RESENHA: Depois da Guerra - Oficina G3

Publicada por TiagoT83 em 22 de Dezembro de 2008 às 08:45:28 na categoria Reviews de CDs

Há muito tempo que o cenário gospel nacional caiu numa mesmice sem precedentes. Todos os grandes lançamentos são direcionados a um estilo congregacional, e esse público por sua vez acabou se fechando no mundo particular de adoração. Esse ciclo vicioso produziu novas mutações, "setores" no meio dos cristãos brasileiros, gerando uma guerra fria entre o povo de Deus.

No álbum Depois da Guerra, o Oficina G3 traz vida a um movimento antes encampado pelos cariocas do Fruto Sagrado. A cisão no protestantismo brasileiro é preocupante, e com certeza o maior perdedor será o evangelho, caso não se deixem as vaidades de lado. E é justamente para o público que se fechou nas igrejas a maior mensagem deste álbum.

Na estréia de Mauro Henrique nos vocais, o Oficina G3 salva toda uma década de péssimos trabalhos no cenário rock. Riff's antes ignorados pela banda em seus trabalhos, agora presentes em boa quantidade no álbum trazem uma nova característica à banda que caminhava para a mesmice anterior.

Um grande problema de álbuns nacionais é a dificuldade em realizar com qualidade trabalhos em outro idioma. Neste cd o Oficina G3 com seu novo vocalista consegue alcançar um padrão bom de pronúncia para as músicas em inglês. Nas tentativas anteriores da banda (Juninho na música Your Eyes - Indiferença e PG em Don't Give Up - Humanos) eles alcançaram algo não muito bom. Desta vez é diferente, Mauro Henrique tem boa pronúncia, dicção e voz pro idioma, e esse é  mais um ponto positivo do cd.

Musicalmente, a banda exteriora suas influências de DreamTheather em grande parte das músicas. Há quem enxergue nos solos de guitarra influência de Michael Sweet (CarlitosFanatikos no tópico Oficina G3 do dotFórum tem convicção disso) e quem como eu sinta um pouco de Dave Grohl nos riffs. Jean Carllos nesse álbum alcançou o ápice de suas frases no teclado, com linhas muito bem escolhidas, bons timbres e ótimos backing vocals, trazendo uma agressividade que faltou à banda nos tempos que Juninho Afram assumira os vocais. Duca Tambasco como sempre traz sua competente contribuição, dessa vez um pouco mais discreta. Diria até que um pouco menos brilhante que a do freelancer Aposan na batera. Esse sim é um detalhe curioso do álbum: em sua participação no Elektracústica a linha de batera não trazia uma identificação com o trabalho da banda. Neste álbum, fica a impressão de que o competente baterista sempre trabalhou com rock. O que muitos ignoram é que antes de ingressar no Oficina G3, Aposan era figura fácil no cenário black em São Paulo, trabalhando com gente como Paulo César Baruk e outros.

Déio Tambasco aparece no álbum de uma forma totalmente nova. Sua composição "Meus Próprios Meios" em nada se parece com suas contribuições anteriores para a banda (vide "O fim é só o começo" - "Além do que os olhos podem ver"), numa faixa que tem características bem distintas de todos os seus trabalhos anteriores, inclusive os solos.

A banda com certeza deve muito dessa guinada aos novos produtores, Marcelo Pompeu e Heros Trench (Khorzus), que segundo Duca, ampliou a visão musical da banda em 360 graus.

A regravação da canção I tried to change (FullRange, antiga banda de Mauro Henrique), agora rebatizada de Unconditional, acompanhada de People get Ready e Better mostra bem os caminhos que a banda pretende trilhar no exterior. Aliás People Get Ready ganhou uma versão digna de sua história. Com certeza Curtis Mayfield ficaria orgulhoso ao ouvir essa versão!

A verdadeira missão deste álbum será fazer que sua mensagem seja ouvida,  e que por consequência, vejamos menores ou caídos os muros erguidos entre nós. Mas já é grande a contribuição deste trabalho em termos musicais. É diferente, novo e animador. Diria que é a salvação da lavoura nesta década!

Por: TiagoT83

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Comentários Comente

  • olha, fiquei com muita vontade de ter esse álbum. Vou atrás!
    bela resenha Tiago!!
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  • Como assim Dave Grohl???? Essa eu não entendi.

    Tudo bem que ainda é cedo mas falta falar de cada uma das faixas as influências de ótimas referencias como o Dream theather, e musicas que soam muito como algumas boas bandas da atualidade. Como a faixa Better e Unconditional, que devido ao timbre do Mauro Henrique achei bem parecidas com a Alter Bridge (continuação do Creed)...um tipo de New Grunge ou a faixa titulo do CD que soa bastante com a pegada do Avenged Sevenfold.

    Sinceramente duvidava que o novo Cd pudesse superar Alem do que.... mas definitivamente este pode ser o CD que lançara a banda para uma carreira internacional. Muito Show.....
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    • Rapaz, comentário bem interessante sobre o álbum, espero ouvir em breve pra conferir o que eu já esperava. Seria totalmnente feliz se não fosse a triste relação apontada entre Creed e Alter Bridge -- é como dizer que basquete é a continuação do futebol, só pq ambos se jogam com uma bola.

      Independente de gosto musical, o Alter Bridge é uma banda completamente diferente do Creed. Sim, Tremonti, Philips e Marshal estão lá, mas nem eles soam do mesmo jeito há muito tempo.

      Boa sorte ao G3 nessa nova etapa, estamos todos na torcida pra que continuem a nos inspirar!
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      • RenatoCavallera 23/12/2008 às 06:54:39
        Kenny, na boa, tenho que discordar.

        Alter Bridge é a continuação chupada do Creed, ele tentaram segurar o sucesso, continuar com o estilo e consequentemente o público...

        Mas não to falando que seja ruim o som
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    • Heytor, na faixa De Joelhos, alguns riffs lembram a pegada e os timbres usados por Dave Grohl na música All My Life do Foo Fighters. Usei essa referência por vir imediatamente à cabeça quando ouvi e ser bem pop.
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  • HudsonNavesRibeiro 22/12/2008 às 17:40:36
    Excelente resenha. E pra mim esse é o melhor album do Oficina, sem nenhuma dúvida.
    Parabéns aos cara que se superaram!
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    • Muito Obrigado! Espero bons álbuns no futuro pra continuar contribuindo com o dotGospel! Concordo com você, é o melhor do Oficina!
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  • o cd ficou bom, e escutando hj prestando atenção, questao de gosto, por siso vo ufalar, prefeira o album sem os teclados, ficando uma coisa mais crua mesmo, 2 guitarra, baixo e bateria.
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  • Pra mim esse cd conseguiu milagrosamente superar o insuperável Indiferença. Destaque para a faicha 2 e a 10 que são as melhores do albúm.
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    • Num ouvi ainda... mas se superar o Indiferença eu vou chorar de felicidade.... =)
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    • Sabia, que ouviria isso de um saudosista! Indiferença, hj é o segundo melhor álbum do Oficina.
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  • nao acredito q nessa década só tenhamos tido trabalhos ruins... rsrsrsrsrsrs

    mas estou mto afim de ouvir o cd...

    espero q esteja como essa resenha... mto show!!!!!
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    • No cenário rock nacional, não me lembro de ter visto nada espetaculoso. Acho que cada década tem um ponto de destaque, e achei que essa ficaria sem o seu. Felizmente eu estava engandado!
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      • pude ouvir o CD e realmente vi que ficou diferente de tudo o que já tinha ouvido no mercado nacional....

        mto bom....

        uma pegada moderna e agradavel, mas sem ser enjoativa e pesada ser ser barulhenta....

        os backs estão perfeitos e apesar do contra-baixo ter realmente ficado um pouco tímido, os teclados apareceram mto bem....

        mto show de bola!!!!!!!!
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  • Cd muito bom...realmente o Aposan detonou na batera, Mauro também impressionou no vocais...curti muito as músicas o riff da música Obediência (faixa 12) sem noção muito loco.....
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  • Sempre ouvi falar que o Aposan é um ótimo baterista.. pena que nossos caminhos nunca se cruzaram quando eu morava e tocava em São Paulo..

    Ei, eu não acho o inglês em Your Eyes tão ruim assim :) Mas talvez seja porque eu ache a música muito boa! É, deu até vontade de ouvir, se for mesmo melhor que o indiferença deve ser mesmo MUITO bom!
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    • Gosto muito de Your Eyes, principalmente nos solos! Mas a pronúncia na música não era algo que credenciava a banda a exposições em países de língua inglesa.
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  • buenas, buenas...que bom eu ainda naum cosegui ouvir o Mauro Henrique direito...mas qto as barreiras espero que elas caiam, tem muita coisa fora do padrao que vale a pena: joao alexandre, ao cubo, fruto sagrado, elaine martins, nengo vieira, plug luminario, the outsiders...
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  • LeandR3nalina 23/12/2008 às 16:21:39
    Caras, só uma coisa precisa ser redita sobre esse cd.


    Foi o que salvou a década do ROCK (rock rock, não o que se via)


    E realmente. Desde que Fruto Sagrado se ausentou, esse é o primeiro cd nacional que eu encho a boca pra chamar de "Excelente".
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  • Aqui em Curitiba ainda estou à procura do CD. Só ouvi alguns trechos no site da mk, mas não achei a pronúncia do inglês muito melhor, não. Parece curitibano falando, ahahaha! Mas pelo pouco que ouvi estou coçando as orelhas pra escutar a versão completa! Vou ver se acho amanhã, véspera de Natal...

    E também achei engraçada a ampliação da visão em 360º, ahahahahahah! Quer dizer que a visão era 0º antes? Uhuhuhu! Se for um "giro", voltou à mesma posição de antes! Ahuahuahua, só zoando mesmo :D

    E concordo, Heloísa Rosa tem feito um excelente trabalho para o Senhor. Letras profundas, musicalidade de alto nível, muito bom!
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  • Boa resenha.

    Oficina realmente acordou e viram que da forma que se encontrava não iam muito loonge.

    Espero que outras despertem.
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    • Agradeço o elogio! Vindo da lenda das resenhas aqui no dotGospel, fico lisonjeado!
      Creio que surgirá sim, um novo movimento no cenário, uma mudança de postura, uma busca por entregar qualidade aos ouvintes. Espero também que não se limitem a fazer música de igreja...
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  • Com certeza superou o indiferença, o melhor album do G3 os caras estão de parabens!
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  • Tão de brincadeira, né?
    O CD é um saco...
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  • Uhmm, só consegui ouvir até a terceira faixa... Achei meio exagerado, mas é questão de gosto eu acredito... Nada de novo pra mim, nem nada q realmente me pegasse de jeito...
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    • o som é pesado e vai diminuindo a intensidade conforme passam as faixas. Termina numa balada com a cara do Oficina. A novidade está em ouvir o G3 fazendo esse som!
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  • RenatoCavallera 24/12/2008 às 17:29:06
    Eu só tenho duas opiniões sobre o cd:

    1ª O Aposan não fez nada de mais. Acho difícil alguém barrar o Lufe.

    2ª Esse por ser MUITO BOM acabará com o Oficina G3, minha opinião é que será o pior CD da história da banda Oficina G3. O porque é simples: se nós, rokeiros nostalgicos pela época "de ouro" do Oficina (Indiferença, NTVNTN) gostamos muito do cd, significa que ele vai encalhar nas lojas, qual "adorador extravagante" vai querer chamar "a chuva" com um cd "gospel" que começa como se fosse o Dream Theather? Vai acontecer o mesmo que aconteceu com Fruto no Distorção, PG no De um Lado a Outro e por ai vai. O cd por não ter um som gospel vai encalhar e ninguém que geralmente compra os cds da banda vai gostar. Afinal Rock não é som para adoração.
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    • Renato, levando em consideração que o Aposan não é um roqueiro nato, foi muito bem, sim! Concordo contigo que Lufe foi superior, aliás, muito superior!
      Sobre as "previsões", me pergunto: Por que esperar anos a fio por um bom cd e quando ele chegar, lamentar, temendo que uma hipotética baixa vendagem desestimule os caras?
      Sobre FS e PG, vejo de forma diferente. O Fruto Sagrado pena há muito pela falta de profissionalismo com que promovem seus trabalhos. E isso é lamentável pois são ótimos compositores e músicos, trazem sempre uma visão diferente da onda. Diria que são essenciais pro gospel no país, não apenas pro rock cristão.
      Já o PG, acho que quis passar de disco de ouro pra disco de platina, atingindo o público da adoração, errou na medida e ficou sem identidade. Quis misturar ingredientes de Casting Crowns, Delirious? e etc. e deu no que deu...
      O Oficina, penso eu, tem um pouco mais de envergadura pra resistir a pressões ou revézes de baixa vendagem. Penso que esse cd vai elevá-los a um status mais alto no cenário cristão.
      E sem querer aprofundar a questão, quem disse que não é possível fazer canções de adoração ao som do bom e velho rock'roll?
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      • RenatoCavallera 25/12/2008 às 10:23:27
        Não acho que vá desestimular, mas quem faz a fama de um artista é o público e não o som dele.

        Sei que o CD está vendendo bem, a primeira tiragem já esgotou, e isso é meio lógico não? O Oficina é a maior banda de Rock Cristão do país qualquer budega que eles lançarem vai vender que nem água para AS LOJAS. Ainda mais num lançamento assim tão perto do Natal. Foi meio óbvia essa vendagem.

        Porém, as pessoas que estão acostumadas com o Gospel que vende por ai, não gosta de Rock, pura e simplesmente isso, quanto mais um falido que é o Metal Cristão hoje em dia. Por isso que o CD por ser muito bom não vai vender para as pessoas.

        Sobre a frase "afinal rock não é som para adoração" foi uma ironia, pra mim qualquer som é para adoração, alias qualquer ato pode ser, mas isso é pra mim, não disse que era para os "adoradores extravagantes".

        Mauro Henrique me surpreendeu, muito acima do que eu esperava. Aposan também me surpreendeu, foi bem, ponto final. Realmente para um cara que não tem Rock na veia foi um ótimo trabalho, mas para os padrões do Oficina G3 (Waltão, Johhny Mazza e Lufe) foi muito abaixo.

        Mas como disse antes no twitter, o conjuto da obra "Depois da Guerra" foi maravilhoso. Calou a minha boca que por meses esperou uma budega de álbum, o fechar o caixão para o Oficina G3.
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        • Mas Renato, será que eles estão preocupados com isso?
          É óbvio que eles precsam ganhar, mas os argumentos deles na atualização do site são bem interessantes. Disseram que a maior renda deles é pelos shows, e que o CD é só um apoio!
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          • RenatoCavallera 25/12/2008 às 14:54:08
            Ah! Mas isso é lógico. Eles sempre vão fazer shows, eles são o Oficina G3! Por isso que lançaram um álbum do jeito que eles gostam, no verdadeiro estilo da banda. Hum, interessante essa linha de pensamento.

            Só que se seguirem apenas nessa linha agora vai ficar meio estranho, né? Porque o publico gospel vai deixar de ir nos shows deles, ai nem com shows vão ganhar dinheiro. A tática é boa, só é preciso ter cuidado com ela.

            Agora entendi o porque desse cd. Valeu Quest.
  • O cd é bom, os caras encontraram o vocalista que estava faltando... O mauro henrique canta muito...

    Renato, o cd tá vendendo muito bem... No site da MK esgotou num instante, já esgotou em algumas lojas aqui em Fortaleza, acho que o povo tem gostado viu...hehe

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  • Galera, só uma coincidência enorme: People Get Ready também está no cd novo do Seal (Soul), lançado este ano hehehe.
    Qt ao DDG, espetacular.
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    • Kevin Max também regravou essa música com participação de Erica Campbell no álbum The Blood, que foi lançado também esse ano.
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      • Caramba... 2008 foi o ano dela, mesmo. Mas a versão do Oficina tá chupada de uma dupla americana cujo nome não recordo agora... Até o solinho da guitarra.
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    • Essa é a musica mais regravada que eu conheço, acho que só num ganha do Amazing Grace. Até o Larry Norman gravou ela, no cd American Roots.

      E ela vem bem a calhar em um pais em que cada vez mais se acredita que a salvação depende de quão santo vc foi na vida. Afinal ela resume toda a salvação ao "just thanks the Lord"
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  • A letra de "Muros" faz lembrar os bons tempos de Fruto Sagrado! rs...
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    • A temática é a mesma de "O Novo Mandamento" do álbum O Segredo, com participação do PG...
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      • Não tinha notado ainda, mas a música "Depois da Guerra" segue a mesma linha...
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        • Se vc prestar atenção, o cd é temático. Começa falando de erros pessoais, depois dos erros coletivos e da misericordia de Deus...
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  • O CD lembra muito o primeiro do Alter Bridge (inclusive o vocal) e bebe de Dream Theather, com certeza...Mas, isso é ótimo! O calou a boca dos agoureiros de plantão que decretavam o fim do G3 a cada lançamento, como se o talento tivesse expirado no Indiferença. Até concordo com o Renato com sua observação que o público gospel não gosta de rock, mas discordo quanto ao encalhamento. Acho que o CD pode até abrir outras portas e consagrar de vez a banda inclusive no cenário internacional. Resumindo: O CD é maavilhoso. O Mauro Henrique é muito competente, o Aposan superou minhas expectativas e as temáticas do disco me edificam demais! A pricípio até achei que o Disco estava querendo dizer: Quem disse que nunca superaríamos o Indiferença? Agora eu acho que disco diz: Galera, voltamos para os braços de vocês! Eu gosto de todos os discos da banda, cada um no seu tempo e propósito. Uma coisa é certa: Eles são autenticos, é rock de crente, não usam subjetividade pra falar do Reino, e estão aí pra provar, sem querer e nem precisar, que são uma das melhores bandas de rock do Brasil (Tem muita gente boa dizendo isso). Vida longa ao G3! Parabéns pela Resenha! Feliz Ano Novo, Nação Dotiana!
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  • Parabéns pela resenha....,
    E atento aos comentários dos ilustres forenses, irei comprar o disco!! E que ótimo que o cd não irá agradar aos adoradores extravagantes, mais um motivo pra eu comprar de olhos fechados!!!
    Aumenta que é ROCK!!!!

    Abraços
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  • Agradeço os elogios à resenha!
    Quanto ao álbum, é uma mensagem que alcança a todos os estilos. Prega justamente a tolerância que tem faltado no nosso meio, erguendo muros entre nós.
    É um cd que não pode faltar na prateleira!
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  • Hum, eu não aposto tanto na Heloísa Rosa assim não....
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  • Disco ouvido. MUITO bom.
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  • Em adendo ao que disseram aí em cima, um ponto fortíssimo do CD é a forma como a Palavra de Deus é levada.
    Claro que eu achei o som animal, dos melhores. Particularmente, curto mais este estilo do que o que tanto destacam no Indiferença. O que não se pode esquecer é que a técnica é muito boa em ambos, ficando a preferência a cargo de cada um. Mas é aqui que volta a discussão sobre a letra: enquanto que a opinião sobre o som vai mudar de acordo com cada ouvido, é inegável que o CD é fenomenal nas letras.
    Muitas passagens bíblicas estão ali, na lata, é ouvir e lembrar - ou conhecer, pra quem ainda não conhece.
    Verdades latentes da fé cristã e do amor de Deus estão em todas as músicas!!! Claro que de forma exposta, impactante, como pede a própria sonoridade; mas, além disso, de forma impactante e exposta COMO A PRÓPRIA BÍBLIA traz.
    Gostei. Gostei mesmo.
    Só Deus pra nos possibilitar duas alegrias tão grandes juntas num mesmo "objeto": podemos ouvir das maravilhas que Deus faz por nós, do seu amor, e, ao mesmo tempo, ouvir um som de primeira!
    Parabéns ao Oficina pelo trabalho. Toda equipe, desde a arte à produção musical, excelente.
    Glória a Deus pelo resultado. Demais!
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  • cd fico bom ein
    bem pesado
    muito prog, eles andam ouvindo m uito dream theater hehe
    bacana, gostei da atitude do novo vocal tbm
    parabens pro oficina, graças a Deus a era PG se fora.
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  • Realmente esse álbum veio para mostrar que o rock cristão voltou pra detonar!!!
    Com certeza, o meu cd "DEpois da guerra" vai ficar marcado pra sempre!!!!!!!!!! uh é Oficina!!!
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  • ah.............muito boa resenha viu!!
    menino culto...............rs.
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  • não achei a pronúncia dele mto boa não, acho que o juninho mandava melhor mesmo

    e querer dar uma de malvado agora é meio idiota, o petra fez a mesma coisa com jekyl & Hyde e olha onde eles estão agora...
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  • O que ninguém comentou (ou percebeu) é a semelhança da faixa 3 com a banda finlandesa Evergrey. Os riffs são IDÊNTICOS!!!

    Com certeza o lanco dos caras é o Prog agora...

    Gostei muito do álbum!

    Nota 10!
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  • ERRATA: "banda sueca ao invés de finlandesa".
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  • Tanto a Resenha quanto o CD estão ótimos. Só fiquei triste pelo "nada de espetaculoso" nessa década. Pra mim, o Rock nacional foi muito bem marcado pelo Fruto Sagrado nessa década. Letras como "no porão da minha", "desesperado", "O que na verdade somos", "O novo mandamento", "the time is over", "Super man", "Quase" e "O preço" não são dignas de marcar uma década? Gostei muito do CD, mas a temática do Oficina já vinha sendo abordada por outros artistas/pensadores do meio cristão nacional, como o próprio Fruto. E pra isso repito a mesma lista de musicas supracitadas. Todas elas têm temáticas parecidas nesse CD "Depois da Guerra". Só achei injusto esse comentário, mas respeito. Pra mim, o rock nacional estava definhando, mas não morto... Só mesmo quando o Fruto sumiu sem dar notícias...
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    • Muito obrigado pelo elogio!
      Como eu fiz questão de citar, o Oficina abre os olhos e toma a dianteira de um movimento na cena rock cristã que antes era exercida pelo FS. Lamento que o FS tenha sumido sem dar notícias. Aqui no dot já rolou notícias de que os caras estão pra lançar cd, se não me engano regravação de alguns sucessos... Esperar pra ver.
      Precisávamos de coisa nova, não é?
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  • Ouvi de novo... Achei que realmente estava sendo um chato...
    Ouvi com carinho e atenção...
    Ainda assim só consegui terminar umas 4 músicas de todo o disco.
    O instrumental é bom, tá pesado mesmo. O vocal é bom, apesar de repetitivo.
    Mas como um vocal bom se torna repetitivo?
    Aí que está a questão: - Falta melodia! Não ouvi "praticamente nenhum" (pra não dizer "nenhum") coro marcante, que ficasse martelando na cabeça. E as letras são definitivamente fracas. Mais do mesmo.
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  • Ouvi de novo... Achei que realmente estava sendo um chato...
    Ouvi com carinho e atenção...
    Ainda assim só consegui terminar umas 4 músicas de todo o disco.
    O instrumental é bom, tá pesado mesmo. O vocal é bom, apesar de repetitivo.
    Mas como um vocal bom se torna repetitivo?
    Aí que está a questão: - Falta melodia! Não ouvi "praticamente nenhum" (pra não dizer "nenhum") coro marcante, que ficasse martelando na cabeça. E as letras são definitivamente fracas. Mais do mesmo.
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    • Caramba...
      E quanto a:
      "Cantem os povos ao Senhor, a Ele o louvor..."
      Ou então:
      "Eu vivo pela força do Senhor, eu vivo pelas suas promessas"
      ?
      Nunca vi um cd do Oficina G3 com tanta Bíblia estampada. Veja bem: não estou falando de mensagens cristãs, críticas sociais, etc... Estou falando de Bíblia na cara, pá-pum. Esse é singular neste aspecto.
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      • Concordo plenamente! Bíblia escancaradamente citada!
        Talvez, as letras não sejam complexas e nem um pouco poéticas, mas são uma mensagem e tanto!
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  • Eae galera
    sou novo neste site + tenho que admitir tbm, o cd dos manos G3 Ficou MUITO LOKO, som de qualidade
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    sou novo neste site + tenho que admitir tbm, o cd dos manos G3 Ficou MUITO LOKO, som de qualidade
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  • rapaz.. é claro que hoje os caras estão muito mais estruturados, mas o indiferença é intocavel, compare com o tempo, humanos e outros cds da banda.
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  • AnthonyBrasil 02/01/2009 às 19:19:22
    Ë dificil entender o ser humano.

    Ouvindo white metal estou desde 1985, quando tudo que a maioria de vc's tem acesso e facilidade não existiam e lembro-me de como ficavamos felizes quando uma fita ReReRegravada chegava em nossa mãos.

    Então eu fico pensando em caras como percebi em alguns a forma analitica de analisar e prever o futuro da banda.

    Gostei do que esta escrito no site da banda "...muita gente critica, mas não mexe uma palha..." ficar atras de um pc dizendo o que vai ser ou o pior foi isso ou aquilo...tow cheio disso, pq esses nunca tiveram que carregar nas costas um equipamento pesado pra fazer um som pra galera durante anos...esse não conhecem a estrada...

    Se os cara erraram ou nao, não eh nossa posisão acusar fracassos, o que eh isso ?????

    Não deviamos eh estar orando por caras que tem aberto o caminho e recebendo uma enchurranda de criticas do Brasil afora por tentar defundir a palavra de Cristo pelo Rock.

    Queria saber quantos desses "criticos" compraram mais de 1 cd para dar a outras pessoas não cristã como forma de evangelização.

    Eu faço deste o bolachão dos caras.

    E digo mais sou musico a 20 anos, e esse em todos os cd's fizeram ou deixam de fazer uam coisas que não agradou a hum e agradou a outro.

    E isso vai sempre existir com qualquer banda, sendo ela sua favorita ou não.

    POR ISSO NOSSA POSIÇÃO EH DE ORAR E DE PEDIR PARA QUE O EVANGELHO SEJA POR ELES DIFUNDIDO E ALMAS SE CONVERTAM A DEUS.

    MUITAS DESSA LETRAS FIZERAM PARTE DE MINHA CONVERÇÃO. A ADORAÇÃO NAO ESTA NO RITMO MAS NO CORAÇAO.

    Va lá Oficina G3, pq com certeza quando esse caras que te criticam formarem uma banda terão o caminho aberto pq, vc's já fizeram isso por eles.
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    • Nossa Anthony, quanta mágoa no coração!
      Sabe qual é o barato de discutir, de não se contentar com o que já se tem? Alcançar coisas melhores!
      Quando falei de adoração, não falei de um estilo musical, mas de uma geração inteira que só se preocupa em ouvir os facilitadores (pessoas que receberam de Deus tal ministério), e com isso, essa geração acabou esquecendo do Ide. Geração que se fechou em sua bolha evangélica e esqueceu de iluminar o mundo! Geração que nem notou muros divisórios e muito menos a fachada de união.
      Pra que você não caia na ilusão, tenho amigos que não são evangélicos, e nos seus aníversários o presente que eles recebem de mim são cd's (originais e não cópias) de artistas como Ofcina G3, Fruto Sagrado, Delirious? e outros.
      Crítica faz parte do trabalho, querido.
      Todas essas pessoas acima, criticaram, e com certeza vão continuar fazendo isso. Pluralidade de opnião é salutar. Reveja seus conceitos, será que seus 20 anos de carreira não lhe ensinaram a administrar críticas?
      Se fecharmos os olhos e ficarmos só na base do vai lá que é benção, nem vamos notar quando deixarmos de pregar o evangelho.
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  • Cara curto oficina desde dos meus 12 anos hoje tenho 22, com certeza este album ficou 1000 otimo mesmo, com letras que realmente edificam a alma, mas uma coisa num me entra na cabeça, o estilo de vida deles e correto, usar brincos e fazer tatuagens depois de covertidos, na biblia fala que o nosso corpo e templo do espirito santo, tenho minhas duvidas com respéito a isso, se alguem quiser me explicr ou me tirar estas duvidas eu agradeço, mas o cd e d+++++++++++++++
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    • Kiko, essa é uma discussão que vai longe... Resumindo: se na sua igreja a instrução é pra não usar, não faça!
      No dotForum rolam vários tópicos sobre esse assunto, dá uma olhadinha!
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  • Escutei o novo CD e realmente é muito acima da média do que vinhamos escutando nos últimos anos por parte do Oficina G3.
    Embora sempre tenha gostado dos trabalhos da banda, ao longo dos anos eles tinham perdido muito sua identidade, não apenas nas músicas, mas também na forma como deixaram sua postura se comercializar.

    Concordo com todos que disseram que este CD veio para quebrar os paradigmas e as influências do "Gospel extravagante", que por tempo assombrou o Oficina. Eepero que este CD realmente se torne o mais vendido do Oficina, o que faria muitas bandas acordarem para o sono musical que tomou conta do nosso Rock evangélico.

    Comprem o CD, pois realmente vale a pena e piratear apenas prejudica nossa querida banda.

    Parabéns pela Resenha, apenas não concordo com os comentários de quem acha o CD melhor que o Indiferença... para mim este ainda é insuperável.

    Ótimo 2009
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  • AnthonyBrasil 07/01/2009 às 13:31:10
    Criticas fazem parte de nossas vidas como o elogios, as vitorias e derrotas...

    A analise fria e deturbadora, essa me incomoda proque não é algo que eleve a melhoras, mas são destrutivas e mas revelam a injeva do que uma real importancia por alquem ou por alguma coisa.

    Não estou aqui para julgar se alquem teve essa intenção ou nao, porque isso não cabe a mim.

    Mas relatei a minha posição em relação a provisões futuras de quem nem sabe ve vai acordar amanhã.

    Os 20 anos me ensinaram algo que não quero perder, o peso da critica vem de quem tem respaldo, fora isso são meros especuladores que não formam opnião.

    Mas saiba que gostei de vc. Deus te abençoe.
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    • Amém! Interessante seu ponto de vista sobre as críticas quando vc diz que elas tem peso quando vem de quem tem respaldo! Faz pensar...
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