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rap Post Rider

Registrado: May 11, 2005 Idade: 22 Mensagens: 8134 Localização: Brasília
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Enviada: 11-03-2008 9:08 am |
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Estava lendo o texto abaixo do Caio e me veio uma reflexão há muito feita: o que é pregado é a mortificação do eu ou um puro ascetismo sem fundamento algum?
Abaixo o texto do Caio Fábio:
Buda disse que viver é sofrer; e que o sofrimento é fruto do desejo; e, desse modo, a vitória sobre o sofrimento seria a mortificação do “eu” pela via do desapego a todas as coisas; a tal ponto que o total desapego colocaria a pessoa no estado de iluminação que o Buda alcançou; entrando-se, desse modo, no Nirvana — estado no qual todos os desejos já deram lugar a aceitação, e o ego se dissolveu no todo universal; continuando existente no todo, porém sem consciência de si e sem qualquer pessoalidade. Ou seja: tem-se que dissolver a consciência de si mesmo no todo universal a fim de se ter uma paz que não sabe de si. Ora, apesar disso, tem-se que admitir que Buda afirmou algumas coisas semelhantes ao que Jesus ensinou. Mas há grandes diferenças. Em Jesus o “eu” a ser posto na cruz é o “si-mesmo”, que tem que dar lugar a um eu rendido ao amor. Tomar a própria cruz e seguir a Jesus, não é, todavia, um exercício de desistência do eu, mas sim de sua falsificação, que é o “si-mesmo”. Isto porque para negar a si mesmo, tomar a cruz e segui-Lo —, há uma grande demanda, não de desistência do eu, mas de fortalecimento dele em seu estado mais essencial; pois, somente quando o “si-mesmo” é crucificado é que o eu começa a sua própria jornada sobre a realidade; e não mais sob os auspícios dos desejos ilusórios. Assim, Jesus diz que no mundo se tem muitas aflições. Não diz que viver é sofrer, mas afirma que se tem muita da dor na existência. Seu ensino, todavia, não nos convida para um esforço contra os desejos e paixões que só podem ser vencidos se a pessoa morrer junto e por inteiro em sua pessoalidade. Por isto, ao invés de ensinar a negação como evasão da vida, Jesus ensina o “bom ânimo” como inserção na vida! Sim, ao invés de lutar contra os desejos, Jesus ensina que no mundo há aflições, frustrações, injustiças, iniqüidades, e dor; mas combate tudo isto com “bom ânimo”. Afinal, chega um ponto em que depois de todas as paixões e desejos, a própria existência trata de fazer de quase todo homem um budista sem nem ao menos a evasão para o Nirvana. Por isto, pode-se dizer que depois do Encontro com a Existência, o maior desejo passa a ser de morte; ainda que a maioria não saiba. Daí, sem esperar que a vida esmague ninguém, porém afirmando que as dores são inevitáveis, Jesus manda ter “bom ânimo”; pois, de fato, é o bom ânimo o poder que combate o desejo mais essencial que habita os humanos, que é a pulsão de morte e de suicídio maquiado. Jesus nunca jejuou para matar nada. Seu jejum era para ficar só e concentrar todo o Seu foco humano na tarefa que historicamente começava. Entretanto, Nele não há angustia de ser, como havia em Buda. As angustias de Jesus não são conflitos existenciais, mas reações naturais e humanas frente à dor real e infligida como tortura e morte. Mas não há nenhuma outra angustia Nele. Porque Jesus não “deseja” nada, nunca teve qualquer dos conflitos de Buda. Sim, Buda tem que lutar para se iluminar. Jesus é a Luz. Buda tem um si-mesmo em conflito com seu eu. Jesus é ego-amor. Buda tem que experimentar roteiros e buscar o mais sábio, segundo sua percepção. Jesus é o Caminho. Buda se ausenta da vida e medita. Jesus fica em silencia público trinta anos, medita, e entra na vida em sua plenitude, e com todos. O Buda não chora. Jesus chora. O Buda não ri. Jesus gargalha. O Buda não bebe. Jesus é acusado de ser bebedor de vinho. O Buda se recolhe em reclusão permanente. Jesus manda que jamais se faça assim. O Buda diz: “Meu ensino é como uma balsa para atravessar um rio. Seria loucura, depois da travessia, levar a barca por aí”. Jesus, todavia, não se diz uma balsa para um tempo de travessia, mas diz ser o Caminho onde quer que haja Vida a ser experimentada; seja na travessia; seja em terra firme ou não; seja para aqui, seja para além; seja para a vida, seja para a morte; seja em tempos de angustia ou de paz — Jesus não é temporário. Além disso, é a naturalidade de Jesus e Seu senso de propriedade e bom senso, aquilo que nos mostrar o que significa estar no mundo, vive-lo sem medo, e, ao mesmo tempo, não ser do mundo; porém sem nenhuma evasão. O Buda não venceu o mundo, mas apenas encontrou uma porta de alienação, que antes de tudo é uma Psicologia do Impessoal. Jesus venceu o mundo, pois, nele amou a todos; e se deu por todos; e, antes de morrer por amor, viveu entre os homens, em suas casas, com suas dores, curando-lhes os males, sorrindo com suas alegrias, defendendo-os de inimigos perversos, expulsando demônios e devolvendo as pessoas à família e à vida. Buda diz Não-Eu! Jesus diz: Eu Sou! O caminho da consciência em Buda leva ao mergulho na Inconsciência. O caminho da consciência em Jesus leva a conhecer a Deus como somos por Ele conhecidos. Assim, Buda é um homem querendo paz no Nirvana. Jesus é Deus chamando os homens a Si mesmo; pois, em Jesus, o convite não é para o nirvana-céu, mas para a experiência eterna e crescente na consciência em Deus. Buda queria o caminho da paz e da harmonia, para si e para os outros. Jesus é a Paz. E ele é o Caminho. Assim, como uma criança, digo: Tudo o que Buda desejaria de melhor significaria, na História, ter conhecido a Jesus! Nele, a Quem todos buscam, mesmo quando não sabem, Caio
http://www.caiofabio.com/novo/caiofabio/pagina_conteudo.asp?CodigoPagina=0247300007 |
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deliriousgirl Justificado


Registrado: Mar 01, 2005 Idade: 22 Mensagens: 3825 Localização: são bernardo da borda do campo!
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Enviada: 11-03-2008 9:21 am |
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migacris Moderador .Gospel


Registrado: Jan 04, 2005 Idade: 26 Mensagens: 4053 Localização: na minha própria mente
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Humm Vício


Registrado: Apr 03, 2006 Mensagens: 431
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Enviada: 11-03-2008 11:43 am |
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Gostei muito do texto rap,
Creio que, nesse ponto de vista, o Caio Fábio esteja certo. É a primeira vez que percebo ele sendo equilibrado, como ele mesmo prega.
Ataca um extremo sem ir demais ao outro extremo. Realmente temos que entender que Deus não nos quer em uma vida de miséria, não obstante ter dito que passaremos por aflições nessa terra.
Existe um ministério chamado Rhema que prega o extremo dessa linha de raciocínio, ou seja, acreditam que toda doença é diabólica, por exemplo, e você só estará doente se não crer no poder de Deus.
Humm... |
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rap Post Rider

Registrado: May 11, 2005 Idade: 22 Mensagens: 8134 Localização: Brasília
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Enviada: 11-03-2008 1:34 pm |
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hehehh bando de preconceituosas rs...
Mas Hummm e como definir de forma prática o que é mortificação? |
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atlas Assíduo


Registrado: Dec 31, 2007 Idade: 45 Mensagens: 150 Localização: São Paulo (SP)
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Enviada: 11-03-2008 5:43 pm |
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Uma das coisas que sempre me chamou a atenção quando li a História da Igreja primitiva, foi exatamente o número de pessoas que entendeu a mensagem do evangelho como um convite à mortificação extrema. Confesso que nunca entendi bem a razão que levou um número enorme de eremitas a se refugiarem no deserto do Egito (principalmente), dando início ao movimento dos anacoretas que viviam isolados nas poucas cavernas da região, nas mínimas condições de sobrevivência. Me espanta que eles tenham radicalizado tanto a mensagem de Jesus a ponto de se negarem não só à convivência com outros como à sobrevivência do próprio corpo. Os chamados "padres do deserto" viveram nas primeiras décadas da expansão do cristianismo, e havia gente de todo tipo que se submetia às provas mais radicais de fé. Dizem que foram milhares, que praticavam coisas hoje impensáveis como os "estilitas" (não... não eram "estiliStas", embora representasse à época um certo movimento "fashion"). Eles subiam numa coluna ( stylos, em grego) e ficavam lá em cima por anos a fio, talvez com o intuito de mostrar que haviam conseguido um nível tal de elevação espiritual que já estavam mais próximos do céu. Outros, os "reclusos", se trancavam em lugares estreitos, como árvores ocas. Havia também os "pastadores", que, como o próprio nome diz, só se alimentavam de grama e raízes, como os animais.
Obviamente, embora aos milhares, proporcionalmente eles representavam uma pequena parcela dos cristãos da época, e eram movidos pelos mais diferentes ideais, seja o de um afastamento do mundo, a mortificação da carne ou uma elevação espiritual, embora praticamente todos fossem movidos, ao que parece, por um sentido de urgência no seu relacionamento com Deus, já que o fim do mundo era esperado para breve, naqueles dias em que eles viviam. Mesmo que Jesus não tenha retornado no seu tempo, eles lançaram as bases do monaquismo e do ascetismo cristão, de maneira que, à primeira vista, não havia muita diferença entre este estilo de vida e o budismo, tanto que há monges e ascetas em ambas as religiões até hoje. No século XVII, também houve o movimento "quietista", primeiro entre os católicos, mas que teve muita influência entre os protestantes (quem nunca viu livros da Madame Guyon nas livrarias evangélicas?), e que pregava basicamente que o ideal de cada cristão era ter sua alma "absorvida" por Deus em vida e que, portanto, qualquer ação por perturbação do mundo devia ser evitada. Já no século XX, Thomas Merton, monge trapista católico, talvez tenha sido o cara que mais fez esta ponte entre cristianismo e budismo através do seu zen-cristianismo.
Especificamente quanto ao cristão moderno, aquele que não se enquadra neste tipo de comportamento (e que representa a grande maioria da cristandade), eu acho que o desafio da mortificação é saber renunciar às inclinações da carne, saber resistir ao pecado, e isto, além do desejo de agradar a Deus à sua maneira, envolve também disciplina, que é uma grande barreira a quem quer se dedicar a um tipo de vida mais espiritual ou, digamos, asceta. Acho que muita gente se dedica a jejum e oração, o que não deixa de ser também uma forma de mortificação da carne, assim como há muitos cristãos que se dedicam à meditação e à contemplação, que, embora seja uma prática mais rara, não deixa de ser muito parecida com as práticas budistas e orientais em geral. No pouco que entendo de budismo, me parece que todas essas disciplinas servem, de alguma maneira, para fugir da dor e do sofrimento que, como eles dizem, seria apenas uma ilusão carnal e um afastamento do nosso verdadeiro "eu" espiritual. Nesse aspecto, acho que o cristianismo vai no sentido contrário, já que não nega a dor, mas procura lidar com ela. "Tenho-vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz. No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo" (João 16:33). Paulo dizia que esmurrava o seu corpo para reduzi-lo à escravidão (1 Coríntios 9:27), e o espinho na carne (2 Coríntios 12:7) era uma forma de mantê-lo constantemente em contato com a sua humanidade, "para que não se exaltasse pela grandeza das revelações". Talvez seja este o grande diferencial entre a mortificação budista e a cristã. Enquanto a primeira busca tornar-se o seu próprio "deus", atingindo neste mundo o nirvana, a segunda é uma forma de humilhar-se perante Deus, de não querer "divinizar-se" em vida, e entrar em contato com a própria dor – e não só a dor física, mas também a emocional e a espiritual -, sem sucumbir a ela. |
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Sarah Sem-noção


Registrado: Sep 21, 2003 Mensagens: 6964 Localização: Sampa
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Enviada: 12-03-2008 1:36 am |
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eu queria comentar melhor sobre isso. mas neste momento meu corpo pede que eu vá dormir, rs. então só pra ñ deixar de comentar:
primeiro, gostei muito do texto do caio fábio (o problema ñ está nele, gente, mas em aceitar tudo o que ele diz como verdade absoluta, rs). a comparação foi perfeita. achei legal o que ele disse sobre o "si-mesmo". quando penso nisso, na verdade, penso na negação de nós para o agir em favor de outros. e, bem, ainda estou pensando, mas pode ser que a mortificação seja exatamente isso. não apenas jejuns e orações, ou algo assim, e nem o abrir mão de si mesmo apenas por abrir. mas abrir mão de si em favor do próximo. que é o que Jesus pregava, não? o amor e tudo o mais... |
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Humm Vício


Registrado: Apr 03, 2006 Mensagens: 431
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Enviada: 12-03-2008 9:37 am |
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| rap escreveu: | hehehh bando de preconceituosas rs...
Mas Hummm e como definir de forma prática o que é mortificação? |
Nesse caso amigo, concordo com o atlas quando, no terceiro parágrafo de seu texto Budismo X Cristianismo, ele afirma que "o desafio da mortificação é renunciar às inclinações da carne, saber resistir ao pecado...".
Simpatizo com o ponto de vista da Sarah também, o que nos leva à um conceito mais abrangente do tema, pois ao abrirmos mão de algo que nos daria um "prazer egoísta", para satisfazermos o desejo coletivo, com certeza estamos praticando o amor e mortificando o nosso ego.
Humm... |
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moreiraum Sarado


Registrado: May 02, 2007 Mensagens: 3174 Localização: Rio
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Enviada: 13-03-2008 9:17 pm |
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mortificar a carne é não deixar que esse desejo sobre algo seja prioritário, ou mesmo um incômodo. Ou ainda que isso não atrapalhe a ajuda ao próximo. _________________  |
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marquesgomes Vício

Registrado: Apr 05, 2006 Mensagens: 353
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Enviada: 13-03-2008 10:54 pm |
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unn eu não gosto do Caio não gente... sou tão pecador quanto ele e preciso da Graça de Deus igualzinho... mais temos teologos mais sabios no país |
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tralsl Vício ao Extremo!


Registrado: Oct 25, 2007 Mensagens: 685 Localização: \,,,/
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Enviada: 15-03-2008 5:08 am |
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| Humm escreveu: | ...
Humm... |
concordo com a concordância de Humm (sobre Atlas e Sarah) (independente de quem seja Caio ou caiu)
agora sobre mortificação
| Lucas escreveu: | | Jesus escreveu: | Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano.
O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano.
Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo.
O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!
Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado. |
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Lc 18
nem o jejum nem o dízimo do referenciado fariseu era uma mortificação por mais pesado que isso fosse (carnalmente) para ele
a mortificação verdadeira deve ser a de espírito, reconhecendo a santidade de Deus e o quanto estamos longe disso
o Ap Paulo reconheceu isso dizendo que por ele ser carnal não poderia cumprir a lei que é espiritual(axo q li isso no estudo d romanos)
porém se a tendencia da carne te induz ao erro, a negação de tal tendência ou privação das vontades e atos normais(de cada um) é viável como meio de se "afastar da aparência do mal"_________________ EcoEnDotRio \o/
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suzana_rebeca Moderador .Gospel


Registrado: Apr 05, 2005 Idade: 22 Mensagens: 6579 Localização: Tangamandápio
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Enviada: 15-03-2008 5:34 pm |
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kd o elite?
heuehuehueh!
Depois comento... Textos muito grandes...heuheueh! _________________ "In the sky a mighty eagle
Doesn't care 'bout what's illegal
On its wings the rainbow's light
It's flying to eternity"
Religião é estética!
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Sarah Sem-noção


Registrado: Sep 21, 2003 Mensagens: 6964 Localização: Sampa
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Enviada: 16-03-2008 12:01 am |
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abre parênteses:
(eu não entendo qual o problema com o caio fábio! aff... não concordo com tudo o que ele diz, nem faço dos textos dele meu guia, mas o cara é super inteligente e nada do que aconteceu com ele muda isso. não sei quem é pior: quem defende ele com unhas e dentes, ou quem ignora o que ele diz baseado em que aconteceu no passado.  )
fecha parênteses. |
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rap Post Rider

Registrado: May 11, 2005 Idade: 22 Mensagens: 8134 Localização: Brasília
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Enviada: 16-03-2008 4:07 pm |
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E o altruísmo seria realmente essa forma eficiente de se mortificar o ego?
Morrer para o eu, é realmente se privar de coisas carnais? |
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Sarah Sem-noção


Registrado: Sep 21, 2003 Mensagens: 6964 Localização: Sampa
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Enviada: 16-03-2008 8:35 pm |
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| rap escreveu: | E o altruísmo seria realmente essa forma eficiente de se mortificar o ego?
Morrer para o eu, é realmente se privar de coisas carnais? |
pensando dessa forma, eu diria que o altruísmo é isso mesmo. por isso que ñ podemos falar que o altruísmo que existe por aí é, de fato, altruísmo. (se é que dá pra entender o que eu to falando, rs)
e morrer para o eu, seria não se privar totalmente das coisas carnais. mas não colocá-las como prioridade, talvez. conseguir abrir mão de tais coisas se fosse necessário e quando fosse...
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rap Post Rider

Registrado: May 11, 2005 Idade: 22 Mensagens: 8134 Localização: Brasília
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Enviada: 17-03-2008 2:17 am |
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Se privar da carnalidade pessoal para satisfazer a alheia? |
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Sarah Sem-noção


Registrado: Sep 21, 2003 Mensagens: 6964 Localização: Sampa
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Enviada: 18-03-2008 1:20 am |
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sim e não... rs
não exatamente. nem sempre nossa privação será para satisfazer o outro, mas pode ser pra enfrentar um problema junto (pq ñ?), por exemplo. |
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deliriousgirl Justificado


Registrado: Mar 01, 2005 Idade: 22 Mensagens: 3825 Localização: são bernardo da borda do campo!
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marquesgomes Vício

Registrado: Apr 05, 2006 Mensagens: 353
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Enviada: 18-03-2008 2:31 pm |
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Sarah... deve ser porque eu fui da igreja dele em Niterói e vi o Apogeu e a queda. não ignoro ele não, eu só acho que ele é muito liberal, o Brasil precisa de teologos liberais mais ele passa dos limites com frequencia. |
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marquesgomes Vício

Registrado: Apr 05, 2006 Mensagens: 353
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Enviada: 18-03-2008 2:46 pm |
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... se é que os dalai lamas são realmente oque a midia nos diz ser.
dai faltaria a eles apenas o conhecimento do plano da salvação rs |
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