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Entrevista com Tim Gaines, baixista do Stryper

Publicada por webmaster em 01 de Abril de 2003 às 00:00:00 na categoria Entrevistas

No mundo do heavy metal, Stryper é uma banda que não precisa de introdução. O impacto que eles tiveram nos anos 80 foi enorme - e a banda explodiu no cenário há quase 20 anos atrás com uma mensagem que ainda é relevante hoje. Agora, a banda voltou ao estúdio para gravar 2 novas músicas para uma coletânea que foi lançada semana passada, e o baixista Timothy Gaines reservou um tempinho para falar ao site Christian Metal Mayhem conosco sobre o passado, o sucesso do Stryper, e o futuro da banda... clique no link Leia mais... para ler a entrevista em Português traduzida pelo .gospel.

Baixista do Stryper
Tim Gaines
Entrevista por Ian Keith Hafner
March 31, 2003

IKH: Conta para a gente como você começou, nos dias da banda Stormer?

TG: Quando eu entrei no Stormer eles já estavam juntos durante alguns anos. Se minha memória não me falha, o baixista da banda tinha acabado de sair porque ele tinha achado Deus. Eles eram uma banda bem famosa na área junto com Van Halen e outras bandas. Se você for no site do Van Halen eles têm uma seção com todos os shows que eles já fizeram e também mostram as bandas que abriram para eles. Stormer abriu várias vezes para a banda. Quando eu cheguei na banda ela já tinha chegado ao topo e nós já estávamos em decadência quando assinamos contrato com Rockwoodz Music, uma gravadora independente do Estado do Arizona. Nós gravamos um CD completo em 1981 e um single de natal. O CD nunca foi lançado e o single apenas foi tocado em algumas rádios na época de natal. A gravadora faliu antes de qualquer coisa se concretizar.

IKH: Quando você se converteu, Stormer estava fazendo um grande sucesso - tanto sucesso que bandas como Motley Crue e Ratt estavam abrindo shows para vocês - como foi sair de uma banda assim por causa de sua crença?

TG: Bom, foi algo que tive que fazer. Eu senti Deus me chamando para seguí-lo e eu fui atrás. Quando Motley e Ratt tocaram com a gente não era no mesmo nível de estrelas, pois eles estavão apenas começando. Nós eramos apenas bandas locais de Hollywood.

IKH: Aí você entrou para o Stryper. Você sofreu muitas críticas por ter entrado numa banda Cristã?

TG: Houve críticas mas nós não sofremos por causa disso porque nós estávamos fazendo o que Deus nos chamou para fazer. Quando eu me juntei a banda, Stryper ainda não era abertamente uma banda Cristã. Nós acreditávamos em Deus, mas só tínhamos uma música (From Wrong To Right) que falava sobre Cristo. Nós nos tornamos abertamente uma banda Cristã porque toda vez que fazíamos algo que Deus nos mandava fazer Ele nos abençoava e nossa fé em Deus ficava mais forte. Eventualmente, nós mudamos as letras de nossas músicas para glorificar a Deus.

IKH: No CD Against the Law, você teve a oportunidade de tocar da maneira que você toca melhor - e você é sem dúvida um daqueles baixistas excelentes e raros que fazem mais que acompanhar a guitarra. Você também fez um ótimo trabalho com Irene, e o seu trabalho minucioso no CD do Tourniquet Crawl to China foi maravilhoso! Quem te influenciou?

TG: Obrigado por notar esses detalhes. Muitas pessoas acham que eu não sei tocar, mas esses álbuns mostram algumas das minhas habilidades. Tenho tocado por quase 30 anos e minhas influências são várias. Algumas delas são Jaco Pastorious, Jeff Berlin, Dee Murrey, Geddy Lee, John Deacon, James Jamerson, Carol Kaye, James Hunting. A lista é gigante.

IKH: Depois que Michael Sweet saiu da banda, vocês continuaram fazendo turnês com Oz cantando, e aparições especiais como Dale Thompson e Tony Palacios. Como foi essa temporada?

TG: Essa temporada foi muito estranha. Nós estávamos tentando segurar algo que já tinha acabado. Tipo Sansão não se dando conta que o poder de Deus não estava mais nele.

IKH: Como foi trabalhar com Rex Carroll no primeiro CD do King James?


TG: Ambos Rex e Jimi Bennett, vocalista, são gente muito boa. Todos nós curtimos gravar aquele CD. Aconteceu bem rápido. Eu acho que Rex estava muito feliz de ter o rítmo do Stryper no álbum.

Ele é um ótimo guitarrista. Ele tipo que me influenciou a seguir carreira em gravação. Eu lembro de estar no estúdio num intervalo, a gente ligava a TV e uma propaganda passava e ele dizia, "Aquele sou eu na guitarra". Ele tava gravando músicas para propagandas e sendo pago por uma boa grana... Eu daí começei a querer fazer o mesmo tipo de coisa quando voltei para a Califórnia, mas esses tipos de gravações nunca aconteceram...

IKH: O seu trabalho na banda Sin Dizzy é ótimo! Qual foi a diferença entre trabalhar no Sin Dizzy e Stryper?

TG: Gravar as coisas do Sin Dizzy foi ótimo. Tudo se encaixou pela graça de Deus. A gente não tinha dinheiro para gravar, mas as pessoas nos ajudaram e doaram tempo e habilidade para nos ajudar gravar o CD. Como baixista, foi ótimo, pois eu tive liberdade total para tentar o que eu quisesse gravar. Nossa música não era muito boa para ser tocada em rádio, então eu não precisei esconder o jogo como se a gente tivesse tentando fazer algo pop. Pela primeira vez tive a oportunidade de compor e ter as letras usadas no CD. A expêriencia realmente foi fantástica. A parte difícil dessa história foi convencer o mundo sobre isso.

IKH: Como é tocar com Irene?

TG: Durante as gravações com Sin Dizzy, eu conheci Irene e ela me perguntou se eu gostaria de fazer uma fita demo com ela. Ela me deu uma porção de músicas e do nada eu comecei a ouvir o baixo na minha cabeça. Eu realmente estava tocando com liberdade naquela época e a música dela me mostrou outra faceta que me deu ainda mais liberdade para tocar. Nós estamos compondo várias músicas mal posso esperar para começar a gravar outro CD.

IKH: Então agora saiu o novo CD do Stryper com duas novas músicas e isso tá dando no que falar. Como é que foi voltar a gravar com a banda? Você tocou da mesma maneira que você tocou no Against the Law?

TG: Sim, o novo CD já foi lançado e o pessoal está respondendo muito bem. Foi muito bom estar de volta em estúdio com Stryper. Como Michale já tinha escrito as músicas já foram gravadas, a gente só teve que ir lá e regravá-las. O baixista da banda dele tocou originalmente, e quando re-gravamos eu tentei manter a mesma idéia. A palavra chave aqui é tentei.

IKH: Todo mundo está comentando sobre a possibilidade de uma turnê... O que mais você pode nos dizer sobre o futuro do Stryper?


T: O futuro do Stryper depende de Deus. Está em Suas mãos e se Ele quiser que nós façamos uma turnê Ele vai abrir as portas. Existe a possibilidade da turnê, mas acho que temos que orar para que Deus esteja no controle de tudo. Eu gostaria de ver a turnê acontecer e também gostaria de ver Stryper gravar mais um CD inédito. Vamos ver no que vai dar.

Filipenses 1:6 - "tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo Jesus"


Comentários Comente

  • BANDAÇO QUE FIGURA NO PRIMEIRO TIME O HARD/HEAVY.., PENA QUE NUNCA TIVE A CHANCE DE VÊ-LOS AO VIVO, ATÉ PORQUE QUANDO OS CONHECI ELES JÁ HAVIAM SE SEPARADO...QUE PENA..., O TIMBRE DE GUITARRA DO STRYPER É ÚNICO..., FICO NO SONHO E NA TORCIDA DE UMA VOLTA AOS PALCOS DESTA LENDA!!!

    JILMAR SANTANA
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  • Tim é um cara super gente boa e gostaria muito de ver o stryper tocando ao vivo novamente com ele, mas infelizmente, é notável que o michael sweet não permite que ele faça o que quiser... sempre que ele fala sobre o que ele fez no stryper e sobre tudo o que aconteceu entre eles, é notável uma certa mágoa que tem dentro dele, principalmente nas entrevistas mais antigas, onde vc via que ele estava bem magoado com os caras e com a forma como eles tratavam ele... pode ver... até no vídeo do live in japan, fica claro que ele não era entrosado com os caras... isso é triste, mas o trabalho dele é muito bom....
    quanto ao comentario que deixaram em cima sobre as guitarras, eu já ouvi o som novo e uma das músicas está com a cara do som do michael sweet, com uma guitarra mais ou menos, cheio de barulhinhos eletrônicos ou sei lah o que que na minha opinião nao tem nada a ver com o stryper....
    já a baladinha que tem no cd novo tá a cara do stryper... igualzinho... os mesmos tecladões cheios de clima e talz.... 10!
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  • e ai galera blz, bom falar de stryper e falar da maior banda gospel que ja existiu os cara não tinham vergonha de serem cristãos e nem de falar em suas musicas eles falavam explicidamente sobre deus hj em dia as bandas não falam tanto sobre deus mais sim sobre suas vidas e tal, ah acho que o stryper foi uma grande banda hj em dia não seria a mesma coisa o vocal do michael sweet não é o mesmo as guitarras também não estão tão melodicas que nem antes.
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