, do grupo Hillsong United, talvez você deixe passar um detalhe interessante: existe um adolescente, de cabelos avermelhados, sem sotaque australiano, cantando na África numa das turnês da equipe que logo virá ao Brasil. O garoto se chama Leeland Moring, tem 17 anos e talvez agora você se pergunte: mas Leeland não é o nome de uma banda?
Poucos sabem que, na verdade, o nome da banda texana que tem causado algum barulhinho bom nos EUA é homônimo ao vocalista. Jack e Leeland Moring, dois irmãos bem jovens (21 e 17 anos, respectivamente) formaram há pouco mais de dois anos o grupo que acabou levando as graças do irmão mais jovem.
Leeland (o vocalista) começou a escrever músicas com apenas 11 anos e, nessa idade, já viajava pelos EUA com seu irmão em trabalhos missionários. Aos 14, participando de concursos, descobriu que aquela era a sua praia: compor. E como compõe bem, o garoto! Michael W. Smith certa vez esteve em uma das apresentações da banda, levou pra casa algumas gravações e poucas semanas depois já convidava Leeland Moring para compor canções junto a ele.
Com músicas no estilo “modern worship” (como os americanos gostam do rotular), Leeland faz um som rico em influências do britpop de bandas como Coldplay, Travis e Vineyard UK. Para quem não entende o que quer dizer o rótulo citado, modern worship é, na verdade, uma definição “indefinida”. Explico: é a tentativa de explicar um estilo que tem surgido (ou re-surgido?) na música cristã internacional; tem letras claramente espirituais, porém, são mais elaboradas e menos convencionais, como a faixa de abertura do CD que diz em seu refrão “Você pode você ouvir o som das melodias / Oh, o som das melodias / Subindo até você / Subindo até você, Deus”. Esse tipo de som se faz presente em artistas brasileiros como Lucas Souza e tem sido uma freqüente em trabalhos ao redor do mundo.
Registrado: Oct 19, 2007 Mensagens: 76 Localização: rio de janeiro
Enviada: 01-11-2007 12:24 pm
Achei uma entrevista deles espero que apareça no gospelmais.Coloque como artigo
Como a banda se juntou?
Jack: Começou com Leeland como um artista individual. Ele foi contratado para um acordo de compositor quando ele tinha 15 anos e, durante um curso de uns 2 anos, a banda começou a se formar. Nós somos feitos de família e amigos, nos encontrando pela igreja e tocando no nosso grupo de jovens semanal. Nós começamos a trabalhar em idéias que Leeland trouxe à mesa, e nós eventualmente tivemos de reconhecer, “Ei... somos uma banda!” Então tentamos encontrar um nome, e aí pegamos emprestado o primeiro nome de Leeland porque achamos que soava legal.
O que você acha de todo esse burburinho que cerca o primeiro álbum de vocês?
Jack: Era um pouco surreal no começo, mas, no mínimo, encorajante. Toda a resposta positiva que obtivemos nos últimos meses tem sido a confirmação de que é isto que Deus nos chamou para fazer.
Leeland, como você se juntou ao Michael W. Smith?
Leeland: Ele veio para um mostruário onde tocávamos, em Nashville. Ele adorou a música e acabou indo embora naquela noite com uma cópia das nossas gravações. Algumas semanas depois, eu recebi uma ligação de Michael perguntando se eu gostaria de co-escrever músicas com ele e com o produtor Matt Bronlewee para o seu novo disco! Eu agi calmamente e disse que queria. Depois eu desliguei o telefone e enlouqueci! Foi uma experiência maravilhosa e eu estava me sentindo tão honrado em receber a oportunidade de escrever com um artista no qual me inspirei a vida inteira.
Como você vê a atual música moderna de adoração?
Jack: Nos últimos anos tem acontecido uma mudança evidente nos corações dos jovens da minha idade – um aumento na fome de adorar a Deus. Nós sentimos que temos a responsabilidade de escrever músicas que puxem os jovens da nossa idade para a intimidade com Jesus. Nós queremos trazer uma nova cor à paleta de adoração moderna.
Quando compõe músicas, o que mais lhe inspira?
Leeland: Muitas de minhas músicas são tiradas de orações. As que nós recebemos, as melhores respostas, são aquelas que Deus meio que largou-as no meu colo enquanto eu estava passando um tempo em Sua presença. Esta é a minha maior inspiração.
[b]De que música do novo álbum você mais se orgulha?
Leeland: “Tears of the Saints” (Lágrimas dos Santos). Eu estava orando, pedindo a Deus para me ajudar a sentir o que Ele sente pelos perdidos. Eu queria que uma pessoa que passa fome fosse um ganhador de almas. Depois de orar por uns 30 minutos e não sentir nada, eu simplesmente comecei a chorar. E então eu tive um sentimento de luto tão intenso no meu coração, e Deus me disse, “Isso é apenas uma fração do que eu sinto pelos meus filhos que estão perdidos”. Depois disso, a música veio imediatamente – letras, notas, tudo. Tinha sido tudo inspirado por Deus.
Dizem as boas linguas que deram uma melhorada... As más linguas ainda dizem que continua uma porcaria... Eu prefiro comprar Cds da Fonte... a qualidade do papel, da gravação do CD, até o cheiro do encarte eh diferente, coisas que pra um colecionador de CDs vale bastante...
_________________ “O ponto principal é que não tinha nada que eu poderia fazer – Já tinha sido feito por mim e a liberdade poderia ser minha se eu somente acreditasse nisso. Isso é o ser cristão e poucas pessoas sabem disso.”
Brooke Fraser
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Enviada: 02-05-2008 2:17 pm
Everson_Barbosa escreveu:
Já escutaram o novo cd? O que acharam?
Eu gostei muito, eles amadureceram bastante em questão de sonoridade.
eu curti, mas prefiro o primeiro...
na questao de sonoridade, musicalidade, essas coisas, n achei mto diferente do1º cd.. acho q algumas musicas são até parecidas mas to ligada q é o estilo dos caras...
uma das minhas preferidas é "beggining and the end"
na quesito "letras" eles continuam arrasando em tdas!
_________________ carpe diem quam minimum credula postero