar sobre a banda, pois desconhece o processo de construçao do cd, que foi todo baseado e refletido no intuito de levarem as pessoas a se voltarem mais para a questão que realmente importa dentro do cristianismo: o amor desinteressado e puro. Se isso nao soa cristão pra vc, eu nao sei como classificar entao. Resumindo: isso nao é nem sua opiniao sobre o cd, é seu juizo de valor, alongado em muitas linhas. E, para usar do seu proprio discurso, ficou realmente péssima a sua resenha.
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  • jennydeoliveira 27/04/2009 às 16:03:32
    pessoa, sua resenha, mais do que prolixa e sem nexo, é piegas mesmo, pq vc, em todos os momentos, se baseou no seu gosto medíocre para julgar o trabalho. Suas consideraçoes nao foram nem um pouco informativas, elas são puramente o seu juizo de valor. Primeiro vc inicia falando que o sixpence é pobre musicalmente...tudo bm vc nao gostar do estilo da banda, ou das músicas, mas acusar as composiçoes deles de serem pobres, só denuncia sua falta de conhecimento. O Matt conjuga expoentes da poesia do mais alto grau (neruda, rilke,etc) com profundas reflexoes sobre o cristianismo e a alma humana para construir suas cançoes, sem contar no arranjo harmonico, onde nem um barulhinho sequer é lançado de forma desproposital. Depois vc passa o resto do review se atendo a construçoezinhas piegas de efeito tipo "voz de pega moça do Dan" ou informaçoes vagas que nada dizem, como "se parece mto com uma musica do derek webb"...(aquela uma que nem vc sabe qual neah). Enfim, mas o pior é falar que os caras estão passando por um crise em sua vida cristã...AFFE! Isso só demonstra mais como vc nao possui nenhuma credibilidade para falar sobre a banda, pois desconhece o processo de construçao do cd, que foi todo baseado e refletido no intuito de levarem as pessoas a se voltarem mais para a questão que realmente importa dentro do cristianismo: o amor desinteressado e puro. Se isso nao soa cristão pra vc, eu nao sei como classificar entao. Resumindo: isso nao é nem sua opiniao sobre o cd, é seu juizo de valor, alongado em muitas linhas. E, para usar do seu proprio discurso, ficou realmente péssima a sua resenha.
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  • Queria saber o que o Ederson (edersonreis) tem a dizer. Quem me fez conhecer o site foi a resenha de Who we are instead que ele fez, perfeita.
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  • Os ânimos estão um pouco exaltados por aqui...

    Em geral não concordo com os pontos de vista colocados nesta resenha. Não reconheci JOC nela. Mas nem por isso deveria deixar de ser publicada. Afinal de contas é UM ponto de vista. Por outro lado, o Juniorjocb, fez questão de mostrar "palavra por palavra" que não concordou. Até concordo com algumas de suas críticas, mas acho que errou no tom que usou. Como já sugeriu um colega acima, por que não escrever sua crítica "dando a cara a tapa" como o thiaguitar?

    Fiquem na paz
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    • oi re-jesus, tudo bem neh? voce leu que eu ia escrever sobre o cd? Nao vou mais escrever? Preferi dar audiencia ao Thiago, senao os comentarios aqui embaixo da resenhinha dele seriam todos tao ruins quanto a resenha, sem nenhum criterio, apenas balancando a cabeca para o que ele disse. Eu nunca fiz uma contra-resenha, achei divertido, se quiser ler resenhas minhas aqui mesmo no dot, vai encontrar varias dos cds anteriores e de shows e de entrevistas com a banda, fique a vontade para ler. No inicio desse ano, eu mandei noticias do cd aqui no Dot e disse que faria o review quando o cd saisse ... no entando eu nao estava pronto para fazer ainda, estou ouvindo e analisando o cd de todas as formas que eu posso, com ele em maos, fisicamente e nao ouvindo audios ilegais, para escrever para o DotGospel o mas rapido possivel, nem quando eu escrevi sobre o cd do Toby Mac, que eu nao curto, eu escrevi de qualquer jeito. Outro problema para mim eh o meu teclado nao ter as teclas com acentos, o que torna a edicao de meus textos 5 vezes mais trabalhosas.

      Eu me importo com a publicacao para divulgar o JoC sim, mas todas as pessoas com quem eu me importo sobre compartilhar o que eu penso sobre esse cd, JAH SABEM HA MUITO TEMPO e todos os meus reviews sao lidos por eles MUITO ANTES DE SAIR NO DOT, logo coloco minha cara a tapa antes de tudo, para pessoas sinceras e bem informadas, se eles nao aprovam, nao tem que vir pra cah. Eles sao o publico que me importa agradar, se mais alguem gostar, fico feliz, se nao gostarem, tentarei fazer melhor da proxima, em vez de ficar achando que isso aqui eh uma briguinha, pois nao eh.
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    • oi re-jesus, tudo bem neh? voce leu que eu ia escrever sobre o cd? Nao vou mais escrever? Preferi dar audiencia ao Thiago, senao os comentarios aqui embaixo da resenhinha dele seriam todos tao ruins quanto a resenha, sem nenhum criterio, apenas balancando a cabeca para o que ele disse. Eu nunca fiz uma contra-resenha, achei divertido, se quiser ler resenhas minhas aqui mesmo no dot, vai encontrar varias dos cds anteriores e de shows e de entrevistas com a banda, fique a vontade para ler. No inicio desse ano, eu mandei noticias do cd aqui no Dot e disse que faria o review quando o cd saisse ... no entando eu nao estava pronto para fazer ainda, estou ouvindo e analisando o cd de todas as formas que eu posso, com ele em maos, fisicamente e nao ouvindo audios ilegais, para escrever para o DotGospel o mas rapido possivel, nem quando eu escrevi sobre o cd do Toby Mac, que eu nao curto, eu escrevi de qualquer jeito. Outro problema para mim eh o meu teclado nao ter as teclas com acentos, o que torna a edicao de meus textos 5 vezes mais trabalhosas.

      Eu me importo com a publicacao para divulgar o JoC sim, mas todas as pessoas com quem eu me importo sobre compartilhar o que eu penso sobre esse cd, JAH SABEM HA MUITO TEMPO e todos os meus reviews sao lidos por eles MUITO ANTES DE SAIR NO DOT, logo coloco minha cara a tapa antes de tudo, para pessoas sinceras e bem informadas, se eles nao aprovam, nao tem que vir pra cah. Eles sao o publico que me importa agradar, se mais alguem gostar, fico feliz, se nao gostarem, tentarei fazer melhor da proxima, em vez de ficar achando que isso aqui eh uma briguinha, pois nao eh.
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    • oi re-jesus, tudo bem neh? voce leu que eu ia escrever sobre o cd? Nao vou mais escrever? Preferi dar audiencia ao Thiago, senao os comentarios aqui embaixo da resenhinha dele seriam todos tao ruins quanto a resenha, sem nenhum criterio, apenas balancando a cabeca para o que ele disse. Eu nunca fiz uma contra-resenha, achei divertido, se quiser ler resenhas minhas aqui mesmo no dot, vai encontrar varias dos cds anteriores e de shows e de entrevistas com a banda, fique a vontade para ler. No inicio desse ano, eu mandei noticias do cd aqui no Dot e disse que faria o review quando o cd saisse ... no entando eu nao estava pronto para fazer ainda, estou ouvindo e analisando o cd de todas as formas que eu posso, com ele em maos, fisicamente e nao ouvindo audios ilegais, para escrever para o DotGospel o mas rapido possivel, nem quando eu escrevi sobre o cd do Toby Mac, que eu nao curto, eu escrevi de qualquer jeito. Outro problema para mim eh o meu teclado nao ter as teclas com acentos, o que torna a edicao de meus textos 5 vezes mais trabalhosas.

      Eu me importo com a publicacao para divulgar o JoC sim, mas todas as pessoas com quem eu me importo sobre compartilhar o que eu penso sobre esse cd, JAH SABEM HA MUITO TEMPO e todos os meus reviews sao lidos por eles MUITO ANTES DE SAIR NO DOT, logo coloco minha cara a tapa antes de tudo, para pessoas sinceras e bem informadas, se eles nao aprovam, nao tem que vir pra cah. Eles sao o publico que me importa agradar, se mais alguem gostar, fico feliz, se nao gostarem, tentarei fazer melhor da proxima, em vez de ficar achando que isso aqui eh uma briguinha, pois nao eh.
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      Eu me importo com a publicacao para divulgar o JoC sim, mas todas as pessoas com quem eu me importo sobre compartilhar o que eu penso sobre esse cd, JAH SABEM HA MUITO TEMPO e todos os meus reviews sao lidos por eles MUITO ANTES DE SAIR NO DOT, logo coloco minha cara a tapa antes de tudo, para pessoas sinceras e bem informadas, se eles nao aprovam, nao tem que vir pra cah. Eles sao o publico que me importa agradar, se mais alguem gostar, fico feliz, se nao gostarem, tentarei fazer melhor da proxima, em vez de ficar achando que isso aqui eh uma briguinha, pois nao eh.
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  • Tá... minha vez de ser mais explícito.

    Qdo escrevi acima - espero o review do Juca... eu sabia porque as fontes são confiáveis - entrevistas, interviews, demais reportagens e posts no site, blogs, etc.
    Mas qual foi a fonte do irmão aí a falar a respeito de teologia? Jars passando PESSIMISMO? Dan escrevendo música no teclado??? Musicalidade pobre?

    Meu, qual a fonte? Cabeça própria, opinião própria?
    A maior parte disso foi JULGAMENTO. E isso é errado, já que não se conhece os interesses da banda, seus objetivos e os caminhos traçados pra finalizar o album. Isso, sinceramente, foi muito errôneo.

    Enfim... aguardando um cd original em mãos... ouvindo qdo preciso no hearitfirst... e tá bom! (ao menos por enquanto)
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  • samuelmarquesgomes 27/04/2009 às 23:09:24
    Thiago a sua resenha poderia se ater somente ao novo album, fazer um resumo da carreira toda dos caras foi algo perigoso, na minha opinião na maior parte voce não foi feliz... tenho chegado a conclusão que realmente cada fã tem uma visão quase que inteiramente diferente do Jars.
    Conselho vamos ouvir mais e resenhar menos.
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  • Entender a arte (e a música é arte) é algo muito pessoal. Falar algo ruim de alguém que vc gosta muito, é realmente dificil de engolir. Mas a opinião de alguém é a proposta de uma resenha, quer vcs gostem ou não!
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  • Putz, cara! Isso aqui exibe as boas itenções do Juca de atacar aspectos pessoais, o que me deixou constrangido.

    Se a minha resenha (ponto de vista) é tão ruim, porque ele não rebate esse ponto de vista, com argumentos, não por meio de recortes que exibem todo o seu preconceito, que ele declarou nutrir contra mim - fato desconhecido e curioso, por sinal. Nem sei como retribuir sentimento tão nobre!

    A tradução de Closer foi um desastre? Sim! Tanto que a tirei do ar assim que frequentei outras aulas de inglês.

    O rapaz aí chega a questionar a minha inteligência e de outras pessoas que comentou por aqui.

    Uma atitude muito "bonita", diga-se de passagem, é a exibição desse personagem (não pessoa) em estado de histeria, que ataca quem lhe aparece a frente com os adjetivos que escolhe a dedo com a intenção de menosprezar e, confesso, até entristecer.

    E é assim que saio dessa discussão: triste pelo palco de autocomiseração que a tietagem de uma pessoa foi capaz de fazer, simplesmente porque perdeu um ano de resenha no dotgospel.

    Continue a criar os nichos nas suas comunidades do Orkut, assim faz bem ao ego sem montar circo em espaços de discussão amistosa.

    Se prefere, caro, pode desferir seus ataques pessoais com toda a sua ferocidade no meu email, que está aí em vários lugares: blog, Orkut...

    No mais, sua atitude desprezível só me dá uma opção: ignorá-lo, e erro por não tê-lo feito antes.

    Cansei-me de ser atacado e me cresce o tédio por não ser capaz de debater assuntos que sejam RELEVANTES (usando o destaque que uma das fãs do outrora apelidado Juca of Clay usou).

    Cara, tem uma galera aqui que se porta como aquelas tietes da Ana Paula Valadão, com a diferença de que atacam a mim, e não ao suposto Diabo ou ao endemoninhamento.

    Durmo em paz, usando uma bela frase que Thom Yorke emitiu para sintetizar esse NOSSO belo caráter de humanidade caída:

    "But I'm a creep
    I'm a weirdo
    What the hell am I doing here?
    I don't belong here."
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  • LOL LOL LOL
    Perdi um ano de resenha? LOL

    Por favor Thiago, olha que deploravel seu comentario, nao faca isso com voce mesmo, que pessimo, a gente estah te dando super audiencia e voce vem escrever esses comentarios pedantes, demagogos, super mega pseudo-diplomaticos ... nao faca isso, fica pior. Entre na discussao e defenda seu ponto de vista.

    Jah disse que nem te conheco, nao tenho nada pessoal contra voce, voce teve que se abster de sua pessoa para escrever a resenha nao teve? Estou contestanto os pontos do escritor/ ouvinte.

    Quais recortes voce disse que eu usei? Eu coloquei o que escreveu e comentei logo abaixo. O cd que voce baixou eh muito diferente do que eu comprei.

    Seu ingles melhorou quando? Closer saiu no meio do ano passado, seu video era de quando mesmo? Nao voltei nele mais, antes de voce tirar, daquele momento ateh aqui, espero que tenha melhorado, eh importante, para nao errar na traducao dos titulos dos cds.

    Querido, voce fez uma resenha errada dessa, eu postei uma previa ha mais de 3 meses, acha que estou tristinho por nao ter postado um review aqui do cd? Preciso disso nao ... cresce.

    Nao escolho adjetivo nenhum a dedo, nao fico aqui pensando 5 minutos sobre o que vou escrever ... vai saindo e eu vou escrevendo ... to nem ae ... nem edito ...

    Tietagem? Capaz de fazer palco de autocomiseracao? oO quem se auto-comiserou? Eu LOL eu to eh adorando isso, dando muitas risadas, passei longe de me sentir desmerecido por mim mesmo auahahuauahuha

    Tietagem eu gosto de fazer, vamo lah entao ...


    o/ a la la ooooooo ... pro Jars eu vooo ooo ooo o/

    Nichos LOL comunidades do Orkut LOL LOL que triste neh vc pensando assim ...

    Pra que que eu vou te escrever em seu email? em seu blog ... eu seu orkut ... em seu perfil do Youtube ... pra que? Jah falei que eu estou discutindo o review que voce escreveu e achando graca de seu papel de crianca ofendida. Nada contra voce, para de colocar pra baixo, concentre-se!!!

    Pode ignorar Thiago, nao estah me ferindo nao, eu nao poderia ignorar esse review, isso nao tem como fazer.

    Tedio eh voce escrevendo como se estivesse em uma sessao judicial ...

    Tiete da Ana? As Tietes da Ana atacam alguem? Nem sabia ...

    Caraca, que citacao da musica do Thom Yorke sem contexto que voce foi usar em seu Ar Revoir ... foi pessimo, confessa, usar esse trecho da musica, pra sair daqui, foi pessimo Thiago, eu sei que voce tenta, mas ficou muito feio.


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  • LOL LOL LOL
    Perdi um ano de resenha? LOL

    Por favor Thiago, olha que deploravel seu comentario, nao faca isso com voce mesmo, que pessimo, a gente estah te dando super audiencia e voce vem escrever esses comentarios pedantes, demagogos, super mega pseudo-diplomaticos ... nao faca isso, fica pior. Entre na discussao e defenda seu ponto de vista.

    Jah disse que nem te conheco, nao tenho nada pessoal contra voce, voce teve que se abster de sua pessoa para escrever a resenha nao teve? Estou contestanto os pontos do escritor/ ouvinte.

    Quais recortes voce disse que eu usei? Eu coloquei o que escreveu e comentei logo abaixo. O cd que voce baixou eh muito diferente do que eu comprei.

    Seu ingles melhorou quando? Closer saiu no meio do ano passado, seu video era de quando mesmo? Nao voltei nele mais, antes de voce tirar, daquele momento ateh aqui, espero que tenha melhorado, eh importante, para nao errar na traducao dos titulos dos cds.

    Querido, voce fez uma resenha errada dessa, eu postei uma previa ha mais de 3 meses, acha que estou tristinho por nao ter postado um review aqui do cd? Preciso disso nao ... cresce.

    Nao escolho adjetivo nenhum a dedo, nao fico aqui pensando 5 minutos sobre o que vou escrever ... vai saindo e eu vou escrevendo ... to nem ae ... nem edito ...

    Tietagem? Capaz de fazer palco de autocomiseracao? oO quem se auto-comiserou? Eu LOL eu to eh adorando isso, dando muitas risadas, passei longe de me sentir desmerecido por mim mesmo auahahuauahuha

    Tietagem eu gosto de fazer, vamo lah entao ...


    o/ a la la ooooooo ... pro Jars eu vooo ooo ooo o/

    Nichos LOL comunidades do Orkut LOL LOL que triste neh vc pensando assim ...

    Pra que que eu vou te escrever em seu email? em seu blog ... eu seu orkut ... em seu perfil do Youtube ... pra que? Jah falei que eu estou discutindo o review que voce escreveu e achando graca de seu papel de crianca ofendida. Nada contra voce, para de colocar pra baixo, concentre-se!!!

    Pode ignorar Thiago, nao estah me ferindo nao, eu nao poderia ignorar esse review, isso nao tem como fazer.

    Tedio eh voce escrevendo como se estivesse em uma sessao judicial ...

    Tiete da Ana? As Tietes da Ana atacam alguem? Nem sabia ...

    Caraca, que citacao da musica do Thom Yorke sem contexto que voce foi usar em seu Ar Revoir ... foi pessimo, confessa, usar esse trecho da musica, pra sair daqui, foi pessimo Thiago, eu sei que voce tenta, mas ficou muito feio.


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  • RenatoCavallera 28/04/2009 às 11:32:59
    Bom, o Thiago já disse que vai ignorar, então acho que podemos encerrar a discussão por aqui. Quem postar alguma coisa eu vou apagar, blz?

    No Stress, please!

    Bjs, me twitta!
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  • Gente, que coisa feia esses ataques!
    Eu conheci o Juca no orkut e percebi o quanto é fã do Jars, mas não achava que ele usaria tantos argumentos fracos pra combater a opinião do Thiago. Não sei se é saudável quando a opinião de uma pessoa discorda de cada linha da opinião de outra, até mesmo as partes que não falam diretamente do assunto.
    Desculpa dizer Juca, mas você pisou na bola e sua opinião (se é que ela está realmente expressa) está longe de ser saudável. O fato do Thiago errar não te dá a razão automaticamente. Isso não é uma briga entre bem e mal e você fez parecer que era.
    Tu tá parecendo um louco, cara, vá com calma! Vai por mim que muita gente te apóia, mas muita gente tá te vendo de uma forma negativa pela FORMA que você se expressou. E porque mandar tudo duas vezes? Polui a tela, vá com calma, peço de novo.
    Só uma dica, leia o seguinte artigo: http://www.ideafixa.com/2009/03/31/a-diferenca-entre-critica-e-insulto/ do blog IdeaFixa. Sofri pra entender isso, mas a gente sempre se surpreende o quanto nossos embates são fracos lendo isso aí.

    Frequento a Livraria e conheço o Thiago há tempos e vi essa resenha antes lá. Confesso que fiquei até triste com a nova abordagem do Jars nesse CD, era muito não-cristã pra mim. Mas aí vi que resenha é resenha porque mostra opinião. Quando ouvi e li o CD, encontrei minha própria opinião, bem diferente da opinião do Thiago.

    A música Heaven me incomoda por causa do lance do "Céu está dentro de você". Bem, numa resenha da própria banda música-a-música, o Dan diz que você encontra o céu depois da transformação interna que vem por Jesus. Mas acho que a música não deixa isso explicito, passando uma mensagem meio new age, estranha ao JoC.
    Mas só isso. Resumidamente, nas letras prefiro o 11th Hour e musicalmente prefiro o Good Monsters. O fato de não estarem tão poéticos nesse disco, como o Dan mesmo disse, é algo que tirou um pouco da beleza pra mim. Mas vai ver esse era o objetivo mesmo. Mostrar o que ele acha, nu e cru.

    Desculpem a prolixidade, abraço a todos na paz de Cristo.
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  • Cavallera, desculpe, agora que lembrei q vc falou que não era pra comentar mais nada, mas deixa meu comentário aí por favor, acho relevante pro post em si.
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  • 1 ... nao estou criticando linha por linha do que ele disse como se isso fosse absurdo, o q eu tinha contra, eu selecionei sim e comentei e refutei ... com correcoes ... logo nao foi atake meramente a opiniao pessoal, mas resposta a informacoes erradas que ele estava dando ...

    2 ... eu nao postei duplicado, o site fez isso ... qualquer um sabe que eh problema de site e nao intencional.

    3 ... meus argumentos foram fracos? FRACOS? onde? eu desmenti o que ele disse, sempre que necessario ... com a informacao correta.

    4 ... nao foi uma disputa de opinioes, mais uma vez, eu refutei informacoes erradas ...

    5 ... ele disse que eu pisei na bola, dizendo que minha opiniao BLA BLA BLA eu nem opiniei o.O eu apenas contra-informei, informando corretamente.

    6 ... Nao estou buscando razao para nada, nem de ninguem ... o Thiago ter errado nao me dar razao nao vem ao caso, errando ou acertando, nao estou pedindo a ninguem para validar o que eu falei ... eu sei que o que eu disse estava certo ...

    7 ... eu na fiz parecer que era briga, muito menos entre bem e mal e nem disse que lado que eu sou ...

    8 ... dizer que que estou parecendo um louco ... eh a sua opiniao, como eh a dele achar que estou sendo fan-boy, histerico etc etc etc, pra mim tto faz o xingamento.

    9 ... muita gente estah me vendo de forma negativa, nao vi essas pessoas comentarem ... enfim ... os amigos do Thiago com certeza todos concordam que o cd eh uma imagem do homem como um diabo ... que o tema principal eh a queda de lucifer etc ... muito positivo pro cd esse review.

    10 ... nao vou ler o texto que voce disse pra eu ler ...

    11 ... nao estou insultando nem criticando, estou desmentindo um review pessimo.

    12 ... sua opiniao apos ler o review era tendenciosa e errada sobre o cd ... dizendo que eh nao-crista.

    13 ... voce nao entendeu Heaven se ainda pensa que eh new age. Comparar o Jars hoje com o que voce achava anteriormente, me faz pensar que antes voce estava errado tb.

    14 ... Tanto faz deletar os comentarios ou nao, eh a contra-acao do site, mas todos os comentarios sao importantes para a discussao.
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  • "1 ... nao estou criticando linha por linha do que ele disse como se isso fosse absurdo, o q eu tinha contra, eu selecionei sim e comentei e refutei ... com correcoes ... logo nao foi atake meramente a opiniao pessoal, mas resposta a informacoes erradas que ele estava dando ..."

    Ok, peço desculpas aqui, afinal a minha proposta nesse post é a mesma que a sua no outro.

    "2 ... eu nao postei duplicado, o site fez isso ... qualquer um sabe que eh problema de site e nao intencional."

    Desculpe, eu deveria ter visto isso.

    "eu sei que o que eu disse estava certo ..."

    0_o Arriscado dizer isso, não?

    "7 ... eu na fiz parecer que era briga, "

    Bem, na minha opinião, fez sim, mesmo que não tenha sido sua intenção. Você não teve uma atitude que podemos chamar de "apaziguadora", não?

    "8 ... dizer que que estou parecendo um louco ..."

    Tudo bem, isso foi errado da minha parte. Tentativa infantil de ofender num momento de fúria.

    "os amigos do Thiago com certeza todos concordam que o cd eh uma imagem do homem como um diabo ... que o tema principal eh a queda de lucifer etc"

    Bem, esse comentário seu eu não entendi muito bem, já que sou amigo do Thiago (na verdade só o conheço tanto quanto qualquer leitor assíduo da livraria) e discordo do lance do Lúcifer. E não acho que as pessoas concordem com o Thiago só porque são amigos dele. Pelo menos não vejo razão pra você falar isso.

    "... muito positivo pro cd esse review."

    Review é o mesmo que resenha. O Thiago decidiu fazer uma resenha-crítica, expendo sua opinião. Não acho que é responsabilidade dele escolher expor ou mesmo alterar a opinião dele diante do perigo para a imagem do CD. Quem lê o review é que tem a responsabilidade de escolher ser influenciado ou não pela opinião dele.

    "10 ... nao vou ler o texto que voce disse pra eu ler ... "

    Bem, o problema é seu. Inteiramente. Aliás, nem precisa declarar aqui. O único que poderia ser edificado se você lesse era você mesmo.

    "12 ... sua opiniao apos ler o review era tendenciosa e errada sobre o cd ... dizendo que eh nao-crista."

    Bem, isso é uma redundancia, porque a natureza das opiniões É ser tendenciosa. Por isso as chamamos opiniões. Declarações imparciais são para as notícias, resumos ou resenhas não-críticas. E minha opinião continua sendo que o CD não reflete de uma maneira clara o evangelho na vida dos integrantes, comparando com os outros CDs.

    "13 ... voce nao entendeu Heaven se ainda pensa que eh new age. Comparar o Jars hoje com o que voce achava anteriormente, me faz pensar que antes voce estava errado tb."

    Claro que não entendi Heaven. Pelo menos não da forma que você entendeu. Interpretação de letras é também algo bem pessoal. Dizer que eu não entendi é pensar na possibilidade que suas experiências ou de outra pessoa sobrescrevam as minhas e, so então, eu possa tirar conclusões.

    Tudo resolvido então?
    Abraço!
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  • Qual foi a minha proposta no outro post, qual outro?
    Nao eh arriscado nao, eu sei do que eu estou falando.
    O problema de quem jah entra na conversa para parecer o heroi da situacao, eh sempre se ver auto-justificado e le como se eu estivesse subindo na mesa, nao estou, nao estou respirando fundo e ofegante por causa disso aqui. E nem estou aqui para apaziguar nada, entrei para falar o que eu penso sobre o review.
    Os amigos dele podem nao concordar com ele sobre o cd, por nao terem opiniao nenhuma, mas soh de serem amigos dele, discordarao do que eu disse, ainda que seja a verdade.
    Resenhas podem influenciar a leitura sim. Podem ser muito positivas, ou muito negativas e com fortes argumentos, que o leitor pode nao ter percebido. Considerando que a maioria das pessoas que vao ler ou ja leram a resenha dele, nao sabem NADA sobre esse cd, a primeira opiniao que elas vao formar eh muito influenciada por esse review, exceto os que nao se sentirem satisfeitos ao ler a resenha e procurarem informacoes certas sobre ele, depois de ouvirem terao sua opiniao formada.
    Eu poderia fazer uma resenha-critica, nao estou contra a resenha ser critica, mas ser errada, pois alem de dar opiniao, dizendo se gostou, ou nao gostou, ele informou errado. Para quem nao sabe nada, a informacao errada passa a ser a verdade. Se ele mesmo teve receio de nao ser justo com a banda, sendo ele fa da banda, posso dizer sim que ele considerou o fato de ter escrito uma resenha que nao era positiva para o cd.
    Nao eh um PROBLEMA meu nao ler o texto que voce recomendou, ele nao eh a unica fonte de informacao sobre o assunto e caso voce nunca tivesse recomendado, eu viveria tranquilamente sem ele, como estou vivendo agora, logo isso nao eh um PROBLEMA. E eh obvio e irritante ter que lembrar que minha escolha gera ganhos ou perdas somente para mim.
    Verdade que as opinioes sao natualmente tendenciosas, eu deveria ter considerado aquilo que a torna errada, pois ela eh erradissima.
    Nao precisamos nos lembrar como um sino, que letras carregam subjetividades. Existem uma parcela de subjetividade. O que eh fatual dentro da letra nao nos confere subjetividade.

    Tudo resolvido sobre o que? O que nao estava resolvido antes?
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  • vcs brigam demais por nada...
    a resenha ficou boa e a melhor música do cd, headphones , ficou muito bem elogiada...
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  • ótimo cd, boa resenha, melhor do q aquilo q tá no wikipedia.
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  • ótimo cd, boa resenha, melhor do q aquilo q tá no wikipedia.
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