a verdade é que faço analogias no que diz respeito a inclusão, lembro-me que em 80 e 90, a igreja ajudava aqueles que estavam a margem da socidade recuperar sua dignidade e uma nova oportunidade de construir uma vida diferente, ex: drogados, bandidos e etc.
claro que se formos espiritualizar, muitos vão me dizer que foi Jesus ou Deus, mas me parece que a conversão tornou-se em um processo tão massificado, que de repente perdeu o foco da questão, sempre defendi o conceito de que o principal papel da igreja é de fato social, mas muitos não pensam como eu, já tive que engolir alguns sapos quando tentei abordar este assunto com crentes (pentecostais principalmente), de que a igreja deve preocupar-se somente em levar o cidadadão para o céu (ouvi desta forma, com todas as palavras)...
mas essa questão de ir para o céu e abandonar as coisas terrenas é algo de total complexidade, não da para simplesmente ignorar a importância da conduta moral, que particulamente independe de fé e crenças, mas diz respeito ao ser humano como racional ...
a massificação, tornou a igreja apenas um comércio de interesses particulares, onde o importante é ter membros participativos e dizimistas, que obedeçam seus líderes sem muitos questionamentos e obediência, caso contrário, o membro é apenas um bode, frio e descompromissado, gerando assim pessoas que falam, falam o que não vivem, colecionando máscaras apenas...
tem alguns manuscritos que eu gostaria de compartilhar com vcs, manuscritos de Weber sobre o capital e o protestantismo, alguns que eu viajo rrrrssss
mas vou separar aqueles que me levama profundas reflexões sobre o nosso atual modelo de igreja predominante...
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É fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal forma que, num dado momento, a tua fala seja a tua prática.
PAULO FREIRE