Switchfoot - Vice Verses

Publicada por RenatoCavallera em 16 de Janeiro de 2011 às 00:08:23 na categoria Música nos EUA

Música nos EUA O novo álbum do Switchfoot, ‘Vice Verses’, está sendo gravado com os produtores Neal Avron (Anberlin, Pearl Jam), Mike Elizondo (Avenged Sevenfold) e Adam Hawkins (responsável pela produção de ‘Hello Hurricane’).

“Queríamos falar a todos sobre o Vice Verses. Alguns de vocês já escutaram trechos de algumas músicas durante a turnê de fim de ano. Começamos a gravar com os produtores Neil Avron, Mike Elizondo e Adam Hawkins. Fique de olho no novo CD durante o verão de 2011 [inverno no Brasil]! Confira também o nosso site, para algumas atualizações diretamente do estúdio, datas de shows, etc.”

‘Vice Verses’ é o oitavo full-length do Switchfoot. Assim como seu antecessor, ‘Hello Hurricane’, o disco será lançado pela lowercasepeople em parceria com a Atlantic Records.

Fonte: MPSIRock

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Mae anuncia fim e suposto plágio

Publicada por RenatoCavallera em 12 de Janeiro de 2011 às 00:04:45 na categoria Música nos EUA

Música nos EUA

O front-man do MAE, Dave Elkins, publicou um tweet alegando que a música ‘Closer (Time Stops Breathing)’ da banda The Bigger Lights é bem parecida com ‘Suspension’ do MAE.

Confira as duas versões logo abaixo:

 

 

 

 

2010 foi o último ano de estrada do MAE. O último show, realizado no dia 27 de Novembro, foi filmado para um DVD que será lançado posteriormente.

 Fonte: MPSIRock

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The Almost - Monster, Monster

Publicada por RenatoCavallera em 06 de Janeiro de 2011 às 15:24:09 na categoria Música nos EUA

Música nos EUA

Vídeo novo do The Almost: Monster, Monster

 

A nível de informação, este clipe não foi produzido pela Tooth and Nail, gravadora do The Almost. A Tooth and Nail só patrociona o primeiro single de cada álbum lançado, por isso as bandas que quiserem ter vários singles/clipes de um mesmo álbum tem que arcar com os custos sozinha. Além do The Almost, bandas como Showbread e Anberlin já fizeram isso em suas épocas "de ouro" na T&N.

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Brian Head Welch lança novo livro

Publicada por RenatoCavallera em 03 de Janeiro de 2011 às 18:30:19 na categoria Música nos EUA

Música nos EUA

O autor Brian “Head” Welch, cujo primeiro livro esteve na lista dos mais vendidos do New York Times, faz o registro de uma viagem real e inesquecível de sua vida com Cristo em STRONGER: Forty Days of Metal and Spirituality [Fortalecido: 40 dias de metal e espiritualidade] (editora HarperOne).

Em 2007, Head, ex-guitarrista da banda de metal* Korn, contou em Save Me From Myself [Salve-me de mim mesmo] a história dramática de sua vida, seu envolvimento com a música e a dependência química, até encontrar a redenção milagrosa em Jesus Cristo. Agora, em Stronger, escreve sobre os textos bíblicos que o ajudam a viver em profunda intimidade com Deus.

Continuando a partilhar lições de sua própria vida, Head redigiu um livro devocional intenso, propondo 40 dias com as Escrituras, algo que o tem ajudado a moldar sua fé cristã e encontrar a luz durante os momentos mais difíceis. Escrito com paixão e franqueza, esta jornada de 40 dias inclui histórias vividas por Head no passado e no presente. Ele fala abertamente sobre as crises de depressão que viveu até encontrar a Deus, sua luta contra a escuridão interior, tentativas de compreender a fé, e como, durante os momentos de fraqueza, a Palavra de Deus tem sido uma das chaves para fortalecê-lo.

Ilustrada com desenhos inéditos de Joshua Clay, que retratam e reforçam as palavras do autor, Stronger é um registro notável de como as Escrituras podem influenciar e impactar a vida de alguém. Trechos do Antigo e do Novo Testamentos são abordados para avaliar cada aspecto de sua vida, o tempo que dedicou à banda Korn, sua carreira solo e sua nova vida. Head detalha como a Bíblia alterou seu relacionamento com a filha e como, independentemente dos problemas vividos, Deus sempre lhe deu a orientação que precisava para tornar-se uma pessoa mais forte.

O novo livro em parte é um diário que relata seu amadurecimento no relacionamento com Deus. Mas também é um testamento espiritual da força inegável da Bíblia em sua vida. Stronger é um devocional diferente de qualquer outro.

Uma das ilustrações do livro

Trecho:

“Em janeiro de 2005 encontrei-me com Deus e desde então nunca mais fui o mesmo . Durante anos, antes dessa decisão que mudou minha vida, fui guitarrista da banda Korn, viajei pelo mundo todo e ganhei milhões de dólares. Ao mesmo tempo, estava irremediavelmente viciado em cristal de matanfetamina. Eu tinha uma filha e era responsável por ela, mas estava falhando nisso. Estava jogando minha vida fora e acordava todo dia desejando que alguma força simplesmente acabasse com o meu sofrimento. Felizmente, isso não aconteceu. Em vez de uma força acabar comigo, Deus me deu uma nova razão para viver.”

O autor:

Brian “Head” Welch foi membro fundador do Korn. Em 2004, após anos de luta contra a dependência química, viveu um despertamento espiritual intenso. Escreveu sobre essa experiência em seu primeiro livro: a autobiografia “Save Me From Myself” (2007). No ano seguinte, lançou uma versão de Save Me voltada para adolescente, Washed by Blood: Lessons from My Time with Korn and My Journey to Christ [Lavado pelo sangue: lições do meu tempo com o Korn e minha jornada até Cristo]. Hoje, dedica-se a criar sua filha Jennea, manter uma obra assistencial na Índia e cuidar de sua carreira-solo como músico e escritor.

Fonte: Profitable
Tradução: Jarbas Aragão
Via: Livros e Pessoas

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Integrantes do Paramore deixam a banda e detonam a vocalista

Publicada por RenatoCavallera em 26 de Dezembro de 2010 às 16:44:27 na categoria Música nos EUA

Música nos EUA A saída dos irmãos Josh e Zac Farro do grupo Paramore, a princípio considerada amigável, se tornou amarga nesta terça-feira (21), quando os irmãos fizeram um raivoso post em seu blog detonando a vocalista Hayley Williams. O conteúdo do post foi divulgado pelos sites de revistas importantes como a Billboard e a Rolling Stone.

No texto, Josh e Zac contradizem o anúncio oficial de sua saída do grupo, que em parte dizia: "Queremos que Josh e Zac façam algo que os deixe felizes, e se não for aqui com a gente, nós os apoiamos a buscar a felicidade em outro lugar."

Eles afirmam que sua saída foi motivada por uma série de diferenças pessoais, musicais, românticas e até religiosas entre eles e a vocalista. Logo no começo eles acusam Hayley de divulgar o comunicado sem sua permissão. "Eu não acho que a versão de Hayley contou toda a história, ao menos pela nossa perspectiva, e espero que este post explique um pouco porque estamos saindo", diz o texto.

A postagem detalha o afastamento de Hayley em relação ao restante da banda, que começou poucos meses após ela entrar no Paramore. "Essa banda se tornou apenas sobre Hayley. Ela tinha um empresário que, com seus pais, controlava todos os seus movimentos. Eles não gostavam da ideia dela estar em uma banda de rock então a forçavam a sair para seguir carreira solo. Hayley foi compor e gravar suas fitas demo solo enquanto nós quatro continuamos sem ela."

Eles dizem ainda que Williams quis determinar quem iria continuar na banda e que ela assinou contrato com a gravadora Atlantic como artista solo, sem o conhecimento do resto da banda. Embora ela sempre tenha sido o "ponto focal" da banda, o que é normal para vocalistas, nos últimos meses ela apareceu cada vez mais sozinha, aparecendo sem os companheiros na cerimônia de anúncio dos indicados para o prêmio Grammy, por exemplo.

O post fala rapidamente sobre o relacionamento amoroso de Hayley com Josh, que aparentemente acelerou a saída dos irmãos do Paramore, e explica as crescentes diferenças musicais e religiosas entre a vocalista e os outros membros. "Hayley apresentou para nós letras que eram muito negativas e com as quais a gente não concordava. Por exemplo, 'a verdade nunca me libertou', que contradiz o que a Bíblia diz em João 8:32 ('e vós sabereis a verdade, e a verdade vos libertará')".

Um representante do Paramore disse à Rolling Stone que não tem nenhum comentário a acrescentar ao anúncio oficial divulgado no sábado.

Fonte: Terra/ Reuters / Rolling Stone / Billboard
Via: Galileo

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Novos clipes e bandas da Tooth and Nail

Publicada por RenatoCavallera em 23 de Dezembro de 2010 às 17:43:02 na categoria Música nos EUA

Música nos EUA

Como acontece todo o ano, a Tooth and Nail dispensa e contrata meio milhão de artista. Recentemente a gravadora liberou uma grande leva de clipes de novatos. Veja se você curte algum:

Queens Club com Are We Will We

 

 

Rocky Loves Emily com Clueless

 

 

Poema com Wool Coasts

 

 

Ivoryline (que não é mais novato) com Instincts

 

 

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Johnny Cash no Hall da Fama da Música Gospel

Publicada por RenatoCavallera em 24 de Novembro de 2010 às 03:42:56 na categoria Música nos EUA

Música nos EUA

O cantor e compositor Johnny Cash, morte em 2003, é um dos quatro novos integrantes do Hall da Fama da Música Gospel americano.

Cash cresceu ouvindo canções gospel, tendo se aproximado da religião e música cristãs como forma de se livrar de seus vícios. Durante quase meio século de carreira, vendeu mais de 50 milhões de discos e ganhou 11 prêmios Grammy.

O músico morreu em 12 de setembro de 2003 após anos de saúde fragilizada devido aos diabetes e excessos, especialmente do álcool. Sua morte ocorreu apenas quatro meses depois da esposa, June Carter Cash. A história do casal pode ser vista no longa "Johnny & June" (2005), de James Mangold.

A cerimônia de introdução de Cash será realizada no dia 24 de janeiro, no Tennessee. Na ocasião, também serão apresentados os outros recém-incorporados DeGarmo & Key, The Golden Gate Quartet e Bill "Hoss" Allen.

Criado em 1971, o Hall da Fama da Música Gospel atualmente conta mais de 150 integrantes.

Fonte: eBand

Dica: Clique aqui e ache UM MONTE de CDs e DVDs legais desse monstro sagrado da música mundial.

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Paramore: Playing God

Publicada por RenatoCavallera em 18 de Novembro de 2010 às 00:05:23 na categoria Música nos EUA

Música nos EUA

Sem mais delongas: clipe novo do Paramore, Playing God:

 

 

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Anberlin acústico Last Fm

Publicada por RenatoCavallera em 10 de Novembro de 2010 às 19:02:46 na categoria Música nos EUA

Música nos EUA

Divulgando seu mais novo álbum a banda Anberlin gravou um especial acústico para o site Last FM. São 4 músicas e uma entrevista em inglês (quem quiser traduzir dê um grito).

Abaixo você confere os vídeos:

 

 

Para assistir a entrevista em inglês e as outras versões acústicas, clique aqui.

Fonte: Mpsirock

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Underoath: Disambiguiation - ouça online na integra

Publicada por RenatoCavallera em 07 de Novembro de 2010 às 18:48:56 na categoria Música nos EUA

Música nos EUA

O Underoath disponibilizou todo o novo álbum da banda, DIsambiguation, para ser ouvido online pelo MySpace.

Abaixo você pode conhecer o primeiro trabalho da banda sem Aaron Gillespie, fundador do Underoath substituido pelo ex Norma Jean Daniel Davison.

Não esqueça de comentar o que achou do som.

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Underoath - In Division

Publicada por RenatoCavallera em 04 de Novembro de 2010 às 00:35:57 na categoria Música nos EUA

Música nos EUA

Novo clipe do Underoath frequinho. Veja logo antes que tirem do ar, porque ainda não foi lançado oficialmente e quando for não será imediatamente para o Brasil. =)

 

 

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Novas do The Chariot e Underoath

Publicada por RenatoCavallera em 19 de Outubro de 2010 às 17:00:29 na categoria Música nos EUA

Música nos EUA

Ambas com trabalhos inéditos a serem lançados no mês que vem, as bandas Underoath e The Chariot disponibilizaram um tease do que vem por ai. Tanto o novo álbum do The Chariot, quanto o do Underoath serão lançados pela Solid State Records.

The Chariot disponibilizou o clipe de David De La Voz:

 

 

Underoath disponibilizou uma nova faixa no MySpace do aguardado novo álbum Disambiguation:

 

 

Fonte: MPSIRock

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Third Day: Move - Ouça online e na integra AQUI!

Publicada por RenatoCavallera em 16 de Outubro de 2010 às 16:21:57 na categoria Música nos EUA

Música nos EUA

O novo álbum do Third Day, Move, pode ser ouvido na integra e online abaixo. O agrado é da banda em parceria com o Jesus Freak Hideout e Reverb Nation.

O lançamento mundial do Move será no dia 19 de Outubro. Clique no link abaixo e divirta-se, mas não esqueça de comentar o que achou deste novo trabalho da banda:


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Entrevista com Skillet

Publicada por RenatoCavallera em 11 de Outubro de 2010 às 00:18:52 na categoria Música nos EUA

Música nos EUA

John Cooper, vocalista da banda cristã norte americana Skillet, concedeu entrevista exclusiva para um dos sites mais relevantes de notícias de rock cristão, Jesus Freak Hideout.

Confira abaixo a entrevista na íntegra:

Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Biblia Online

JFH (John Dibiase): Quando eu recentemente entrevistei TobyMac enquanto vocês estavam em uma turnê juntos, ele me contou como vocês acabaram gravando em seu álbum juntos porque o onibus de vocês quebrou em Nashville.

John Cooper: Sim! É verdade. Eu acho que já tinhamos começado a conversar sobre fazer uma turnê juntos nessa época. Acho que o pessoal da organização já tinha conversado. Eu eu estava realmente querendo que isso acontecesse e eu sei que ele também queria. E ele ligou e disse: “Que tal você gravar no álbum?”, e eu disse “Claro! Sério?” Eu gostei muito. Sou fã do Toby. Ele é meio que uma lenda, claro. Então, obviamente, como um fã, você não diria não para algo assim! É uma coisa muito legal, mas eu estava meio que inseguro. Eu estava meio que “Será mesmo?”. Pois quando você pensa em pessoas cantando com o Toby, você não pensa em mim! Você pensa no Kevin Max e todos aqueles cantores de verdade. Acho que minha voz não ficaria tão boa assim! Então ele me mandou a música e eu amei, mas estava inseguro se realmente eu soaria bem nela. Então eu estava tendo dificuldade em lidar com isso até porque tinhamos começado aquela turnê com o Hawk Nelson, que acho que vi você lá em algum lugar.

JFH: Na Electric Factory lá em Philly, sim.

John Cooper: Electric Factory! Aquela turnê foi tão ocupada! Eu não sabia se conseguiria ir até Nashville! Estávamos tocando 5 noites por semana. De qualquer forma, eu liguei para ele à meia noite logo depois de um dos shows e disse: “Cara, nosso ônibus quebrou. Acabei de descobrir que estamos indo para Nashville para consertá-lo, então eu posso gravar amanhã.” Ele nem estava na cidade! Então eu nem mesmo vi o Toby quando gravei. O produtor dele veio me buscar e eu fui lá e cantei minha parte em uma hora e fui para casa. (risos). Não digo casa. Hotel. Mas foi muito legal.

JFH: E a turne vai começar de novo no outono, certo?

John: Sim! Foi uma turnê fantástica. Foi uma boa turnê por uma série de razões, mas eu sinto que foi…não sei se estou exagerando aqui, mas é como eu realmente sinto. Não sei se é verdade, mas senti que foi uma turnê importante, não só para o Skillet, mas para a música cristã em geral. Você entende o que eu digo? Não sei de nada tão grande e inovador que tenha acontecido em muito tempo. Entende?  Digo, houveram grandes turnês com Casting Crowns e Leeland, foram turnês fantásticas. Eles são mais adulto-contemporâneo, mas nada foi tão inovador desde “Freak Show” ou algo assim. Que, você sabe, foi Dc Talk e Audio Adrenaline.

JFH: Aquela foi uma grande turnê. (risos)

John: Digo, aquilo foi algo muito épico para a música cristã! Então eu não estou tentando dizer que isso é tão épico quanto aquilo, mas nada aconteceu tão grande quanto.

JFH: Eu acho que foi épico. Digo, porque eu tenho acompanhado vocês desde o começo e eu acompanhei o DC Talk desde que me tornei cristão. Então ter os dois juntos foi realmente legal. E é uma mistura interessante, também.

John: Sim! Você sabe, são misturas incomuns que funcionam! Não são todas. Como alguém disse: “Bem, e que tal vocês e o Casting Crowns?” Eu pensei como: “Não, isso não vai funcionar”. Eu amo o Casting Crowns, mas não é a mistura certa para nós ou para eles. Seria ruim para eles também. Os fãs deles ficariam meio que “O que vocês estão fazendo junto com essa banda?” Mas você sabe, isso funciona para nós porque a música do Toby é tão enérgica! É muito intensa…

JFH: Tem um elemento Rock também.

John: É verdade.

JFH: E vocês não são tipo Underoath nem gritam a cada cinco segundos.

John: Sim. Verdade.

JFH: E os fãs são compartilhados, como evidenciado pela lotação dos shows.

John: Sim, foi uma turnê muito divertida. E foi também importante para mim, porque com todo o lance mainstream que aconteceu conosco, pessoas fazem muitas perguntas como “o que vocês vão fazer a seguir?” e tem diversos obstáculos para pular o tempo todo. Uma quantidade enorme de planejamento porque tem tanta gente para fazer feliz e tanta gente para quem tocar. E como você sabe, só faz 6 meses desde que tivemos um single nosso nas rádios do mercado mainstream, e eu sempre disse que se isso acontecesse – e eu amo o ramo Cristão, eu não estou buscando parar de fazer apresentações cristãs ou seja lá como vecê chama isso. E muitas pessoas fizeram isso quando cruzaram para o outro lado. Eles não fazem festivais – então foi uma bela oportunidade para eu investir nisso e dizer: “Veja, minha gravadora preferia que eu – – digo, pediram para fazermos turnê com Sick Puppies, Chevelle – minha gravadora preferia que eu fizesse isso, mas nós deixamos de lado para fazer essa turnê cristã.” E por isso que eu acho que é importante para nós, também. Digo, não é só conversa, nós finalmente podemos provar! Nós tivemos uma grande música e tivemos que dar as costas para essas coisas para fazer o que penso ser realmente importante para o mercado Cristão.

JFH: E isso honra seus fãs que tem seguido vocês desde os anos do mercado Cristão.

John: Absolutamente! É legal, porque definitivamente tem muitos – eu conversei com o Toby sobre isso – fãs do Skillet que não tiveram a oportunidade de nos ver tocar. Talvez seus pais não querem que eles venham nos ver no The Electric Factory ou um lugar como esse. E muitos pais dessas crianças apenas deixam seus filhos irem se eles forem juntos. E muitos pais não querem ir! (risos) Então essas crianças não tiveram a chance de nos ver onde seus pais se sentiram seguros o suficiente – “Bem, eles estão com essas bandas, eu não conheço essas bandas…” – Como essa turnê (com RED e The Letter Black) é mais pesado.

JFH: Sim, mas eles são todos cristãos.

John: Eles são, o que é ótimo. Mas mesmo assim, algumas crianças mais jovens com seus pais não tem muito a ver com aquilo. Mas seus pais gostam de TobyMac. Então foi uma boa chance para alcançarmos esses fãs. É importante. Significa muito para mim.

JFH: Com seu álbum Awake, foi sua primeira vez trabalhando com Howard Benson. Foi muito diferente dos álbuns anteriores?

John: Foi muito diferente. Minha experiência tem corrido todo o mapa. Trabalhando com alguns produtores que talvez não tenham se envolvido tanto. Ou talvez o que é provavelmente mais certo e justo é que eu não quis eles tão envolvidos porque eu não entendia o papel do produtor quando eu comecei. Eu não sabia muita coisa de nada. Chegou a um ponto provavelmente entre Invincible e Alien Youth que eu meio que eu confiava mais em mim mesmo do que nas pessoas com quem eu trabalhava. Eu trabalhei com pessoas realmente talentosas e eu aprendi muito mas eu cheguei a um ponto em que eu gostava da opção de trabalhar com poucas pessoas e trabalhar por conta. Por isso que fiz aquilo. Na época de Collide foi quando eu fiquei realmente frustrado que eu fiz por mim mesmo. Nós não tínhamos dinheiro ou contatos para achar outros produtores ou involver outras pessoas. Nossa gravadora não estava sendo tão generosa. Eu estava realmente frustrado em Collide. E Paul Ebersold, que produziu Collide, tinha me ligado para vir fazer algumas composições para um artista. Naquele ponto, eu não falava com Paul havia cinco anos. Ele gravou nosso primeiro álbum. Nós estávamos trabalhando e eu disse a ele: “Cara, eu preciso fazer um álbum de rock realmente bom e eu preciso de ajuda.” Ele começou a pensar a respeito e disse: “Tudo bem, eu vou fazer.” Então foi muito legal da parte dele. Ele abriu mão de recursos para fazer nosso trabalho.Ele havia recém trabalhado em álbuns muito grandes. Então ele fez Collide. E ele é ótimo. Paul é realmente bom e ele trabalhou em mim a minha composição, mas ele não é necessariamente um compositor. Ele tem bons ouvidos. Então eu fui daí para trabalhar com Brian Howes em Comatose. Brian é o tipo de compositor que trabalha em cada linha em separado. Eu lembro que argumentamos por uns 30 minutos na pré-produção. Nós discordamos em como seria o início de Yours To Hold. E começa “I see you standing there”. Minha versão original começava com “See you standing here”. Nós discutimos se seria “I see you” ou apenas “See you”. Ele é tipo: “Isso importa!” Eu sou mais: “Não, isso não importa!” E ele: “Sim, isso importa! Importa”. Ele ficou indo e voltando entre uma e outra e finalmente eu estava meio que “Eu não ligo qual que vai ser, não importa para mim!” E então, quando fomos cantar no disco, ele não conseguia decidir e ele me fez cantar dos dois jeitos, e então disse: “Eu vou decidir depois!” Então eu saí da cidade e ele gastou horas nisso. Depois seria também “I see you…” ou “…Iiii seeeee you…”. E então ele estava “Nós vamos fazer a respiração antes do “i”? E eu já estava “Cara, estou fora! Deu para mim!”.

JFH: Fale sobre cismar!

John: É o tipo de coisa que o Brian faz. Mas ele é um gênio na composição. Ele trabalhou no último álbum do Boys Like Girls e escreveu a música Two Is Better Than One. Eu tive que me render a ele, ele é fantástico.

JFH: E acabou sendo um álbum de muito sucesso.

John: Absolutamente, e eu queria que ele fizesse o próximo trabalho, mas ele não pode. Então eu fiquei meio sem saber o que fazer. Nessa época, Howard Benson era o meu produtor favorito pelo modo como seus álbuns soam. Ele fez os dois grandes álbuns do POD, ele fez Seether, Three Days Grace, Flyleaf, Daughtry, My Chemical Romance… ele fez tantos trabalhos maravilhosos. E eu queria trabalhar com ele. De qualquer forma, é uma longa história para cobrir até dizer que eu gostei muito de trabalhar com Howard. Ele é muito diferente do Brian. Howard não é um compositor. Por exemplo, na música Hero, eu diria: “Deve ser ‘I need a hero’ ou deve ser ‘I want a hero’?” Ele apenas diria que não importa. Eu não estava acostumado com aquilo. Ele é mais apegado ao conceito da música do que aos detalhes. Ele quer ter certeza de que é algo que as pessoas vão querer ouvir. Aprendi muito com o Howard sobre como um álbum soa de maneira geral e o que você está tentando dizer com isso. Ele é um cara esperto. Eu cheguei com umas 35 músicas para o disco. No primeiro dia que encontrei ele eu disse: “Cara, eu sou um grande fã de Satellite (POD) e tantos outros trabalhos!” Conversamos sobre muitas coisas. E eu toquei minhas musicas para ele. A segunda música que toquei era provavelmente uma das minhas favoritas e eu achei que ele ia amar. Eu o tinha conhecido há 30 minutos. E ele me olha e diz: “Eu tenho que ser honesto, essa música soa de uma maneira que não vai vender.” E eu perguntei: “Sério?” E ele disse: “Sim, eu não gostei dela. É horrível”. E esse foi nosso primeiro encontro e eu pensei: “Ok, foi para isso que eu assinei!” (risos) Eu preciso de alguem que me dê uma opinião honesta e aquele cara me daria isso. E isso ajudou muito. E eu deixei ele louco. Eu não sei se algum artista já havia feito isso com ele. Eu tenho que tirar isso a limpo. Eu tenho que saber o que você não gosta. Eu escrevi muitas das músicas depois de ver o que ele estava procurando. “It’s Not Me It’s You”, “Sometimes” e “Shoul’ve When You Could’ve” foram todas escritas depois desse dia.

JFH: “Should’ve When You Could’ve”… sobre o quê é essa música?

John: Em cada disco nós fazemos alguma coisa mais fora do contexto. “Looking for Angels” era meio fora do contexto de Comatose. “Should’ve When You Could’ve” foi uma musica que sobrou e que achei que era divertida, basicamente. É só sobre alguem que não te trata da maneira certa. É a perda deles, você entende? É para ser meio que uma piada. Tipo: “Você teve a sua chance e você perdeu. Estou seguindo adiante.” É só para ser uma música divertida de verão. As pessoas ficam realmente movidas por essa música. Ou elas odeiam a música ou a amam. A gravadora não gostou muito. Meu empresário também não gostou.

JFH: Eu também não gostei.

John: Você não gostou? (risos) É, muitas pessoas não gostaram.

JFH: Bem, você sabe, eu meio que olho dessa forma. Acho que muitas das musicas desse álbum foram escritas para um público mais jovem. Você pode escutar “Should’ve When You Could’ve” e ela soar como uma música de rompimento ou então como uma música sobre relacionamentos. Acho que se eu tivesse escutado esse disco com 15 ou 16, acho que eu teria me conectado à música de uma maneira mais profunda. Agora, eu vejo que você é casado, você tem filhos, de onde vem músicas como essa?

John: Sim, eu sei o que você está dizendo. É engraçado porque a maioria das pessoas achou que fosse para um púplico mais velho que Comatose. De uma certa maneira, eu penso dessa forma e, de outra, não. “Monster” e “Sometimes” talvez sejam mais sombrias e mais maduras. Mas algumas pessoas estão dizendo que essas soam um pouco mais velhas. E eles dizem isso porque em Comatose nós fizemos músicas como “Those Nights”. Teve algumas revistas que não fizeram nada a respeito de Comatose. Eles apenas diziam: “Ah, vocês estão apenas alcançando uma audiência adolescente.”

JFH: Bem, “Those Night” se conectou bem comigo como um cara casado. Sou muito sentimental. Então, para mim, essa parece uma música sentimental.

John: Sim, não é necessariamente uma música para jovens. É sobre ser jovem, então senti da mesma forma. Você nunca sabe como as pessoas vão receber uma música. Para mim, é tipo a magia da música. Por exemplo, eu não falei sobre o que é a música “Lucy”.

JFH: Essa era uma das minhas perguntas também.

John: Sério? As pessoas me perguntam o tempo todo. E eu gosto. É provavelmente a melhor música que eu já escrevi. Tem uma certa magia nela. Muitas pessoas pensam que é sobre uma coisa ou outra, e eu recebi excelentes e-mails sobre isso.

JFH: Você diria que você escreveu ela sob um ponto de vista específico e um pensamento específico mas não quer entregar o que é?

John: Eu escrevi sob um ponto de vista específico. Tem uma história por trás. Mas mesmo que haja uma história específica, tem muitas interpretações que tem significado muito para muitas pessoas. São todas diferentes. Então decidi que não vou contar a história por trás. Talvez eu conte mais tarde depois que ela já tenha significado o que deveria para as pessoas. Essa é a magia da música e eu gosto disso. O que seria engraçado era se “Should’ve When You Could’ve” se tornasse um grande sucesso pop. Como All-American Rejects ou algo assim. Isso seria muito divertido.

JFH: Eu acho que ela pode realmente se conectar a um público jovem.

Jonh: Sim, “Should’ve When You Could’ve” é realmente uma música jovem.

JFH: Até mesmo “It’s Not Me It’s You” se conecta bem com um público jovem.

John:Sim eu acho que poderia! Você pode ver de qualquer forma. Definitivamente, porque ela pode ter tipo um tipo de fúria adolescente nela. É a minha música favorita no disco.

JFH: E sobre “Don’t Wake Me”? De onde ela veio? Houve uma inspiração específica para essa música?

John: Não, de início não tinha, mas se tornou algo. Você viu o filme Coração Valente?

JFH: Não vi. Não sou muito de filmes violentos.

John: Sim, é muito violento. Violência muito realista. Mas a história é muito inspiradora. É um filme muito comovente. Eu sei que você não gosta de filme violento então eu não vou estragar nada. A esposa dele é morta. Ele tem esses sonhos sobre sua esposa, e em um deles, ela diz que ele está sonhando e ele tem que acordar. E ele diz a ela que ele não quer acordar. Mas a música também significa algo mais. Enquanto estávamos gravando Comatose, meu avô ficou muito doente. Ele faleceu uns meses depois disso. E por um ano, eu tinha esses sonhos com ele o tempo todo. Eu comecei a escrever “Don’t Wake Me” antes de Comatose lançar. Foi a primeira música que escrevi para Awake. Foi quando eu comecei a pensar mais e mais sobre isso. Eu sonhava com meu avô e eu fazendo coisas juntos o tempo todo. Eu queria dedicar a música a ele no encarte mas eu esqueci porque estava muito estressado. Mas essa música é dedicada a ele mesmo que acabou tendo um significado diferente do pretendido.

JFH: Você tinha mencionado que ela poderia ser levada também como uma música de rompimento, mas ouvindo que se trata de Coração Valente e seu avô, fica claro de onte vem. Eu tive sonhos com meu avô também.

John: Sério? É louco! Parecem reais, não é?

JFH: Sim, e quando eu tenho esses sonhos é ótimo, e eu não quero acordar. Eu tive esse sentimento muito forte da última vez que sonhei com ele.

John: Se lançarmos ela como um sinlge, essa meio que seria a história oficial por trás da música. Não foi a idéia original, mas ainda escrevi metade da música. “Believe” foi escrita depois.

JFH: Sim, ela não foi adicionada ao álbum depois?

John: Isso, foi a última a ser inserida. O álbum estava pronto. Mas é uma música especial para mim. Eu realmente gosto dela.

JFH: Sobre o que se trata?

John: Bem, “Yours To Hold” era meio que uma música de baile, com a ansiedade do amor jovem. Mas “Believe” é mais como uma visão mais madura das coisas. É sobre a diferença entre homens e mulheres. Você está tendo uma briga. Você está bravo e você diz coisas que na verdade não quer dizer. Você está apenas bravo. E no final você diz: “Você deveria me conhecer melhor do que isso.” Eu sempre ri de minha esposa dizendo que essa música é a maneira de um cara pedir desculpas, que é assim: “Eu sinto muito ter dito isso mas você deveria saber que eu não quis dizer isso.” (risos) É sobre isso que se trata “Believe”. Não sei porque, mas essa música é especial para mim. Tocamos ela na turnê com TobyMac. Tocamos essa e “Lucy”.

JFH: Sim, eu acho que vocês tocaram “Lucy” na turnê do ano passado, também.

John: Nós tocamos! Mas apenas na metade da turnê, na costa Leste. Depois paramos.

JFH: Nós conversamos uma vez antes de Collide sobre como você queria ressuscitar “Locked In a Cage”. Você ainda pensa nisso?

John: Eu pensei nisso de novo sim. Eu falo isso para nosso empresário por 3 anos agora. Eu tenho um refrão novo e ainda acho que “Locked In a Cage” seria a música certa para um álbum. Eu mudei algumas coisas nela. Mas essa música vai nos ajudar apenas no mercado mainstream. Não que nossos fãs não vão gostar, mas eu não consigo ver ela sendo um gande sucesso em uma rádio cristã. É tão sombria, e se fizermos de novo, seria mais pesada e soaria apenas soar mais pesado. Mas eu ainda iria gostar de fazer isso.

JFH: Tem mais alguma música que você pensou em trazer de volta?

John: Essa é a única música que eu pensei em trazer de volta.

JFH: Eu estava pensando lá atrás nos tempos de Alien Youth, e “Kill Me, Heal Me” seria uma boa música. Eu vejo como você tem tantos fãs novos e jovens que provavelmente nunca ouviram musicas como essa e provavelmente nunca irão ouvir. Vocês tem uma riqueza de músicas que vocês poderiam trazer de volta.

John: Sim. Seis álbuns que eles nunca ouviram falar! (risos) Foi uma carreira bizarra. Foi uma coisa muito, muito estranha. Mas, é o que é.

JFH: 14 anos esse ano, certo?

John: Sim, wow! É estranho. Não dá pra acreditar.

JFH: Tem pessoas que acabaram de descobrir vocês. Mas de qualquer forma, vamos ver… oh! O grunhido da música “Monster” não está na versão de rádio…

John: Sim, eu ouvi isso hoje! Fica a critério da estação qual versão eles querem tocar. Eu achei que todas estavam tocando a versão com o grunhido. Eles estão em Chicago, que é a estação que eu escuto. Eu não tinha escutado no rádio sem o grunhido até ontém aqui. Eu ouvi e pensei: “Aah, eles tiraram o grunhido!” Algumas pessoas não devem ter gostado. Em sua maioria, os fãs gostaram. O grunhido vendeu mais álbuns que a música.

JFH: Na noite em que eu vi vocês no Creation do ano passado, eu estava sentado no hotel com um amigo. A gravadora tinha nos enviado uma amostra do álbum. Eu estava sentado no escuro com meu laptop fazendo atualizações no site, estava com meus fones de ouvido, e não estava esperando pelo grunhido. Quando você está sozinho, no escuro, sem esperar, é a coisa mais assustadora do mundo. (risos). Eu fiquei enlouquecido com aquilo. Mas eu não estava certo de como havia me sentido em relação ao grunhido. Eu toquei para mais um fã do Skillet e ele disse que era tão forçado.

John: É, algumas pessoas pensam isso. Mas muitas pessoas amam. Você nos viu fazer ao vivo. Quando acontece, as pessoas enlouquecem. É muito engraçado. Fizemos um set acústico em uma estação de rádio semana passada. Foi só eu cantando “Monster” com um violão e claro que eu não fiz o grunhido. Tinha uma garota lá que ficou muito brava.

JFH: Você deveria levar uma gravação com você. (risos) Você deveria ter um applicativo da Apple para o grunhido da “Monster”.

John: risos

JFH: Entre os shows cristãos e o mainstream, em qual você se sente mais confortável no palco?

Eu me sinto um pouco mais confortável em shows Cristãos e festivais cristãos porque eu sei quem está vindo e que tipo de pessoa está vindo. Quando estamos tocando um show no mainstream, geralmente estamos abrindo para alguém, e não sei se as pessoas sabem quem nós somos ou não. Temos uma carreira tão estranha que é um pouco difícil saber se as pessoas que sabem quem é o Skillet. Essa é a única razão. Mas eu gosto de abrir para outras bandas também. Conseguir novos fãs é maravilhoso.

JFH: Uma última pergunta. Algum conselho para novos pais?

John: Você vai ser pai?

JFH: Sim, em Outubro…

John: Parabéns! É maravilhoso cara. Se prepare para a coisa mais brutal do mundo. É brutal e é traumático. Você provavelmente ouviu pessoas dizerem que você não vai dormir muito quando você tiver um bebê. Bem, seja o que for que você está pensando agora, é pior. (risos) É difícil. Tirando isso, é isso! Ah, e seja legal com sua esposa durante a gravidez e depois disso por pelo menos seis meses. Daí você pode ser mau de novo. (risos)

Entrevista publicada originalmente no itsoundslike.net com permissão do site jesusfreakhideaout.com.

Fonte: Gospel+

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Petra: Novo CD e DVD ao vivo com direito a download e documentário

Publicada por HudsonNavesRibeiro em 05 de Outubro de 2010 às 16:37:29 na categoria Música nos EUA

Música nos EUA A formação clássica do Petra (Bob Hartman, Greg X. Volz, John Lawry, Mark Kelly e Louie Weaver) que gravou albuns como Beat The System e o ao vivo Captured In Time and Space está de volta.

A formação da década de 80 está em estúdio finalizando um novo trabalho que trata de sucessos dos anos 80 regravados mais duas canções inéditas.

As canções serão:

  1. Adonai
  2. Let Everything Praise the Lord
  3. More Power To Ya
  4. Rose Colored
  5. Grave Robber
  6. Clean
  7. Bema Seat
  8. Angel of Light
  9. Too Big (inédita)
  10. Back to the Rock (inédita)
  11. God Pleaser
  12. Second Wind

A capa do CD também foi divulgada no blog oficial da banda.

O download do CD estará disponível pra venda no final desse mês, (outubro) e dentro de semanas o CD físico também estará disponível. As primeiras mil cópias compradas serão autografadas.

O DVD será gravado ao vivo no dia 20 de novembro das 07 as 10 da noite. Serão cerca de 50 minutos de show ao vivo gravados com 12 câmeras de alta definição, mais um documentário de cerca de 45 minutos à 1 hora.

A gravação será transmitida ao vivo para o mundo todo pela TBN (Trinity Broadcasting Network). O DVD deverá ser lançado logo no início do ano junto com o início da Turnê Back to The Rock.

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DVD do August Burns Red

Publicada por RenatoCavallera em 29 de Setembro de 2010 às 05:42:03 na categoria Música nos EUA

Música nos EUA

A banda de Rock [muito] pesado August Burns Red, que já esteve no Brasil esse ano, está lançando seu primeiro DVD. O trabalho está saindo pela Solid State Records.

Abaixo você confere um trailer do DVD:

 

 

Um pouco mais abaixo você confere um trecho do DVD:

 

 

Mais abaixo ainda você confere os comentários:

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Katy Perry afirma "orar em linguas" e fala sobre seu passado como evangélica

Publicada por RenatoCavallera em 19 de Setembro de 2010 às 04:18:29 na categoria Música nos EUA

Música nos EUA

Muitas pessoas não sabem que é Katy Hudson, ex-cantora gospel e filha de pastores conservadores. Mas quase todo mundo conhece uma das cantoras mais faladas da atualidade, que atende pelo nome artístico de Katy Perry , o destaque na nova edição da revista Rolling Stone (publicada em 19/08).

Ela teve uma educação rígida e na adolescência passou por uma rápida transformação, deixando a vida religiosa e se tornando conhecida internacionalmente com a canção ” I kissed a girl (and liked it)”. Traduzindo: “Beijei uma garota (e gostei)”. Aos poucos tem sido vista como uma sex symbol, aparecendo na capa de várias revistas pelo mundo afora. Seus  cerca de três milhões de seguidores no Twitter e a amizade com o blogueiro das estrelas Perez Hilton garantem que todas as suas declarações tenham grande repercussão.

Sua infância foi marcada pela influência e maneira de ver o mundo de seus pais, considerados cristãos pentecostais fundamentalistas. Eles, apesar de terem sido hippies nos anos 1960, obviamente não gostaram de ver a filha anunciando ao mundo que beijou outra garota. Inclusive, já se posicionaram publicamente contra as músicas da filha. O jornal inglês Daily Mail publicou uma entrevista em 2008, onde a mãe de Katy afirma que o primeiro sucesso da filha “…promove o homossexualismo. Sua mensagem é vergonhosa e nojenta. Toda vez que escuto minha filha cantando no rádio, baixo a cabeça e oro por ela. Katy é nossa filha e nós a amamos, mas discordamos da maneira como está se comportando”.

Mesmo tendo o nome “Jesus” tatuado no punho, a cantora de 25 anos não facilita as coisas para os pais. Em breve deve emplacar um novo sucesso “Teenage Dream” (sonho de adolescente), onde surge de lingerie no vídeo que aparece deitada na cama com um namorado cantando “dirigimos até a Califórnia, ficamos bêbados na praia, fomos para o motel e montamos uma fortaleza com nossos lençóis”.

Mas engana-se quem pensa que ela virou as costas para tudo o que aprendeu desde cedo. Algumas declarações para a entrevista recente na Rolling Stone despertou nosso interesse. Por isso, fizemos um breve levantamento  do que ela tem a dizer sobre sua espiritualidade. Afinal, o título do artigo na revista americana, como visto acima, é “Sexo, Deus e Katy Perry: o caminho difícil e os tempos quentes enfrentados por um anjo caído”.

“Falar em línguas é tão normal para mim como ‘Passe o sal’… É um segredo, uma linguagem para a oração direta com Deus… Meu pai costuma falar em línguas, enquanto minha mãe interpreta. Esse é o dom deles… Quando pequena, eu não podia dizer que eu tinha sorte, porque minha mãe preferia que disséssemos ‘somos abençoados’. Ela também não achava que lucky (sortuda, em inglês) tinha um som parecido com a palavra Lúcifer… Eu não podia comer o cereal Lucky Charms (amuletos da sorte), mas acho que era por causa do açúcar. Creio que minha mãe mentiu para mim sobre isso. “- Rolling Stone, agosto de 2010.

“Fico chateada quando vejo Russell [Brand, ator e seu noivo], usando o nome do Senhor em vão e Lady Gaga colocar um rosário na boca. Acho que quando você mistura sexo e espiritualidade no mesmo recipiente e sacode bem, algo ruim acontece. Sim, eu disse que beijei uma garota. Mas não disse que beijei uma garota enquanto transava com um crucifixo. ” Rolling Stone, agosto de 2010

“Minha criação religiosa foi comicamente rígida, proibiram até mesmo de termos em casa qualquer coisa cujo nome  remetesse ao diabo. Em nossa casa, não podíamos nem mesmo chamar ovos apimentados pelo seu nome popular. Ao invés de deviled eggs (ovos do demônio), tínhamos de chamá-los de “ovos angelicais”. Nunca fomos autorizados a falar palavrão. Eu sempre tinha problemas quando dizia “que inferno”… Só podíamos escutar música gospel. Não admira que eu me rebelei. “- Celebrity Blend, 2009

“Eles são um tipo diferente de cristãos… São até moderno… sabe, às vezes as pessoas imaginam meus pais vestindo sempre como um pastor ou um padre… Não, na verdade, meu pai tem quatro tatuagens… ele é uma espécie de pastor rock and roll moderno. “- Beliefnet, janeiro de 2009

“Quando  comecei a cantar música gospel, minha perspectiva das coisas era bem limitada e rígida. Tudo em minha vida estava muito ligado à igreja. Não sabia que existia um outro mundo além daquele. Por isso, quando saí de casa e vi tudo isso, pensei ‘Meudeus, caí no buraco do coelho branco e existe todo esse mundo de Alice no país das maravilhas aqui’” — revista The Scotsman, 2009

“Fui criada numa casa com muita rigidez religiosa. Tudo o que podia ouvir eram [hinos religiosos conhecidos, como] ‘Oh Happy Day,’ ‘His Eye Is on the Sparrow’ e ‘Amazing Grace’. Então agora até o New Kids on the Block são novidades para mim. Eles tem músicas legais… — MTV, 2008

“Não podíamos ouvir música secular em casa, pois era considerada coisa do diabo… Se eu queria levar amigas para casa, minha mãe queria saber se elas eram cristãs… Meus pais são assim. Eles são loucos! Eles são malucos mesmo!” — revista Blender, 2004

Com informações da Rolling Stone e da Flavorwire.
Tradução e edição: Jarbas Aragão
Via: Pavablog

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The Almost - No, I Don't

Publicada por RenatoCavallera em 16 de Setembro de 2010 às 21:56:26 na categoria Música nos EUA

Música nos EUA

Novo vídeo do The Almost: No, I Don't:

 

 

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Swichtfoot concede entrevista para revista Época

Publicada por moreiraum em 13 de Setembro de 2010 às 21:50:59 na categoria Música nos EUA

Música nos EUA

Tim Foreman, baixista e vocalista do Swichtfoot concedeu entrevista à revista Época, que troca as siglas do P.O.D para P.O.G, mas dá um pouquinho de alegria com a manchete na página principal do G1.

O grupo Switchfoot vem para três apresentações no Brasil em setembro. Confira entrevista com o baixista e vocalista da banda Tim Foreman.

A banda de punk rock Switchfoot ganhou notoriedade entre os jovens cristãos por abordar a fé religiosa, mas seu som se afasta de outros grupos que atuam dentro dessa mesma tendência, como P.O.D. e Creed, uma vez que introduz questões existenciais e filosóficas nas letras. Suas músicas já integraram trilhas sonoras de filmes como Homem-Aranha e Um amor para recordar. Eles se apresentarão em três cidades brasileiras em setembro: São Paulo (16), Ribeirão Preto (17) e Goiânia (18). Tim Foreman, baixista e vocalista, cedeu entrevista a ÉPOCA por telefone, de sua casa, em San Diego, Califórnia, antes de embarcar para o Brasil.

 ÉPOCA – Feliz de estar de volta ao Brasil ?
Tim Foreman –
Finalmente voltamos depois de cinco ou seis anos. Gostamos muito de surfar, então estamos ansiosos pegar algumas ondas também.

 ÉPOCA – Onde vocês costumam surfar quando estão por aqui? Rio de Janeiro, Ubatuba?
Tim Foreman – 
Sim, claro!Temos alguns amigos em São Paulo que já estão planejando nos levar em alguns lugares secretos para surfar.

 ÉPOCA – Isso parece divertido. E o que vocês esperam dos seus shows aqui?
Tim Foreman –
Nós realmente não sabemos o que esperar. Mas somos muito conectados com nossos fãs pela internet, no Twitter, no MySpace e no nosso site. Recebemos muitas mensagens e emails, então temos muitas expectativas, mas sem saber o que podemos encontrar.

 ÉPOCA – Vocês escutam música brasileira?
Tim Foreman –
Não posso dizer que tenho familiaridade, mas o que ouvi realmente gosto.

 ÉPOCA – Quais bandas vocês acreditam serem as principais diferenças entre Switchfoot e outras de rock com uma pegada cristã, como Creed e P.O.D.?
Tim Foreman –
A fé é uma parte muito grande de quem somos e a encaramos como fé e não como um trabalho. Nós nunca colocamos essa marca na nossa música, já que a nossa fé é uma coisa muito maior que qualquer programa de televisão para o qual nos apresentamos. Nós também gostamos de pensar que nossa música é para todos, afinal temos amigos com diferentes histórias e fés. A música deve unir as pessoas e não estigmatizá-las, isso é exclusão.

 ÉPOCA – Switchfoot também tem fãs não religiosos, um público que vocês querem atingir, claro.
Tim Foreman –
Nossas músicas são honestas e significam muito para nós. Há músicas que perguntam muito mais do que respondem. Isso porque nós não fingimos ter tudo esclarecido. Usamos a música também para explorar o que não entendemos, como o significado da vida, por que estamos todos juntos nessa.

 ÉPOCA – Algumas letras são inspiradas em questões existenciais formuladas por filósofos como Kiekergaard e Agostinho de Hipona. O que vocês querem transmitir?
Tim Foreman –
No nosso álbum Hello Hurricane, por exemplo, queremos inspirar e passar uma mensagem de esperança para as pessoas, reconhecendo que a vida é dolorosa, mas as esperança que dividimos está acima disso.

 ÉPOCA – Quais são suas principais influências?
Tim Foreman –
Os Beatles e Bob Dylan, claro, definitivamente, estão aí, assim como muitas bandas underground das redondezas de San Diego, onde crescemos.

 ÉPOCA – Li que o Bono, do U2, também é uma referência para o trabalho de vocês. Esse discurso de paz e tolerância é algo que vocês buscam incorporar nas canções?
Tim Foreman –
Com certeza. Música boa, em geral, sempre aborda de maneira profunda a fé e a crença. Seja Dylan ou Jhonny Cash, qualquer ícone da música faz ou fez isso. Bob Marley, de quem gosto bastante, também fez.

 ÉPOCA – Switchtfoot tem faixas em muitos filmes como Homem Aranha e Um amor para recordar, no qual Mandy Moore interpreta a canção "Only Hope". No próximo álbum outras faixas vão integrar trilhas sonoras?
Tim Foreman –
De fato, Hello Hurricane esteve em muitos filmes e trailers. Agora estamos trabalhando no nosso próximo álbum, Vice Versa, que lançaremos no ano que vem. Algumas conversas já se iniciaram para colocarem as faixas em um outro filme, mas não posso falar muito sobre isso. Mas nossa música e filmes casam muito bem mesmo.

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Sixpence None The Richer prepara novo álbum de inéditas

Publicada por Denys em 10 de Setembro de 2010 às 12:30:49 na categoria Música nos EUA

Música nos EUA

Após sete anos sem apresentar um novo projeto o Sixpence None the Richer anunciou um albúm de inéditas!

Este novo trabalho se chamará "Strange Conversation" e tem previsão de lançamento para o começo de 2011. Todas as músicas já estão prontas e algumas já são tocadas ao vivo em alguns shows que a banda realiza.

Segundo Leigh Nash ao site Pop Eater, devido ao tempo separados e as experiências vividas pelos atuais integrantes da banda, o som do "novo Sixpence" será mais maduro e possivelmente diferente dos outros trabalhos anteriores.

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