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atlas
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MensagemEnviada: 06-06-2008 1:38 pm Responder com Citação

É cada coisa que a gente fica sabendo neste país....

Notícia do UOL News:

PF prende procurador-geral de Roraima por pedofilia

O procurador-geral de Roraima, Luciano Alves de Queiroz, foi preso hoje pela PF (Polícia Federal) durante a Operação Arcanjo, executada em Boa Vista. Também foram presos um major da Polícia Militar, dois empresários e outras três pessoas.

Segundo a Polícia Federal, Givanildo dos Santos Castro, Lidiane do Nascimento e Jackson Ferreira teriam ligações com o major Raimundo Gomes na formação de uma suposta rede de pedofilia que atendia ao procurador, empresários e políticos em Roraima.

O governador José de Anchieta Júnior (PSDB) disse que lamenta e deplora a suspeita de envolvimento do procurador e que vai exonerá-lo do cargo se for confirmada sua participação nos crimes. A assessoria do governador informou que o major também será expulso da Polícia Militar.

Luciano Queiroz foi quem assinou a ação cautelar que suspendeu no Supremo Tribunal Federal (STF) a execução da Operação Upatakon 3 para retirada dos não-índios da terra indígena Raposa Serra do Sol, no mês de março.

Ao chegar algemado na sede da Superintendência da PF, ele disse que sua prisão era em represália à suspensão da ação dos agentes federais na terra indígena.

A investigação, iniciada a partir de relatório produzido pelo Conselho Tutelar do Município de Boa Vista, revelou que o esquema explorava sexualmente meninas com idade entre seis e 14 anos.

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MensagemEnviada: 07-06-2008 1:19 pm Responder com Citação

http://charges.uol.com.br/2008/06/04/brasileiro-canta-same-mistake/

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MensagemEnviada: 11-06-2008 10:05 am Responder com Citação

algo sobre a amazônia que saiu na Folha:
A Amazônia brasileira para os brasileiros

JOHAN ELIASCH

Divulgou-se que eu teria dito que a floresta amazônica poderia ser "comprada" pelo valor total de US$ 50 bilhões. Eu jamais disse isso!

REPORTAGENS positivas e negativas, algumas delas contendo vários erros factuais, têm sido publicadas recentemente a respeito do meu envolvimento na proteção da floresta amazônica e, portanto, alguns esclarecimentos à opinião pública brasileira merecem ser prestados de forma clara e objetiva.
Sou um admirador do Brasil, da cultura multifacetada, das belezas naturais e da amabilidade do povo brasileiro. Tenho imenso respeito pela liderança exercida por este país no combate ao desmatamento e na proteção ao meio ambiente. Nenhum país tem feito mais para tentar entender os fatores que geram o desmatamento e os desafios na promoção do desenvolvimento sustentável.
A floresta amazônica brasileira pertence ao Brasil e acredito firmemente que assim deva continuar. Alguns observadores estrangeiros têm sustentado que o governo brasileiro deve ser guiado sobre como proteger a floresta ou, ainda, que intervenções internacionais seriam necessárias.
Tal opinião, normalmente defendida por pessoas que nunca estiveram no Brasil ou na floresta amazônica, mostra-se completamente equivocada. Tem sido divulgado, sem o menor fundamento, que eu teria dito que a floresta amazônica poderia ser "comprada" pelo valor total de US$ 50 bilhões. Eu jamais disse isso! Fiz um discurso à indústria de seguros em julho de 2006, quando procurei demonstrar a direta relação existente entre o desmatamento da floresta e alguns desastres naturais.
O que eu disse, para que fique publicamente esclarecido, é que o valor despendido por empresas seguradoras em decorrência dos efeitos devastadores do furacão Katrina em 2005 (cerca de US$ 75 bilhões) foi superior ao hipotético valor capital da floresta amazônica.
Afirmei que a indústria seguradora tem um claro interesse em patrocinar financeiramente a proteção das florestas tropicais. Tal proteção teria reflexos nas mudanças climáticas, evitando, conseqüentemente, os acidentes naturais daí decorrentes.
Se o carbono armazenado nas florestas tropicais é um recurso global contra mudanças climáticas, o Brasil, assim como outros países onde tais florestas estão localizadas, deve ser recompensado pelo uso sustentável de tais recursos.
Por que o Brasil deveria assumir tal responsabilidade isoladamente? A única forma de reduzir o desmatamento e, ao mesmo tempo, assegurar os objetivos de crescimento e desenvolvimento dos países detentores de florestas tropicais é ter todos trabalhando em torno do mesmo objetivo.
Acredito que devemos reunir a habilidade e a competência do Brasil e de outros países detentores de florestas tropicais com uma substancial disponibilidade de recursos por parte dos países economicamente mais desenvolvidos. Os países ricos, afinal, são aqueles que mais se beneficiaram pelo desenvolvimento e progresso industrial e mais causaram, portanto, efeitos negativos ao meio ambiente.
Se a comunidade internacional agir unida em questões de combate à pobreza e na transferência de parte dos frutos econômicos do uso da floresta para as populações locais (uso sustentável), em vez de empresas exploradoras (desenvolvimento não sustentável), poderemos atacar o problema do desmatamento de forma efetiva.
A proteção da floresta é um modelo comunitário e, como cidadão da comunidade internacional, procuro assumir a responsabilidade que me cabe nesse contexto.
O resto do mundo deve estar preparado para compensar as nações detentoras de florestas tropicais pela proteção desse patrimônio.
Essa pode ser uma oportunidade sem precedentes no combate à pobreza e um instrumento para o desenvolvimento econômico do Brasil (mais especificamente da região amazônica), do Congo e de alguns países asiáticos.
Não sou um conservacionista passivo. O Brasil tem uma imensa responsabilidade nesse contexto e tem feito esforços heróicos em áreas de proteção do meio ambiente.
Eu e muitos outros, brasileiros ou estrangeiros, dividimos o mesmo ideal. Por que então não colocar de lado polêmicas políticas e atuar em conjunto? O futuro do planeta está em jogo e somos todos responsáveis por deixá-lo em melhores condições para essa e futuras gerações.
JOHAN ELIASCH, 46, bacharel em economia, mestre em engenharia pelo Instituto Real de Tecnologia da Suécia, é assessor especial do primeiro-ministro britânico para assuntos relativos ao desmatamento e mudanças climáticas, presidente do Conselho Administrativo e CEO da Head N.V. e co-presidente da Cool Earth, além de patrono da Universidade de Estocolmo (Suécia).

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elielsantos
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MensagemEnviada: 17-06-2008 11:58 am Responder com Citação

Pessoal, leiam este artigo,d e um militar sobre a ingerência das ONGs sobre a nação brasileira.




General Eliéser Girão Monteiro Filho/O País tupiniquim das ONGs
17/03/2008 09:39 - Redação

Crédito: Divulgação

General Eliéser Girão Monteiro Filho

Graças às atrapalhadas do governo federal em Roraima, que prosseguem sem controle, mais de 40% do território do Estado de Roraima se encontra sob a jurisdição, de fato, não de direito, do Conselho Indigenista de Roraima (CIR); da Agência Católica para o Desenvolvimento (CAFOD) - Igreja Católica da Inglaterra e do País de Gales; da Coordenadoria Ecumênica de Serviços (CESE) - Conselho Mundial de Igrejas; do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB); da Comissão Pró-Yanomami (CCPY); da Agência Norueguesa de Cooperação para o Desenvolvimento (NORAD) - Ministério de Negócios Estrangeiros; do Greenpeace; do Instituto Socio-ambiental (ISA); da Oxfam e a Survival International dentre outras.

A demarcação de Terras Indígenas localizadas em áreas de fronteira e, coincidentemente, sobre enormes jazidas minerais, trazem à tona novamente a questão da criação e o reconhecimento das “nações indígenas”, defendida por diversas organizações e países estrangeiros. Sem sombra de dúvida, o nosso primeiro “Kosovo indígena” iniciará por Roraima e se estenderá pelo Amazonas, resultando da união da TI Raposa-Serra do Sol, da TI Ianomâmi e “Cabeça do Cachorro”. Seria o coroamento de todo este imbróglio de ações nefastas de ONGs, da adoção do “Estado Plurinacional”, da ausência do estado nas terras indígenas, da total falta de ações coerentes por parte do governo “companheiro” e de sua anuência à Convenção sobre os Direitos dos Povos Indígenas.

Dentro deste caos total, desta falta de princípios, caráter, dignidade e honra surge uma figura impressionante pela sua postura altiva, serena e patriótica: o General Eliéser Girão Monteiro Filho - muito digno comandante da 1ª Brigada de Infantaria de Selva, sediada em Boa Vista - Roraima. Os regulamentos militares não me autorizam, como militar, criticar ou elogiar um superior hierárquico e por isso resolvo fazê-lo fora das lides castrenses como irmão maçom. Tive a honra e o privilégio de participar, com o General Monteiro, do Curso de Operações de Selva, em 1.999, no Centro de Instrução de Guerra na Selva, em Manaus, onde ele, merecidamente, se classificou em 1° lugar.

Raras vezes temos tido a oportunidade, nestes tempos em que a omissão é a regra, de ver alguém que reaja com autoridade, com dignidade, com responsabilidade, tomando atitudes coerentes com os princípios da ética, da honra e do patriotismo. É bom saber, meu caro ir:. Monteiro que jovens brasileiros tenham, hoje, a oportunidade de verificar que existem “Homens” como tu nesse país para que não caiam no desalento da nossa águia de Haia que chegou a dizer, certa feita, que: “De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”

O País tupiniquim das ONGs

O embarque do Ministro-Chefe da Secretaria de Planejamento de Longo Prazo (SEALOPRA), Roberto Mangabeira Unger da 1ª Brigada de Infantaria de Selva, para a Terra Indígena Raposa Serra do Sol, no sábado, foi tumultuado. Pouco antes de os helicópteros decolarem, o General de Brigada Eliéser Girão Monteiro Filho, comandante da 1ª Brigada de Infantaria de Selva, com parlamentares federais e estaduais foram proibidos de acompanhar o ministro na visita à Assembléia dos Tuxauas, realizada no Surumu. A inusitada proibição partiu do Ministro da Defesa, Nelson Jobim, e foi reiterada pelo Ministro da Justiça, Tarso Genro e, agravando a situação, foi determinado também que a segurança de Unger deixasse de ser atribuição do Exército sendo feita pela Polícia Federal.

O senador petista Augusto Botelho, o deputado federal Márcio Junqueira e o deputado estadual Ivo Som, que acompanhavam o evento, revoltados, foram embora. "É um absurdo que as ONG’s ditem quem anda por dentro de Roraima e limitem o próprio Exército, que está dando todo o apoio logístico e é o responsável pela segurança do ministro", protestou Junqueira.

No Brasil, vigora o conceito de Povos Indígenas e não de Nações, como pretendem as ONGs, e, portanto, as restrições ao direito de ir e vir de autoridades em suas áreas são cerceamentos inconstitucionais. O atrapalhado governo federal barra a entrada de brasileiros e autoriza o livre trânsito de estrangeiros de qualquer nacionalidade e com os mais suspeitos interesses. A Igreja, há muito tempo, está atuando fora de sua missão evangelizadora e age, juntamente com as ONGs, criminosamente, na área política e o governo “companheiro” assiste a tudo passivamente.

Nosso país sempre foi um exemplo de sadia miscigenação para os demais, mas a criação de imensas reservas e a retirada de não-índios e mestiços que nela moram, muitas vezes, há centenas de anos, são um estímulo à segregação e o racismo.

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Hiram Reis e Silva

Coronel de engenharia (professor do Colégio Militar de Porto Alegre)




Link da matéria:
http://conexaotocantins.com.br/noticia/general-elieser-girao-monteiro-filhoo-pais-tupiniquim-das-ongs/1787
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