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Jack_linda
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MensagemEnviada: 29-01-2010 8:46 pm Responder com Citação

O SENHOR exige santidade ao seu povo porque Êle é Santo.

Sêde santos porque eu sou santo - diz o Senhor




Santificação na Bíblia quer dizer separação de práticas impuras, mundanas e que desagradam a Deus, e conformes os padrões e princípios do pensamento humano, dominado por satanás.
O Senhor Jesus é absolutamente santo, e sua vida neste mundo foi vida de santificação, de separação dessas coisas, como realmente deveria ser.
Deus, através dos sacrifícios do Antigo Testamento, apontou muito para esse aspecto de santidade que seria observado no Senhor Jesus.
Creio que o Senhor Jesus não estava se referindo a melhora de padrão de santificação própria, mas estava se colocando como exemplo de santificação que devemos observar.
Ele rechaçou tudo que era contrário à santificação, devido à santidade inerente a sua pessoa, e nós também devemos ser santificados, separados dessas mesmas práticas, devido à santidade do Senhor Jesus que ele nos transmite por seu Espírito, e também pelo exemplo que nos deixou sobre o que é ser santo, separado dessas práticas que desagradam a Deus.
Nossa santificação é dependente da santidade do Senhor Jesus, e da santificação que demonstrou em sua vida neste mundo.
Vamos seguir o exemplo do mestre! Você aceita?
PAZ!!!

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“Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16:15)

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MauMau
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MensagemEnviada: 31-01-2010 12:39 pm Responder com Citação

Aceito






(pronto, acabou a discussão do topic Laughing )

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vepo
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MensagemEnviada: 31-01-2010 12:43 pm Responder com Citação

Jack_linda escreveu:
O SENHOR exige santidade ao seu povo porque Êle é Santo.

Sêde santos porque eu sou santo - diz o Senhor




Santificação na Bíblia quer dizer separação de práticas impuras, mundanas e que desagradam a Deus, e conformes os padrões e princípios do pensamento humano, dominado por satanás.
O Senhor Jesus é absolutamente santo, e sua vida neste mundo foi vida de santificação, de separação dessas coisas, como realmente deveria ser.
Deus, através dos sacrifícios do Antigo Testamento, apontou muito para esse aspecto de santidade que seria observado no Senhor Jesus.
Creio que o Senhor Jesus não estava se referindo a melhora de padrão de santificação própria, mas estava se colocando como exemplo de santificação que devemos observar.
Ele rechaçou tudo que era contrário à santificação, devido à santidade inerente a sua pessoa, e nós também devemos ser santificados, separados dessas mesmas práticas, devido à santidade do Senhor Jesus que ele nos transmite por seu Espírito, e também pelo exemplo que nos deixou sobre o que é ser santo, separado dessas práticas que desagradam a Deus.
Nossa santificação é dependente da santidade do Senhor Jesus, e da santificação que demonstrou em sua vida neste mundo.
Vamos seguir o exemplo do mestre! Você aceita?
PAZ!!!


Como seria essa santificação? Somos santos por natureza, assim que aceitamos a Cristo. Observe que na carta de Corintios, Paulo saúda os santos de Corintios e depois descreve os pecados deles (bem tenso). Eles seriam santos mesmo? Twisted Evil

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Jack_linda
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MensagemEnviada: 31-01-2010 3:06 pm Responder com Citação

vepo escreveu:
Jack_linda escreveu:
O SENHOR exige santidade ao seu povo porque Êle é Santo.

Sêde santos porque eu sou santo - diz o Senhor




Santificação na Bíblia quer dizer separação de práticas impuras, mundanas e que desagradam a Deus, e conformes os padrões e princípios do pensamento humano, dominado por satanás.
O Senhor Jesus é absolutamente santo, e sua vida neste mundo foi vida de santificação, de separação dessas coisas, como realmente deveria ser.
Deus, através dos sacrifícios do Antigo Testamento, apontou muito para esse aspecto de santidade que seria observado no Senhor Jesus.
Creio que o Senhor Jesus não estava se referindo a melhora de padrão de santificação própria, mas estava se colocando como exemplo de santificação que devemos observar.
Ele rechaçou tudo que era contrário à santificação, devido à santidade inerente a sua pessoa, e nós também devemos ser santificados, separados dessas mesmas práticas, devido à santidade do Senhor Jesus que ele nos transmite por seu Espírito, e também pelo exemplo que nos deixou sobre o que é ser santo, separado dessas práticas que desagradam a Deus.
Nossa santificação é dependente da santidade do Senhor Jesus, e da santificação que demonstrou em sua vida neste mundo.
Vamos seguir o exemplo do mestre! Você aceita?
PAZ!!!


Como seria essa santificação? Somos santos por natureza, assim que aceitamos a Cristo. Observe que na carta de Corintios, Paulo saúda os santos de Corintios e depois descreve os pecados deles (bem tenso). Eles seriam santos mesmo? Twisted Evil


Falo desta santificação observada na carta de Corintios:

Citação:
I Cor 5:6 Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?
7 Expurgai o fermento velho, para que sejais massa nova, assim como sois sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, já foi sacrificado.
8 Pelo que celebremos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da malícia e da corrupção, mas com os ázimos da sinceridade e da verdade.

Cristo em vida foi imaculado, sem pecado, sem fermento, mas ainda em vida, antes de passar pela experiência da morte física, tomou voluntariamente sobre si os nossos pecados, de forma que por tal ângulo o pão comum possa-nos ser lembrança disso, e do preço que pagou por nós, inclusive tomando sobre si o que ele mesmo jamais cometeu.
Quanto mais espirituais nos tornamos tanto mais vemos a gravidade da questão do pecado, e mais valorizamos o fato de Cristo ter nos servido a ponto de tomar sobre si o que lhe é naturalmente abjeto, indesejável, ultrajante, ou seja, pecado, simbolizado no caso, como parece que todos aqui compreendem, nesse caso, pelo fermento.

PAZ!!!!

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Sorokbano
Sarado
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MensagemEnviada: 03-03-2010 3:55 pm Responder com Citação

Leiam, é espetacular!

* O texto é longo, mas vale a pena ler cada linha (fonte: http://webevangelista.blogspot.com/2010/03/por-que-temos-medo-de-julgar.html ):

W. Lutzer escreveu:
A Igreja deve estar no mundo como um navio no oceano; todavia, quando o oceano inunda o navio, este passa por gran­des dificuldades, tendendo a afundar. Temo que o navio evan­gélico esteja afundando. O mundo está se infiltrando tão rapidamente na Igreja, que ficamos imaginando por quanto tempo a embarcação poderá ficar flutuando. A Igreja, que é chamada para influenciar o mundo, encontra-se influencia­da por ele.

Se nós, na função de representantes de Cristo, mal nos mantemos flutuando, como esperaremos salvar uma socie­dade que está afundando? Aceitamos os valores do mundo; seu entretenimento, sua moral, suas atitudes. Também aceitamos sua tolerância, sua insistência em nunca desafiarmos as convicções particulares das pessoas, quer dentro quer fora da Igreja. Diante das pressões culturais, ficamos confusos, hesitantes em agir, incapazes de dar um testemunho amoro­so, mas convincente, ao mundo.

Claro que também há muitos sinais esperançosos em nossa - (Perdemos a nossa competência de julgar o mundo porque perdemos a competência de nos julgar) - cultura Há igrejas e indivíduos que estão causando grande impacto em prol do evangelho, e por isto so­mos gratos. Contudo, em sua mai­oria, como cristãos, nos estabele­cemos num tipo confortável de cristianismo que exige muito pou­co e, por sua vez, faz pouca diferença na cultura mais ampla. Quando o mundo dá um passo em nossa direção, nós o abraçamos sem remorso. Porém, a igreja que fez as pazes com o mundo é incapaz de mudá-lo.

Hoje, há o mito que diz que o mundo é mais tolerante que outrora, porque aceita "ambos os pontos de vista". Se numa das esquinas de nossa cidade alguém perguntar: "O que você acha de Jesus Cristo?", receberá, provavelmente uma resposta favorável. Ele seria descrito como um bom mestre ou como alguém que nos ensinou sobre o amor. Entretanto, temos certeza de que o mundo fala bem dEle, porque na verdade não compreende quem de fato foi (e é) Jesus, e por que veio a terra.

Ouça as próprias palavras de Jesus: "Se o mundo vos abor­rece, sabei que, primeiro do que a vós, me aborreceu a mim. Se vós fosseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas, porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos aborrece" (Jo 15.18,19). Em geral, o mundo de hoje,só tem uma opinião favorável em relação a Cristo porque o interpreta mal.

Lembre-se deste axioma: Quanto mais o mundo entende o propósito da vinda de Jesus, mais o odeia. O que o mundo valoriza, Cristo menospreza; o que Ele ama, o mundo odeia. Anos atrás, F. B. Meyer escreveu: "Entre tais opostos irreconciliáveis como a Igreja e o mundo não pode haver senão antagonismo e discussão. Cada um estima e busca o que o outro rejeita por ser desprezível. Cada um é dedicado a fins que são hostis aos mais preciosos interesses do outro". E veja só, a maioria dos cristãos acha que é possível seguir Jesus sem abandonar os princípios que o mundo nos apresenta.

Gerações atrás, ouvíamos sermões intitulados "Separação Bíblica", quer dizer, pregações sobre a convicção que temos de nos separar do que desagrada a Deus e de nos comprometer com os valores e crenças da Bíblia.

Minha geração afirmou ser mais sábia que nossos pais. Dissemos que a lista de "pecados mundanos" era artificial e que tínhamos de tomar nossas próprias decisões sobre esses assuntos. Os cristãos mais velhos, que conheciam o coração melhor que nós, avisaram que se começássemos a tolerar o mundanismo desencadearíamos um "efeito dominó" e chega­ria o dia em que a Igreja ficaria cheia de "crentes mundanos".

Esse dia é hoje.

As pesquisas de opinião pública mostram que a diferença entre a Igreja e o mundo é, de certa forma, indistinguível. Os pecados que estão no mundo acham-se na Igreja: imora­lidade, pornografia, entretenimento picante, materialismo, etc. Oficialmente, acreditamos que sem confiar em Jesus como Salvador as pessoas estão perdidas; extra-oficialmente, agi­mos como se o que as pessoas crêem e o modo como real­mente se comportam não tivessem importância. Não é de admirar que nossa luz tenha ficado tremeluzente e nosso sal tenha perdido o sabor.

Muitos reputam que não temos o direito de julgar o estilo de vida ou crenças de quem quer que seja. Nosso compromisso com o individualismo radical e a privatização da fé nos deixou propensos a 'Viver e deixar viver" sem discussão, avaliação ou repreensão. Perdemos a competên­cia de julgar o mundo porque perdemos a competência de nos julgar. Afirmamos certos princípios e, depois, agimos como se eles não importassem.

Não é de admirar, na minha opinião, que o versículo mais citado da Bíblia não seja: "Porque Deus amou o mundo" (Jo 3.16), mas: "Não julgueis, para que não sejais julgados" (Mt 7.1). Mesmo nos círculos evangélicos chegamos a ouvir: "Quem é você para julgar?" A implicação clara da
pergunta é que não temos o direito de dizer: "Este estilo de vida é errado", ou: "Isto é heresia", ou ainda: "Este pregador é um falso mestre". A frase que melhor descreve nossa cultura é: Qualquer coisa serve!!!

Como chegamos a isso?

Por que achamos tão difícil dizer que algumas opiniões religiosas são erradas? Ou que alguns tipos de comportamento são pecaminosos? Por que permitimos que tanto de Hollywood entre em nossas casas, fingindo que nós e nossas famílias não somos influenciados pela indústria de entreteni­mento? Por que permitimos que falsos mestres e profetas pros­perem sem advertirmos o povo de Deus? Por que há várias formas de ocultismo em prática? Estas são apenas algumas questões.

Precisamos ter um entendimento melhor de como as idéias prevalecentes da cultura têm influenciado a Igreja. Talvez venhamos a desco­brir que somos mais afetados pelo mundo do que percebe­mos. Antes de nos dedicarmos a falar sobre nossa responsa­bilidade como membros da Igreja, temos de entender os de­safios que confrontamos no mundo que nos cerca. (A VERDADE DESAPARECEU E POUCOS NOTARAM) -

Vivemos em uma sociedade pós-moderna, mas o que isso significa? E como o pós-modernismo influencia a Igreja?Toda geração tem de lutar suas próprias bata­lhas; às vezes, as aflições que uma sofre são as mesmas da anterior, porém com freqüência os assuntos são diferentes. Mas cada geração tem de confrontar o inundo, mudá-lo ou ser mudada por ele.

Hoje nossos desafios são singulares, porque nenhuma geração foi influenciada pela tecnologia como a nossa. So­mos bombardeados com televisão, a revolução do vídeo e a Internet. Talvez nenhuma geração teve tantas oportunidades como a nossa; nem tantas armadilhas. E no meio disso tudo, receio que nos afastamos muito do que é bom em direção ao que é trivial e até mesmo irracional. Em nossos dias, houve uma mega-mudança de pensamento; esta geração percebe a realidade de modo diferente, se comparada às gerações pas­sadas. As pessoas, na maioria, não vêem a vida do modo como a viam, e nós cristãos também não.

Vamos fazer uma breve excursão ao que se chama mente pós-moderna, de forma que possamos entender melhor os desafios diante de nós. Depois, perguntaremos como somos influenciados pelo mundo e o que pode ser feito a respeito.

Caindo na Decadência

A verdade desapareceu e poucos notaram. Diante de nos­sos olhos, as antigas formas de pensamento estão se esmigalhando, e em seu lugar encontramos novas maneiras de ver e conhecer o mundo. Crescemos com suposições que estão sendo descartadas, e em seu lugar acham-se novas conjeturas que oferecem resistência direta ao evangelho cristão. Talvez não seja muito forte dizer que a guerra foi declarada no pas­sado a favor de um novo futuro bravio.

Não podemos entender o pós-modernismo, a menos que entendamos o que era (e é) o modernismo. O modernismo ( A VERDADE HOJE É DEFINIDA COMO MINHA OPINIÃO PESSOAL DA REALIDADE) - era a crença de que a razão tinha o poder de compreender o mundo; a mente humana, pensava-se, tem a ha­bilidade de interpretar a realidade e descobrir valores abrangentes. Havia um otimismo, acreditava-se no pro­gresso, na convicção de que a ciência e a história pudessem nos conduzir a várias verdades que nos ajudariam a interpretar a realidade. O modernismo atacava a religião, particularmente o cristianismo, porque achava que este estava cheio de superstições. Pelo menos o modernismo acreditava que a verdade existia e não temia dizê-lo.

Veio o pós-modernismo.

A noção contemporânea é que a razão fracassou em dar sentido ao mundo. Dizem que o modernismo não tem os blocos construtivos necessários para construir um sistema de verdades que seja aplicável a todas as culturas. A antiga suposição de que há verdade objetiva deve ser substituída pela noção de que, na realidade, não há "verdade" — se por verdade quisermos dizer valores aplicáveis a todas as cultu­ras e em todas as épocas. A verdade, se é que existe, não existe "lá fora" para ser descoberta, mas é simplesmente mi­nha própria resposta pessoal aos dados quê me são apresen­tados. Eu não descubro a verdade, eu sou a fonte da verdade.

Enquanto o modernismo atacava a religião tachando-a de superstição, o pós-modernismo aceita todas as religiões e considera todos os tipos de superstições. Qualquer espiritualidade agora é aceita sem sequer haver uma indica­ção de que um ponto de vista seja errado e outro certo. Visto que a verdade hoje é definida como minha opinião pessoal da realidade, segue-se que temos qualquer número de "verdades" — aproximadamente uma para cada pessoa no mundo.

Teoricamente, o pós-modernismo diz que não há padrão independente de certo ou errado, não há padrão indepen­dente de verdade e erro. Contudo, visto que somos seres morais, nem mesmo os pós-modernistas podem descartar todos os julgamentos morais. Quando os pós-modernistas vêem algo de que não gostam, eles têm novos meios de des­crever o que vêem; eles inventam noções que substituem o conceito da verdade.

Essas novas formas de pensamento mudaram o diálogo em nosso mundo moderno. Temos de entender melhor nos­sa cultura se desejamos desafiá-la.

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"Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo" (Gálatas 6:14).
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MensagemEnviada: 03-03-2010 8:58 pm Responder com Citação

Sorokbano escreveu:
Leiam, é espetacular!

* O texto é longo, mas vale a pena ler cada linha (fonte: http://webevangelista.blogspot.com/2010/03/por-que-temos-medo-de-julgar.html ):

W. Lutzer escreveu:
A Igreja deve estar no mundo como um navio no oceano; todavia, quando o oceano inunda o navio, este passa por gran­des dificuldades, tendendo a afundar. Temo que o navio evan­gélico esteja afundando. O mundo está se infiltrando tão rapidamente na Igreja, que ficamos imaginando por quanto tempo a embarcação poderá ficar flutuando. A Igreja, que é chamada para influenciar o mundo, encontra-se influencia­da por ele.

Se nós, na função de representantes de Cristo, mal nos mantemos flutuando, como esperaremos salvar uma socie­dade que está afundando? Aceitamos os valores do mundo; seu entretenimento, sua moral, suas atitudes. Também aceitamos sua tolerância, sua insistência em nunca desafiarmos as convicções particulares das pessoas, quer dentro quer fora da Igreja. Diante das pressões culturais, ficamos confusos, hesitantes em agir, incapazes de dar um testemunho amoro­so, mas convincente, ao mundo.

Claro que também há muitos sinais esperançosos em nossa - (Perdemos a nossa competência de julgar o mundo porque perdemos a competência de nos julgar) - cultura Há igrejas e indivíduos que estão causando grande impacto em prol do evangelho, e por isto so­mos gratos. Contudo, em sua mai­oria, como cristãos, nos estabele­cemos num tipo confortável de cristianismo que exige muito pou­co e, por sua vez, faz pouca diferença na cultura mais ampla. Quando o mundo dá um passo em nossa direção, nós o abraçamos sem remorso. Porém, a igreja que fez as pazes com o mundo é incapaz de mudá-lo.

Hoje, há o mito que diz que o mundo é mais tolerante que outrora, porque aceita "ambos os pontos de vista". Se numa das esquinas de nossa cidade alguém perguntar: "O que você acha de Jesus Cristo?", receberá, provavelmente uma resposta favorável. Ele seria descrito como um bom mestre ou como alguém que nos ensinou sobre o amor. Entretanto, temos certeza de que o mundo fala bem dEle, porque na verdade não compreende quem de fato foi (e é) Jesus, e por que veio a terra.

Ouça as próprias palavras de Jesus: "Se o mundo vos abor­rece, sabei que, primeiro do que a vós, me aborreceu a mim. Se vós fosseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas, porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos aborrece" (Jo 15.18,19). Em geral, o mundo de hoje,só tem uma opinião favorável em relação a Cristo porque o interpreta mal.

Lembre-se deste axioma: Quanto mais o mundo entende o propósito da vinda de Jesus, mais o odeia. O que o mundo valoriza, Cristo menospreza; o que Ele ama, o mundo odeia. Anos atrás, F. B. Meyer escreveu: "Entre tais opostos irreconciliáveis como a Igreja e o mundo não pode haver senão antagonismo e discussão. Cada um estima e busca o que o outro rejeita por ser desprezível. Cada um é dedicado a fins que são hostis aos mais preciosos interesses do outro". E veja só, a maioria dos cristãos acha que é possível seguir Jesus sem abandonar os princípios que o mundo nos apresenta.

Gerações atrás, ouvíamos sermões intitulados "Separação Bíblica", quer dizer, pregações sobre a convicção que temos de nos separar do que desagrada a Deus e de nos comprometer com os valores e crenças da Bíblia.

Minha geração afirmou ser mais sábia que nossos pais. Dissemos que a lista de "pecados mundanos" era artificial e que tínhamos de tomar nossas próprias decisões sobre esses assuntos. Os cristãos mais velhos, que conheciam o coração melhor que nós, avisaram que se começássemos a tolerar o mundanismo desencadearíamos um "efeito dominó" e chega­ria o dia em que a Igreja ficaria cheia de "crentes mundanos".

Esse dia é hoje.

As pesquisas de opinião pública mostram que a diferença entre a Igreja e o mundo é, de certa forma, indistinguível. Os pecados que estão no mundo acham-se na Igreja: imora­lidade, pornografia, entretenimento picante, materialismo, etc. Oficialmente, acreditamos que sem confiar em Jesus como Salvador as pessoas estão perdidas; extra-oficialmente, agi­mos como se o que as pessoas crêem e o modo como real­mente se comportam não tivessem importância. Não é de admirar que nossa luz tenha ficado tremeluzente e nosso sal tenha perdido o sabor.

Muitos reputam que não temos o direito de julgar o estilo de vida ou crenças de quem quer que seja. Nosso compromisso com o individualismo radical e a privatização da fé nos deixou propensos a 'Viver e deixar viver" sem discussão, avaliação ou repreensão. Perdemos a competên­cia de julgar o mundo porque perdemos a competência de nos julgar. Afirmamos certos princípios e, depois, agimos como se eles não importassem.

Não é de admirar, na minha opinião, que o versículo mais citado da Bíblia não seja: "Porque Deus amou o mundo" (Jo 3.16), mas: "Não julgueis, para que não sejais julgados" (Mt 7.1). Mesmo nos círculos evangélicos chegamos a ouvir: "Quem é você para julgar?" A implicação clara da
pergunta é que não temos o direito de dizer: "Este estilo de vida é errado", ou: "Isto é heresia", ou ainda: "Este pregador é um falso mestre". A frase que melhor descreve nossa cultura é: Qualquer coisa serve!!!

Como chegamos a isso?

Por que achamos tão difícil dizer que algumas opiniões religiosas são erradas? Ou que alguns tipos de comportamento são pecaminosos? Por que permitimos que tanto de Hollywood entre em nossas casas, fingindo que nós e nossas famílias não somos influenciados pela indústria de entreteni­mento? Por que permitimos que falsos mestres e profetas pros­perem sem advertirmos o povo de Deus? Por que há várias formas de ocultismo em prática? Estas são apenas algumas questões.

Precisamos ter um entendimento melhor de como as idéias prevalecentes da cultura têm influenciado a Igreja. Talvez venhamos a desco­brir que somos mais afetados pelo mundo do que percebe­mos. Antes de nos dedicarmos a falar sobre nossa responsa­bilidade como membros da Igreja, temos de entender os de­safios que confrontamos no mundo que nos cerca. (A VERDADE DESAPARECEU E POUCOS NOTARAM) -

Vivemos em uma sociedade pós-moderna, mas o que isso significa? E como o pós-modernismo influencia a Igreja?Toda geração tem de lutar suas próprias bata­lhas; às vezes, as aflições que uma sofre são as mesmas da anterior, porém com freqüência os assuntos são diferentes. Mas cada geração tem de confrontar o inundo, mudá-lo ou ser mudada por ele.

Hoje nossos desafios são singulares, porque nenhuma geração foi influenciada pela tecnologia como a nossa. So­mos bombardeados com televisão, a revolução do vídeo e a Internet. Talvez nenhuma geração teve tantas oportunidades como a nossa; nem tantas armadilhas. E no meio disso tudo, receio que nos afastamos muito do que é bom em direção ao que é trivial e até mesmo irracional. Em nossos dias, houve uma mega-mudança de pensamento; esta geração percebe a realidade de modo diferente, se comparada às gerações pas­sadas. As pessoas, na maioria, não vêem a vida do modo como a viam, e nós cristãos também não.

Vamos fazer uma breve excursão ao que se chama mente pós-moderna, de forma que possamos entender melhor os desafios diante de nós. Depois, perguntaremos como somos influenciados pelo mundo e o que pode ser feito a respeito.

Caindo na Decadência

A verdade desapareceu e poucos notaram. Diante de nos­sos olhos, as antigas formas de pensamento estão se esmigalhando, e em seu lugar encontramos novas maneiras de ver e conhecer o mundo. Crescemos com suposições que estão sendo descartadas, e em seu lugar acham-se novas conjeturas que oferecem resistência direta ao evangelho cristão. Talvez não seja muito forte dizer que a guerra foi declarada no pas­sado a favor de um novo futuro bravio.

Não podemos entender o pós-modernismo, a menos que entendamos o que era (e é) o modernismo. O modernismo ( A VERDADE HOJE É DEFINIDA COMO MINHA OPINIÃO PESSOAL DA REALIDADE) - era a crença de que a razão tinha o poder de compreender o mundo; a mente humana, pensava-se, tem a ha­bilidade de interpretar a realidade e descobrir valores abrangentes. Havia um otimismo, acreditava-se no pro­gresso, na convicção de que a ciência e a história pudessem nos conduzir a várias verdades que nos ajudariam a interpretar a realidade. O modernismo atacava a religião, particularmente o cristianismo, porque achava que este estava cheio de superstições. Pelo menos o modernismo acreditava que a verdade existia e não temia dizê-lo.

Veio o pós-modernismo.

A noção contemporânea é que a razão fracassou em dar sentido ao mundo. Dizem que o modernismo não tem os blocos construtivos necessários para construir um sistema de verdades que seja aplicável a todas as culturas. A antiga suposição de que há verdade objetiva deve ser substituída pela noção de que, na realidade, não há "verdade" — se por verdade quisermos dizer valores aplicáveis a todas as cultu­ras e em todas as épocas. A verdade, se é que existe, não existe "lá fora" para ser descoberta, mas é simplesmente mi­nha própria resposta pessoal aos dados quê me são apresen­tados. Eu não descubro a verdade, eu sou a fonte da verdade.

Enquanto o modernismo atacava a religião tachando-a de superstição, o pós-modernismo aceita todas as religiões e considera todos os tipos de superstições. Qualquer espiritualidade agora é aceita sem sequer haver uma indica­ção de que um ponto de vista seja errado e outro certo. Visto que a verdade hoje é definida como minha opinião pessoal da realidade, segue-se que temos qualquer número de "verdades" — aproximadamente uma para cada pessoa no mundo.

Teoricamente, o pós-modernismo diz que não há padrão independente de certo ou errado, não há padrão indepen­dente de verdade e erro. Contudo, visto que somos seres morais, nem mesmo os pós-modernistas podem descartar todos os julgamentos morais. Quando os pós-modernistas vêem algo de que não gostam, eles têm novos meios de des­crever o que vêem; eles inventam noções que substituem o conceito da verdade.

Essas novas formas de pensamento mudaram o diálogo em nosso mundo moderno. Temos de entender melhor nos­sa cultura se desejamos desafiá-la.


Ah, não, Soroka..

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Sorokbano
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MensagemEnviada: 04-03-2010 8:35 am Responder com Citação

?!?

Logos escreveu:
Sorokbano escreveu:
Leiam, é espetacular!

* O texto é longo, mas vale a pena ler cada linha (fonte: http://webevangelista.blogspot.com/2010/03/por-que-temos-medo-de-julgar.html ):

W. Lutzer escreveu:
A Igreja deve estar no mundo como um navio no oceano; todavia, quando o oceano inunda o navio, este passa por gran­des dificuldades, tendendo a afundar. Temo que o navio evan­gélico esteja afundando. O mundo está se infiltrando tão rapidamente na Igreja, que ficamos imaginando por quanto tempo a embarcação poderá ficar flutuando. A Igreja, que é chamada para influenciar o mundo, encontra-se influencia­da por ele.

Se nós, na função de representantes de Cristo, mal nos mantemos flutuando, como esperaremos salvar uma socie­dade que está afundando? Aceitamos os valores do mundo; seu entretenimento, sua moral, suas atitudes. Também aceitamos sua tolerância, sua insistência em nunca desafiarmos as convicções particulares das pessoas, quer dentro quer fora da Igreja. Diante das pressões culturais, ficamos confusos, hesitantes em agir, incapazes de dar um testemunho amoro­so, mas convincente, ao mundo.

Claro que também há muitos sinais esperançosos em nossa - (Perdemos a nossa competência de julgar o mundo porque perdemos a competência de nos julgar) - cultura Há igrejas e indivíduos que estão causando grande impacto em prol do evangelho, e por isto so­mos gratos. Contudo, em sua mai­oria, como cristãos, nos estabele­cemos num tipo confortável de cristianismo que exige muito pou­co e, por sua vez, faz pouca diferença na cultura mais ampla. Quando o mundo dá um passo em nossa direção, nós o abraçamos sem remorso. Porém, a igreja que fez as pazes com o mundo é incapaz de mudá-lo.

Hoje, há o mito que diz que o mundo é mais tolerante que outrora, porque aceita "ambos os pontos de vista". Se numa das esquinas de nossa cidade alguém perguntar: "O que você acha de Jesus Cristo?", receberá, provavelmente uma resposta favorável. Ele seria descrito como um bom mestre ou como alguém que nos ensinou sobre o amor. Entretanto, temos certeza de que o mundo fala bem dEle, porque na verdade não compreende quem de fato foi (e é) Jesus, e por que veio a terra.

Ouça as próprias palavras de Jesus: "Se o mundo vos abor­rece, sabei que, primeiro do que a vós, me aborreceu a mim. Se vós fosseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas, porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos aborrece" (Jo 15.18,19). Em geral, o mundo de hoje,só tem uma opinião favorável em relação a Cristo porque o interpreta mal.

Lembre-se deste axioma: Quanto mais o mundo entende o propósito da vinda de Jesus, mais o odeia. O que o mundo valoriza, Cristo menospreza; o que Ele ama, o mundo odeia. Anos atrás, F. B. Meyer escreveu: "Entre tais opostos irreconciliáveis como a Igreja e o mundo não pode haver senão antagonismo e discussão. Cada um estima e busca o que o outro rejeita por ser desprezível. Cada um é dedicado a fins que são hostis aos mais preciosos interesses do outro". E veja só, a maioria dos cristãos acha que é possível seguir Jesus sem abandonar os princípios que o mundo nos apresenta.

Gerações atrás, ouvíamos sermões intitulados "Separação Bíblica", quer dizer, pregações sobre a convicção que temos de nos separar do que desagrada a Deus e de nos comprometer com os valores e crenças da Bíblia.

Minha geração afirmou ser mais sábia que nossos pais. Dissemos que a lista de "pecados mundanos" era artificial e que tínhamos de tomar nossas próprias decisões sobre esses assuntos. Os cristãos mais velhos, que conheciam o coração melhor que nós, avisaram que se começássemos a tolerar o mundanismo desencadearíamos um "efeito dominó" e chega­ria o dia em que a Igreja ficaria cheia de "crentes mundanos".

Esse dia é hoje.

As pesquisas de opinião pública mostram que a diferença entre a Igreja e o mundo é, de certa forma, indistinguível. Os pecados que estão no mundo acham-se na Igreja: imora­lidade, pornografia, entretenimento picante, materialismo, etc. Oficialmente, acreditamos que sem confiar em Jesus como Salvador as pessoas estão perdidas; extra-oficialmente, agi­mos como se o que as pessoas crêem e o modo como real­mente se comportam não tivessem importância. Não é de admirar que nossa luz tenha ficado tremeluzente e nosso sal tenha perdido o sabor.

Muitos reputam que não temos o direito de julgar o estilo de vida ou crenças de quem quer que seja. Nosso compromisso com o individualismo radical e a privatização da fé nos deixou propensos a 'Viver e deixar viver" sem discussão, avaliação ou repreensão. Perdemos a competên­cia de julgar o mundo porque perdemos a competência de nos julgar. Afirmamos certos princípios e, depois, agimos como se eles não importassem.

Não é de admirar, na minha opinião, que o versículo mais citado da Bíblia não seja: "Porque Deus amou o mundo" (Jo 3.16), mas: "Não julgueis, para que não sejais julgados" (Mt 7.1). Mesmo nos círculos evangélicos chegamos a ouvir: "Quem é você para julgar?" A implicação clara da
pergunta é que não temos o direito de dizer: "Este estilo de vida é errado", ou: "Isto é heresia", ou ainda: "Este pregador é um falso mestre". A frase que melhor descreve nossa cultura é: Qualquer coisa serve!!!

Como chegamos a isso?

Por que achamos tão difícil dizer que algumas opiniões religiosas são erradas? Ou que alguns tipos de comportamento são pecaminosos? Por que permitimos que tanto de Hollywood entre em nossas casas, fingindo que nós e nossas famílias não somos influenciados pela indústria de entreteni­mento? Por que permitimos que falsos mestres e profetas pros­perem sem advertirmos o povo de Deus? Por que há várias formas de ocultismo em prática? Estas são apenas algumas questões.

Precisamos ter um entendimento melhor de como as idéias prevalecentes da cultura têm influenciado a Igreja. Talvez venhamos a desco­brir que somos mais afetados pelo mundo do que percebe­mos. Antes de nos dedicarmos a falar sobre nossa responsa­bilidade como membros da Igreja, temos de entender os de­safios que confrontamos no mundo que nos cerca. (A VERDADE DESAPARECEU E POUCOS NOTARAM) -

Vivemos em uma sociedade pós-moderna, mas o que isso significa? E como o pós-modernismo influencia a Igreja?Toda geração tem de lutar suas próprias bata­lhas; às vezes, as aflições que uma sofre são as mesmas da anterior, porém com freqüência os assuntos são diferentes. Mas cada geração tem de confrontar o inundo, mudá-lo ou ser mudada por ele.

Hoje nossos desafios são singulares, porque nenhuma geração foi influenciada pela tecnologia como a nossa. So­mos bombardeados com televisão, a revolução do vídeo e a Internet. Talvez nenhuma geração teve tantas oportunidades como a nossa; nem tantas armadilhas. E no meio disso tudo, receio que nos afastamos muito do que é bom em direção ao que é trivial e até mesmo irracional. Em nossos dias, houve uma mega-mudança de pensamento; esta geração percebe a realidade de modo diferente, se comparada às gerações pas­sadas. As pessoas, na maioria, não vêem a vida do modo como a viam, e nós cristãos também não.

Vamos fazer uma breve excursão ao que se chama mente pós-moderna, de forma que possamos entender melhor os desafios diante de nós. Depois, perguntaremos como somos influenciados pelo mundo e o que pode ser feito a respeito.

Caindo na Decadência

A verdade desapareceu e poucos notaram. Diante de nos­sos olhos, as antigas formas de pensamento estão se esmigalhando, e em seu lugar encontramos novas maneiras de ver e conhecer o mundo. Crescemos com suposições que estão sendo descartadas, e em seu lugar acham-se novas conjeturas que oferecem resistência direta ao evangelho cristão. Talvez não seja muito forte dizer que a guerra foi declarada no pas­sado a favor de um novo futuro bravio.

Não podemos entender o pós-modernismo, a menos que entendamos o que era (e é) o modernismo. O modernismo ( A VERDADE HOJE É DEFINIDA COMO MINHA OPINIÃO PESSOAL DA REALIDADE) - era a crença de que a razão tinha o poder de compreender o mundo; a mente humana, pensava-se, tem a ha­bilidade de interpretar a realidade e descobrir valores abrangentes. Havia um otimismo, acreditava-se no pro­gresso, na convicção de que a ciência e a história pudessem nos conduzir a várias verdades que nos ajudariam a interpretar a realidade. O modernismo atacava a religião, particularmente o cristianismo, porque achava que este estava cheio de superstições. Pelo menos o modernismo acreditava que a verdade existia e não temia dizê-lo.

Veio o pós-modernismo.

A noção contemporânea é que a razão fracassou em dar sentido ao mundo. Dizem que o modernismo não tem os blocos construtivos necessários para construir um sistema de verdades que seja aplicável a todas as culturas. A antiga suposição de que há verdade objetiva deve ser substituída pela noção de que, na realidade, não há "verdade" — se por verdade quisermos dizer valores aplicáveis a todas as cultu­ras e em todas as épocas. A verdade, se é que existe, não existe "lá fora" para ser descoberta, mas é simplesmente mi­nha própria resposta pessoal aos dados quê me são apresen­tados. Eu não descubro a verdade, eu sou a fonte da verdade.

Enquanto o modernismo atacava a religião tachando-a de superstição, o pós-modernismo aceita todas as religiões e considera todos os tipos de superstições. Qualquer espiritualidade agora é aceita sem sequer haver uma indica­ção de que um ponto de vista seja errado e outro certo. Visto que a verdade hoje é definida como minha opinião pessoal da realidade, segue-se que temos qualquer número de "verdades" — aproximadamente uma para cada pessoa no mundo.

Teoricamente, o pós-modernismo diz que não há padrão independente de certo ou errado, não há padrão indepen­dente de verdade e erro. Contudo, visto que somos seres morais, nem mesmo os pós-modernistas podem descartar todos os julgamentos morais. Quando os pós-modernistas vêem algo de que não gostam, eles têm novos meios de des­crever o que vêem; eles inventam noções que substituem o conceito da verdade.

Essas novas formas de pensamento mudaram o diálogo em nosso mundo moderno. Temos de entender melhor nos­sa cultura se desejamos desafiá-la.


Ah, não, Soroka..


* O que há de errado com o texto? Confused Ele fala a mais pura verdade!

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MensagemEnviada: 04-03-2010 9:09 am Responder com Citação

Sorokbano escreveu:
?!?

Logos escreveu:
Sorokbano escreveu:
Leiam, é espetacular!

* O texto é longo, mas vale a pena ler cada linha (fonte: http://webevangelista.blogspot.com/2010/03/por-que-temos-medo-de-julgar.html ):

W. Lutzer escreveu:
A Igreja deve estar no mundo como um navio no oceano; todavia, quando o oceano inunda o navio, este passa por gran­des dificuldades, tendendo a afundar. Temo que o navio evan­gélico esteja afundando. O mundo está se infiltrando tão rapidamente na Igreja, que ficamos imaginando por quanto tempo a embarcação poderá ficar flutuando. A Igreja, que é chamada para influenciar o mundo, encontra-se influencia­da por ele.

Se nós, na função de representantes de Cristo, mal nos mantemos flutuando, como esperaremos salvar uma socie­dade que está afundando? Aceitamos os valores do mundo; seu entretenimento, sua moral, suas atitudes. Também aceitamos sua tolerância, sua insistência em nunca desafiarmos as convicções particulares das pessoas, quer dentro quer fora da Igreja. Diante das pressões culturais, ficamos confusos, hesitantes em agir, incapazes de dar um testemunho amoro­so, mas convincente, ao mundo.

Claro que também há muitos sinais esperançosos em nossa - (Perdemos a nossa competência de julgar o mundo porque perdemos a competência de nos julgar) - cultura Há igrejas e indivíduos que estão causando grande impacto em prol do evangelho, e por isto so­mos gratos. Contudo, em sua mai­oria, como cristãos, nos estabele­cemos num tipo confortável de cristianismo que exige muito pou­co e, por sua vez, faz pouca diferença na cultura mais ampla. Quando o mundo dá um passo em nossa direção, nós o abraçamos sem remorso. Porém, a igreja que fez as pazes com o mundo é incapaz de mudá-lo.

Hoje, há o mito que diz que o mundo é mais tolerante que outrora, porque aceita "ambos os pontos de vista". Se numa das esquinas de nossa cidade alguém perguntar: "O que você acha de Jesus Cristo?", receberá, provavelmente uma resposta favorável. Ele seria descrito como um bom mestre ou como alguém que nos ensinou sobre o amor. Entretanto, temos certeza de que o mundo fala bem dEle, porque na verdade não compreende quem de fato foi (e é) Jesus, e por que veio a terra.

Ouça as próprias palavras de Jesus: "Se o mundo vos abor­rece, sabei que, primeiro do que a vós, me aborreceu a mim. Se vós fosseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas, porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos aborrece" (Jo 15.18,19). Em geral, o mundo de hoje,só tem uma opinião favorável em relação a Cristo porque o interpreta mal.

Lembre-se deste axioma: Quanto mais o mundo entende o propósito da vinda de Jesus, mais o odeia. O que o mundo valoriza, Cristo menospreza; o que Ele ama, o mundo odeia. Anos atrás, F. B. Meyer escreveu: "Entre tais opostos irreconciliáveis como a Igreja e o mundo não pode haver senão antagonismo e discussão. Cada um estima e busca o que o outro rejeita por ser desprezível. Cada um é dedicado a fins que são hostis aos mais preciosos interesses do outro". E veja só, a maioria dos cristãos acha que é possível seguir Jesus sem abandonar os princípios que o mundo nos apresenta.

Gerações atrás, ouvíamos sermões intitulados "Separação Bíblica", quer dizer, pregações sobre a convicção que temos de nos separar do que desagrada a Deus e de nos comprometer com os valores e crenças da Bíblia.

Minha geração afirmou ser mais sábia que nossos pais. Dissemos que a lista de "pecados mundanos" era artificial e que tínhamos de tomar nossas próprias decisões sobre esses assuntos. Os cristãos mais velhos, que conheciam o coração melhor que nós, avisaram que se começássemos a tolerar o mundanismo desencadearíamos um "efeito dominó" e chega­ria o dia em que a Igreja ficaria cheia de "crentes mundanos".

Esse dia é hoje.

As pesquisas de opinião pública mostram que a diferença entre a Igreja e o mundo é, de certa forma, indistinguível. Os pecados que estão no mundo acham-se na Igreja: imora­lidade, pornografia, entretenimento picante, materialismo, etc. Oficialmente, acreditamos que sem confiar em Jesus como Salvador as pessoas estão perdidas; extra-oficialmente, agi­mos como se o que as pessoas crêem e o modo como real­mente se comportam não tivessem importância. Não é de admirar que nossa luz tenha ficado tremeluzente e nosso sal tenha perdido o sabor.

Muitos reputam que não temos o direito de julgar o estilo de vida ou crenças de quem quer que seja. Nosso compromisso com o individualismo radical e a privatização da fé nos deixou propensos a 'Viver e deixar viver" sem discussão, avaliação ou repreensão. Perdemos a competên­cia de julgar o mundo porque perdemos a competência de nos julgar. Afirmamos certos princípios e, depois, agimos como se eles não importassem.

Não é de admirar, na minha opinião, que o versículo mais citado da Bíblia não seja: "Porque Deus amou o mundo" (Jo 3.16), mas: "Não julgueis, para que não sejais julgados" (Mt 7.1). Mesmo nos círculos evangélicos chegamos a ouvir: "Quem é você para julgar?" A implicação clara da
pergunta é que não temos o direito de dizer: "Este estilo de vida é errado", ou: "Isto é heresia", ou ainda: "Este pregador é um falso mestre". A frase que melhor descreve nossa cultura é: Qualquer coisa serve!!!

Como chegamos a isso?

Por que achamos tão difícil dizer que algumas opiniões religiosas são erradas? Ou que alguns tipos de comportamento são pecaminosos? Por que permitimos que tanto de Hollywood entre em nossas casas, fingindo que nós e nossas famílias não somos influenciados pela indústria de entreteni­mento? Por que permitimos que falsos mestres e profetas pros­perem sem advertirmos o povo de Deus? Por que há várias formas de ocultismo em prática? Estas são apenas algumas questões.

Precisamos ter um entendimento melhor de como as idéias prevalecentes da cultura têm influenciado a Igreja. Talvez venhamos a desco­brir que somos mais afetados pelo mundo do que percebe­mos. Antes de nos dedicarmos a falar sobre nossa responsa­bilidade como membros da Igreja, temos de entender os de­safios que confrontamos no mundo que nos cerca. (A VERDADE DESAPARECEU E POUCOS NOTARAM) -

Vivemos em uma sociedade pós-moderna, mas o que isso significa? E como o pós-modernismo influencia a Igreja?Toda geração tem de lutar suas próprias bata­lhas; às vezes, as aflições que uma sofre são as mesmas da anterior, porém com freqüência os assuntos são diferentes. Mas cada geração tem de confrontar o inundo, mudá-lo ou ser mudada por ele.

Hoje nossos desafios são singulares, porque nenhuma geração foi influenciada pela tecnologia como a nossa. So­mos bombardeados com televisão, a revolução do vídeo e a Internet. Talvez nenhuma geração teve tantas oportunidades como a nossa; nem tantas armadilhas. E no meio disso tudo, receio que nos afastamos muito do que é bom em direção ao que é trivial e até mesmo irracional. Em nossos dias, houve uma mega-mudança de pensamento; esta geração percebe a realidade de modo diferente, se comparada às gerações pas­sadas. As pessoas, na maioria, não vêem a vida do modo como a viam, e nós cristãos também não.

Vamos fazer uma breve excursão ao que se chama mente pós-moderna, de forma que possamos entender melhor os desafios diante de nós. Depois, perguntaremos como somos influenciados pelo mundo e o que pode ser feito a respeito.

Caindo na Decadência

A verdade desapareceu e poucos notaram. Diante de nos­sos olhos, as antigas formas de pensamento estão se esmigalhando, e em seu lugar encontramos novas maneiras de ver e conhecer o mundo. Crescemos com suposições que estão sendo descartadas, e em seu lugar acham-se novas conjeturas que oferecem resistência direta ao evangelho cristão. Talvez não seja muito forte dizer que a guerra foi declarada no pas­sado a favor de um novo futuro bravio.

Não podemos entender o pós-modernismo, a menos que entendamos o que era (e é) o modernismo. O modernismo ( A VERDADE HOJE É DEFINIDA COMO MINHA OPINIÃO PESSOAL DA REALIDADE) - era a crença de que a razão tinha o poder de compreender o mundo; a mente humana, pensava-se, tem a ha­bilidade de interpretar a realidade e descobrir valores abrangentes. Havia um otimismo, acreditava-se no pro­gresso, na convicção de que a ciência e a história pudessem nos conduzir a várias verdades que nos ajudariam a interpretar a realidade. O modernismo atacava a religião, particularmente o cristianismo, porque achava que este estava cheio de superstições. Pelo menos o modernismo acreditava que a verdade existia e não temia dizê-lo.

Veio o pós-modernismo.

A noção contemporânea é que a razão fracassou em dar sentido ao mundo. Dizem que o modernismo não tem os blocos construtivos necessários para construir um sistema de verdades que seja aplicável a todas as culturas. A antiga suposição de que há verdade objetiva deve ser substituída pela noção de que, na realidade, não há "verdade" — se por verdade quisermos dizer valores aplicáveis a todas as cultu­ras e em todas as épocas. A verdade, se é que existe, não existe "lá fora" para ser descoberta, mas é simplesmente mi­nha própria resposta pessoal aos dados quê me são apresen­tados. Eu não descubro a verdade, eu sou a fonte da verdade.

Enquanto o modernismo atacava a religião tachando-a de superstição, o pós-modernismo aceita todas as religiões e considera todos os tipos de superstições. Qualquer espiritualidade agora é aceita sem sequer haver uma indica­ção de que um ponto de vista seja errado e outro certo. Visto que a verdade hoje é definida como minha opinião pessoal da realidade, segue-se que temos qualquer número de "verdades" — aproximadamente uma para cada pessoa no mundo.

Teoricamente, o pós-modernismo diz que não há padrão independente de certo ou errado, não há padrão indepen­dente de verdade e erro. Contudo, visto que somos seres morais, nem mesmo os pós-modernistas podem descartar todos os julgamentos morais. Quando os pós-modernistas vêem algo de que não gostam, eles têm novos meios de des­crever o que vêem; eles inventam noções que substituem o conceito da verdade.

Essas novas formas de pensamento mudaram o diálogo em nosso mundo moderno. Temos de entender melhor nos­sa cultura se desejamos desafiá-la.


Ah, não, Soroka..


* O que há de errado com o texto? Confused Ele fala a mais pura verdade!

É o tamanho.. nem li.. heheh Tem um resumo não? Razz

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MensagemEnviada: 04-03-2010 10:28 am Responder com Citação

Leia!

Logos escreveu:
Sorokbano escreveu:
?!?

Logos escreveu:
Sorokbano escreveu:
Leiam, é espetacular!

* O texto é longo, mas vale a pena ler cada linha (fonte: http://webevangelista.blogspot.com/2010/03/por-que-temos-medo-de-julgar.html ):

W. Lutzer escreveu:
(...)


Ah, não, Soroka..


* O que há de errado com o texto? Confused Ele fala a mais pura verdade!

É o tamanho.. nem li.. heheh Tem um resumo não? Razz


* Fiz questão de reproduzir o texto todo por dois motivos: a) porque o brasileiro em geral não gosta de ler e nós, como sal da terra e luz do mundo, temos que dar exemplo (o que custa gastar cinco minutos ou até mais lendo o texto?); b) porque certamente as respostas a todos os questionamentos que forem feitos a respeito do mundanismo no meio evangélico estão no texto e não há necessidade de ficar repetindo o tempo todo o conteúdo dele.
* Exercite sua mente! LEIA! Cool

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MensagemEnviada: 04-03-2010 2:11 pm Responder com Citação

É, exercite sua mente, deixe seu trabalho de lado e perca tempo lendo texto enormes em fóruns.
Mas não é só isso! Passe o dia pesquisando coisas úteis (e inúteis) na internet! Procure coisas relacionadas aos "grandes irmãos, gran hermanos e big brothers" da vida!
Mas não pare por aí, continue exercitando sua mente procurando textos relacionados aos tópicos dos fóruns q você passa o dia todo. Mas calma, você acha q é fácil exercitar a mente? Não é só isso! Escreva! Escreva muito em fóruns, escreva para blogues, escreva no orkut! Escreva, leia, releia, post seus textos, repost! Post outra vez para aqueles q não são acostumados com leitura!
Mas não custa você perder mais 5 minutos procurand vídeos no youtube, certo?
Agora, se mesmo assim você não pegou gosto pela leitura, reveja as 592 páginas de um tópico, procure seus posts e depois poste o resumo de tudo q você já escreveu!


Mas se você não for funcionário público, desencana, vai fazer teu trabalho pq você pode ser demitido, eles não!

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MensagemEnviada: 04-03-2010 2:41 pm Responder com Citação

MauMau escreveu:
É, exercite sua mente, deixe seu trabalho de lado e perca tempo lendo texto enormes em fóruns.
Mas não é só isso! Passe o dia pesquisando coisas úteis (e inúteis) na internet! Procure coisas relacionadas aos "grandes irmãos, gran hermanos e big brothers" da vida!
Mas não pare por aí, continue exercitando sua mente procurando textos relacionados aos tópicos dos fóruns q você passa o dia todo. Mas calma, você acha q é fácil exercitar a mente? Não é só isso! Escreva! Escreva muito em fóruns, escreva para blogues, escreva no orkut! Escreva, leia, releia, post seus textos, repost! Post outra vez para aqueles q não são acostumados com leitura!
Mas não custa você perder mais 5 minutos procurand vídeos no youtube, certo?
Agora, se mesmo assim você não pegou gosto pela leitura, reveja as 592 páginas de um tópico, procure seus posts e depois poste o resumo de tudo q você já escreveu!


Mas se você não for funcionário público, desencana, vai fazer teu trabalho pq você pode ser demitido, eles não!

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hehehehe tipo isso aí..

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MensagemEnviada: 04-03-2010 9:08 pm Responder com Citação

Não concordo!!
Sou funcionário público. E Funcionário público pode não ser demitido, mas pode ser sacaniado, se não fizer o seu trabalho. (hehehehe)
Não tenho toda essa disponibilidade de tempo Crying or Very sad Crying or Very sad

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MensagemEnviada: 05-03-2010 6:22 pm Responder com Citação

Mas se você for sacaniado deixa de receber seu salário?

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MensagemEnviada: 06-03-2010 12:22 pm Responder com Citação

É claro que não. Mas existe uma coisa chamada de avaliação de desempenho, que pode baixar o meu salário. E existe uma outra coisa chamasa Processo Administrativo Disciplinar que pode ser usada contra mim. Basta eu ser negligente.
É acho que estou viajando um pouco, com visão de primeiro mundo. Mas tudo bem, prefiro não abusar. Sou prfissional. Wink

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MensagemEnviada: 06-03-2010 12:34 pm Responder com Citação

Mas o assunto é santidade né?
Pois é na Bíblia existem conselhos para o trabalhador em Efésios cap 6, para Funcionários privados e livres, digo Servidores Públicos (kkkkkk) (brincadeira gente). Se pelo menos os que se dizem cristãos seguissem...... Como seria uma maravilha.

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MensagemEnviada: 07-03-2010 12:12 pm Responder com Citação

Acho que uma vida em santidade não quer dizer que você nunca vá pecar, mais sim que não vai viver em pecado, e é isso que eu busco pra minha vida, uma vida que o pecado seja um acidente de trajeto e não uma coisa comum!!!
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MensagemEnviada: 08-03-2010 12:13 pm Responder com Citação

Se depender da Globo...

* ... coitados de nossos filhos e de nossas famílias! Evil or Very Mad

Sérgio Moura escreveu:
A SILENCIOSA INVESTIDA DA REDE GLOBO

Saudações amigos!

Dias atrás eu conversava com minha esposa sobre a programação da Rede Globo, do padrão de qualidade, da audiência, do investimento gigantesco em publicidade e das inúmeras repetidoras espalhadas no Brasil e no mundo.

Acontece que a Globo, com todo esse poder de penetração na sociedade e dentro de nossas casas, vem introduzindo, silenciosamente, uma cultura de libertinagem, traição, adultério e rompimento com a célula familiar de forma sutil.

Com o advento do BBB10 a Globo conseguiu o que ela vinha tentando há muito tempo, o beijo gay ao vivo. Em duas cenas do BBB 10 aconteceram dois beijos Gay e quando um deles foi "líder" a produção do programa teve o cuidado de colocar sobre uma estante a foto do beijo, com isso a Globo faz com que seus fiéis telespectadores vejam o beijo gay como algo comum e engraçado, ou seja, aceitável.
Agora, nas novelas globais o beijo gay vai acontecer, induzindo esse comportamento aos jovens e adolescentes, induzindo legisladores a criarem leis que abonem tal comportamento.

No mesmo BBB 10 uma das participantes declarou-se lésbica e com essa declaração todas as demais mulheres do programa se aproximaram dela sendo protagonizado o selinho lésbico no programa e todos os demais a apoiaram sob o manto sagrado do não preconceito.

Na novela Viver a Vida o tema principal mostrado de forma engraçada e aceitável é a da traição e do adultério.
A Globo leva ao telespectador ao absurdo de torcer para que um irmão traia o outro ficando com sua namorada.
A traição nessa novela é a mola mestra da máquina, todos os personagens se traem, e isso é mostrado de forma comum, simples, corriqueiro.

Mas talvez, a investida mais evidente e absurda esta na novela das 6h, Cama de Gato.
A Globo superou todos os limites nessa novela ao colocar como tema uma música do grupo Titãs.
Na música, nenhuma linha de sua letra se consegue tirar algo de poético, de aconselhável pra vida ou de apoio.
A letra da música faz menção discarada do Inimigo de nossas almas que deseja entrar em nossa casa (coração) e destruir tudo, tirarem tudo do lugar (destruir a célula familiar e nossa fé).

A música chega ao absurdo de dizer que devemos voltar à mesma prisão, a mesma vida de morte que vivíamos.

Amados amigos, fica o alerta, às vezes nem nos damos conta do real propósito de uma novela, de um programa, de uma música, e como Jesus esta às portas, as coisas do mal estão cada vez mais evidentes e claras. Até os incrédulos estão percebendo que algo esta errado.

Aproveito para trazer ao conhecimento a letra dessa música, cuidadosamente escolhida pela Globo para servir de tema da dita novela; música de abertura da novela.


Vamos deixar que entrem Que invadam o seu lar
Pedir que quebrem Que acabem com seu bem-estar
Vamos pedir que quebrem O que eu construi pra mim
Que joguem lixo Que destruam o meu jardim

Eu quero o mesmo inferno A mesma cela de prisão - a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro

Vamos deixar que entrem Que invadam o meu quintal
Que sujem a casa E rasguem as roupas no varal
Vamos pedir que quebrem Sua sala de jantar
Que quebrem os móveis E queimem tudo o que restar

Eu quero o mesmo inferno A mesma cela de prisão - a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro

Eu quero o mesmo inferno A mesma cela de prisão - a falta de futuro O mesmo desespero

Vamos deixar que entrem Como uma interrogação
Até os inocentes Aqui já não tem perdão
Vamos pedir que quebrem Destruir qualquer certeza
Até o que é mesmo belo Aqui já não tem beleza

Vamos deixar que entrem E fiquem com o que você tem
Até o que é de todos Já não é de ninguém
Pedir que quebrem Mendigar pelas esquinas
Até o que é novo Já esta em ruinas


Vamos deixar que entrem Nada é como você pensa
Pedir que sentem Aos que entraram sem licença
Pedir que quebrem Que derrubem o meu muro
Atrás de tantas cercas Quem é que pode estar seguro?

Eu quero o mesmo inferno A mesma cela de prisão - a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro

Eu quero o mesmo inferno A mesma cela de prisão - a falta de futuro O mesmo desespero



Imaginem tudo isso entrando em sua casa... Quando você liga sua televisão, você abre uma janela para entrar em sua casa coisas boas ou ruins - isso é uma questão de escolha.

Imaginem nossas crianças cantando isso? Trazendo isso pra dentro do coração e da alma delas? Imaginem você cantando isso?

Tente imaginar de onde o compositor dessa "pérola" tirou inspiração para compôr tamanha afronta?



Ai pergunto, pode porventura vir alguma coisa boa da Rede Globo?

Pensem nisso, anunciem isso, façam conhecer, livre malguns dessa humilhação, dessa opressão, dessa falta de futuro, dessa cela de prisão.





Se você ama a sua família comente isso com os seus filhos e não deixe os seus amigos de fora. Esta situação não pode continuar.

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"Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo" (Gálatas 6:14).
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Meu Dot


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