Entrevista com Stephen Christian, líder do Anberlin

Publicada por RenatoCavallera em 08 de Setembro de 2010 às 03:58:59 na categoria Entrevistas

Entrevistas

O vocalista do Anberlin, Stephen Christian, foi entrevistado recentemente pelo site Review Rinse Repeat. Christian falou sobre o novo álbum da banda, ‘Dark is the Way, Light is a Place’, a trajetória do Anberlin, seu projeto paralelo Anchor & Braille, entre outras coisas…

Confira toda a entrevista logo abaixo:

Vamos primeiro tirar as formalidades do meio do caminho. Você pode me falar o seu nome e sua função no Anberlin?

Stephen Christian, amigo, capitão do time, vocalista.

Seu novo álbum, `Dark is the Way, Light is a Place`, é o quinto full-length da banda. Conte para nós como foi o processo de criação e gravação desse disco.

A gente começa com a música em si. O Christian [McAlhaney] e o Joey [Joseph Milligan] gravam algumas idéias usando o Garage Band ou Pro Tools e passam isso pra mim. De lá eu tento criar as melodias e letras, depois disso eles pegam de volta e ajustam a música para os vocais. Depois é só escolher um produtor, encontrar um estúdio e começar a pré-produção. As gravações em si se tornam praticamente uma apresentação já que as músicas estão todas completas e prontas.

A banda já existe há um bom tempo, você acredita que hoje o processo de gravação se tornou algo mais natural para vocês?

Não, cada disco que a gente fez trouxe os seus desafios e dilemas. Acho que esse último foi o que menos trouxe problemas, acredito que isso se deve ao fato de que todos estavam muito empenhados durante o processo de criação das músicas. A pratica acaba deixando as coisas menos difíceis, isso sim é verdade.

Até hoje vocês venderam mais de 700,000 álbuns. Esse número acaba pressionando vocês quando pensam em lançar um novo álbum?

Eu nunca nem imaginei vender 70,000 discos durante toda a carreira da banda, então honestamente a gente já ultrapassou a minha meta, não tem nenhuma pressão. Falando sério mesmo, se a banda acabasse hoje, eu estaria mais do que satisfeito com o que já fizemos. Foi um tempo incrível viajando o mundo, conhecendo pessoas legais, aprendendo sobre outras culturas, e apresentando a arte que nós acreditamos ser o nosso chamado.

Como você descreve a trajetória da banda, desde a sua criação até os dias de hoje? Aquela idéia inicial continuou intacta ou vocês já mudaram algumas vezes?

Tudo muda, não vivemos em um mundo onde uma pessoa consegue repetir tudo diariamente! Na minha opinião, acabo sempre tentando ver os pontos positivos e negativos durante esses últimos sete anos, na verdade eles acabaram virando uma oportunidade para o meu crescimento. Integrantes entraram e saíram da banda por vários problemas, tivemos desde abuso de drogas até diferenças espirituais, então entendemos e aceitamos o conceito de “vida de banda no mundo”. A alma da banda mudou, mas o propósito de criar música, a melhor música possível, não.

Seu último trabalho, ‘New Surrender’ foi recebido entre críticas divergentes entre os fãs e críticos. Muitos apontaram a mudança como fruto da mudança para uma gravadora maior. Você acredita que o ‘Dark is the Way’ vai calar essas pessoas?

Sim, ele vai martelar o prego no caixão deles.

Qual o conceito da arte do ‘Dark is the Way, Light is a Place’?  Na capa a gente vê um cavalo de lado, mas acho que existe algo mais do que isso…

A arte deve ser analisada pela pessoa que está olhando para ela. Muitos podem ver um cavalo de lado, onde outros podem ver um cavalo que está morrendo e caindo. M. Zavros consegue fazer com que as pessoas sintam algo ao ver uma de suas obras.  Eu perco o fôlego quando olho os desenhos de ‘August Falling’, pensando no que ira acontecer durante os próximos segundos. Nesse disco a gente queria repassar o que sentimos ao ver o quadro. Queremos que cada pessoa interprete da sua forma as letras, humor, e as músicas de forma própria. Para alguns ele pode ser um simples cavalo de lado, mas para outros pode ser algo de tirar o fôlego que cria uma antecipação e expectativa.

Você deu a seguinte declaração sobre o disco recentemente, “Esse é o melhor disco que a banda poderia gravar” e aqui mesmo disse que “Todos os integrantes estavam empenhados” durante o processo de gravação. O que aconteceu de tão especial dessa vez?

Tudo. Desde o produtor, até Nashville, o estúdio, os instrumentos, as pessoas que participaram do processo. Tudo. Tudo estava com aquele sentimento especial. Não sentimos que estávamos nos esfolando para fazer esse disco, tudo foi tão suave, e para mim isso foi um sinal de gloria.

Durante toda a trajetória da banda, uma das coisas que mais chamaram a atenção nas suas músicas são as letras. Escutando o novo álbum , eu percebi que essa constante não deve mudar em breve. O que motivou você ao escrever as letras do novo CD? Tem alguma música em especial que você tem orgulho da letra que escreveu?

Eu queria escrever o meu primeiro romance moderno destinado a música. Cada música é sobre o nosso crescimento como seres humanos e como os nossos relacionamentos afetam as nossas vidas. “We Owe This To Ourselves” é sobre os últimos anos de Martin Luther King Jr. Uma GRANDE influência na minha vida. Outra que eu gosto bastante da letra é ‘Down’. Fazia alguns anos que uma música não me deixava tão vulnerável.

No começo do ano a banda lançou um vídeo para a música ‘We Owe This To Ourselves’, que acabou servindo de prévia do que estava por vir. Qual foi a primeira reação dos fãs ao escutarem a música logo quando ela saiu na net?

Até agora tem sido bem positiva. Eu gosto bastante do riff naquela música… O Christian se superou nele. O vídeo foi feito em um dia apenas e acho que os fãs gostaram da chance de ver como são os bastidores de um típico show nosso.

O primeiro single do álbum ‘Impossible’, já está na paradas de Rock Alternativo da Billboard, atingindo a 15# na sua primeira semana. Um vídeo para a música também foi lançado, qual foi a idéia geral do vídeo?

Arte. Achamos que conseguimos fazer tudo que queríamos no vídeo. Isso e o fato de que os canais de videoclipe não passam mais vídeos, sentimos que precisávamos focar-se na arte. A cinematografia do vídeo é surreal, e foi muito legal montar tudo como uma banda.

No começo do mês vocês avisaram via twitter que tinham reservado um tempo num estúdio na Suécia. Você poderiam falar um pouco sobre o que fizeram?

Sim. A gente gravou algumas das músicas do novo CD no formato acústico. Foi muito lega, porque a gente gravou na Suécia, onde o Peter, Bjorn e John gravaram (obrigado Universal!). Alguns amigos nossos da banda sueca Blindside apareceram por lá e a gente passou um tempo juntos. Acho que as pessoas vão gostar bastante dessas músicas e como elas ficaram nesse novo formato.

Falaram que nesse CD existem bastante músicas que não entraram passaram pelo corte final. Elas serão algum dia lançadas? Você seria contrario ao lançamento de um álbum como o ‘Lost Songs’?

Eu duvido muito que a gente lance outra coletânea como o Lost Songs, aquilo foi infelizmente o fruto de uma falta de comunicação e pendência com a nossa antiga gravadora. Sim, todas as b-sides serão eventualmente lançadas, entre elas os quadrinhos da Newberry. Talvez se nós lançarmos mais alguns álbuns, teremos material suficiente para lançar um álbum só de b-sides, mas não estamos pensando nisso agora.

Que músicas do Dark is the Way são as suas favoritas?

As minhas preferidas são ‘Art of War’, ‘Take Me’ & ‘Down’.

Houve algum momento na sua carreira que você teve que dar um passo pra trás para ver tudo? Quando você se sentiu mais orgulhoso de tudo que fez com o Anberlin?

Eu ainda não dei esse passo. Acho que ainda falta alguns anos até lá. Espero que isso seja algo bem momentâneo, porque eu compreendo quão sortudo eu sou hoje por estar nessa situação. Sou completamente grato! Um dos momentos que mais me deram orgulho (recentemente) foi ontem a noite, quando cumprimos uma das primeiras metas estabelecidas pela banda; tocar um show em Berlim; foi um sentimento surreal.

Apesar de você estar focado com o Anberlin pelo resto do ano e começo de 2011, muitos estão perguntando sobre o futuro do Anchor & Braille [projeto paralelo de Christian]. Quando os fãs terão novidades da banda? Você acredita em um sucessor do ‘Felt’ [debutante do Anchor & Braille] sendo lançado em 2011?

Não sei, não posso dizer que isso seria impossível. Estava falando com o meu melhor amigo sobre voltar a escrever algumas músicas assim que chegar em casa. Tenho algumas idéias, e já tenho um grande produtor em mente. O ‘Felt’ deve ser lançado em vinil durante o Outono… eu espero.

Voltando a falar sobre Anberlin. Vocês vão cair na estrada em Setembro com Crash Kings e Civil Twilight até o começo de Novembro. Depois em Fevereiro irão para a Australia para tocar no festival Soundwave. Nesse intervalo, entre a primeira turnê e o Soundwave, vocês vão fazer mais shows ou irão tirar férias?

Nada de férias! Durante esse tempo a gente vai fazer alguns shows em rádios nos EUA e a aguardada turnê européia pelo Reino Unido e Leste Europeu. Essa é a vida que eu sempre quis.

Sobre as turnês, o que você mais gosta sobre estar na estrada?

As novas pessoas e culturas que entramos em contato, os lugares que eu pude ver, e os amigos que estão ao meu lado durante todo esse tempo.

Se você pudesse retirar uma idéia do seu novo álbum ou de qualquer outra coisa do Anberlin, qual seria?

Que até mesmo nos momentos mais escuros, nos seus maiores temores, nas maiores tragédias da vida… ainda haverá esperança.

Além do lançamento do álbum e das turnês, o que os fãs devem esperar da banda durante os últimos meses de 2010?

Muitas apresentações acústicas em lojas e várias sessões em rádios.

Obrigado por participar dessa entrevista. Deixe sua mensagem final aos fãs.

Eu gostei da forma como as perguntas foram feitas. Muito obrigado.

Fonte: MPSIRock

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Entrevista com Underoath

Publicada por RenatoCavallera em 11 de Agosto de 2010 às 03:19:29 na categoria Entrevistas

Entrevistas

O tecladista do Underoath, Chris Dudley, foi entrevistado pelo site Review Rinse Repeat. Dudley comentou entre outras coisas sobre o novo álbum da banda e a saída do baterista Aaron Gillespie.

Leia abaixo parte da entrevista:


Uma das maiores notícias do ano foi a saída do Aaron Gillespie da banda. Você poderia compartilhar um pouco de como essa decisão foi tomada? Fazia tempo que ele pretendia sair da banda ou foi algo espontâneo?

Chris Dudley: Com certeza, já era algo que a gente previa há um tempo. Claro, a gente estava na banda com ele desde sempre, mas musicalmente as coisas ficaram mais difícil para compor com ele. Como muitas pessoas sabem, ele tem tendências pop-rock e não era nessa direção que a gente queria ir com a nossa música. Além disso, ainda haviam alguns problemas pessoais. Ele não ia deixar a banda simplesmente porque não gostou de uma música. Ele está trabalhando em um outro trabalho solo. No final das contas, a saída do Aaron foi beneficial para todos. Eu estava falando com ele outro dia e ele disse que está trabalhando nesse seu álbum solo. E isso é fantástico, por que durante um bom tempo – em várias ocasiões – a gente percebia que estávamos nós 5 em uma página e ele em outra musicalmente.Com a saída dele a gente pode trabalhar no que a gente queria trabalhar durante tanto tempo e ele também pode fazer isso. Foi fantástico quando o Daniel entrou pra banda, porque ele estava na mesma página que todos nós, tanto musicalmente como pessoalmente. O Aaron escutou boa parte do disco alguns dias atrás e ficou surpreso, ele mal podia acreditar que a gente conseguiu gravar esse álbum. Eu tenho certeza que quando o CD dele sair vai ser muito bom também. Resumindo, pra todos, foi muito bom.

Quando você ficou sabendo que ele não ia mais fazer parte da banda, qual foi a sua reação?

Chris Dudley: Foi estranho. Digamos que a primeira reação nem sempre é a mais correta. Estávamos em turnê quando ele avisou que ia parar. Foi um período muito emotivo. Alguns estavam bravos com alguns assuntos e outros tristes com outras coisas. Nós cinco sentamos e conversamos. Foi uma conversa de 3-4 horas em um posto de gasolina, tentando superar o momento. E chegou em um ponto que a gente decidiu que a coisa mais matura que poderíamos fazer era chegar nele e falar, “A gente acha que essa é a melhor coisa. Vamos terminar a turnê e será isso.” E foi basicamente isso que fizemos. Tocamos os últimos cinco shows da turnê e voltamos pra casa. E não sabíamos muito o que iríamos fazer depois disso. Estava tudo no ar. Pensamos no Daniel e ligamos para ele. Para nossa surpresa ele topou logo de cara. Isso nos deixou muito animados.

Porque o Daniel? Já conheciam ele de algum lugar?

Chris Dudley: A gente já o conhecia há um bom tempo. Eu conheci ele em 2001. Conheço ele já há quase 1 década. Sempre estávamos em turnê com a velha banda dele. Ele sempre foi um cara muito legal e obviamente é um bom baterista. Honestamente, não sabíamos se ele ia topar, porque na época ele estava tocando em uma banda chamada Colour Revolt, que é uma banda muito boa e uma de suas bandas favoritas. Ele também tem produzido algumas bandas.  E a gente estava falando, “cara, ele tem muita coisa pra fazer já. Será que ele largaria tudo, pra ficar em tempo integral com a gente?” Mas, a gente sentiu que deveríamos pelo menos fazer o convite. Praticamente, ligamos pra ele e perguntamos, “Quer fazer parte disso?” e ele curtiu muito a idéia. Não perguntamos se ele queria fazer parte da banda. Só falamos, “Hey você quer vir aqui e fazer uns ensaios com a gente pra ver no que vai dar?”. E foi uma loucura porque dentro do primeiro ensaio, nos primeiros 30-40 minutos a gente já estava trabalhando em músicas novas. Ele estava sintonizado com o resto da banda.  Estava já dando palpites, “eu tenho uma idéia de fazer, isso e desse jeito…” e foi o que a gente queria. Muito trabalho em equipe.

Como vocês tem tocado as músicas antigas ao vivo, quem tem feito os vocais limpos?

Chris Dudley: O Spencer tem feito boa parte deles. Nas partes que ele e o Aaron cantavam o Tim está substituindo o Aaron. O Daniel não tem uma boa voz pra cantar [Risos] nem eu.

É só ele manter o tempo certo né?

Chris Dudley: Ele é um baterista incrível. Só não canta. E isso não é nada ruim, porque no nosso novo material o Spencer ta cantando tudo, então não haverá maiores problemas no futuro. O material antigo fica por conta do Spencer e do Tim.

Com a saída do Aaron você passa a ser o integrante com mais tempo na banda. Como que tem sido essa vida, vendo tantas pessoas entrarem e saírem da banda?

Chris Dudley: Eu não sei. Eu acabo analisando a banda de duas formas separadas. Tem o Underoath de 2003 pra cá e o Underoath de antes. Quando a gente começou, em 1998 1999, estávamos todos no colegial, era só um passatempo. De 2000 até 2003, foi um processo de crescimento para todos nós porque estávamos saindo dos 18-19 anos e entrando nos vinte. Muitas personalidades foram desenvolvidas nessa época. Não vejo o Underoath como uma dessas bandas que tem muitos integrantes que entraram e saíram. Até 2003 muitas pessoas passaram pela nossa formação porque não era uma banda séria. Teve um cara que saiu que falou, “estou saindo porque não tenho mais vontade de fazer isso.” Outro iria casar. E é engraçado porque hoje em dia a gente ouve falar de todos os integrantes que passaram pela banda, mais na época ninguém se importava, porque nós éramos desconhecidos. Era algo do tipo “ah, ta bom, vamos encontrar alguém pra tocar baixo ou guitarra.’ Mas quando o Dallas saiu e o Spencer entrou, ai sim a nossa identidade foi solidificada. A gente ficou de 2003 até alguns meses atrás com a mesma formação. Então eu encaro a saída do Aaron a primeira grande mudança da banda. Porque quando o Dallas saiu, não éramos populares, não era como se muitas pessoas tivessem visto a gente. As pessoas que haviam visto achavam que a banda ia acabar. Mas a gente ainda sentia que deveríamos continuar, então procuramos um novo vocalista. A entrada do Spencer pra banda representou o começo da nossa carreira. ‘They’re only chasing safety’ foi o primeiro álbum que a gente gravou com ele. E esse álbum foi o que nos deu um certo destaque na cena. Então a gente gravou o Define The Great Line alguns anos depois. De 2003 até os dias de hoje éramos nós seis. A gente falou várias vezes isso e até o Aaron falou, “antes do Spencer, éramos um bando de caras tentando adivinhar o que iriam fazer com suas vidas”. Mas com a saída do Aaron, essa é a primeira grande mudança. Musicalmente, houve uma grande mudança, já que estamos trocando de baterista. Além do novo baterista, temos também um novo vocalista porque essa é a primeira vez que o Spencer vai fazer tudo quase sozinho. Então, será fantástico.

Foi reportado que vocês terminaram de gravar o seu álbum. Pode descrever o som?

Chris Dudley: É bem divertido. Eu gostei bastante. É estranho quando um músico fala sobre sua criação porque tem todo um processo de criação e pra falar a verdade, você nunca sabe qual será o resultado final. Se é que você me entende? Quando a gente lançou o ‘They’re Only Chasing Safety’ acabamos dando um grande passo. Estava falando pro Tim outro dia que esse novo CD é o nosso maior passo desde então. De várias formas, o disco é uma progressão. Estamos muito orgulhosos do que fizemos. A contribuição do Daniel e do Spencer foi provavelmente o mais surpreendente, porque não tínhamos a mínima idéia do que ia sair. Quando a gente escutou os vocais do Spencer, estávamos todos pensando, “Wow. Não sabíamos que você podia fazer isso”. É uma nova etapa pra ele. Eu sou péssimo para descrever as nossas músicas mas a melhor coisa que eu posso falar é que você vai ter que escutar.

Você afirma que ele é uma progressão. Como você compara esse álbum aos anteriores? Seria um crescimento?

Chris Dudley: Honestamente, eu só posso descrever ele falando das diferenças com They’re Only Chasing Safety e Define The Great line. Não somos o tipo da banda que lança um CD e fala, “Esse disco está mais parecido com aquele lá…” Algumas bandas falam que tentam voltar ao som de um álbum. E nós somos o oposto disso, não queremos repetir algo. Define The Great line e Lost In The Sound of Separation tem uma pegada parecida. Esse disco não tem essa mesma pegada. Ele é bem diferente. Eu não posso comparar ele com algo que já fizemos antes.

Alguns fãs estão preocupados com o novo material, já que o Aaron saiu da banda. O que você pode falar pra tranqüilizar eles?

Chris Dudley: Bom, eles tem que escutar para ver o que fizemos. Tem sido muito bom para nós o feedback inicial, todo mundo que fala com a gente acaba dizendo que não perdemos a batida. Confiamos no Daniel e em nós mesmos. Quando começamos a escrever havia um sentimento completamente diferente num sentido completamente bom da palavra. Não vou tentar convencer ninguém aqui. Eles tem que escutar o nosso disco. Se gostarem, ótimo!  Se não, não tem muito que podemos fazer.

Alguns trechos de músicas estão aparecendo on-line de algumas apresentações ao vivo. Você pode dar alguma informação sobre a música?

Chris Dudley: Ela com certeza está no disco. O nome eu não sei se posso revelar, títulos de faixas e do álbum estão ainda sobre sigilo por causa da gravadora e da produtora. Eu posso dizer que essa é a quarta faixa do álbum. Não sei o que mais posso falar. É uma música divertida pra tocar ao vivo. Eu amo ela.

Vocês já tem alguma idéia de título do álbum?

Chris Dudley: Já decidimos o título, mas é um daquelas coisas que eu não sei quando a gente vai oficializar. A gente não liga muito pra isso. Contaríamos pra qualquer pessoa. Mas é o tipo da coisa que a gravadora pede para que a gente espere.

Quando podemos esperar um single do álbum?

Chris Dudley: O disco provavelmente vai sair no final de Outubro. Talvez no final de Setembro uma música apareça on-line. Não sei se já vai ser o single logo de cara, mas a gente vai provavelmente soltar alguma música na net antes.

Traduzido por MPSIRock

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Entrevista com baterista do Switchfoot

Publicada por RenatoCavallera em 11 de Março de 2010 às 22:01:35 na categoria Entrevistas

Entrevistas

Enquanto estão em turnê com seu último lançamento, “Hello Hurricane”, o site americano “Jesus Freak Hideout” conseguiu uma entrevista exclusiva com o baterista do Switchfoot, Chad Butler, que falou do novo trabalho, dos shows e do futuro da banda. A entrevista foi concedida no dia 12 de janeiro deste ano e pode ser conferida, na íntegra, abaixo:

[JesusFreakHideout (John DiBiase)] Eu vi o show de vocês da turnê do Hello Hurricane na Philadelphia. Como tem sido tocar o álbum inteiro todas as noites? E muito obrigado por tocar “Evergreen”. Foi demais!

[Chad Butler] (risos) É! Tem sido uma espécie de aventura. Nós decidimos que faríamos o álbum inteiro ao vivo e tocaríamos do início ao fim. Tem sido meio maluco. Nós não sabíamos se as pessoas iriam prestar atenção em tanta música nova, e tem sido uma surpresa ver todos cantando junto. Mesmo no início da turnê quando o álbum tinha recém saído, parecia que as pessoas estavam cantando junto cada música. Acho que esse é o poder da internet e das pessoas ouvirem antes, o que é legal. E então, voltando no segundo set da noite e tocando músicas antigas, como “Evergreen” que você mencionou, tem sido muito divertido! Sete álbuns de material para usar é muita coisa. Tem havido muitos pedidos de pessoas na platéia que chamam a atenção do Jon e pedem músicas antigas e nós tentamos algo que não temos tocado por sete ou oito anos. Tem sido muito divertido.

[JesusFreakHideout] Quais são algumas raridades que vocês tem pego do repertório do Switchfoot?

[Chad Butler] Bem, na noite anterior, nos estávamos em Portland e parecia que a platéia inteira queria ouvir “Chem6A”, que é muito legal. É o mais antigo que se consegue do Switchfoot! Essa música é de quase 14 anos atrás. É o mais antigo que nós alcançamos, mas com certeza temos tirado várias músicas de cada disco. Na verdade, acho que tem tido algumas noites em que tentamos intencionalmente tocar uma música de cada álbum. Tem sido muito legal. Meio que uma lição de história (risos). Mas tem sido maravilhoso porque esse é um álbum especial. Nós nunca tivemos tanta vontade de tocar um álbum inteiro ao vivo como esse, entende? Tem um monte de CDs que gravamos e tem aquelas duas ou três músicas que realmente funcionam bem ao vivo e o resto fica melhor em um ambiente de estúdio. Neste, a seqüência do disco e as músicas que fazem a tomada final, nós fizemos tudo com o show ao vivo em mente, e realmente criando uma seqüência que funcionaria bem em um show. Nunca fizemos isso antes, então é algo completamente novo.

[JesusFreakHideout] Você acha que farão isso de novo em álbuns futuros – tocar o disco inteiro ao vivo?

[Chad Butler] Você sabe, eu não achei que seria uma boa idéia ou que necessariamente iria funcionar. Nós pensamos em talvez tentarmos por um tempo até que alguém na platéia nos mandasse parar (risos), mas funcionou e eu acho que pode ser feito de novo. Eu sei de bandas que fizeram isso antes, não somos pioneiros nesse sentido, mas para nós é algo que poderíamos tranqüilamente fazer de novo. Eu acho, em particular, porque esse álbum foi trabalhado por tanto tempo, e a quantidade de músicas era tão grande – digo, nós gravamos mais de 80 músicas no período de 2 anos e meio  e resumimos a essas 12 – que parece muito mais elaborado que qualquer álbum anterior para nós. Por isso eu não consigo imaginar fazer todo esse processo de novo. Foi trabalhoso e bem puxado algumas vezes, é por isso que nos sentimos tão satisfeitos em tocar as músicas da forma como viemos fazendo, como um álbum completo – Lado A e Lado B – em uma real experiência sonora.

[JesusFreakHideout] Como foi trabalhar com Mike Elizondo em relação aos outros produtores e como seu trabalho afetou o produto final?

[Chad Butler] Bem, tipicamente, nós trazíamos um produtor do início ao fim do processo de gravação e havia uma certa quantidade de músicas que são ponderadas pelo cara da gravadora, obviamente pela banda, e pelo produtor, meio que igualmente escolhendo as músicas tipo “Ok, nós vamos gravar essas 10, 11, 12”, seja o que for. Mas para esse, o processo foi único. Nós éramos completamente independentes. Rompemos laços com a gravadora há muitos anos atrás e construímos um estúdio em San Diego. Basicamente, nós paramos de ser Switchfoot e tivemos que reavaliar e recomeçar do zero, o que foi um processo bastante revelador para nós. Nos permitiu fazer perguntas difíceis a nós mesmos. Você sabe, “Por que estamos fazendo o que estamos fazendo?” e “O que nós queremos que esse nosso próximo disco fale? Como nós queremos que ele soe?” E depois poder ter a liberdade de criação sem restrição de tempo para poder explorar cada detalhe possível musicalmente e basicamente ir atrás de cada idéia de produção e música até o final, pelos primeiros 1 ano e meio ou 2 anos. E então nos últimos meses, nós trouxemos um produtor, o que foi mais para dar sentido a bagunça que havíamos feito (risos) do que aquilo que fazíamos nos trabalhos anteriores, quando temos alguém colaborando desde o início e pensando em como nós vamos fazer a música. Então nós tínhamos essa bagunça gigante de 80 músicas totalmente gravadas. Quero dizer, não eram apenas demos de laptop, eram versões de todas as músicas com a banda completa – gastamos meses nisso. Sete ou oito variações de gravações inteiras de cada música. De todas as abordagens de estilo a diferentes ritmos, meio-tempo, banda completa, orquestral, eletrônico, de tudo. E então trazer alguém no final de tudo para olhar para tudo isso e dizer o que está bom ou ruim. Ter aqueles ouvidos novos naquilo tudo foi realmente produtivo. E o Mike, por fim, é um cara da música. Não sei se você sabe muito de sua discografia, mas ele é um produtor, escritor e músico lendário no Hip-Hop, fez todos os álbuns do Eminem, e realmente tem toda essa sensibilidade urbana. Mas por fim, ele é um cara que trabalha com a música em si. Ele nos lembrou: “Quais são as músicas que somente vocês podem apresentar? Quais são as músicas que só o Switchfoot pode entregar?” Basicamente nos lembrando de quem nós éramos. E foi com esse filtro que nós fomos capazes de escolher, coletivamente, essas músicas, essas versões em particular. (Há uma pausa breve e então de repente nós ouvimos uma alta buzina de carro no fundo. John ri) Me desculpe pelo barulho do carro. Na verdade estava combinado para enfatizar minhas palavras. Ele vai buzinar quando eu quiser!

[JesusFreakHideout] (risos) Maravilha! Agora, vocês já trabalharam com o Charlie Peacock também, em alguns dos demos?

[Chad Butler] Sim! Isso foi na verdade a primeira encarnação de um novo álbum do Switchfoot. Nós fomos para o estúdio por uma semana com ele, enquanto nosso estúdio estava sendo construído. Nós não queríamos esperar, nós tínhamos um monte de idéias, idéias de músicas, e fomos para o Estúdio Big Fish em San Diego onde já havíamos gravado álbuns anteriores e, apenas como experiência, nós colocamos todos no mesmo aposento e tocamos as músicas todos juntos ao invés de nos revesarmos gravando como normalmente fazemos. E isso de alguma maneira foi uma experiência furada, porque nada daquilo foi para o disco. (risos). E teve muita música que nós trabalhamos por mais de uma semana com o Charlie. Mas o papel de Charlie na nossa vida sempre foi mais o de mentor, obviamente musical, mas também pessoalmente, e aquela semana que passamos com Charlie foi inestimável. Acho que saímos de lá com talvez nada para mostrar musicalmente, por assim dizer, mas apenas o desejo. E eliminar algumas idéias foi tão bom quanto ter novas. Estar apto a dizer: “Ok, nós não vamos fazer o álbum dessa forma e não vamos fazer essas músicas, vamos continuar trabalhando.” E foi um ambiente muito seguro com alguém que nós conhecíamos e confiávamos e eu acho que ele foi capaz de nos colocar no eixo e dizer: “Eu acho que vocês estão alcançando um horizonte que é maior do que qualquer coisa que vocês tenham experimentado antes.” E aquilo se tornou o motor – para realmente nos impulsionar para algo que ainda não tínhamos visto, algo que ainda não havíamos sentido. Então aquilo foi basicamente o que tiramos desse tempo com Charlie, o desejo de voltar e continuar escrevendo e continuar na busca. Você sabe, eu credito a Charlie os estágios iniciais daquilo que se tornou nosso álbum, mesmo que nenhuma música tenha vindo dali. Na verdade teve uma idéia que sobreviveu àquelas sessões. Tem uma música que, naquela época se chamava “I Saw Satan Fall Like Lightning” e a demo dessa música foi lançada com o disco bônus para aquela gravação. O riff da guitarra dela se tornou “Mess of Me”. Então, isso foi tudo que fizemos com Charlie. Voltamos para o nosso próprio estúdio pelos 2 anos seguintes e fizemos o restante das 80 novas músicas.

[JesusFreakHideout] Dessas 80 músicas, eu sei que o próximo álbum, “Vice Verses”, já esta planejado para sair daí. Você sabe quando “Vice Verses” deve ser lançado? E vocês tem plano para alguma das músicas que restarem dessas 80?

[Chad Butler] Sem planos para o futuro próximo. Acho que essa é a beleza da posição em que estamos, porque todas essas músicas virão à luz do dia de alguma forma. Elas terão sua hora de aparecer. Acho que agora nós estamos tão focados em “Hello Hurricane” que seria injusto para essas músicas disponibilizar outro lote agora. Todas virão no futuro. Estávamos conversando outro dia sobre talvez haver outro EP ou outro álbum que venha antes de “Vice Verses”, entende? Depende de como essas músicas vão combinar, na hora certa e no lugar certo.

[JesusFreakHideout] Eu sei que as pessoas estão se perguntando sobre Vice Verses. Você acha que ele pode ser lançado no ano que vem?

[Chad Butler] Eu acho que sim. Eu não sei. Tudo depende de como será esse ano para nós.

[JesusFreakHideout] Ok. Você pode nos contar sobre o EP “Eastern Hymns for Western Shores”?

[Chad Butler] Sim. (risos) Esse é muito interessante, algo que gravamos antes de “Hello Hurricane”. E apenas não sentimos que era o próximo passo. É um pouco mais obscuro, e um pouco mais experimental musicalmente, então pareceu se encaixar melhor em um EP de 5 faixas. Creio que deve ser lançado talvez esse ano. Veremos.

[JesusFreakHideout] Agora, o processo atual de gravação para “Hello Hurricane”, qual foi a diferença dos álbuns anteriores?

[Chad Butler] Bem , nós passamos a maior parte do tempo gravando sozinhos, então trouxemos Mike Elizondo para nos ajudar a terminar o álbum. A grande parte da gravação foi feita somente conosco, em nosso próprio espaço, trabalhando quantas horas nós queríamos. Foi uma liberdade artistíca incrível para fazermos o que queríamos e no nosso tempo. Nós convidamos alguns dos nossos engenheiros favoritos – Darrel Thorp, que trabalhou em diversos dos nossos álbuns favoritos como Radiohead e Beck. Trabalhamos com ele por um tempo, e então Shane Wilson, que trabalhou em “The Legend of Chin”.Trouxemos alguns velhos amigos, entende? E ficamos tranqüilos no nosso tempo. Foi diferente porque não havia ninguém cuidando o nosso trabalho. Não havia prazo para cumprir. Ao mesmo tempo, sentíamos como se estivéssemos vivendo nosso sonho! Trabalhando em nosso próprio espaço, dormindo em nossas próprias camas, estando em San Diego, indo surfar todas as manhãs, então voltar para o estúdio e gravar a tarde inteira. Mas quando você olha para 2 anos de trabalho e você tem 80 músicas e nada real para mostrar em termos de um álbum coeso ou uma linha musical coesa, isso pode se tornar um pouco opressivo. E houve um tempo difícil aí, cerca de dois anos dentro do processo em que não sabíamos, “Esse álbum vai nos levar ao chão? Ele vai durar para sempre? Nós vamos encontrar aquela conexão de um álbum?” E essas decisões são difíceis. Essas conversas são difíceis! Então começamos a pensar: “Quais são as músicas que queremos morrer cantando? Quais são as músicas que queremos tocar pelo resto de nossas vidas? E as músicas que nos movem o interior?” Existe uma experimentação musical grande no processo de 80 músicas. Muita empolgação aparece, “Oh, isso é um som novo que nunca ouvi o Switchfoot fazer!” ou “Essa é uma parte musical impressionante nessa música, devemos incluí-la?” E eu acho que essas coisas ficam de lado quando falamos de um tema e o que a música esta dizendo. Qual é a declaração que queremos fazer? E essas 12 músicas realmente se uniram em torno da idéia do título do álbum, “Hello Hurricane”. É na realidade uma idéia que o Tim teve antes de a música ser escrita. Durante o processo, ele lançou esse título inspirado por trabalhar para o Habitat for Humanity em Louisianna. E no período pós-Katrina, nós tivemos a oportunidade de construir algumas casas e para uma senhora em particular que havia perdido seu lar no furacão. É uma história interessante. Ela estava construindo sua nova casa conosco e (ela compartilhou isso consoco) ela havia perdido sua perna na evacuação. Sua declaração era: “Eu caminhei para fora da minha velha casa, eu vou caminhar para dentro dessa nova.” Ela tinha todo o direito de ficar amarga com o mundo e frustrada com a vida, mas ela escolheu a esperança e escolheu encarar a tempestade na qual ela estava batalhando pessoalmente. Acho que nossas tempestades todas parecem diferentes, individualmente. Passamos por coisas diferentes e não podemos controlar o que vem até nós. Nossa parte é como reagimos diante daquela tempestade. Então, aquela determinação diante da luta e a idéia começou a unir as 12 músicas que havíamos escolhido. Como performance,  eu achei que nós podíamos elaborar um pouco no show,  descrever essa visão de um furacão chegando, um furacão passando e um furacão indo embora. Apenas a imagem do que acontece em tempos difíceis. Tem aquela parte em que tocamos reagindo no meio disso tudo.

[JesusFreakHideout] Existe um momento musical específico em “Hello Hurricane” do qual vocês estão mais orgulhosos?

[Chad Butler] Acho que a música “Free”. Para mim, pessoalmente, ela significou muito nesses últimos anos. Acho que é muito fácil se tornar limitado em sua identidade – seu trabalho, e permitir que algo que você faz defina você. E eu acho que quando há muito tumulto em relação ao que acontece na sua vida ou o que você irá fazer ou deixar de fazer em seguida, essa incerteza pode ser algo que limitará você. Acho que experimentar a liberdade em meio a tempos complicados é a chave e algo que eu tenho apreciado sobre essa música em particular. Tem sido quase um hino para minha própria vida nos últimos anos. E ao vivo, essa música tem ganho uma vida por si só. É muito diferente no show e no disco. Nós elaboramos em cima da idéia de que haja bastante bateria no show. Todos entram no ritmo e é muito divertido.

[JesusFreakHideout] O que 2010 reserva para o Switchfoot?

[Chad Butler] Cara, temos tido um enorme privilégio de apresentar essas músicas em primeira mão para o nosso público. E eu não tomo isso pra mim de maneira leviana! Eu não acho que todas as bandas tem esta relação com sua audiência, onde há aquele interesse e nível de confiança que nos torna aptos a tocar todas as músicas novas e ter o tipo de entusiasmo que temos experimentado nos shows. Começamos em novembro quando o álbum foi lançado e nossa intenção era  experimentar aquela coisa de tocar do início ao fim por algumas semanas e ver como seria. E aqui estamos, vários meses depois e não paramos. Parece que as pessoas realmente aceitaram a idéia e gostaram disso. Para mim, é quase como uma apresentação teatral das músicas. Eu me sinto muito mais conectado com o que vem em seguida no set. Eu sinto que há uma jornada emocional que as pessoas estão dispostas a embarcar conosco e eu realmente gosto disso. Também estou animado em levar essas músicas pelo mundo. Tivemos o privilégio nos últimos anos de fazer diversas turnês pelo mundo e tocar em lugares com os quais nunca sonhamos. Essas músicas significando algo para pessoas do outro lado do mundo me deixa maravilhado. Sou muito grato por poder tocar todo dia, podendo ver o mundo e conhecer pessoas de todos os tipos e culturas. Então temos muitos planos internacionais. Estaremos cruzando os mares logo. Iremos para a Nova Zelândia, Japão e Austrália nos próximos meses. E então Europa em maio. América do Sul depois disso. Eu acho que ainda não me dei conta de que 14 anos depois eu posso ver o mundo com 4 dos meus melhores amigos e tocar músicas nas quais acredito todos os dias! É um privilégio.

[JesusFreakHideout] Algum comentário final?

[Chad Butler] Obrigado por seu interesse na música e por tirar tempo para dar uma ouvida nela. Realmente agradeço por isso. A vida é curta – viva bem!

Entrevista utilizada com permissão do Jesusfreakhideout.com / Interview used with permission of Jesusfreakhideout.com

Fonte: it.sounds...like...
Via: Gospel+

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Entrevista: Rodolfo Abrantes (ex-Rodox/Raimundos) fala sobre seu passado, presente e futuro

Publicada por Pepe em 29 de Dezembro de 2009 às 09:58:10 na categoria Entrevistas

Entrevistas O cantor e compositor Rodolfo Abrantes, ex-integrante das bandas Raimundos e Rodox, concedeu uma entrevista exclusiva para a equipe do dotCast, o podcast do site dotGospel.

Rodolfo participou de um bate-papo com Rafa Pepe sobre algumas questões relacionadas à sua vida e carreira, que resultou no 43º dotCast.

Nesse programa, Rodolfo relembrou momentos do Raimundos, explicou o fim do Rodox, comentou sobre as mudanças da sua vida, e falou sobre o passado, presente e futuro de sua carreira. Alguns assuntos polêmicos também foram abordados e Rodolfo não se censurou nas suas respostas em um real desabafo.

Confira tudo isso no link: http://www.dotgospel.com/dotcast/dotcast-43-entrevista-com-rodolfo-abrantes-ex-rodoxraimundos/

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Mustaine: não mais lutando contra os demônios do Metallica

Publicada por SwItChFoOt.81 em 28 de Agosto de 2009 às 08:58:08 na categoria Entrevistas

Entrevistas

Dave Ling do Classic Rock entrevistou Dave Mustaine, líder do Megadeth. Confira alguns trechos da conversa:

Classic Rock: Como foi enterrar ressentimentos do passado com Slayer excursionando juntos?

Dave: "[Sorrindo discretamente] Eu nem falei com Kerry [King, guitarrista] ainda".

Classic Rock: Mas ele viu o show do Megadeth do lado do palco?

Dave: "Sim. Eu nunca tive nada contra Kerry - ele que começou isso tudo. Muitas coisas que ele disse sobre mim me magoaram, mas ainda estou aberto a ser amigo dele. Talvez nos sentemos juntos para beber algo; ele vai tomar Jägermeister e eu tomarei água. Eu sou uma pessoa diferente agora. Tenho 47 anos. Estou feliz com minha vida".

Classic Rock: Mas a "trégua" veio pessoalmente de você?

Dave: "Sim. Eu fiz muito disso. Eu fiz com o Pantera. Eu fiz com [o antigo baixista] David Ellefeson. Eu recentemente jantei com Dave e ele disse que [sair da banda] foi a coisa mais idiota que ele já fez. Eu disse, está bem - eu te perdôo. Enquanto me sento aqui conversando com você agora, pensando sobre as pessoas das quais tenho ressentimentos, há zero delas. Eu estou realmente feliz com minha vida. E enquanto minha carreira se aproxima do fim, estou terminando ela no topo".

Classic Rock: Você pode apontar porque está em um estado tão bom agora?

Dave: "Minha fé [em Deus] está por trás de eu estar tocando bem, e como me livrei dos meus demônios. O fato de eu ter sido salvo não é algo que eu empurre nos outros, mas me ajudou. Isso lembra o que disse sobre Slayer no início. Eu disse que eu nunca tocaria com bandas satânicas. Apesar das pessoas não saberem disso, eu também disse que não tocaria com bandas que atraem grande público feminino porque eu não queria ir lá e ficar olhando para garotas no público. Mas quando minha vida mudou eu deixei isso tudo de lado. Eu percebí que poderia tocar com bandas que atraem público feminino; afinal de contas, caras gostam de ir a shows onde terá mulheres - mesmo gordas, pois há caras gordos - e comecei a relaxar. É disso que se trata. Agora eu estou feliz, alegre, livre... Eu sou seu amigo, o cara que você conheceu toda sua vida. Você disse coisas ruins de mim; você disse ótimas coisas de mim. Mas somos amigos; a amizade tem lados bons e ruins".

Classic Rock: Como você se sentiu em ser escolhido como número 1 no recente livro de Joel McIver, o "The 100 Greatest Metal Guitarists"?

Dave: "Foi especialmente legal quando descobri que Joel escreveu livros sobre o Metallica. Eu olhei a minha cópia do livro - eu não estava na capa ou contra-capa. Imaginei que estaria em algo como número 69. Então eu o folheei; é um livro bem compreensível, bom livro. Eu cheguei na posição 50 e pensei, 'Estou aqui?' Me falaram que eu estava, mas não falaram a posição. Então vi a posição 16 e vi Hetfield. Pensei, 'Wow', pois eu respeito James. Sou um melhor guitarrista solo que ele, mas ele é um dos três melhores guitarristas base do mundo".

Classic Rock: Quem são os outros dois?

Dave: "Malcolm Young [do AC/DC] e eu mesmo. Malcolm se manteve básico mas trouxe um estilo totalmente novo de tocar como guitarrista base. Então eu cheguei ao top 10... eu ainda não estava ali. A cada página que eu virava, eu ficava mais excitado. Eu cheguei na posição 5 e estava Kirk [Hammett], e pensei, 'Obrigado, Deus'. Naquele ponto não importava [em que posição eu estava]. Ser melhor que ambos [James e Kirk] significava muito - é um dos pequenos incômodos da minha carreira e eu nunca soube como lidar com isso. Eu não percebí que havia tanto em minha vida. Então cheguei ao número 2 e vi John Petrucci [do Dream Theater] e congelei. Eu era o número 1. O que tornou melhor foi o que o cara escreveu: 'Isso não é sobre Dave como pessoa, pois ele é um **zão" - [risos] - 'Essas quatro páginas são sobre tocar guitarra, que é o melhor. Há pessoas que são melhores em algo que Mustaine faz, e outras são melhores que outras, mas ninguém é bom em tudo.' Tudo que pensei foi...eu vencí!"

Classic Rock: De alguma forma isso representou um encerramento?

Dave: "Exatamente. Eu não sou viciado em mais nada. Eu não estou mais lutando com demônios do passado de outra banda [Metallica]. O jogo acabou. Lars [Ulrich] me chamou e ofereceu a chance de ir ao Rock And Roll Hall Of Fame e não ser homenageado, mas sentar com o público [ao invés disso]. 'É apenas para pessoas que estiveram nos discos' foi o que ouví. Isso teria sido estranho. Então eu não fui. Há obviamente algumas questões não resolvidas da parte do Lars. Mas sabe de uma coisa? Se Deus me quiser no Hall of Fame, eu estarei lá"

Entrevista com Bride

Publicada por LuizNewsLetter em 26 de Agosto de 2009 às 13:58:40 na categoria Entrevistas

Entrevistas O blog White Metal Cyber Dude entrevistou a banda Bride.

Na entrevista a banda fala sobre influências de outras bandas, seu novo cd e também como foi cantar "Knocking on Heavens Door" uma música que foi gravada por diversas bandas seculares. Confira na integra:

1- Olá, a banda Bride segue influências de quais bandas ?
DALE: Temos sido influenciados por muitas bandas em todo o ano. Não somos uma banda tem influenciado mais do que outros. Estamos a ouvir um monte de música, a fim de ficar com o nosso som e correntes para aprender com outros artistas.

2- O que você pode falar sobre o último álbum “Tsar Bomba” ?
DALE: Tsar Bomba é uma das nossas maiores obras. Nós estamos orgulhosos de ter gravado um bom CD. As canções são tão ativas. O som está vivo e cheio de matérias-primas energéticas. Eu acho que temos capturado vivo boa parte do que foi definido-nos.

3- A grande performance em shows, se destaca no Bride!, quais outras bandas cristãs você indica ?
DALE: O News Boys. Eles sempre me impressionaram com um estilo ativo e dinâmico fase de energia. Um dos últimos grandes shows que participei foi um Guardian show, eles tocam muito bem.

4- Como foi tocar “Knocking on Heavens Door” uma música que foi gravada por diversas bandas ?
DALE: Na primeira, quando tocou no Brasil alguns fãs, não gostaram. Não acho que foi adequado para nós tocar uma “música secular” ainda na próxima vez em que chegou ao Brasil e tocamos os fãs pareciam mais compreensiveis e muitos estavam cantando a música com a gente. Sempre gostei de Knocking on Heavens Door. É uma daquelas músicas que eu posso explorar muitos vocais dinâmica enquanto canto.

5- Deixe uma palavra para os fãs de Bride:
DALE: Esperamos para ver todos em breve. Nós estamos animado sobre a possibilidade de regressar ao Brasil. Por favor, visite www.bridepub.com para ler mais sobre o nosso novo CD e como Deus é benção na banda.

Fonte: White Metal Cyber Dude

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Alice Cooper fala sobre sua fé

Publicada por vepo em 30 de Junho de 2009 às 15:33:20 na categoria Entrevistas

Entrevistas

Alice Cooper diz que ama Deus, mas não quer se tornar um crente "celebridade". O pai do Shock Rock, estilo musical onde as atitudes grotescas feitas no palco horrorizaram pais por mais de trinta anos, contou como o medo do inferno o virou para Deus. Ele, que cantava sobre necrofilia e picotava bonecas durante seus concertos, declarou que, apesar de continuar a gravar e fazer turnês teatrais com shows de horror, "minha vida é dedicada a seguir Cristo".

Embora ele tenha se tornado um cristão nos anos 80, fora alguns pequenos comentários em algumas entrevistas, o cantor de 61 anos sempre foi resguardado em sua fé - até agora. Em uma entrevista franca com uma revista de música cristã, ele falou publicamente pela primeira vez sobre seu amor por Deus e a relutância em se tornar uma "celebridade cristã".

Um líder das paradas com o hino adolescente "School's Out", Cooper foi creditado por pavimentar o caminho para alguns cantores ultrajantes como Marilyn Manson. Mas ele afirma que suas obras nunca foram políticas ou religiosas e sempre tiveram "senso de humor".

Ele contou à HM, The Hard Music Magazine, que sempre foi insultado, toda hora sendo acusado de ser satanista. Criado em uma casa cristã, ele ainda acreditava em Deus, apesar dele não ser comprometido. Isso mudou quando o alcoolismo ameaçou seu casamento. Ele e sua mulher, Sheryl, foram a uma igreja que tinha um pastor que falava sobre o inferno.

Cooper disse que se tornou um cristão "inicialmente mais por medo de Deus do que por amor a Ele... Eu não queria ir para o inferno". Entrevistado na edição de março/abril da HM, Cooper via sua fé como "uma coisa em curso". "Ser um cristão é algo em que você apenas progride. Você aprende, vai para seus estudos da Bíblia, você ora", disse ele.

Ele tem evitado o posto de "celebridade cristã" pois "é realmente fácil se focar em Alice Cooper e não em Cristo. Eu sou um cantor de rock, nada mais do que isso. Não sou um filósofo. Me considero abaixo no poleiro do conhecimento cristão, então, não procure respostas em mim".

Apesar disso ele pôde conversar com outros na cena musical sobre sua fé. "Eu tinha um casal de amigos meus com quem conversei que disseram que eles tinham [aceitado Cristo]. Eu tenho conversado com algumas grandes estrelas sobre isso, alguns personagens horríveis... e você ficaria surpreso. Aqueles que você pensa que estão mais longe são os que estão mais aptos a ouvir".

O texto completo (em inglês) pode ser visto neste local.

Fonte: http://whiplash.net

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Entrevista com As I Lay Dying

Publicada por RenatoCavallera em 09 de Junho de 2009 às 20:57:01 na categoria Entrevistas

Entrevistas O guitarrista Nick Hipa, da banda americana de metalcore AS I LAY DYING, concedeu uma entrevista ao site Ultimate Guitar e falou sobre a turnê com o LAMB OF GOD, como aprendeu a tocar guitarra e deu um conselho aos novos guitarristas.

Como foi o convite para excursionar com o LAMB OF GOD?

Nick Hipa: "Os caras do LAMB OF GOD nos perguntaram se queríamos participar da turnê deles, e nós felizmente aceitamos. Nós já éramos amigos de turnê e shows passados, e mais, eles são uma banda incrivelmente impressionante, então a turnê era algo pelo qual estávamos procurando".

De todas as bandas que estão nesta turnê, você está mais empolgado por tocar ao lado de qual delas?

Nick Hipa: "Eu estou igualmente empolgado por tocar com todas essas bandas pelas mesmas razões. Principalmente porque há uma infinidade de grandes músicos e grandes caras com os quais sair".

Qual o título do próximo DVD e onde ele será vendido?

Nick Hipa: "O DVD se chama ‘This Is Who We Are’ e estará disponível normalmente em lojas de CDs".

Onde e quando ele foi filmado?

Nick Hipa: "O DVD foi gravado em vários locais diferentes, durante os anos, por muitas pessoas. A maior parte do material foi gravado pela Denise Korycki que é responsável pelo documentário completo assim como pelas gravações dos shows em Seacoast, Jumping Turtle, e Grove que fazem parte da sessão ‘ao vivo’ do DVD. Ela nos acompanhou por alguns dias em praticamente todas as turnês que fizemos desde 2004".

De quem foi a ideia de gravar um DVD?

Nick Hipa: "Eu poderia dizer que no final das contas a idéia de lançar um DVD foi da nossa gravadora, mas o sentimento geral da banda era de que essa também já era à hora certa de lançar um DVD".

Há algum momento no DVD que você gosta de assistir várias e várias vezes?

Nick Hipa: "Há vários momentos da história da banda documentados que adorei quando assisti o DVD pela primeira vez. E definitivamente, um deles é na parte do documentário que há uma das experiências mais brutais pela qual já passamos que foi acampar no deserto. A seção da equipe no CD bônus é outro favorito, ver a maioria das pessoas que excursionaram com a gente como os técnicos que antes de tudo são nossos amigos".

A banda atualmente está escrevendo ou trabalhando em algo novo?

Nick Hipa: "Atualmente estamos em um estágio ‘pessoal de idéias demo’ para composição. Basicamente, cada um de nós está gravando demos e riffs por si mesmo, os quais começaremos a ensaiar na sala de ensaios quando voltarmos da turnê pra casa no verão".

Haverá algum álbum novo em um futuro próximo? Se houver, com qual produtor vocês trabalharão?

Nick Hipa: "Até o momento sabemos que o álbum estará pronto para ser lançado em 2010, o que significa que entraremos no estúdio no final deste ano. Não sabemos ao certo quem produzirá o álbum, mas temos uma lista de pessoas com as quais conversaremos em breve".

Quais são os principais elementos e influências que moldaram a banda durante os anos?

Nick Hipa: "Excursionar foi provavelmente a maior influência desta banda durante os anos. Por exemplo, nós aprendemos como as músicas que escrevemos em um quarto pequeno se saem ao vivo. É muito interessante como às vezes os riffs mais legais e mais técnicos ao vivo não são tão poderosos quanto um sólido e viajante groove. Não estou falando sobre ’o que o público gosta’, e sim sobre como nos sentimos apresentando ao vivo as músicas que escrevemos".

"Outra vantagem de estar na estrada é aprender dicas, riffs e técnicas de outros artistas os quais respeitamos. Além de tocar guitarra, aprender o processo de produção e instrumentos das bandas é algo que eu também gosto muito".

Suas influências mudaram desde o seu primeiro álbum?

Nick Hipa: "Definitivamente. Eu sempre passo por fases e fico realmente impressionado com algumas bandas em particular e as escuto de maneira exclusiva durante meses. Ano passado eu não conseguia parar de ouvir RATT (risos). Warren DeMartini arregaça!"

Onde você aprendeu a tocar guitarra? Você fez aulas ou aprendeu sozinho?

Nick Hipa: "Eu fiz a mesma coisa que vários outros amigos fizeram quando começamos a tocar guitarra. Eu tive aulas iniciais onde os caras tentavam me ensinar músicas do NIRVANA, e logo depois, eu parei pois eu queria ‘esfrangalhar’ como o Randy Rhoads. Eu comecei a improvisar mais quando eu sentava no meu quarto e começava a imaginar coisas. Quando eu fiquei um pouco mais velho, eu tive aulas com um cara do meu bairro chamado Mark Bond. Na época, ele era o melhor guitarrista e professor que eu conhecia".

Que conselhos você tem para um guitarrista iniciante que pretende elevar suas habilidades para um próximo nível?

Nick Hipa: "Eu encorajaria qualquer guitarrista em qualquer nível a nunca se deprimir. Tocar guitarra está inteiramente em sua cabeça, e se você se importa o bastante com isso, você pode trabalhar pacientemente qualquer objetivo que você tenha com seu instrumento. É só uma questão de tempo".

Das guitarras que você possui qual sua favorita?

Nick Hipa: "Minhas Ibanez customizadas são minhas favoritas. Elas tocam muito bem e possuem um som matador".

Que conselhos você tem para as novas bandas de hardcore / metalcore que estão tentando entrar na indústria musical?

Nick Hipa: "Nunca parem de ‘aspirar’ e não se estressem por pouca coisa".


Para ler a matéria com imagens, links e outros recursos,
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Entreviste Lucas Souza Banda

Publicada por RenatoCavallera em 31 de Março de 2009 às 13:44:34 na categoria Entrevistas

Entrevistas

Se preparando para lançar um novo álbum de inéditas, Lucas Souza Banda, considerado o futuro da música gospel nacional, poderá ser entrevistado por você.

O podcast dotCast, ganhador do Prêmio Podcast (prêmio secular) de melhor podcast de Arte e Cultura irá entrevistar Lucas Souza utilizando as perguntas que você enviar. O programa com o cantor irá ao ar na semana que vem, no dia 10 de Abril e você poderá ouvir sua pergunta feita diretamente a ele.

As perguntas serão selecionadas pela equipe do podcast. Serão aceitas quaisquer perguntas a respeito da vida do cantor e do seu trabalho, além de coisas relativas ao mundo hoje em dia, espiritualidade e música. Aproveite a chance para saber dele o que você sempre teve curiosidade, ou conhecer um pouco dos bastidores da múscia gospel nacional.

As perguntas poderão ser enviadas até o meio-dia do dia 2 de Abril, quinta-feira, então corra! Deixe sua pergunta aqui mesmo nos comentários desta notícia e participe!

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Entrevista exclusiva com Germán Pascual, novo vocalista do Narnia

Publicada por RenatoCavallera em 14 de Novembro de 2008 às 16:16:58 na categoria Entrevistas

Entrevistas

Nascido no Uruguai e criado no Rio de Janeiro, Germán Pascoal foi recentemente anunciado como o mais novo vocalista da banda suéca Narnia, uma das maiores e mais famosas bandas de metal do mundo.

Com a banda já se preparando para lançar um novo trabalho e muitas novidades batendo a porta, a revista virtual "Gospel Rock Brasil" realizou uma entrevista exclusiva com Germán que além de falar de sua vida pessoal, falou do Narnia e de como começou a cantar, além de muitas outras coisas.

Confira abaixo a entrevista exclusiva realizada pela equipe Gospel Rock Brasil com Germán Pascoal, o novo vocal do Narnia:

Germán, primeiramente desde já nossa equipe agradece pelo tempo concedido a nós para essa entrevista.

É um grande prazer! O tempo não é muito, mas vamos fazer o melhor possível nesse tempinho que temos.


Inicialmente, as notícias que chegaram ao Brasil contam que você é uruguaio e viveu durante alguns anos no Brasil, conte-nos um pouco sobre sua história.

Bom, eu cheguei ao Brasil com dois anos de idade e me criei praticamente no Rio de Janeiro. Morei por lá até os meus 14 anos. Foram anos marcantes na minha vida. Meus pais são do Uruguai, mas moram no Brasil.


Como foi sua trajetória musical antes de entrar para a banda Narnia?

Eu era batera antes, tocava em uma banda de “thrash”. No local do lado ao nosso tinha uma banda que tocava muito bem, mas não davam sorte com vocal... Um dia desses estava só de bobeira cantando um pouco e eles logo me perguntaram se eu não queria fazer um teste para ser o vocal deles... (risos)... Eu não tinha a menor noção de que sabia cantar... Acho que se não fosse por eles eu talvez não tentasse nunca cantar sério.


Esse início ocorreu aqui mesmo no Brasil?

Não, eu tinha acabado de chegar a Suécia. Depois com o passar do tempo comecei a notar que eu levava jeito pra isso e fiquei cada vez melhor. Sem mesmo notar já estava tocando com os melhores músicos da época, músicos como o David Wallin do Pain, Daniel Flores do Minds Eye e Johan Niemann do Therion! Daniel Flores também tocou batera no cd da banda 7 Days.


Com esses músicos você atuou como baterista ou vocalista?

Só como vocalista.


E a sua entrada na banda Narnia, como você conheceu a banda e como foi o convite pra você entrar na banda?

Bom a primeira vez que ouvi a banda foi mesmo no Brasil, acho que foi em 1998, foi um amigo de Caxias que tinha o cd deles e me perguntou se eu os conhecia, eu disse que não, mas fiquei impressionado com a agilidade do guitarrista. Eu havia voltado ao Brasil e fiquei alguns anos, foi quando eu voltei pro Brasil que Jesus entrou na minha vida!

Bom, vamos voltar a sua pergunta: nem sei muito bem como foi que tudo aconteceu, eu já tinha um contato com o Andreas Olsson e eu estava querendo montar um projeto metal depois de tomar uma pausa de seis anos. Andreas e Daniel Flores do Minds Eye já eram amigos de antes e quando o Andreas perguntou pro Daniel se conhecia algum bom vocal pra cantar no Narnia o Daniel disse meu nome sem ter que pensar duas vezes (risos).

Fiquei muito contente quando ele me contou essa historia. Então eu e o Andreas nos falamos um pouco via telefone e depois de uma ou duas semanas eu falei com o Carl Johan e por aí foi! Sei que muita gente que canta muito bem também se interessou em cantar no Narnia.


Você comentou que em sua volta ao Brasil que você iniciou sua caminhada cristã, como foi essa história?

Wow! Essa historia é a maior de todas da minha vida. Eu já desde um bom tempo sentia que faltava algo na minha vida e alguém me contou que Deus ia fazer grandes obras através de mim, mas eu achava isso tudo muito chato... (risos)... Mal sabia o que estava por vir! Sinceramente eu nem sei se eu ia estar vivo se não fosse por Jesus!

Foi no Rio-centro em um evento no qual eu trabalhava como representante de uma loja chamada "Toca de Vinicius"... Eu já nem sabia mais o que fazer da minha vida, sentia falta de algo que eu não conhecia até esse dia e a minha aflição era tão grande que nem mesmo sabia se queria continuar vivendo.

Nesse desespero, eu que nesse tempo não acreditava em Deus comecei a orar e a pedir a Deus que se Ele realmente existia que fizesse diferença na minha vida porque já não agüentava mais! Pedia a Ele que me curasse do meu sofrimento. Uns 10 minutos depois de orar já havia até esquecido que tinha orado, chegou um missionário do Uruguai e me disse que Jesus ouviu minha oração e que batia na porta do meu coração. Na hora eu fiquei pálido! (risos) Não podia acreditar no que eu estava ouvindo!

Esse rapaz me levou pra um canto do evento e me sentou em uma cadeira, começou a orar e eu chorava como um bebê! Durante a oração eu comecei a sentir cócegas por dentro do corpo e no final da oração eu já estava dando gargalhadas e te juro que nunca me senti tão bem antes. Estava tão feliz que ria descontroladamente e mal podia ficar de pé. Minhas pernas estavam bambas! Nunca senti amor tão grande...


Atualmente, quais são os planos da banda Narnia? Já estão em estúdio gravando um novo disco?

Sim, apesar de que todo o material ainda não está pronto... Gravei uma das musicas do novo cd e estou escrevendo melodia e letras para o novo material. Sinto-me muito feliz por poder cantar com músicos de tal calibre. Pensar que eu tinha ouvido o primeiro cd do Narnia no Brasil... Nunca eu poderia imaginar que iria cantar com eles no futuro, mas bem que me disseram que Deus tinha algo planejado pra mim! (risos)...


Nessa época que você esteve por aqui a banda tinha muito reconhecimento e hoje muitas pessoas aqui no Brasil ainda consideram a banda Narnia uma das melhores bandas de metal. Existe previsão de shows aqui no Brasil?

Bom, a única coisa que posso dizer é que queremos muito ir tocar no Brasil. Como já muitos sabem o Brasil tem um lugar especial no meu coração, eu diria que depois de sair o cd vamos fazer tudo que estiver ao nosso alcance pra ir tocar aí. Esperamos por contatos! Se houver interesse do pessoal aí vamos com certeza!


A banda Oficina G3 é uma das bandas de gospel rock mais conhecidas aqui no Brasil, na maior comunidade da banda Oficina G3 no Orkut, muitas pessoas deram a sugestão de uma turnê com as duas bandas juntas. O que acha da idéia? (risos)

Eu acho essa idéia fantástica! Seria uma grande honra! Gosto muito da banda Oficina G3. Aliás, o Rock Cristão brasileiro está muito bom!


Quais bandas você tem ouvido atualmente?

Bom, eu gosto de muitas bandas e de vários estilos de música. Gosto do Rob Rock, Symphony X, Masterplan, Divine Fire, POD e Narnia, é claro!! (risos)... Mas devo dizer que abri os ouvidos para a banda Menahem, muito bom o material!


Germán, nós agradecemos muito a você por essa entrevista cara, foi muito legal mesmo!!

Eu é que agradeço! Achei muito legal o nosso papo!


Que Deus continue te abençoando e lhe dando força nessa nova caminhada com a banda Narnia!

Que Deus abençoe a todos vocês e que logo a gente possa estar aí mais perto fazendo aquele show legal cheio da inspiração de Deus!


Está e outras matérias e entrevistas estarão na primeira edição da revista virtual Gospel Rock Brasil, em breve no dotGospel.

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Entrevista com Oficina G3 com exclusividade para o dotGospel

Publicada por Pepe em 13 de Outubro de 2008 às 21:00:02 na categoria Entrevistas

Entrevistas

A banda Oficina G3 concedeu uma entrevista exclusiva para o dotGospel feita por Pepe e EuMatheus.

Parte da entrevista havia sido divulgada no dotCast #15, quando Jean deu seu comentário sobre pirataria. Mais uma vez convidamos vocês a votarem no nosso dotCast no Prêmio Podcast, pois precisamos do seu voto.

Agora, você tem 4 vídeos com as entrevistas completas (Juninho, Duca e Jean), além de fotos tiradas com exclusividade para o dotGospel e um pequeno pedaço do show feito pela banda em Marília-SP.

Sobre o novo vocalista, o projeto de um DVD, o porquê do nome do novo álbum ser Depois da Guerra e muito mais você encontra nesta entrevista.

 

  Confira as fotos exclusivas:

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Entrevista com Relient K

Publicada por Hugo-CPN em 15 de Julho de 2008 às 15:57:14 na categoria Entrevistas

Entrevistas

A banda Relient K concedeu uma entrevista exclusiva ao site brasileiro Christian Punk News. Você pode conferir a entrevista clicando aqui.

A banda fala sobre Warped Tour, novo album, música, etc.

Fonte: Christian Punk News

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Kings X em entrevista bombástica

Publicada por anibalfilho em 30 de Abril de 2008 às 09:21:47 na categoria Entrevistas

Entrevistas O power trio King's X, considerando por muitos críticos uma das bandas de rock mais unfluentes dos últimos tempos, que por décadas circulou pelo mercado cristão, cujo baixista e vocalista Doug Pinnick assumindo a homossexualidade um tempo atrás volta a cena com uma entrevista ao site www.inmusicwetrust.com, onde a banda assume publicamente seu descompromisso com a cultura cristã. A entrevista assume contornos irônicos ao citar o P.O.D e num trecho mais contundente Doug afirma: " A maior coisa que aconteceu comigo foi que, quando eu parei de acreditar em Deus , eu parei de acreditar no Diabo. Quando eu parei de acreditar no Diabo, todos os meus medos foram embora. Eu não tenho medo de morrer, eu não tenho medo de andar pelas ruas. Eu não vou observar sobre meus ombros pensando que tem um demônio vindo me pegar ou que Deus está me protegendo. Desta forma, não tenho nada a fazer, se não há nada de errado com o que tenho feito. Nós pregávamos que quando que quando você vem a Cristo você é livre, você tem paz e você tem alegria. Bem, para mim , eu obtive tudo isto quando parei de acreditar em Deus. Eu estava numa prisão, eu era infeliz”. A entrevista completa está no link: http://www.inmusicwetrust.com/articles/46h07.html.Lamentavelmente, a exemplo do que aconteceu recentemente com um membro da banda Tourniquet, alguns artistas têm apostatado da fé, decepcionado os fãs e abandonando a Jesus publicamente.

Entrevista Paramore

Publicada por RenatoCavallera em 02 de Abril de 2008 às 11:29:08 na categoria Entrevistas

Entrevistas Nos dias de hoje comunicação é tudo, diria um daqueles livros de auto-ajuda. E o Paramore sabe que isso é a pura verdade. Banda que começou carreira quando seus integrantes ainda estavam na adolescência, o quarteto de pop punk do Tennessee tem consciência de que, para chegar até os fãs, é fundamental usar as ferramentas atuais - ter presença em sites de relacionamento, manter um contato on-line bastante freqüente e, principalmente, usar a linguagem de seus fãs.

Some-se a isso uma vocalista de cabelos ruivos, Hayley Williams, com bastante carisma entre seu público, uma sonoridade produzido em uma embalagem atraente, letras sobre as angústias de ser jovem, e tem-se um dos nomes de maior apelo entre os adolescentes, que compraram quase 1 milhão de cópias do disco "Riot!" (e justamente a parcela do público que pensa que comprar CD não é a coisa mais corriqueira do mundo).

O baixista Jeremy Davis, o integrante mais velho do Paramore, de 23 anos, conversou com o G1 sobre o sucesso do quarteto, a violência no México contra garotos emos (entre eles, muitos têm o Paramore entre suas bandas favoritas) e os rumores de separação do grupo, que Davis nega, mas diz que a convivência em uma banda representa um grande desgaste.

Vocês venderam quase 1 milhão de cópias de "Riot!" em uma época em que cada vez menos se vende CD, ainda mais entre jovens, sua base de fãs. Como isso foi possível?
Jeremy Davis -
Eu não sei, é algo que eu também me pergunto. Nunca esperamos que isso fosse acontecer quando nosso disco saiu. O máximo que arriscávamos era que o álbum vendesse 100 mil cópias. Mas sabe o que eu acho? Talvez isso tenha a ver com o modo como a gente se comunica com os nossos fãs. Porque eles são muito importantes para nós. Eles são a nossa prioridade.

E essa comunicação é feita principalmente através da internet, não?
Davis -
É verdade, sempre que nós temos um tempo livre, se estivermos em casa, por exemplo, isso pode ser feito. A internet é maravilhosa para mantermos a comunicação com nossos fãs.

Vocês estouraram quando eram muito jovens, principalmente no caso de Hayley, que tinha menos de 18 anos quando isso aconteceu. Você acha que a banda perdeu muita coisa que adolescentes comuns costumam fazer por causa dos compromissos?
Davis -
Eu pelo menos consegui terminar o ensino médio, mas Zac, Josh e Hayley [que tem hoje 19 anos e tinha 14 quando a banda começou] estavam ainda na escola quando as coisas aconteceram. Mas sabe do que eu sinto falta? Do contato com meus amigos, de nossa amizade não ser a mesma coisa de antes. É meio difícil, sabe? Todo esse ritmo é meio louco.

Qual é a verdade em relação aos rumores de que a banda iria se separar?
Davis -
;Eles não têm um pingo de verdade. Muita coisa se passou entre a gente, foi muito tempo na estrada e quase três anos sem ter um descanso para valer. As turnês te desgastam muito, desgastam seu corpo. Nós sempre fizemos o que as pessoas pediam e nunca fazemos o que a gente quer fazer. Pela primeira vez a gente queria ser egoísta e ir embora, porque tinha muita coisa rolando entre a gente, todos crescendo, virando adultos e passando por mudanças. Coisa de pessoas normais. Todo mundo muda. Isso é difícil quando se está na está na estrada. O que a gente precisava era ir para casa.

Não é contraditório fazer tudo o que as pessoas pedem e ter um disco chamado "Riot!" ("Revolta!")?
Davis -
Olha, nós escolhemos o nome "Riot!" porque é algo realmente a respeito de nossas vidas. A gente precisava transmitir isso nas letras. Nós procuramos o significado da palavra "riot" no dicionário e estava lá: "uma explosão sem controle de emoções". Isso o que nosso disco representa. Emoções saindo diretamente da gente.

E o próximo disco, como vai ser diferente em relação a "Riot!"?
Davis -
Não sei... Vai ser parecido com "Riot!" no sentido de que a nossa sonoridade vai ser mantida. Mas, por exemplo, a diferença entre "Riot!" e o nosso primeiro disco é que as letras eram mais maduras. Essas mudanças nas composições acontecem principalmente quando a gente está na estrada. Eu estou empolgado.

Como vocês lidam com o público de alguns festivais que atiram garrafas no palco que vocês estão tocando?
Davis -
A platéia é sempre a nossa prioridade. Se o público não está animado, nós não vamos ter um bom show e vice-versa. Quando começam a atirar garrafas na gente é meio ruim, sabe? Se eles não gostam da gente, porque não saem e vão assistir a outra banda? Por que precisam atirar objetos? Nunca fez sentido para mim que eles perdessem tempo fazendo isso.

Em uma entrevista Josh e Hayley disseram que não elegeriam Hillary Clinton para presidente dos Estados Unidos porque, nas palavras deles, "ela é louca". Isso é verdade para você também?
Davis -
[Ri, surpreso] Nós não somos uma banda política. Nós não entramos muito nesses assuntos. Eu vou votar, mas eu nunca tive muito tempo para conhecer o que os candidatos vão fazer por você. A gente teria que pensar muito antes de fazer qualquer tipo de sugestão.

Você soube que nos últimos dias houve uma grande onda de violência no México contra garotos emos - muitos deles seus fãs?
Davis -
Puxa, não sabia disso. Na verdade, eu não tinha idéia. Definitivamente não apoiamos esse tipo de coisa. Não é legal, não é uma coisa para te deixar empolgado, sabe? Definitivamente não é coisa boa. Nossa música é sobre esperança, é sobre trazer esperança para quem ouve.

Vocês tinham conhecimento de que há uma base considerável de fãs do Paramore no Brasil?
Davis -
Sim, desde que nós começamos de verdade, quatro anos atrás, uma das primeiras pessoas a comentar sobre o nosso som era do Brasil. E eu acho isso bastante louco. Não lembro o nome da garota, mas ela disse que falaria para todos os amigos sobre a nossa música. E, um pouco mais tarde, estávamos em um chat na internet com mais de 300 fãs e mais da metade era do Brasil.

Vocês têm planos de tocar no país ainda neste ano?
Davis -
Ainda não existem planos concretos para este ano, nós estamos trabalhando nisso agora mesmo, porque quer mesmo ir para aí.

Fonte: G1

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Fim do Fruto Sagrado e o novo projeto são pautas em entrevista com a banda Passos

Publicada por RenatoCavallera em 31 de Março de 2008 às 20:30:07 na categoria Entrevistas

Entrevistas

O Fruto Sagrado acabou? A banda Passos é uma banda de louvor? O que é a banda Passos?

É claro que perguntas dessas estão no ar há um bom tempo e cremos que você gostaria de saber as respostas, por isso que o dotGospel resolveu fazer uma entrevista com a banda Passos, para que você possa conhecer o presente, passado e futuro da banda e o presente e futuro do Fruto Sagrado.

Primeiramente, a bomba: o Fruto Sagrado não acabou.

Outra coisa que deve ser ressaltada é que a banda Passos é um Ministério, que diferente da proposta do Fruto Sagrado visa outras coisas que sua música, as quais você só irá entender na entrevista.

Formada por Suzana Cordeiro (vocalista), Henri Passos (vocal e violão), Sylas Jr. (bateria), Bene Maldonado (guitarra) e Daniel Tinoco (teclados), com a participação de Júlio César como baixista free-lancer, a banda possui raizes em São Gonçalo-RJ e já vem realizando vários shows pelo estado e gravando seu primeiro álbum de forma independente à ser lançado ainda neste ano.

Considerada filha do Fruto Sagrado, a banda é o projeto paralelo com dois integrantes do FS, Sylas Jr. (bateria) e Bene Maldonado (guitarra), além de Henri Passos (acessor de imprensa do Fruto) que ficou conhecido com o grito de "Vai Acabar" no álbum "Distorção", lançado pla MK Music.

Para conhecer esse novo trabalho que "em termos ministeriais é mais amplo que o do FS" acesse o MySpace oficial da banda ou a Comunidade Oficial no Orkut.

A entrevista foi concedida à Renato Cavallera, com perguntas criadas pelo próprio e por Luciana Assunção com exclusividade para o site dotGospel.

Como surgiu a banda Passos?

Na verdade surgiu dentro ainda do fruto sagrado, quando conversávamos a respeito de um cd mais voltado para a adoração. Naquele instante estávamos com o Henri (vai acabaaaaaarrr ...rs) bem envolvido nesse projeto juntamente com a banda. Depois que decidimos dar umas férias para a banda resolvemos dar continuidade à idéia à parte do Fruto. Convidamos a Suzana Cordeiro e o Danielzinho (Daniel Tinoco) para fazer parte dessa idéia. Nós procurávamos um nome que resumisse a idéia básica do cristianismo do discipulado. E esse nome se encaixou como luva.


O que podemos esperar da banda Passos?


Uma banda pop rock voltada para a adoração. Um trabalho que segue a tradição do FS em relação a letras, porém voltado para a igreja.


Vocês pretendem se veicular a alguma gravadora e quando sai o cd?


Definitivamente não. As gravadoras perderam sua força com o advento da internet. O que já está certo fazermos é apenas um contrato de distribuição. Toda a parte de divulgação que era feita pelas gravadoras, agora faremos nós mesmos. Temos ao nosso lado a experiência de anos com o FS. Essa é uma vantagem em relação a outros trabalhos que estão começando hoje.

O cd sai ainda esse ano. Se possível no início do segundo semestre.


Qual a posição de vocês quanto a pirataria e qual a estratégia da banda em combate ao mesmo, vendo que isso interfere bastante na arrecadação com cds?

Não temos nenhuma estratégia para isso. Contamos apenas com o bom senso das pessoas. Nós entendemos que a pirataria não tem mais retorno.


Porque Sylas Jr. e Bene Maldonado decidiram formar outra banda?


Na verdade, esse trabalho em termos ministeriais é mais amplo que o do FS. O FS é uma banda de Rock que grava cds e faz shows. A palavra “ministério” para o Fruto nunca nos caiu bem. Somos uma banda de Rock que falamos aquilo que pensamos, e nada mais. Sabemos que os cds e os shows abençoam as pessoas e ficamos felizes em poder fazer essa pequena parte para a divulgação do evangelho.

O Passos não é exatamente uma banda. É mais amplo. É um ministério. A idéia não é apenas fazer shows e gravar cds, mas de alguma maneira ministrar para as pessoas nas igrejas também com música e pregação. Temos projetos futuros de retiros espirituais, Workshops voltados para músicos cristãos, assim como o engajamento em questões sociais. Essas coisas são mais pertinentes a um ministério, e mais difíceis para uma banda.


A partir de agora todos os integrantes da banda pretendem seguir apenas no Passos em relação a projetos musicais?

De modo algum. O Henri e a Suzana trabalham firmemente nos projetos da igreja que pertencem, assim como Sylas e Bene temos a nossa parceria tanto no FS como em outros trabalhos. O Daniel também é músico profissional e continuará dessa forma.


As comparações com o Fruto Sagrado são inevitáveis, como vocês encaram isso?


Isso faz parte. O Fruto graças a Deus se tornou uma banda nacionalmente conhecida. Temos muitos fãs por todo o Brasil. Mas o importante é que as pessoas entendam que um trabalho não concorre com o outro. O FS tem um lugar único, assim como o Ministério Passos também tem o seu.


O que vocês acham da cena Rock/Adoração do Brasil atualmente?


Acho que existem algumas boas coisas. Porém existem muitos trabalhos que querem imitar o que é feito na Austrália e nos EUA. A imitação nunca é boa. O Fruto se destacou exatamente por não ser parecido com nada. Também no “Passos” tivemos essa mesma filosofia. Procuramos caminhos ainda não trilhados nem por brasileiros nem por estrangeiros. O resultado pode ser comprovado, é único.


O que vocês gostariam de dizer para os leitores desta entrevista?


Que amem a Jesus e busquem entender o significado do sacrifício de Cristo na Cruz. Sinceramente não há nada mais importante que isso na vida.

Aah..... leiam sempre a Bíblia.


O site .Gospel agradece a participação de vocês, e todos nós estaremos orando pelo Passos e gostariamos de pedir para vocês deixarem uma mensagem para os nossos leitores.

A gente agradece as orações, fiquem com Jesus.

 

 

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Novidades do Luciano Manga (ex-Oficina G3)

Publicada por RenatoCavallera em 31 de Março de 2008 às 16:49:02 na categoria Entrevistas

Entrevistas

O cantor, compositor e apresentador de TV Luciano Manga, ex-Oficina G3 e atualmente vocalista do Vineyard, irá lançar um livro ainda este ano. Em rápida entrevista à Renato Cavallera para o portal Gospel+ durante a Expo Rio Cristã 2008, Manga contou que irá contar um pouco de sua história na música, incluindo o início do Oficina G3 e sua saída da banda.

Manga que apresenta o Fabrica Som na TV Boas Novas, falou também sobre seus projetos músicais, que atualmente estão paradas devido a problemas com a gravadora. "(...) é, estão meio parados. Eu vou gravar esse ano o novo do Vineyard" que acontecerá no dia 10 de Abril em São Paulo.

Manga explicou que o boato de que Juninho Afram e o Oficina G3 estavam lhe chamando para voltar a banda e gravar um novo projeto é verdadeiro. Aconteceu antes do álbum "Alektracustika", em uma conversa informal, porém, "to esperando até hoje" disse Manga. Quando indagado se fosse hoje convidado a voltar a banda Luciano respondeu: "Claro!"

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Entrevista com Joey Summer

Publicada por RenatoCavallera em 06 de Março de 2008 às 14:10:16 na categoria Entrevistas

Entrevistas

Recentemente Larry Norman, o pai do Rock Cristão morreu deixando saudades e um legado. No Brasil, o nosso pioneiro foi e é Joey Summer, um dos primeiros a tocar guitarras distorcidas com letras que falavam de Deus.

Filho de uma cantora lírica e musicista, Joey começou a tocar violão aos 11 anos, hoje, ele é patrocinado pela Michael e guitarrista da banda de pop/rock Cristão Novo Som, sendo compositor de algumas músicas da mesma como por exemplo "Um Dia a Mais" que se tornou a música título de um CD da banda. Ele se prepara para lançar seu primeiro álbum solo, entitulado Nascer, que retoma o Rock, o Metal e o Hard Rock antigo que tanto embalaram o Brasil e o mundo nos anos 80'.

Em seu álbum solo, Joey traz algumas surpresas, como por exemplo a gravação da música Rough Ride To Paradise do guitarrista da multi-platinada banda Europa. O álbum quebra paradigmas no mercado evangélico brasileiro, pois custará apenas R$5,00, produzido com tecnologia SMD, a mesma usada por Lucas Souza em seu último álbum.

Pra quem gosta de Petra, Stryper, Whitecross ou Dale Thompson, o som de Joey é uma boa pedida:
Site oficial: www.joey-summer.com
MySpace: www.myspace.com/thejoeysummerband
Purevolume: www.purevolume.com/joeysummer

Contatos para shows:
X MultiFunções: www.xmultifuncoes.com.br
Telefone: (21) 9843-9898

Joey nos concedeu está entrevista no dia 04 deste mes. Confira a entrevista completa concedida com exclusividade à Renato Cavallera do .Gospel.

Porque você quis lançar um álbum solo?

Na verdade eu acredito que pela mesma razão que a maioria dos músicos acabam fazendo. Expressar cem por cento o que se gosta de tocar e compor. Eu sempre fui um músico flertando com o rock and roll desde que começei minha carreira no final dos anos 80. Bandas como: Kansas, Queen, Deep Purple, Giant, Journey, Toto, Stryper, Petra, Winger, etc, sempre me influenciaram claramente na hora de compor, tocar e até mesmo cantar. Durante muitos anos eu sempre fiz parte das bandas que toquei, algumas delas até da formação original eu participei, mas eu nunca tinha feito um projeto totalmente solo, por minha própria conta e risco. Quando eu começei este projeto, minha ex-banda (a última antes da minha entrada pro Novo Som), o Arena, tinha acabado de encerrar as atividades e parte do material que eu tinha composto para o segundo álbum da banda (que não chegou a ser gravado) seria então o meu primeiro cd solo. Pois bem... quando eu entrei em estúdio, logo no início das gravações fui convidado pra substituir o guitarrista do NS (Novo Som) da época, o Dudu Ramos e acabei arquivando o projeto até 2006 quando o retomei voltando ao estúdio e compondo o restante do material. Músicas como: Águas, Nascer e Aonde Deus está, todas gravadas no meu cd, com excepção de Águas, gravada pelo Novo Som no álbum "Vale A Pena Sonhar", foram escritas naquela época.


Quais as principais influências do álbum Nascer?


Então... Em um somatório de tudo que já influênciou na minha vida musical, eu diria que este álbum é um trabalho de rock and roll com um traço forte do rock dos anos oitenta. Mas eu não o considero um álbum retrô, porque também tem algumas influências de algumas bandas que tenho ouvido nos últimos tempos e são mais "modernas" como: Three Days Grace, Chevelle, Nickelback, Third Grace, etc... ainda que sejam apenas "traços" destas influências mais recentes, acredito que são mais do que o bastante pra tirar a "nostalgia" dos anos 80 e deixar apenas as boas influências no lugar. Uma curiosidade: A faixa Nascer foi composta junta com outra faixa que acabei produzindo para o projeto de um cantor da cidade de Boston nos EUA, dono de uma produtora de eventos que levou o Novo Som na América do Norte em 2003. A faixa era pra ser do meu cd solo e se chamava Roads Of Gold e chamei pra gravar esta faixa o Geraldo Abdo, Mito e o baixista que toca comigo no Novo Som, Charles Martins. Nascer veio desta época e por pouco não escapa de ser uma faixa em um cd de outra pessoa, se eu não tivesse escrito Roads of Gold para o projeto do cantor ao invés de Nascer, o que me faz achar que esta faixa é ainda mais especial dentro do projeto do que pudesse imaginar na época e, por ser a primeira a ser composta e expressar bem a propósta deste meu projeto, tornou-se também o título do meu primeiro disco solo.


Porque gravar Hard Rock?


Pois é...esta questão do "rótulo" é bem discutível. Nos anos 80 servia pra classificar e dividir bandas de rock que tocavam de forma diferente a mesma música (risos) e precisavam de públicos diferenciados. Mas no fundo tudo era rock partindo do blues! Eu nem sei o que dizer quando me falam que o meu cd é hard rock. Eu o considero até leve para ser um CD de hard rock (vide Winger, Danm Yankees, etc...) e pesado demais para ser um CD pop. Sendo assim eu gosto de pensar nele como um álbum de rock com influências de metal (ainda que eu acabe o rotulando assim mesmo) ainda que variado dentro desta proposta. Veja por exemplo o Bon Jovi, que apesar de ter riffs de guitarra pesada com claras tendências de hard, consegue soar pop se comparado a outras bandas de som pesado, mas ainda sim é pesado se compararmos ao Tears For Fears que também usa de clara "pegada" rockeira e são infinitamente mais pops e voltados ao soul e ao blues.


Como você conseguiu poder gravar a música "Rough Ride To Paradise" do guitarrista da multi-platinada banda Europe?

Eu sou amigo (virtualmente falando) de Roger Ostman, editor de Kee (ex-guitarrista da banda Europa) pela Gem Publishing da Suécia. Somos amigos a pelo menos uns 2 anos e eu não sabia que ele era editor das músicas de Kee. Um dia por curiosidade eu perguntei a ele se o álbum "Shine On" do Kee Marcello ainda estava em catálogo e ele me respondeu que não e me enviou todas as faixas em mp3. Eu achei um cd fantástico e muito gostoso de ouvir. Roger, logo em seguida me perguntou se eu gostaria de gravar algo deste álbum. Eu prontamente optei por Rough Ride To Paradise, uma das que mais gostei no trabalho dele e foi desta forma. Algumas coisas acontecem simplesmente sem que ao menos tivéssemos imaginado que aconteceriam. Eu não alterei quase nada da forma original da canção. Apenas adicionei mais vocais (backings) em trechos que não os tinham e incluí um solo de sax no arranjo do final da música, gravado pelo meu amigo Marcos Bonfim (o grande Bonfá) que o executou de forma brilhante como sempre.


Hoje, com a volta de famosas bandas dos anos 70' e 80' você vê a chance de uma revitalização do Hard Rock?


Olha, não só do hard rock, mas da música (boa música) como um todo, em geral. Não se pode negar que ainda existam muitas bandas e artistas bons e criativos nos anos 2000 fazendo coisa boa de verdade, porém, triste é ver a esmagadora gama de coisas realmente ruins e sem "histórico" entupindo as rádios graças a poderosos "jabás" de gravadoras que só priorizam o dinheiro. Sempre foi assim em todos os tempos, mas acredito que de uns anos para cá piorou bastante. Agora, eu aposto muito na questão da "indústria virtual" que vêm obrigando aos músicos a compor melhor e ter mais "acuidade" com seus trabalhos, afinal se a música for ruim, o usuário (consumidor) irá optar por não baixa-la e sim a do outro artista que ele se identifica mais. Estas questões ainda estão em discussão, mas temos de ver o lado bom das coisas e tentar nos adaptar a elas. As facilidades de se gravar que temos hoje são uma faca de dois gumes, tanto se pode produzir boas coisas com custos muito mais baixos e retornos mais certos como se pode também por na rua coisas de baixa qualidade de uma forma geral e alcançar a mídia virtual de maneira quase que sem custos. Temos realmente que "filtrar" o que ouvimos. Mas eu espero que o hard rock, o pop rock, a dance music e outros estilos que foram tão bem representados nos anos 80 por artistas variados e de altíssima qualidade, retornem com o fôlego da nova geração pra mudar esta "pobreza" musical que a mídia nos empurra garganta a baixo todos os dias.


O álbum Nascer custará apenas R$5,00 por ser feito com SMD. Esta iniciativa começou no Brasil pelos Cristãos. Você crê que este pode ser o começo de uma inciativa para baratear todos os álbuns lançados no Brasil?


Sim. Eu estou pondo fé no SMD como uma maneira de tentar "frear" o processo cancerígeno da pirataria. É triste ver algo que você lutou tanto para produzir chegar às ruas de todo o país exposto de maneira desqualificada e dando lucros apenas a quem nada fêz no processo de produção. Ainda não acho que seja um método satisfatório para o artista que banca sua própria produção executiva, afinal, por apenas 5 reais você dificilmente consegue retomar todo o seu investimento dispensado no projeto. Mas eu olho da seguinte forma: o SMD é o seu "portifólio" para que outros produtores, público em geral, gravadoras, etc... venham a tomar conhecimento do seu trabalho musical e com isto, você consiga sobreviver dos shows, que é o que realmente sustenta o músico nos dias de hoje. Já faz muitos anos que a indústria fonográfica não põe comida no prato da família de um músico, mesmo os que estão encabeçando a mídia. Devido a muitas variantes, entre elas a própria pirataria, o artista/banda tem de fazer muitos shows para continuar tendo preservada sua qualidade de vida e sustendo.


Há muita diferença para você tocar o som do seu trabalho solo e o som do Novo Som?


Sim, com certeza. Quando eu fui convidado para assumir as guitarras da banda, eu sabia que muito mais do que tocar o repertório da banda eu teria que me adaptar a toda uma "estrutura musical" completamente diferente da que eu estava acostumado em outros projetos. Apesar de ter me adaptado facilmente à parte mais "rockeira" do repertório (óbviamente), eu tive que reaprender toda uma linguagem musical que nunca foi o meu forte e nem nunca me "seduziu" musicalmente a tocar, como o charme, o melody, funk, etc. Alguns destes estilos, considero muito legal de se ouvir, mas para um guitarrista são muito chatos de tocar...(risos) Muitas coisas eu já ouvia antes como Earth, Wind and Fire, kool and the Gang, etc e me serviram como referencial, mas nunca fui fã de todo o repertório destas bandas me limitando a tocar (em bandas de clubes em que já toquei) o repertório mais "comercial" destes grupos e que confesso, até curti muito na minha adolescência. Sempre fui muito admirador e fã do Novo Som, antes mesmo de conhecê-los pessoalmente mas confesso que nem de todo o repertório da banda eu gostava. Sempre me identifiquei com as baladas na onda do Chicago, Journey, Toto, etc... E foi o que realmente me atraiu quando fui convidado por Geraldo Abdo e Mito para acompanhá-los nos shows. Já no meu projeto solo, cem por cento do que eu estarei tocando é sem dúvida o que eu gostaria de passar o resto da minha vida tocando (risos...) e fora a liberdade de se estar no meu próprio projeto e poder tomar as decisões que melhor me convir tomar. Parte da banda que vai estar nos palcos junto comigo, é parte da minha história musical também e isto conta demais. O Markcell, baixista por exemplo, tocou comigo em quase toda a minha caminhada musical e o tecladista Daniel Lamas a mais de dez anos é meu parceiro musical nas composições e produções desde que começamos o Arena em 1997. O estilo é rock and roll total e é o que sempre eu toquei e fiz durante minha trajetória, ou seja, sim eu estou em casa na JSB.


Além de tocar guitarra você é fotógrafo, a fotografia é mais que um hobby para você?


Durante uma época da minha vida eu até pensei em seguir como fotógrafo profissional, fazer cursos e tal, tive até um pequeno laboratório de revelação em PB dentro da minha casa. Mas com o tempo acabei sendo mais e mais absorvido pelo meu ideal musical e a fotografia tornou-se um hobby sim. Hoje eu nem tiro tantas fotografias assim e com a facilidade da manipulação digital, posso hoje partir pra outros lados usando inclusive o bom e velho PS (Photoshop). Mas quase tudo que já fiz acabou me sendo útil na minha vida profissional. Tudo foi e é valido. Detesto pensar que na vida só possamos ser ou fazer uma única e determinada coisa. Podemos sempre ser e ousar mais!


Quais são os outros projetos em que você está envolvido?


Bom, ultimamente tenho me dedicado a compor material para outros cantores. Recentemente fiz uma música para o novo cd da Pamela que ela deverá estar gravando em breve. Também compus algum material para o próximo cd do Novo Som, que deverá ser lançado ainda no primeiro semestre de 2008 pela MK Publicitá. O material ainda não foi definido pela banda que terá uma audição para a escolha do repertório em breve. Estou praticamente dividindo meus últimos dias nestes projetos e nos preparativos de finalização do meu cd. Acho que nunca me dediquei tanto a um projeto e tenho realmente acreditado que Deus tem bênçãos muito especiais a proporcionar as pessoas através deste cd solo, algo que nem mesmo eu ainda entendo perfeitamente, mas está mais do que traçado por Deus.


Você gostaria de deixar um recado para os leitores dessa entrevista?

Gostaria de dizer que Deus sempre nos mostra aquilo que não queremos ver. A vontade Dele sempre é a melhor, mas nem sempre a nossa vontade é a Dele. Por isto temos de nos moldar a vontade do Pai, aceitando o que nos vem seja por provação ou puramente por conseqüência da vida que enfrentamos. Estejam sempre ligados na fonte da vida que é Jesus cristo e não tenham medo de serem diferentes aos olhos do mundo, porque viemos mesmo para "desagradar" a maioria, pois o céu nunca foi para todos, mas sim para os que realmente se colocam na direção retilínea da vontade de Deus. Eu agradeço muito o carinho e receptividade do Dotgospel.com e por abrir este espaço virtual para falar deste projeto que vêm sendo tão especial na minha vida. Agradeço também todo o carinho que tenho recebido dos fãs ao longo deste sete anos que estou no Novo Som. Fico muito lisonjeado por receber esta atenção e carinho e tento retribuir na medida que me é possível, inclusive através do meu Blog Oficial localizado no meu site oficial (www.joey-summer.com), onde eu estou sempre atualizando com novidades e respondendo aos comentários dos fãs e amigos.

Obrigado e bênçãos para todos os internautas ligados no Dotgospel!


O DotGospel agradece a sua participação, estamos orando pelo seu trabalho e projetos e desejamos que Deus lhe dê força para seguir cada vez mais longe nesse caminho.

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Entrevista com Delirious?

Publicada por RenatoCavallera em 18 de Fevereiro de 2008 às 10:53:26 na categoria Entrevistas

Entrevistas

No sábado (dia 08/02) banda britânica Delirious? participou de uma coletiva de imprensa em São Paulo para falar sobre seus shows no Brasil e a gravação com André Valadão.

A entrevista foi realizada por César Ricky Mendes, jornalista e guitarrista da banda Cristã de Rock Celta Tehilim.

Algumas coisas que ficaram bem claras na coletiva: O cansaço da banda (que ainda assim foi super simpática); o amadorismo da mídia Cristã brasileira (fazendo com que a banda terminasse a entrevista antes do horário combinado, visivelmente incomodada com perguntas que mais pareciam vir de fãs do que de repórteres); e que a gravação com André Valadão foi uma grande jogada de marketing (que de certa forma, favorece os dois lados: o brasileiro visando o mercado exterior, e os britânicos fortalecendo seu nome por aqui).

Show do Delirious? é sempre um bom show. Mesmo cansados o esforço da banda foi grande – sem falar na experiência de palco gigantesca que a banda tem, e que fez uma diferença enorme.

Confira alguns momentos do curto tempo da coletiva de imprensa.

Sobre voltar ao Brasil em menos de um ano e meio:

Stu G: “Da primeira vez que viemos, gostamos demais do Brasil. Fomos embora sabendo que voltaríamos”.


Sobre a música precisar de uma espécie de “reforma” e a igreja precisar de uma nova “reforma protestante”:

Stu G: “Não me vejo nem como católico nem como protestante, penso que sou apenas cristão. Por esse motivo não consigo pensar numa nova reforma. Acho que o importante é como está você com Deus e como isso é repassado na sua vida como igreja. Independente de congregar num templo ou numa cabana. Sobre a música, posso dizer que somos pessoas que gostam de se divertir tocando”.


Sobre a música History Maker:

Stew Smith: “Quando escrevemos essa música não tínhamos noção da dimensão que ela tomaria. Se hoje estamos fazendo parte da história, de alguma forma, esse não foi nosso ‘objetivo’, se é que podemos chamar assim. Fizemos nossa parte e as coisas simplesmente aconteceram”.


Sobre o novo álbum, Kingdom of Comfort, que mostra a banda completamente influenciada pelas visitas que fizeram pela Índia e pelo Brasil:

Stu G: “Quero agradecer muito por essa pergunta. Mas é realmente o que sentimos. Ficamos inconfortáveis com a nossa situação, nós temos tanto e outros não têm nada. O extremo de pobreza em países como a Índia e o Brasil são muito grandes. É inacreditável ver que dentro dessas nações têm lugares tão ricos e outros tão pobres. Isso não somente nos marcou como também nos desafiou. Sentimos que não daria para continuarmos da mesma forma se não ajudássemos de algum modo. O CD novo fala sobre isso, sobre o impacto que sofremos conhecendo esse cenário”.


Sobre as letras mais maduras no novo CD:

O vocalista Martin Smith foi enfático ao falar sobre a mudança de rumo das letras do Delirious?, que não seguem mais a linha “alegre” de Happy Song, mostrando a banda falando de temas mais profundos: “Estamos ficando mais velhos”.


Sobre assumirem projetos sociais na Índia após a visita que fizeram ao país:

Martin Smith: “Queremos fazer nossa parte como igreja. E fazer nossa parte como cristãos. Adotamos um trabalho de recuperação de crianças filhos de prostitutas, na Índia. Queremos dar educação e oportunidades diferentes para essas crianças”.


Sobre a saída do baterista Stew Smith:

Stew: “Depois de pouco mais de quinze anos tocando na banda, essa não é uma decisão muito fácil de tomar. O Delirious? faz parte da minha vida e de alguma forma, continuarei ligado à banda. Faço parte da criação desse projeto e realmente não achava que chegaríamos tão longe. Mas agora é o momento de parar e fazer outras coisas. Algo que não aconteceu em momento algum foi a banda pensar em parar por minha saída. Haverá um show de despedida em maio, em Londres, e o novo baterista é um grande amigo nosso, que já tem trabalhado conosco algumas vezes”.


Sobre a gravação com André Valadão:

Martin Smith: “Nós não conhecemos o André Valadão e nem sua música. Fomos apresentados da última vez que estivemos aqui. Sabemos que ele é uma boa pessoa e o respeitamos por isso. De qualquer forma, será uma boa gravação, podem apostar”.

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Entrevista: Eduardo Lissi, guitarrista do Catedral e líder da banda AudioLife

Publicada por yila em 06 de Fevereiro de 2008 às 17:06:35 na categoria Entrevistas

Entrevistas

O site Clube 144 entrevistou o guitarrista da banda Catedral e líder da banda gospel AudioLife, onde ele compartilha um pouco de sua história e fala sobre sua vida profissional, sobre como conheceu a família da banda Catedral e seus projetos com uma banda gospel como também suas opiniões em relação a alguns assuntos.

"Em resumo, diante dessa essência, vamos ser menos críticos, mais interessados em novidades. Lembro que rock com adoração não combinava, em 1993 comecei a fazer isso com o Santuário e só hoje, considerando os padrões estrangeiros – lê-se made in Austrália, é que se aceitou esse tipo de estilo. Virou até moda. Como sempre o que vem de fora é melhor do que a gente cria. A culpa é de todos. Poderíamos ser maioria esmagadora nesse país. Mas quem sabe um dia a gente passe a entender melhor as Palavras de Deus. Apesar disso estamos indo, creio que vai ficar melhor...depende de nós, de aceitarmos as mudanças que ajudam a crescer. O pensamento é de sermos UM em Cristo (Efésios 4)."

Para conferir a entrevista completa, clique aqui

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Araya, vocalista do Slayer, fala sobre sua fé em Deus

Publicada por SwItChFoOt em 02 de Fevereiro de 2008 às 20:48:46 na categoria Entrevistas

Entrevistas

Tim Henderson, do BW&BK, recentemente teve uma conversa com Tom Araya, vocalista da banda secular Slayer, sobre diversos assuntos, incluindo sua espiritualidade.

BW&BK: Você é o mais espiritual da banda?
Araya: "Eu acho que eu sou o único que se aproxima disso".

BW&BK: O que faz você levar a vida dessa maneira? Cultura chilena, pais, seu passado?
Araya: "Meus pais, eles me fizeram católico, então eu cresci com a religião em minha vida. Eu penso que este é o motivo. Isso realmente me fez uma pessoa melhor. Eu tento ensinar meus filhos para que acreditem ou não. Acreditar e ter fé - fé cega. Jeff (Hanneman - guitarrista) me perguntou uma vez, 'Você pode explicar isso? Como você você acredita em alguma coisa que você não pode ver?' Eu olhei para ele e disse 'apenas faça.' Você tem que acreditar. Você simplesmente acredita. Eu não sei como isso foi inserido em mim. Porque ninguém me disse isso. É como eu sou e como me sinto. É o que eu acredito. Alguém me ensinou a acreditar - eu aprendi de alguma maneira. Mas meus pais nunca me disseram para acreditar em Deus. Eles nunca disseram 'você tem que acreditar em Deus', somente queriam me ensinar sobre Deus, sobre Cristo e todas essas coisas. Eu estou tentando ensinar isso a eles (meus filhos), porque para mim, tem ajudado muito em minha vida. Me deixado fazer o que eu quero. Ser bem sucedido no que eu faço. Fé cega".

Fonte: Whiplash

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