Cut & Move / Day of Fire
Publicada por webmaster em 10 de Novembro de 2006 às 10:17:26 na categoria Reviews de CDs
Clique no link Leia mais... para conferir a resenha do álbum Cut & Move do Day of Fire.Poucas bandas de rock tem a capacidade de repetir o sucesso do seu primeiro álbum já em seu subsequente. Day of Fire faz parte desse seleto grupo. Formado em 2004 e imediatamente contratado pela Essential Records a banda lança no mesmo ano seu primeiro disco, homônimo. Com canções fortes e um vocal característico do grunge trouxeram admiração e sucesso. Liderado por Josh Brown no vocal, um roqueiro secular convertido com um testemunho edificante, receberam sua primeira premiação no Dove Awards, na categoria melhor Álbum do Ano em 2005.
Agora, em junho de 2006 Day of Fire lança sua segunda compilação com músicas inéditas, intitulado “Cute & Move”, esse álbum marca a crescente e moderna evolução musical que o grupo está passando. Todos os fãs do grunge/rock e amantes do rock and roll e, que são influenciados por Audioslave e Nikelback perceberão a qualidade de todos os integrantes neste novo disco.
O cenário do rock cristão estar se aperfeiçoando, não limitando tão somente à bandas com renome, Day of Fire é a comprovação disso, sem muitos anos de estrada, mas com uma nítida e confiável forma de adorar a Deus. “Cute & Move” é forte e notável, não apela a instrumentos ou computação sem importância, fazendo assim aumentar velocidade das canções com um som “cru”, utilizando para isso guitarras com riffs “poderosos”.
A primeira faixa “Love” em poucas palavras “...quando está em mim eu grito, onde está o amor?/me ultrapassando, onde está o amor?/grito para fora de mim, onde está o amor?. Assim como todas as trilhas, as guitarras foram o alicerce para o sucesso geral do álbum, Greg Hionis e Joe Pangallo (guitarristas) foram audazes ao utilizarem todos os seus dons, criatividade e inspiração para o rock. Já o vocal Josh foi capaz de traduzir a liberdade de criação do grupo, ele foi seguro e não falhou. E para quem conhece o grupo Audioslave poderá comparar e perceber as semelhanças entre as duas.
O tempo total do disco não chega aos 40 minutos, faixas curtas em minutos e velozes em sonoridade. A segunda música “Run” poderia expressar e explicar tudo isso. Peso nos vocais e agressividade nos instrumentos. Simples como deve ser feito no rock. “Hole in my Hand” percebe-se o interesse de transmitir a mensagem de Deus, por mais que sua letra não seja muito clara. A banda tomou uma iniciativa que muitas bandas cristãs tem seguido, linguagens para todos os segmentos da sociedade, sejam; no segmento cristão ou no secular. Nessa canção as batidas são mais suaves, típica balada, mas com muito estilo. E, seguindo a mesma musicalidade “Cut & Move” que intitulou o álbum, nela as guitarras foram os pesos necessários para a execução de um rock and roll genial, riffs e pequenos solos apimentaram a canção. “Wake Me” tem o mesmo peso, em seu refrão as batidas simples não se perdem; “...me desperte quando isto acabar”.
No mais, essas canções iniciais, por si só, foram necessárias para compreender todo este álbum. Uma produção capaz de caminhar e não se perder. Sendo assim, todo disco representou uma aproximação as fãs seculares, mensagens não tão diretas, porém claras em seu significado, “Hole in my Hand” justifica-se ao dizer: “...com um furo em minha mão, e uma força em meu carrinho/com uma chama em meu coração, e outra vez em mim uma queimadura". A subsequente “Regret” o ritmo cai, porém, a sonoridade permanece, forte. “Far & Gone” continua a batida rápida, deixando que as guitarras se destaquem.
"When The Light” é a mais lenta e melódica do trabalho, ela diz: "... quando brilhar a luz em minha face para o mundo, e se tornar assim pequena/quando a noite me encontrar nesta maneira, eu sei, eu não estou sozinho/quando a luz brilhar em minha face...". Agora, para encerrar o disco “Frustating” e “Reborn” essas faixas finalizaram com brilhantismo, caracterizando-as pelos muitos solos de guitarra, gritos e batidas fortes de bateria, tudo isso deu um movimento harmônico e rapidez as trilhas.
Enfim, todas as canções foram executadas com substâncias necessárias para serem destaques deste ano. Músicas executadas com simplicidade e envolvidas em batidas certas, o que não as deixaram enjoativas. Uma capa que também chamou a atenção pela criatividade, utilizando o símbolo da banda para estampá-la, sem ser árduo.
Assim, todos aqueles que escutaram e adquiriram o primeiro álbum do grupo e em conseqüência disso aguardava pelo seu subsequente, não se decepcionou. Rock and Roll com produção de qualidade. “Cut & Move” e seu anterior já estão a venda no Brasil e será um ótima compra, sem dúvida alguma.
Por Ederson dos Reis Bastos
Sugestões e qualquer dúvida – ed19br@gmail.com

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Faixas
1. Love
2. Run
3. Hole in my Hand
4. Cut & Move
5. Wake Me
6. Regret
7. Far & Gone
8. When The Light
9. Frustating
10. Reborn
Selo .gospel:
Agora, em junho de 2006 Day of Fire lança sua segunda compilação com músicas inéditas, intitulado “Cute & Move”, esse álbum marca a crescente e moderna evolução musical que o grupo está passando. Todos os fãs do grunge/rock e amantes do rock and roll e, que são influenciados por Audioslave e Nikelback perceberão a qualidade de todos os integrantes neste novo disco.
O cenário do rock cristão estar se aperfeiçoando, não limitando tão somente à bandas com renome, Day of Fire é a comprovação disso, sem muitos anos de estrada, mas com uma nítida e confiável forma de adorar a Deus. “Cute & Move” é forte e notável, não apela a instrumentos ou computação sem importância, fazendo assim aumentar velocidade das canções com um som “cru”, utilizando para isso guitarras com riffs “poderosos”.
A primeira faixa “Love” em poucas palavras “...quando está em mim eu grito, onde está o amor?/me ultrapassando, onde está o amor?/grito para fora de mim, onde está o amor?. Assim como todas as trilhas, as guitarras foram o alicerce para o sucesso geral do álbum, Greg Hionis e Joe Pangallo (guitarristas) foram audazes ao utilizarem todos os seus dons, criatividade e inspiração para o rock. Já o vocal Josh foi capaz de traduzir a liberdade de criação do grupo, ele foi seguro e não falhou. E para quem conhece o grupo Audioslave poderá comparar e perceber as semelhanças entre as duas.
O tempo total do disco não chega aos 40 minutos, faixas curtas em minutos e velozes em sonoridade. A segunda música “Run” poderia expressar e explicar tudo isso. Peso nos vocais e agressividade nos instrumentos. Simples como deve ser feito no rock. “Hole in my Hand” percebe-se o interesse de transmitir a mensagem de Deus, por mais que sua letra não seja muito clara. A banda tomou uma iniciativa que muitas bandas cristãs tem seguido, linguagens para todos os segmentos da sociedade, sejam; no segmento cristão ou no secular. Nessa canção as batidas são mais suaves, típica balada, mas com muito estilo. E, seguindo a mesma musicalidade “Cut & Move” que intitulou o álbum, nela as guitarras foram os pesos necessários para a execução de um rock and roll genial, riffs e pequenos solos apimentaram a canção. “Wake Me” tem o mesmo peso, em seu refrão as batidas simples não se perdem; “...me desperte quando isto acabar”.
No mais, essas canções iniciais, por si só, foram necessárias para compreender todo este álbum. Uma produção capaz de caminhar e não se perder. Sendo assim, todo disco representou uma aproximação as fãs seculares, mensagens não tão diretas, porém claras em seu significado, “Hole in my Hand” justifica-se ao dizer: “...com um furo em minha mão, e uma força em meu carrinho/com uma chama em meu coração, e outra vez em mim uma queimadura". A subsequente “Regret” o ritmo cai, porém, a sonoridade permanece, forte. “Far & Gone” continua a batida rápida, deixando que as guitarras se destaquem.
"When The Light” é a mais lenta e melódica do trabalho, ela diz: "... quando brilhar a luz em minha face para o mundo, e se tornar assim pequena/quando a noite me encontrar nesta maneira, eu sei, eu não estou sozinho/quando a luz brilhar em minha face...". Agora, para encerrar o disco “Frustating” e “Reborn” essas faixas finalizaram com brilhantismo, caracterizando-as pelos muitos solos de guitarra, gritos e batidas fortes de bateria, tudo isso deu um movimento harmônico e rapidez as trilhas.
Enfim, todas as canções foram executadas com substâncias necessárias para serem destaques deste ano. Músicas executadas com simplicidade e envolvidas em batidas certas, o que não as deixaram enjoativas. Uma capa que também chamou a atenção pela criatividade, utilizando o símbolo da banda para estampá-la, sem ser árduo.
Assim, todos aqueles que escutaram e adquiriram o primeiro álbum do grupo e em conseqüência disso aguardava pelo seu subsequente, não se decepcionou. Rock and Roll com produção de qualidade. “Cut & Move” e seu anterior já estão a venda no Brasil e será um ótima compra, sem dúvida alguma.
Por Ederson dos Reis Bastos
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Faixas
1. Love
2. Run
3. Hole in my Hand
4. Cut & Move
5. Wake Me
6. Regret
7. Far & Gone
8. When The Light
9. Frustating
10. Reborn
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a resenha tbem ficou show de bola...