Entrevista com Jamie Rowe, ex-vocalista do Guardian

Publicada por webmaster em 20 de Fevereiro de 2003 às 00:00:00 na categoria Entrevistas

O site Christian Metal Mayhem fez uma entrevista com o ex-vocalista do Guardian esse mês. Para ler a entrevista completa em Inglês clique aqui. O site traz também uma entrevista com o ex-baixista da banda X-Sinner e mês que vem trará uma entrevista com Rex Carroll, ex-guitarrista do Whitecross... estaremos trazendo as traduções em breve. Por enquanto você pode clicar no link Leia mais... para ler a entrevista do Jamie em Português.Ian Keith Hafner: Me diga como você começou sua carreira. Eu li que você escreveu a música "You and I" que saiu no CD "Miracle Mile" enquanto você ainda estava no Segundo Grau. Você escrevia muito?

Jamei Rowe: Não tanto quanto eu escrevi nos anos 90. Eu realmente não era um compositor. Eu escrevia uma parte aqui outra ali. Compor é algo que eu realmente gosto... é recompensante.

IKH: Como a banda Tempest surgiu? Como foi trabalhar com seu irmão Mick?

JR: Mick fundou Tempest... e eu apenas fiz parte da banda... eu aprendi a tocar baixo. A banda conseguiu um contrato e nós gravamos um cd... Eu tocava baixo. O produtor me ouviu cantar e pediu para que gravasse algumas faixas. Eu acabei me tornando o vocalista. E depois que o CD estava pronto acabou que não gravaram o meu baixo, só minha voz. Esse CD, "Eye of The Storm" foi muito bom. Eu tinha apenas 19 anos e amava o som das bandas "cabeleira"...

IKH: Nos agradecimentos do CD Eye of The Storm você agradecia Tony Palacios. Ele estava envolvido no CD?

JR: Tony ia produzir o nosso CD, naquela época eu era muito fã dele.

IKH: Depois de Tempest, você se juntou ao Guardian que fez muito mais sucesso do que Tempest. Como foi a mudança?

JR: MARAVILHOSA!! Os exemplos que tive com Tony, David e Karl foram muito legais. Homens Cristãos de fé e talentosos. Eu me tornei um melhor cantor com eles, especialmente com John Elefante. Ele me motivou tanto no estúdio. Vou te dizer a verdade. Ele me pressionava tanto que eu ficava com dor de cabeça... ele dizia "Eu sei que você está com dor, mas o som está muito bom." Sem misericórdia nenhuma hahahahah. Grandes memórias.

IKH: Apesar de todo o sucesso nos EUA, a banda também fez um sucesso incrível na América do Sul e vocês gravaram até álbuns em Espanhol. Eu nem consigo pensar em alguma outra banda que chegou a fazer isso. Como isso aconteceu?

JR: Nós sempre fizemos viagens internacionais... Eu não entendo porque outras bandas não fazem. Nós gravamos o CD em Espanhol porque o nosso empresário e um representante da gravadora Word Latina nos pediu para fazer a gravação. Foi uma novidade pra nós. Eu gravava no primeiro CD [em Espanhol] de manhã e a noite produzia o CD Buzz com Steve Taylor. Então eu comecei a me concentrar mais no CD Buzz do que no CD em Espanhol. Até que fomos convidados para tocar na Costa Rica. A gravadora disse que o CD em Espanhol estava fazendo muito sucesso lá, mas sucesso é um termo relativo. Nós tocamos para 7.500 pessoas e todo mundo sabia letra por letra, eles cantavam tão alto que não podia me ouvir. O pessoal da América Latina tem um lugar muito especial em nossos corações e eu estou muito honrado em estar trabalhando em um CD solo para eles também.

...

IKH: Desde o CD Bottle Rocket, você começou a trabalhar em projetos solos, os quais tiveram um som mais pop do que Tempest ou Guardian. Dá para dizer um pouco mais sobre os projetos?

JR: Sim, eu gosto mais de música um pouco mais pop. Nesse momento, tirando as músicas da minha banda London Calling, minha música favorita é "Swing, Swing" pela banda All-American Rejects. Isso vai te dar uma pista do que eu realmente gosto.

IKH: A página do Guardian (www.guard-dog.com) anunciou que a banda não é mais ativa, mas que de vez em quando vocês fazem uns shows especiais. Qual é a situação official da banda?

JR: Apenas que nós não estamos mais ativos como uma banda, mas se alguém estiver interessado e todos os membros da banda aceitarem a tocar... nós consideraríamos. Guardian provavelmente ainda toca uns 2 ou 3 finais de semana por ano.

IKH: Os fãs do Jamie Rowe gostaram muito da banda Adriangale. Como é que foi formada a banda? Você ainda tem planos de trabalhar com ela?

JR: Essa banda na época não tinha um vocalista, eu os conheci na reunião do Stryper [Stryper Expo]. Ele me fez uma oferta e eu fui lá cantar no CD deles. Eu quero clarificar que eu não sou membro da banda, eu sou apenas um vocalista profissional. Eu disse a eles que faria mais um CD... mas se eles arrumarem um vocalista fixo, não terão problemas comigo.

IKH: Agora você está gravando com a sua mais nova banda "The London Calling." Como é que surgiu a banda?

JR: A banda é tudo que eu quero!!!! Eu acho que a razão que meus projetos solos não foram para frente é porque eu tinha que estar trabalhando nessa nova banda... Eu estou chutando meu próprio traseiro porque acho que Deus tinha essa banda planejada para mim há algum tempo, mas eu levei um tempo para ver. Essa banda é prioridade para mim. O projeto solo em Espanhol também.

IKH: Qual sua esperança para a banda The London Calling? Contratos com gravadoras? Turnês?

JR: Todas as opções acima. Quero que a banda seja do mesmo escalão que o Guardian.

IKH: Mas alguma coisa que gostaria de compartilhar?

JR: Bem, Eu estou muito feliz com o projeto em Espanhol que estarei gravando em Fevereiro. O projeto terá um estilo mais orientado para Igreja, louvor e adoração. Estaremos colocando London Calling nas mãos das pessoas esse Verão também.

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