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Bono Vox discursa contra download de filmes e músicas

Publicada por RenatoCavallera em 08 de Janeiro de 2010 às 14:14:26 na categoria Pirataria na música

Pirataria na música

Bono, cantor da banda de rock irlandesa U2, defendeu neste domingo o reforço da luta contra o download ilegal de filmes e músicas pela internet, afirmando que a prática prejudica muitos os artistas.

"A única coisa que protege as indústrias do cinema e da TV do destino que conheceram a música e os jornais é o tamanho dos arquivos", escreveu Bono em coluna publicada pelo New York Times.

No entanto, graças ao desenvolvimento constante da tecnologia, "será possível, dentro de alguns anos, baixar uma temporada inteira de (o seriado) '24 horas' em 24 segundos", afirmou.

"Uma década de compartilhamento e de roubo de arquivos musicais comprovou que os que sofrem com essa situação são os próprios artistas, sobretudo os jovens compositores que não conseguem se sustentar apenas com a venda de ingressos para shows e a venda de camisetas", prosseguiu o vocalista.

Segundo Bono, os esforços empreendidos pelos Estados Unidos para combater a pornografia infantil na internet e a mobilização da China para caçar os "ciber-dissidentes" mostram que "é totalmente possível controlar" o conteúdo que circula na rede.

"Talvez os magnatas do cinema tenham sucesso onde os músicos fracassaram, e consigam mobilizar os Estados Unidos para a defesa da indústria mais criativa do mundo", concluiu o roqueiro irlandês.

Fonte: ABPD
Via: Guia-me 

Compare preços de CDs de U2

Download de Música Cristã: blog lista os downloads legais

Publicada por CyberDudeWhite em 03 de Agosto de 2009 às 16:37:46 na categoria Pirataria na música

Pirataria na música Está na moda atualmente em diversos países aplicar multas em sites que oferecem hospedagem de arquivos de músicas e softwares, disponibilizando-os para download sem a autorização dos proprietários dos direitos autorais.

Um exemplo e o famoso site RapidShare que foi multado em milhões de Euros na Alemanha por oferecer inúmeros arquivos gratuitamente, violando os direitos intelectuais e de produção dos artistas.

Uma opção interessante para driblar a ilegalidade e o trabalho realizado pelo site Gui Cyber Dude que oferece downloads gratuitos com material autorizado pelas bandas, valorizando assim o trabalho dos músicos do Rock Gospel, sem prejudicar seu trabalho artístico O site entra em contato com músicos de White Metal e, mediante autorização expressa, consegue disponibilizar um arsenal de músicas e entrevistas para todos os gostos.

Endereço do Blog: http://guicyberdude.wordpress.com

Apesar de processos, downloads de música digital crescem

Publicada por webmaster em 08 de Fevereiro de 2007 às 10:14:55 na categoria Pirataria na música

Pirataria na música NOVA YORK (Reuters) - Apesar dos processos judiciais contra internautas que baixam música ilegalmente e dos acordos com sites de distribuição de conteúdo produzido por usuários, como o YouTube, a indústria fonográfica continua perdendo milhões de dólares em vendas devido à pirataria online. Nesta quarta-feira, a Apple ainda pediu às quatro maiores gravadoras do mundo para abandonarem o programa de proteção contra pirataria DRM.

O setor se esforça desesperadamente para ampliar a receita gerada pelos downloads legais como maneira de compensar a queda na venda de CDs, que caiu 23% no mundo entre 2000 e 2006.

Apesar de as vendas mundiais de música digital terem quase dobrado no ano passado, chegando a US$ 2 bilhões - ou 10% do total vendido pela indústria -, o crescimento foi insuficiente para reverter a queda na venda de CDs.

Para oferecer uma indicação sobre as dimensões do quadro, Eric Garland, da consultoria Big Champagne, estima que 1 bilhão de faixas de música digital sejam trocadas ilegalmente a cada mês.

Em comparação, a iTunes Music Store, da Apple, que detém mais de 70% do mercado de download legal de música nos Estados Unidos, vendeu apenas pouco mais de dois bilhões de faixas desde seu lançamento, em 2003.

O problema, segundo representantes da indústria da música, são as chamadas redes de troca de arquivos, como Gnutella e BitTorrent, que conectam milhões de computadores pessoais e permitem que usuários anônimos compartilhem arquivos pela Web.

Desde que o setor de música começou a ganhar processos contra pessoas físicas, nos últimos anos, o crescimento no número de usuários das redes ilegais de troca de arquivos se desacelerou de maneira significativa, mas ainda assim continua.

Russ Crupnik, analista do grupo de pesquisa de consumo NPD, disse que o número de domicílios americanos envolvidos em download de arquivos via redes de troca cresceu 7% no ano passado, enquanto o volume de downloads ilegais aumentou 24%.

A Associação da Indústria Fonográfica da América (RIAA), conseguiu fechar algumas das empresas que promoviam sistemas de trocas de arquivos, como Grokster e KaZaa, de 2005 para cá. Mas fechar as empresas que comercializavam os aplicativos nem sempre elimina as redes.

- Quem tem o software ainda pode trocar arquivos. As decisões judiciais significam apenas que o software não pode mais ser distribuído pela companhia fechada - disse Wayne Rosso, ex-presidente do Grokster.

Gravadoras processam 20 brasileiros por pirataria on-line

Publicada por webmaster em 18 de Outubro de 2006 às 14:19:47 na categoria Pirataria na música

Pirataria na música O Brasil está na mira de uma campanha global da indústria fonográfica contra a pirataria digital, respondendo por 5% dos downloads ilegais de músicas em todo o mundo. A campanha provocou a abertura das 20 primeiras ações judiciais contra internautas no país.

A entidade afirma que os 20 brasileiros alvos dos processos são responsáveis, cada um, por disponibilizar na internet cerca de 3 mil a 5 mil músicas para download gratuito, sem pagamento de direitos autorais (copyright) aos artistas. Os internautas foram encontrados através das próprias redes de compartilhamento de arquivos, mas não foram identificados pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês).

Clique no link Leia mais... para continuar. (Fonte: Folha Online e SuperGospel.) "Essas pessoas não são clientes, mas ladrões de música. O que eles fazem não é diferente de entrar numa loja e roubar um CD", afirmou o presidente-executivo da IFPI, John Kennedy, em coletiva para a imprensa no hotel Copacabana Palace.

Jovens de classe alta

Segundo a entidade, o brasileiro que faz downloads ilegais pertence principalmente às classes A e B e tem entre 15 e 24 anos, levando os defensores dos direitos autorais a enfocar sua campanha na conscientização. Pesquisa apresentada pela IFPI, em parceira com o instituto Ipsos, mostrou que, ano passado, mais de 1 bilhão de faixas de música foram baixadas ilegalmente no Brasil.

Enquanto isso, desde 2000, o faturamento das gravadoras caiu quase pela metade. Em 2005, foram vendidos 55 milhões de CDs legítimos no país contra quase 75 milhões de CDs baixados ilegalmente --numa média de 14 faixas por disco--, além de outros 40 milhões de CDs piratas vendidos nas ruas.

O Brasil foi escolhido pela IFPI para o lançamento de sua campanha mundial, na qual 8 mil processos judiciais foram abertos no mundo todo contra pessoas acusadas de pirataria on-line.

Pirataria de CDs no Brasil caiu 12 pontos percentuais de 2003 a 2005

Publicada por Pepe em 29 de Agosto de 2006 às 15:06:28 na categoria Pirataria na música

Pirataria na música Participação de CDs piratas no mercado brasileiro caiu de 52% para 40% entre 2003 e 2005, informa estudo da IFPI.

O Brasil está entre os dez países com maior incidência de pirataria musical, segundo relatório deste ano da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês). O documento, na quinta-feira (27/07), afirma que, no entanto, a participação de CDs piratas no mercado brasileiro caiu de 52% para 40% entre 2003 e 2005.

O relatório aponta como essencial para essa queda a criação, em 2004, do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, vinculado ao Ministério da Justiça. As recentes operações de repressão na fronteira com o Paraguai, no Rio de Janeiro e em São Paulo também teriam ocasionado um grande número de detenções, embora poucas condenações. A IFPI estima que a pirataria causou o fechamento de 80 mil postos de trabalho desde 1997.

Para o secretário executivo do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, André Barcellos, só as apreensões feitas pela Polícia Rodoviária Federal aumentaram de 450 mil mídias (CD, DVD e CD-ROM) em 2004 para 2 milhões em 2005. No primeiro semestre deste ano, diz ele, o número já chega a 4 milhões.

Barcellos disse, no entanto, que é preciso intensificar as chamadas ações educativas e econômicas. Segundo ele, a campanha “Pirata tô fora, só compro o original” precisa do apoio de entidades privadas para não cair no esquecimento. “Conta com a participação do conselho e foi lançada durante o carnaval, mas é preciso dinheiro para ser mantida durante o ano”.

Os outros países mencionados entre os “dez mais” da pirataria são Canadá, China, Coréia do Sul, Espanha, Grécia, Indonésia, Itália, México e Rússia.

Fonte: IDG Now

Indústria combate download de cifras musicais

Publicada por Pepe em 31 de Dezembro de 2005 às 08:34:40 na categoria Pirataria na música

Pirataria na música A indústria fonográfica promete ampliar em 2006 sua fiscalização a sites que oferecem o download grátis de cifras e letras de músicas. Lauren Keiser, presidente da Music Publishers Association, que representa as gravadoras americanas, diz que quer ver os responsáveis pela prática, que ele considera um ato de pirataria, atrás das grades. Clique no link Leia mais... para continuar. (Fonte: Último Segundo) “Embora este tipo de conteúdo seja comum na internet, é ilegal, pois viola as normas dos direitos autorais”, afirmou Keiser à BBC.

O executivo acha que, se forem feitas algumas detenções, a campanha que a Music Publishers está preparando será eficaz. Até agora, a entidade concentrou seus esforços no combate às redes P2P. Na Austrália, um processo contra a tecnologia de partilha de arquivos levou ao fechamento do site Kazaa.

Saiba as novidades sobre a pirataria...

Publicada por Pepe em 31 de Dezembro de 2005 às 08:33:13 na categoria Pirataria na música

Pirataria na música Segundo dados do Ibope NetRatings, o programa eMule, por exemplo, registrou acesso de 1,2 milhão de usuários no País em novembro.

Mas afinal de contas, baixar arquivos usando esse tipo de software é crime ou não? Infelizmente sim, se o download caracterizar uma ação de benefício econômico pessoal.

E os processos contra usuários de P2P? Isso também irá acontecer no Brasil? Não há uma resposta definida, mas as gravadoras já estão se movimentando para tomar uma decisão a respeito.

Clique no link Leia mais... para continuar. (Fonte: IDG Now) P2P na mira da justiça
Conforme explica Seiiti Arata, advogado especialista em tecnologia da empresa Felsberg e Associados, os usuários que costumam baixar músicas usando programas P2P, ou mesmo os comunicadores instantâneos, cometem crime contra propriedade intelectual.

O único caso de ação judicial ligado ao download de MP3 no Brasil aconteceu em 2003, quando o paranaense Alvir Reichert Júnior foi preso por descumprir a lei nº 10.695, referente à cobrança dos direitos autorais. Reichert administrava um site que cobrava pelo download de canções, mas que não tinha o direito de as comercializar. Desde então se abriu o precedente para a condenação de qualquer usuário de programa P2P no País.

Mesmo que a canção baixada não seja comercializada ou distribuída para milhares de pessoas na internet, o simples ato de copiar uma música de alguém pode ser entendido como beneficio econômico indireto na medida em que livra a pessoa da necessidade de pagar por aquele conteúdo.

Camelôs e internet

Contudo, as gravadoras brasileiras ainda não usam esse argumento para processar usuários. A Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD) só tem se preocupado com a pirataria industrial e física, que alimenta os camelôs com DVDs e CDs falsos.

A associação ainda não tem uma divisão específica para cuidar do setor de música digital e afirma não monitorar o uso dos programas P2P. Conforme explica Paulo Rosa, diretor geral da ABPD, isso acontece por que o acesso à internet é algo hoje restrito a uma minoria no País e que "a penetração da banda larga é algo relativamente baixo".

Essa situação confortável para os adeptos do filesharing, contudo, pode estar com os dias contados. A ABPD realizará um estudo no primeiro semestre de 2006 que pretende medir o mercado de música digital local e calcular os prejuízos com os downloads não autorizados.

A previsão é que em março as informações já estejam disponíveis para que seja definida uma política local de combate à pirataria online. "Depois de medir a dimensão do problema criaremos estratégias que podem incluir tanto medidas educativas como judiciais" alerta Rosa.

Segundo as associações industriais, as redes P2P reuniam até meados de 2005 um acervo ilegal de 900 milhões de músicas. Além do eMule, cerca de 552 mil usuários brasileiros usaram a rede Gnutella no mês de novembro. O programa Kazaa atraiu 301 mil, enquanto LimeWire e Soulseek registraram 272 mil e 189 mil usuários respectivamente para o mesmo período.

Artistas surpreendem e agem contra proteção de direitos autorais

Publicada por webmaster em 05 de Outubro de 2005 às 21:43:19 na categoria Pirataria na música

Pirataria na música Reuters - Por Brian Garrity - NOVA YORK (Billboard) - As grandes gravadoras Sony BMG e EMI estão lançando cada vez mais CDs que não permitem que os fãs levem as música para seus iPods. Agora, na virada mais bizarra já testemunhada na luta do setor musical contra a pirataria, os grupos Dave Matthews Band, Foo Fighters e Switchfoot -- e até mesmo a Sony BMG, quando ela recebe queixas -- estão explicando aos fãs como fazer para derrotar o sistema. Clique no link Leia mais... para continuar
A Sony BMG Music Entertainment hoje costuma lançar seus novos títulos americanos em CDs protegidos com DRM ("digital rights management" ou gestão digital de direitos), que dita que tipos de formatos de arquivos o consumidor pode utilizar para reproduzir a música digitalmente. O MP3 não está entre os formatos autorizados. O DRM também limita o número de cópias que o consumidor pode fazer dos arquivos. A EMI Music está testando uma iniciativa semelhante com vistas a seu uso em grande escala até 2006.

Mas essas decisões não estão sendo bem recebidas por alguns artistas, cujos CDs foram protegidos. Vários artistas e bandas de destaque estão usando seus Web sites para oferecer a seus fãs instruções sobre como driblar a tecnologia (outros, entre eles Jermaine Dupri, expressaram apoio aos esforços para impedir a reprodução).

Por enquanto, os CDs protegidos contra reprodução funcionam apenas com software e artefatos compatíveis com a tecnologia Microsoft Windows Media.

A Apple, que ocupa posição dominante na música digital, vem resistindo aos apelos lançados pelos selos para que licencie seu FairPlay DRM para uso nos discos protegidos contra reprodução.

As iniciativas relacionadas ao DRM vêm sendo alvos de reclamações de fãs, muitos dos quais possuem iPod. Os murais de mensagens dos varejistas online e dos sites de fãs de artistas estão repletos de queixas de consumidores irados que não se deram conta que tinham comprado um título protegido contra reprodução até que tentaram criar arquivos musicais em seus computadores.

Uma solução que os artistas propõem aos usuários de iPod é que convertam o CD em arquivo Windows Media, gravem as faixas num CD virgem (sem proteção contra reprodução) e depois convertam o CD de volta ao iTunes.

A Sony BMG diz que não está tentando impedir que os consumidores coloquem música em seus iPods. Os fãs que reclamam junto à gravadora sobre a incompatibilidade com iPod são orientados a procurar um Web site (http://cp.sonybmg.com/xcp ) que oferece informações sobre como driblar essa tecnologia.

A empresa, que já vendeu mais de 13 milhões de CDs protegidos contra reprodução, está encorajando as pessoas que compram títulos protegidos a escrever para a Apple e exigir que a empresa licencie seu FairPlay DRM para uso com CDs seguros.

A EMI não é tão prestativa quanto a Sony. Uma fonte disse que a empresa não pretende orientar os consumidores quanto a como driblar os discos protegidos contra reprodução.

Representantes da Sony BMG, EMI e Apple todos se negaram a dar declarações. Mas as duas grandes gravadoras disseram que o aumento da reprodução de CDs as obrigou a recorrer à proteção contra reprodução.

País perde R$ 84 bilhões por ano com pirataria

Publicada por webmaster em 26 de Abril de 2005 às 17:39:15 na categoria Pirataria na música

Pirataria na música O Brasil deixa de arrecadar R$ 84 bilhões e de criar cerca de 2 milhões de empregos ao ano com a falsificação de produtos e o contrabando no país. Dinheiro suficiente para pagar aposentadorias e benefícios por oito meses, considerando os R$ 10,5 bilhões gastos no mês passado.

A perda de arrecadação e de postos de trabalho foi divulgada pelo Ministério da Justiça a partir de informações atualizadas de vários setores da economia. O comércio ilegal chega a representar até 60% do consumo de alguns produtos no país, caso dos programas para computadores -de cada dez softwares, seis são falsos. Clique no link Leia mais... para continuar. (Fonte: Folha Online, MK E-mail)Apesar de os Estados Unidos pressionarem o Brasil a combater a pirataria e o próprio governo informar que está agindo-nas últimas semanas, a polícia apreendeu milhares de mercadorias ilegais em São Paulo-, a contravenção ocorre até no mais famoso cartão-postal da maior cidade brasileira.

Em plena avenida Paulista, a reportagem da Folha observou, no dia 13 deste mês, no Stand Center, centro comercial que funciona desde 1995, a venda de games e CDs piratas, eletroeletrônicos contrabandeados, bolsas, tênis e até de cobiçados jeans da grife Diesel e colares da famosa joalheria Tiffany's falsificados.

Isso aconteceu 18 horas após uma blitz de policiais do Deic (Departamento de Investigação Sobre Crime Organizado, uma divisão da Polícia Civil) no local, que resultou na prisão de 12 pessoas e na apreensão de 25,8 mil softwares para computadores e jogos, além de CDs falsificados.

Nabil Sahyoun, presidente da Alshop, associação de lojistas de shoppings, afirma que o comércio de produtos ilegais só vai diminuir no país com a atuação permanente das autoridades.
”O governo precisa ter controle sobre os produtos que entram no mercado e também conscientizar o consumidor para que não compre mercadoria falsificada.”

LOGÍSTICA - No Stand Center, os lojistas montaram um esquema de ”logística” para vender mercadorias ilegais e escapar das apreensões. Durante três horas, a reportagem da Folha acompanhou o comércio no local. Nos boxes que vendem games, são exibidas apenas caixas vazias. O cliente escolhe em uma pasta, que contém as reproduções das capas dos games, os produtos que pretende adquirir.

Feita a escolha, um funcionário sai do estande para buscar o produto em outro local. A reportagem viu o vendedor sair do box e pegar um software para jogo em um Voyage dourado, estacionado ao lado do Stand Center. Alguns produtos também são estocados no subsolo do estabelecimento.

A falta de estrutura e até a existência de leis que impedem o fechamento de lojas devido ao não-pagamento de tributos acabam barrando o combate mais efetivo do comércio de produtos ilegais, segundo informam as polícias Civil e Federal e a Receita Federal.

A poucos quarteirões do Stand Center, no Promocenter da rua Augusta, funcionários vendiam tênis, CDs e games ”genéricos” -sinônimo usado por lojistas para evitar o palavrão ”pirata”.

Em um dos boxes do Promocenter, o tênis Nike Shox custava R$ 250. Em outro estande, o ”genérico” custava R$ 95. Em lojas de shoppings de São Paulo, o calçado custa pelo menos R$ 500.
”Ninguém tem dinheiro hoje para gastar R$ 500 em um tênis. O ”genérico” é igualzinho e custa só R$ 95”, disse N., funcionária de um estande do Promocenter. Enquanto ela conversava com a reportagem, dois policiais militares faziam ronda em frente à porta de entrada do Promocenter.

O raciocínio da vendedora é o mesmo de funcionários de uma loja de games no Multishop Pelotas, na Vila Mariana, inaugurado em 1992. Um jogo para o videogame PlayStation 2, cujo original custa em média R$ 250, pode ser comprado lá por R$ 20.

”Não é original, mas tem qualidade. Se der problema, o cliente pode trocar o produto em até uma semana. Nossos games são adquiridos de uma fábrica aqui em São Paulo”, diz o vendedor F.

A forma natural com que os vendedores desses estabelecimentos oferecem os produtos ilegais foi constatada pela Folha não só nesses centros comerciais. Em um shopping da zona sul da cidade, esse discurso era o mesmo em duas lojas de games e brinquedos.

Os funcionários ofereciam a consumidores, por R$ 25, cópias de jogos, mas ”só para clientes”. Diziam que as lojas não corriam riscos porque a fiscalização ”nunca chegava” até aquele local.

”O que há 20 anos era considerado um fenômeno social é encarado hoje como um problema econômico e do crime organizado, que envolve as máfias chinesa, coreana e libanesa”, afirma Luiz Paulo Barreto, secretário-executivo do Ministério da Justiça e presidente do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual, criado em outubro de 2004.

O governo criou esse conselho, segundo Barreto, porque o comércio de produtos ilegais cresceu e se espalhou por todo o país. ”Até na tradicional feira de artesanato de Caruaru [Pernambuco] já existem produtos piratas à venda, como óculos e relógios”, afirma.

EMI Christian Music Group lança mais de 300 álbuns para compra digital

Publicada por webmaster em 23 de Março de 2005 às 10:18:42 na categoria Pirataria na música

Pirataria na música EMI Christian Music Group lançou está semana mais de 300 álbuns nas maiores lojas de música por download nos EUA (iTunes, Napster, Walmart, Musicmatch, etc). Os lançamentos, na realidade, são re-lançamentos que chegam a ir até 1983. Clique aqui para conferir a lista de CDs.

Downloads legais de música superam 500 mil na Grã-Bretanha

Publicada por webmaster em 17 de Junho de 2004 às 17:54:55 na categoria Pirataria na música

Pirataria na música LONDRES (Reuters) - O mercado nascente de downloads legais de música na Grã-Bretanha rompeu o marco dos 500 mil no ano esta semana, autorizando um clima de esperança moderada num setor musical prejudicado pela pirataria online.

As vendas globais no terceiro maior mercado musical do mundo caíram 4,3 por cento no trimestre, para 212 milhões de libras (390 milhões de dólares), de acordo com cifras divulgadas na quarta-feira pela British Phonographic Industry (BPI).

As vendas de singles em CD caíram 32 por cento no primeiro trimestre do ano em relação ao mesmo período do ano anterior, num sinal de que o formato, antes lucrativo, pode estar fadado a acabar. Mas a BPI saudou as cifras relativas a downloads como marco importante.

”Os investidores estão demonstrando confiança no futuro da música e investindo nas novas lojas de downloads, e os consumidores de música estão 'votando com a carteira', comprando centenas de milhares de downloads”, disse o presidente da BPI, Peter Jamieson.

A presença de serviços digitais de música que têm o respaldo do setor musical é vital para que a indústria possa converter em clientes os internautas que trocam arquivos, restaurando a boa saúde financeira dos maiores selos musicais do mundo, incluindo a Universal Music, a Sony Music e a EMI.

Há um ano, praticamente não existiam downloads legais, disse a BPI.

Embora os dados sobre as vendas de downloads sejam encorajadores para o Reino Unido, o mercado britânico é pequeno comparado ao norte-americano. Nos EUA, só a iTunes já vendeu mais de 70 milhões de canções em sua loja online, em pouco mais de um ano.

As cifras mais recentes da BPI revelam que o mercado britânico de downloads está crescendo em ritmo constante, embora moderado.

O download mais vendido na Grã-Bretanha foi ”2000 Miles”, do Coldplay, que superou ”Hey Ya”, do Outkast, na disputa pelo primeiro lugar.

Fonte: UOL Música
Seção: Últimas Notícias
Extraido E-mail da MK Publicitá
04/06/2004

Músico brasileiro cria sistema anti-pirataria na web

Publicada por webmaster em 01 de Junho de 2004 às 00:00:00 na categoria Pirataria na música

Pirataria na música O álbum virtual ”Tão Sozinho” produzido pelo músico e designer gráfico Marcelo Calenda entrou no ar na quarta-feira (19/05) trazendo um sistema simples e alternativo para a venda de músicas online no Brasil. A ferramenta é baseada em um sistema de identificação do consumidor pela quantia que deverá pagar. Ao decidir pela compra do download, o usuário recebe um desconto que varia de R$ 0,01 a R$ 0,99 no álbum completo. A quantia dada como desconto representa o número de identificação do comprador, que será reconhecido logo após o depósito. Desta maneira, o sistema permite identificar automaticamente e sem erros o comprador do disco, além de desmotivar a prática da pirataria.”O sistema de pagamentos por centavos é um jeito de começar o negócio online”, afirma Calenda. A solução, segundo o compositor, demorou apenas dois dias para ser desenvolvida e se apresenta como uma saída para negócios que não podem bancar um sistema de e-commerce de maior porte.

Para o compositor, o sistema se encaixa perfeitamente às necessidades da loja virtual. ”A idéia é que, a partir do momento em que esse sistema se tornar ineficaz, é porque já está na hora de mudar para os sistemas convencionais de cobrança”. Aí se incluem métodos pelo cartão de crédito ou sistemas prontos de e-commerce, que já poderão ser mantidos devido ao maior volume de negócios.

Segundo Calenda, o objetivo por trás da idéia é mostrar aos artistas independentes um caminho alternativo para a venda de músicas. Além de ouvir trechos das canções, o website conta também com papéis de parede e fotos do artista. Para acessar o ”Calendas”, clique aqui.

Fonte: PC World Online
Seção: Hot news
27/05/2004

Ministério da Ciência e Tecnologia cria grupo para atuar contra a pirataria

Publicada por webmaster em 31 de Maio de 2004 às 16:43:11 na categoria Pirataria na música

Pirataria na música São Paulo - O Ministério da Ciência e Tecnologia editou uma portaria, publicada no Diário Oficial da União no dia 11, criando o Grupo de Trabalho Antipirataria para ações na indústria videofonográfica. O grupo, segundo o ministério, visa à ”inibição da pirataria via desenvolvimento tecnológico”. Até agora, o governo atuou contra a pirataria pela via da repressão policial. O grupo tem 45 dias para definir ações que tentarão atenuar a crise na indústria fonográfica nacional, segundo o documento. Foram convocados pelo governo os executivos Paulo Rosa e João Carlos Muller Chaves (da Associação Brasileira dos Produtores de Discos), Pena Schmidt, Fernando Yazbek e Gustavo Ribeiro de Vasconcellos (da Associação Brasileira de Música Independente) e fabricantes de CDs e DVDs, como a Microservice, a Cooperdisc, a Novodisc, a Sonopress e a Videolar. A Receita Federal também está representada, com Aluisio Bandeira de Mello da Cunha. A primeira reunião do grupo de trabalho será realizada na terça-feira, às 14h30, na Sala dos Conselhos do Ministério da Ciência e Tecnologia, em Brasília, e o primeiro item da pauta trata do desenvolvimento de uma tecnologia que possa baratear os CDs e DVDs nacionais. O governo acredita que gravadoras e artistas vivem uma situação insustentável.

O representante dos artistas no grupo de trabalho é o sertanejo Ralf Richardson, da dupla Christian & Ralf.

Fonte: Jornal O Paraná
Seção: Geral
21/05/2004

DVD e Internet, novas apostas das gravadoras

Publicada por webmaster em 21 de Abril de 2004 às 00:00:00 na categoria Pirataria na música

Pirataria na música Enquanto a venda de CDs cai, a de músicas em vídeo cresceu 47% e a via web atinge recorde.

Ainda é cedo para comemorar, mas surgiu uma luz no fim do túnel em que se meteu a indústria fonográfica mundial. Após quatro anos consecutivos de fortes prejuízos, 2004 pode marcar o fim do pesadelo e até mesmo o início de uma nova era para o setor. Algo parecido com o que ocorreu em meados dos anos 80, quando a bolacha de vinil começou a ser substituída pelo CD.

Clique no link Leia mais... para continuar. As gravadoras continuam operando no vermelho e responsabilizando a pirataria de CDs e o derrame de músicas gratuitas na internet pelas dificuldades enfrentadas pelo setor. Mas é inegável a mudança no tom do discurso. No balanço anual divulgado na semana passada, a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI na sigla em inglês) não poupou adjetivos para destacar o desempenho do mercado de DVDs no ano passado e o aumento das vendas online no primeiro trimestre deste ano. Descobriu, enfim, o que muitos já sabiam.

No geral, a venda tradicional de músicas (CDs) fechou 2003 com queda de 7,6%, ampliando para 20% o prejuízo acumulado em três anos. A situação só não foi mais dramática graças ao crescimento de 47% na venda de músicas em vídeo (DVDs), o que representou US$ 2 bilhões a mais no caixa das gravadoras ou 6,3% dos US$ 32 bilhões arrecadados pela indústria fonográfica mundial.

Entre os 10 maiores mercados de músicas em DVD, a menor taxa de crescimento - fantásticos 39% - foi registrada no Japão. A maior ficou com a Itália, com um volume de vendas três vezes maior do que em 2002. Na Alemanha, França, Austrália e Reino Unido (o terceiro maior mercado musical em todo o mundo), a taxa média ficou próxima dos 100%.

No mercado online, os ventos também sopraram a favor da indústria fonográfica, embora surpreendentemente vendas pela internet ainda não façam parte dos balancetes da IFPI, o que só deverá ocorrer a partir de 2005. Mas os resultados obtidos pelos principais serviços de venda de músicas pela web justificam o otimismo que, embora tardio, atingiu em cheio os principais executivos do setor.

Os números coletados pelas próprias gravadoras revelam que só nos Estados Unidos foram realizados 19,2 milhões de downloads legais de música no segundo semestre do ano passado em três dos principais serviços existentes na internet - Apple iTunes, Napster e Rhapsody. No primeiro trimestre de 2004, os números foram ainda mais animadores, com a empresa de Steve Jobs (www.apple.com/itunes) registrando uma média de 2 milhões de downloads por semana, um recorde no mercado online.

No Canadá, o setor é liderado pela Puretracks (www.puretracks.com), que em fevereiro passado ultrapassou pela primeira vez a barreira de um milhão de músicas vendidas em seu site na internet.

Na Europa, a OD2 (www.ondemanddistribution.com), um serviço que reúne cerca de 50 portais de venda de músicas, também comemorou o seu primeiro milhão em downloads pagos, segundo o balanço relativo ao primeiro trimestre do ano. O número é dez vezes maior do que o registrado em igual período do ano passado e duas vezes mais do que o volume de vendas no último trimestre de 2003.

No Velho Continente, as atenções agora estão voltadas para a Phonoline (www.phonoline.de/), um serviço nos moldes da OD2, lançado este ano na Alemanha. O portal oferece para downloads cerca de 250 mil títulos das cinco maiores gravadoras do mercado mundial. A Alemanha é um dos mercados que mais preocupam a IFPI. No ano passado, a venda de músicas em CDs caiu 19% - o pior desempenho entre os dez maiores mercados da indústria fonográfica.

Jay Berman, o principal executivo da IFPI (www.ifpi.org) destacou que pela primeira vez os números revelam um crescimento significativo, generalizado e aparentemente sustentável no comércio online de músicas, ao mesmo tempo em que começa a tomar corpo a migração de consumidores de serviços gratuitos em direção às alternativas pagas oferecidas pela indústria fonográfica.

Além da qualidade e do preço competitivo cobrado pelo download (em torno de US$ 1 por música), a indústria aposta agora na ampliação da oferta. Hoje, cerca de 300 mil músicas podem ser encontradas nos serviços de venda online, com previsão de crescimento de 30% ainda este ano.

Os executivos da indústria fonográfica podem até não saber, mas repetem cinco anos depois os mesmos argumentos utilizados pelos administradores do E-music (www.emusic.com), o primeiro endereço de venda de músicas na internet mundial.

Fonte: O Estado de São Paulo
Seção: Caderno 2
Robson Pereira
14/04/2004

Vendas de CDs tiveram a maior queda da história em 2003

Publicada por webmaster em 08 de Abril de 2004 às 00:00:00 na categoria Pirataria na música

Pirataria na música NOVA YORK - A venda de discos em todo o mundo sofreu em 2003 sua maior queda desde o advento do CD, segundo informações anunciadas nesta quarta-feira pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (FIIF). Uma reportagem da "BBC" diz que a entidade, que representa as maiores gravadoras do mundo informou que o total de US$ 32 bilhões arrecadados no ano passado representou uma queda de 7,6% em relação a 2002. Clique no Leia mais... para continuar.As vendas vêm caindo há quatro anos, o que a FIIF atribui à pirataria, à crise econômica global e à competição com videogames e DVDs. Mas, apesar da tendência de queda, houve uma recuperação nas vendas nos Estados Unidos, na Austrália e na Grã-Bretanha na segunda metade de 2003.

- Creio que esse longo declínio vai chegar ao fim logo, mas não sei dizer se já acabou - disse o diretor da FIIF, Jay Berman, em um comunicado.

Segundo a entidade, o mercado europeu foi o que apresentou maior queda. Na Alemanha, o índice foi de 19%, enquanto países como Bélgica, Grécia, Portugal e Suíça sofreram uma queda de pouco mais de 10%. Para o mercado global em 2004, Berman prevê um declínio em torno de 4%.

Segundo a agência de notícias financeiras "Bloomberg", as principais gravadoras do mercado - EMI, BMG, Sony e Warner - pretendem cortar um total mais de 2,5 mil empregos e reduzir o número de artistas em seu portfólio para tentar compensar a queda nas vendas.

Fonte: O Globo Online

A pirataria no Brasil

Publicada por webmaster em 29 de Março de 2004 às 14:32:33 na categoria Pirataria na música

Pirataria na música As notícias abaixo foram retiradas do e-mail mandado pelo portal Elnet. Clique no link Leia mais para ler as resportagens: Pirataria não deixa País criar 1,5 milhão de empregos/ano e País aumenta rigor contra a pirataria.Pirataria não deixa País criar 1,5 milhão de empregos/ano

Rio de Janeiro - O Brasil perde R$ 29,8 bilhões em receita tributária a cada ano e deixa de criar 1,5 milhão de empregos/ano por causa da pirataria, segundo dados apresentados hoje pelo presidente do Instituto Internacional de Propriedade Intelectual (IIPI), Bruce Lehman. Em palestra em seminário sobre propriedade intelectual e pirataria, realizado hoje no Rio pelo Consulado dos Estados Unidos, Lehman apresentou dados que revelaram também, especificamente sobre CDs piratas, que 9,5% da pirataria na área musical em todo o mundo ocorre no Brasil. Além disso, segundo ele, se 5% do mercado de CDs era pirateado no Brasil em 1997, em 2002 os CDs piratas já correspondiam a 53% do mercado.

Outros dados estatísticos globais sobre a pirataria no Brasil apresentados por Lehman apontam que 15% do mercado de DVD são piratas; 35% do mercado de CD musical; 90% do mercado de software de entretenimento e 58% dos softwares de negócios. ?Se o Brasil não reconhecer a importância do direito da propriedade intelectual, o País será impedido de realizar o seu potencial de se tornar uma das grandes economias do mundo?, disse Lehman.

O superintendente da Receita Federal no Rio, César Augusto Barbiero, que também participou do seminário, disse que não há estatísticas oficiais sobre a pirataria no Brasil, mas disse que os números apresentados por Lehman ?não parecem absurdos, talvez seja daí para mais?.

Segundo ele, a Receita está atacando o problema no combate direto à importação de tecnologia para pirataria, como CDs e eletroeletrônicos e, ainda, na conscientização dos consumidores, nesse caso em parceria com o Ministério da Educação.

O presidente da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI), Gustavo Leonardos, disse que a impunidade favorece o crescimento da pirataria no Brasil. Segundo ele, apesar de existir punição prevista em lei para a ação de pirataria, com pena de dois a quatro anos de reclusão por violação de direito autoral, ?por esse crime ninguém vai para a cadeia?.

Leonardos disse que a perda de R$ 29,8 bilhões em receita tributária a cada ano por causa da pirataria, é reconhecida pelo próprio Superior Tribunal de Justiça (STJ). Mas o diretor da Delegacia de Repressão a Entorpecentes no Rio, Antonio Carlos Cardoso Rayol, disse que as prisões não acontecem por pirataria porque, para esse crime, a lei é ?muito branda? e os quatro anos previstos de reclusão podem ser substituídos por penas alternativas.

Para ele, o crescimento da pirataria no Brasil está vinculado ao problema social. ?As pessoas são bombardeadas todo o tempo pela publicidade mas não podem ter o produto original, por isso é tão difícil combater a pirataria no País?, disse. Para ele, combater a pirataria sem levar em conta essa motivação sócio-econômica ?é como enxugar gelo?.

Bruce Lehman, por outro lado, defende que o Brasil precisa de ?leis mais fortes? para combater o problema e que os órgãos institucionais estejam mais aparelhados para esse fim. ?É preciso leis e ações policiais, mas também organizações governamentais responsáveis pelo combate à pirataria. É preciso fortalecer esses órgãos com mais recursos e pessoal?, afirmou.

Fonte: Estadão
Seção: Últimas
23/03/2004


País aumenta rigor contra a pirataria

SÃO PAULO - O filme ?A Paixão de Cristo? fez aumentar as ofensivas antipirataria no Brasil. Além das blitze regulares contra produtos falsificados, tramita na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados um projeto de Lei, proposto pelo deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ), que aumenta a pena para o crime de pirataria de obra intelectual, fonograma, videofonograma, programa de computador e aplicativos.

Pela atual legislação, a pena para o crime de violação de direito autoral por reprodução (com o objetivo de lucro) é de dois a quatro anos, além de multa. O projeto eleva a pena de detenção de dois anos e dois meses para quatro anos, além de multa no valor de R$ 10 mil a R$ 50 mil; e acrescenta a modalidade de videofonograma na lista das violações.

?Com o trabalho da CPI, surgiu a necessidade de se adequar a legislação em vigor, tanto no aspecto material quanto no processual?, diz o deputado Picciani, que foi relator da CPI da Pirataria na Câmara durante três meses. Ele acha que outras medidas também são necessárias, devido à introdução de novas tecnologias - como a troca de música pela internet. ?É preciso encontrar formas de enterrar essa prática da pirataria, mas também reduzir os preços dos produtos, de forma a ficarem mais acessíveis à população?, considerou.

Fonte: Diário de Pernambuco
Seção: Brasil
22/03/2004

Novo tipo de MP3

Publicada por kidfilkings em 04 de Março de 2004 às 00:00:00 na categoria Pirataria na música

Pirataria na música MP3 trará proteção contra pirataria. Os novos MP3s serão distribuídos com tecnologia DRM (Digital Rights Management), que restringe o número de cópias e a possibilidade de elas serem repassadas a terceiros. Clique no link Leia mais... para saber mais. São Paulo - Os arquivos de música MP3 terã proteção contra pirataria. O anúncio é do Instituto Fraunhofer e da Thomson Multimedia, que detêm as patentes sobre o formato. Os novos MP3s serão distribuídos com tecnologia DRM (Digital Rights Management), que restringe o número de cópias e a possibilidade de elas serem repassadas a terceiros. A DRM já é utilizada nos arquivos WMA, da Microsoft, e nos AAC, da Apple. Mas segundo experts no assunto, os novos MP3 tendem ao fracasso, uma vez que os usuários insatisfeitos podem migrar para formatos abertos como o Ogg Vorbis.

Fonte: Ars Technica.

Presidente da Gospel Music Association fala publicamente contra pirataria

Publicada por webmaster em 12 de Fevereiro de 2004 às 00:00:00 na categoria Pirataria na música

Pirataria na música John Styll, Presidente da Gospel Music Association, publicou um artigo falando sobre a pirataria da música gospel através de downloads ilegais pela Internet. John disse: "Existe um fator fundamental para a queda de vendas nas lojas evangélicas - download ilegal de música, e seu primo feioso, queima de CDs. Esse problema atingiu a Indústria da Música secular começou a sofrer com esse problema antes da comunidade gospel. Mas não há dúvidas que nossos consumidores estão praticando essa atividade ilegal a um ponto que começou a antigir nossas vendas. Não podemos mais ficar de braços cruzados esperando que as pessoas comecem a respeitar o Sétimo Mandamento. Temos que encarar que as pessoas estão roubando música, principalmente adolescentes e jovens. E se quisermos que a Indústria da Música sobreviva, teremos que combater a distribuição ilegal de música." (Fonte: Cross Rhythms)

Pepsi lança promoção nos EUA dando 100 milhões de músicas por download

Publicada por webmaster em 02 de Fevereiro de 2004 às 00:00:00 na categoria Pirataria na música

Pirataria na música Ontem durante o Super Bowl (Final do campeonato de Futebol Americano), a Pepsi lançou uma mega promoção com a Apple Computers onde a empresa de refrigerante estará dando 100 milhões músicas para download. A promoção é uma parceria com o sistema online de compra de música da Apple iTunes Music Store. Um código estará vindo nas tampinhas da garrafa de refrigerante, onde o vencedor poderá entrar na loja pelo programa iTunes e baixar qualquer música que desejar. Vale lembrar que cada música no iTunes Music Store custa 99 centavos de dólar. Pepsi anunciou que as chances de ganhar pelo menos uma música são de 1 a cada 3 vendas. (Fonte: Apple Computer)

Cai pela metade o download ilegal de música nos EUA

Publicada por webmaster em 06 de Janeiro de 2004 às 00:00:00 na categoria Pirataria na música

Pirataria na música A ofensiva da indústria fonográfica contra a troca livre de música pela internet começa a dar os primeiros resultados. Uma pesquisa feita nos Estados Unidos entre 18 de novembro e 14 de dezembro mostrou que caiu pela metade o número de americanos que baixa arquivos musicais pela rede de computadores. De todos os entrevistados, apenas 14% admitiram baixar músicas. Em maio do ano passado, este percentual era de 29%.

Clique no link Leia mais... para continuar.A pesquisa não faz distinção entre a troca livre de músicas em sites como o Kazaa, contra os quais a indústria do disco apontou as armas no ano passado, e os serviços de venda online de músicas, como o iTunes. Entretanto, os pesquisadores atribuem a queda no uso da internet para obter músicas à campanha da Recording Industry Association of America (RIAA).

Desde setembro do ano passado, a RIAA adotou a estratégia de processar individualmente os internautas que baixavam músicas pela internet sem pagar. Foram abertos cerca de 400 processos e a maioria terminou em acordos que previam o pagamento de valores entre US$ 2.500 e US$ 7.500. Mas a RIAA chegou a mencionar possíveis indenizações de US$ 150 mil.

Apesar do resultado positivo em sua agressiva política contra a música pela internet, o executivo chefe da RIAA, Mitch Bainwol, disse que os processos contra indivíduos vão continuar. "Não vamos cantar vitória. O que sabemos é isto: os processos tiveram um profundo impacto na consciência e menos pessoas estão baixando (música ilegalmente)", disse ele. (Fonte: Yahoo! Notícias)

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