Projeto beneficente do Jars of Clay alcança 700.000 pessoas na África

Publicada por RenatoCavallera em 20 de Dezembro de 2010 às 01:11:55 na categoria Ao Redor Do Mundo

Ao Redor Do Mundo

Mais de 700.000 pessoas estão bebendo água limpa hoje na África graças a uma das bandas cristãs mais populares dos EUA, o Jars of Clay. O grupo recentemente alcançou seu alvo de fornecer água potável a mil comunidades africanas, através da abertura de mil poços artesianos patrocinados pela ONG que fundaram, a Missão Blood: Water [Sangue e Água]. Eles vão comemorar o feito no ano que vem com um concerto beneficente no Ryman Auditorium, em Nashville.

“Quando começamos, era uma alvo distante”, disse o vocalista Dan Haseltine em entrevista recente. Depois de mais de cinco anos, a banda conseguiu levantar cerca de sete milhões de dólares para iniciar projetos de obtenção de água potável, saneamento básico e treinamentos de higiene. Eles fizeram várias viagens à África para testemunhar pessoalmente o progresso de cada projeto.

Assim descobriram que a vida é muito diferente quando se tem água limpa e de fácil acesso. Mulheres e crianças africanas não precisam andar vários quilômetros por dia para tirar água de uma fonte suja ou lidar com as dores de estômago, doenças de pele e diarreia que costumava acompanhar a água que bebiam.

O tecladista Charlie Lowell lembra da conversa que teve com uma mulher que orgulhosamente exibia suas mãos macias. Ela disse que costumavam ser secas e enrugadas, mas agora sentia-se mulher novamente.

“Trata-se de saúde, de saneamento e de água potável, mas por trás de tudo isso existe a questão da dignidade humana”, disse Lowell.

Os membros da banda enfatizam que os projetos são direcionados pelos habitantes locais. Geralmente são as mulheres quem decidem o tipo de fonte de água que a aldeia necessita e como consegui-la.

Para levantar o dinheiro, a banda utilizou, em grande parte, esforços criativos de pequenas ações. “É algo dirigido à comunidade nos EUA, tanto quanto é dirigido à comunidade na África”, disse Haseltine.

A banda começou a mostrar às pessoas que apenas um dólar é suficiente para fornecer água potável para um africano durante um ano. Seus fãs organizaram gincanas, lavaram carros, fizeram desfiles de moda beneficentes, cultivaram e venderam tomates, montaram até uma barraquinha e venderam limonada para arrecadar fundos e doações.

Haseltine desafiou os fãs para que, no último Haloween, doassem um dólar toda vez que vissem uma pessoa fantasiada de Justin Bieber. Esforços como esses inspiraram a música Small Rebellions [Pequenas rebeliões], a primeira faixa de “The Shelter”, o álbum mais recente do Jars of Clay,

O guitarrista Stephen Mason disse que o álbum reflete muito da jornada que fizeram com o Blood: Water, pois baseia-se no conceito de comunidade e de que precisamos uns dos outros.

Os membros da banda não tem certeza qual será seu próximo grande objetivo na África, mas há um sentimento de que apenas arranharam a superfície do problema.

“Podemos acrescentar um zero a isso, chegar a dez mil poços ou apenas tentar mais mil”, disse Stephen Mason. “O desafio do Blood:Water e do Jars é continuar a sonhar grande com o que podemos fazer para tornar o mundo um lugar melhor. Vamos ver onde essa história vai nos levar”.

O Jars of Clay já vendeu mais de seis milhões de álbuns, ganhou três Grammys e teve 17 músicas no número 1 das paradas, incluindo a música que os tornou famosos: “Flood”.

Fonte: The Washington Post
Tradução: Jarbas Aragão
Via: Pavablog

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Narnia: Germán Pascual fará turnê pelo Brasil em janeiro

Publicada por YoungDreamer em 13 de Novembro de 2010 às 06:28:46 na categoria Ao Redor Do Mundo

Ao Redor Do Mundo Germán Pascual tem sido comparado a outros grandes vocalistas do metal internacional como: Dio, Jorn Lande, Coverdale entre outros em resenhas de todas as partes do Mundo e foi também nomeado como o Melhor Vocalista de Metal de 2009 no website ”The Gates of Metal” de Portugal.

É vocalista da banda NARNIA, grande banda sueca considerada um dos ícones mundial no gênero, ao lado de STRYPER, BRIDE e Rob Rock. Em 2009 gravou e lançou juntamente à banda o CD "Course of a Generation", 7º disco de estúdio do grupo que fora formado em 1996.

Em janeiro de 2011 Germán estará no Brasil em tour tocando os grandes clássicos do NARNIA e também apresentando um de seus projetos, o FORGED WINGS.

Ouça Germán Pascual no Myspace
http://www.myspace.com/narniaofficial
http://www.myspace.com/germanpascual

Brazilian Tour 2011
MS Produções Music Group
Tel: (15) 8138-0026
Email: manager@msproducoes.net
Site: http://www.stormblaze.com.br/

Fonte: Whiplash

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Plus Salvation em Turnê Internacional

Publicada por snashcore em 02 de Setembro de 2010 às 15:44:35 na categoria Ao Redor Do Mundo

Ao Redor Do Mundo

A Plus Salvation, banda que praticamente se iniciou no mercado da música através do DOTGOSPEL, que participou de muitas promoções do site e inclusive esteve presente no Underdot 1, finalmente estará levando um pouco do rock brasileiro para fora do país.

A banda que tem pouco mais de 3 anos, desde o lançamento do álbum Mudou Minha Vida tem chamado a atenção do público jovem das igrejas tocando rock com letras diretas que falam de Jesus. Recentemente a banda vem fechando diversas apresentações em muitos países, alguns confirmados são: Angola, Espanha, Portugal e Inglaterra, essa não é a primeira vez que a banda tem destaque na gringa, a Plus Salvation já teve suas músicas Mudou Minha Vida e Vencer em 1º lugar em rádios do Paraguai e Califórnia, e essa turnê vem para consolidar o som da banda no exterior e marcar também o novo álbum chamado MAIS DE TI, que será lançado no final do ano, que promete um som mais pesado e maduro.

Essa é mais uma conquista de uma banda que o Dot viu nascer e crescer no cenário cristão, e hoje estão levando o rock cristão brasileiro para o resto do mundo. Conheça mais da Plus Salvation e confira as datas da Turnê Mais de Ti no site. www.plussalvation.com.br

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Brooke Fraser - Flags

Publicada por RenatoCavallera em 30 de Agosto de 2010 às 16:30:35 na categoria Ao Redor Do Mundo

Ao Redor Do Mundo

Brooke Fraser se sentia frustrada. Três anos após o lançamento de seu último álbum, Albertine (2007), ela havia composto apenas três músicas. Sentia que precisava ir para algum lugar onde pudesse estar completamente focada. E foi isso o que ela fez. Junto com seu marido, Scott Ligertwood, saiu de Sydney, Australia (onde mora) e foi para Los Angeles, EUA em fevereiro de 2010.

Voltando um pouco no tempo, em abril de 2009, Brooke esteve no Festival de Música e Artes “Coachella Valley”, na Nova Zelândia. Um festival de música alternativa. Foi nesse festival que re-despertou o desejo de fazer música em Brooke. Ela já estava cansada das turnês do Albertine. “Acho que estava a ponto de uma ruptura mental. Estava tão exausta que mal conseguia sair da cama, muito menos pensar em escrever músicas para um terceiro álbum.”

A experiência do festival a inspirou a escrever a canção “Coachella”, uma das várias melodias emocionantes, ressonantes e edificantes do novo álbum, Flags, uma sonhadora coleção alternativa que mostra seu soprano ágil, melodias alegres e a habilidade de contar suas histórias através das vidas de vibrantes personagens. “Em meus álbuns anteriores, eu estava cantando completamente como eu mesma, por isso fiquei tão tocada, sensível e cansada durante a turnê. Albertine foi inspirado por momentos e pessoas extremamente significativos e, cada vez que eu canto, eu volto a viver aquele momento em que meu coração foi rasgado, dilacerado. Então, cantar essas músicas pesadas, cheias de sentimento, remetendo a esses fatos marcantes, quase todas as noites, por três anos era um alto preço. Em Flags, ainda sou eu falando, mas sou eu falando através das vozes das personagens e suas histórias. É mais fácil conviver.”

Uma vez em Los Angeles, Brooke foi escrevendo as canções aos poucos. Elas começaram a surgir de modo mais fácil, e em três meses ela já estava pronta para gravar. Convidou alguns músicos, incluindo os guitarristas Michael Chaves e David Levita, que tocaram no Albertine, para se juntarem a ela no estúdio, onde arrumaram as histórias de Brooke e criaram cenários texturizados de maneira requintada para, juntamente com guitarras, violões, baixo, piano, bateria, cordas, metais e percussão, desenvolver um ar grosseiro e orgânico no processo. O álbum foi produzido pela própria Brooke e mixado por Joe Zook. “Eu finalmente fui capaz de realizar um pequeno sonho meu, mas de toda a vida, de ter um monte de adoráveis sons em meu álbum, como trompetes, trombones, eufônio, cornetas”.

Brooke volta à cena musical totalmente diferente do que podíamos esperar, principalmente em sua voz (e eu confesso que espero ansiosamente). E ela mesma afirmou isso em seu Facebook. “Minha voz soa diferente depois de anos em duras turnês e pelas alterações fisiológicas naturais que acontecem em vozes de acordo com a idade e, como produtora, eu fiz questão de manter as falhas maravilhosamente musicais do meu vocal, como um ganido ali, uma respiração murmurada aqui, uma perfeita nota ligeiramente acentuada.”

Ao finalizar a produção do álbum, Brooke nem podia se aguentar de felicidade. “Eu me sinto entorpecida, para ser honesta. Sinto como se tivesse dado à luz a esse álbum – uma criança, depois de meses de trabalho. Estou exausta e não posso dizer se é feio ou bonito, mas é meu e não importa nada, apenas estou feliz que esteja aqui. Estou ansiosa para estar novamente na estrada e ver a reação do público, que foi apoiador e mandou palavras de incentivo que me fizeram flutuar em dias que me senti esmagada pela tarefa diante de mim.”

O track-listing oficial do álbum ainda não foi divulgado, mas Brooke Fraser deu declarações sobre algumas músicas. Sabemos que “Betty”, cuja canção teve seu nome escolhido em votação no Twitter, foi composta pela Brooke em parceria com Jon Foreman, do Switchfoot e West Ben, do The Reak Efforts of Real People. Há quem suspeite de uma participação no vocal do próprio Jon, mas, como eu disse, são apenas suspeitas (seria ótimo, né?). A canção fala sobre uma garota que esconde sua marca de nascença em forma da bandeira do Canadá, uma metáfora para todas as outras coisas que ela tem medo de mostras às pessoas. “Crows and Locusts” é a história de uma família de agricultores que vê sua plantação dizimada por epidemias, contada através dos olhos da filha caçula.

“Ice On Her Lashes” é sobre o ciclo do sofrimento. Brooke explica: “Existe aquele momento em que você recebe uma ligação e descobre algo que pode te despedaçar, mudar a sua vida e você olha ao redor e imagina como as pessoas ainda vivem seu cotidiano, sentadas no trânsito ou simplesmente comprando leite quando a sua vida acaba de ser mudada para sempre. A canção é sobre como a maioria de nós está em algum lugar desse ciclo. A vida continua, e a dor não vai embora, mas ela se torna algo com que a gente consegue viver”.

Outros destaques incluem o primeiro single, “Something In The Water”, uma canção jovial, muito diferente de qualquer coisa que você possa esperar dela, como uma canção tocada em pubs. Teremos também “Orphans, Kingdoms”, a faixa título, “Flags” que é uma meditação sobre injustiça e “Who Are We Fooling”, um dueto com Matt Hales, do Aqualung; a canção foi composta pelos dois.

Sobre a produção do álbum, Brooke não quis nenhum produtor. “Talvez tenha sido um pouco do sentimento feminista que há em mim. Sempre escrevi e toquei minhas próprias músicas e tive minha própria maneira de fazê-las. Sou uma boa musicista e sei bem o que eu quero. Pessoas contratam um produtor porque gostam do som que ele pode criar. Eu não queria o som de ninguém. Eu não queria a ideia que alguém tivesse do meu som. Eu queria o meu próprio som.

O título do álbum, Flags, foi inspirado por compor suas músicas durante suas viagens a locais distantes e remotos dos Estados Unidos, como as Montanhas Apalaches. “Eu estava atravessando aquelas paisagens incríveis e imaginando todas as pessoas que trabalharam naquela terra, naquilo que suas vidas se pareciam e como elas chegaram e deixaram aqueles lugares. Um dia, a imagem de uma bandeira pipocou em minha mente e eu pensei: ‘nossas vidas são como bandeiras estacadas no solo e voando por um tempo, enquanto marcam o nosso território, história, crença, cultura, identidade. Então essas bandeiras irão se desgastar e retornar ao solo e a bandeira de alguém vai tomar o nosso lugar. Esse tema permeia através das canções ‘Ice On Her Lashes’, ‘Crows and Locusts’, e claro, ‘Flags’. Os personagens nessas músicas foram bandeiras e agora, viemos plantar nossas bandeiras no chão onde elas uma vez estiveram.

Aqui você pode conferir o single “Something in The Water”, com imagens do estudio.

 

Possível track-listing (sem ordem definida):

Coachella
Betty
Ice On Her Lashes
Crows and Locusts
Jack Kerouac
Something In The Water
Orphans, Kingdoms
Flags
Who Are We Fooling?

Por Thamires Specht no Its Sound Like

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U2 toca hino cristão "Amazing Grace" na turnê 360º

Publicada por Pepe em 02 de Junho de 2010 às 00:27:08 na categoria Ao Redor Do Mundo

Ao Redor Do Mundo

A banda irlandesa U2 já é bastante conhecida por ter músicas com citações bíblicas e letras com mensagens positivas. Em sua nova turnê, 360°, mais uma vez Bono Vox surpreendeu aos fãs ao cantar o famoso hino cristão "Amazing Grace".

Tocando guitarra, Bono canta o hino até a primeira estrofe (Maravilhosa graça/ quão doce é o som/ que salvou um miserável como eu/ Uma vez estive perdido, agora me achei/ Eu estava cego, mas agora enxergo). Depois a banda acompanha tocando a introdução da música “Where The Streets Have No Name”.

O hino, composto no século XVIII pelo inglês John Newton, é uma das músicas mais famosas dos Estados Unidos, sendo tocadas até em eventos do governo. O fato de a banda mesclar o hino com “Where The Streets Have No Name” se refere ao sentimento de Bono em relação a essa música.

Em uma entrevista concedida em 2005, Bono explicou que “Where The Streets Have No Name” é a música que eles “chamam” a Deus. “Esta é a música em que podemos ter certeza que, assim que tocarmos, Deus entra pela porta”, disse Bono. No mesmo ano, como noticiado no Dot, a banda recusou ceder a música para um comercial de TV. Foi oferecido à banda 12 milhões de libras, porém Bono afirmou que o dinheiro seria bem vindo, pois ele iria doá-lo a uma de suas instituições na África, mas ele não teria ter associada a sua música a um comercial.


Fonte: Gmúsica

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Jars of Clay: EP digital terá renda revertida para auxílio de Nashville

Publicada por Laila_Flower em 23 de Maio de 2010 às 17:07:09 na categoria Ao Redor Do Mundo

Ao Redor Do Mundo

A banda cristã norte-americana Jars of Clay solidarizou-se com a cidade de Nasville. A cidade, que é capital do estado americano do Tennessee, foi atingida por uma tempestada devastadora no início do mês de maio.

Sendo conhecida como "music city" (cidade da música), Nashiville foi o local onde muitos músicos nasceram e muitas bandas foram montadas, principalmente de música country. Por causa de sua relevância para o mundo da música, programas e campanhas de auxílio tem sido realizadas por diversos músicos como Jack White e Taylor Swift.

Jars of Clay dará sua contribuição à cidade através da renda de um EP digital que contém cinco versões diferentes da música "Flood". O valor do EP é 1 dólar americano e os ganhos com sua venda serão 100% revertidos MusiCares Nashville Flood Relief, organização criada para administrar fundos doados às vítimas da cidade.

Confira carta aos fãs feita pela banda:

“Queridos amigos, Nos dias 1 e 2 de maio de 2010, nossa cidade de Nashville e arredores sofreu uma enchente devastadora. O impacto desse evento extremamente raro foi sentido por nos e incontaveis pessoas na nossa comunidade, resultando em perdas de vidas e mais de $1,5 bilhoes de dolares de prejuizos em propriedades e infraestrutura. Em um esforço para ajudar aqueles que perderam tudo, nos montamos um EP com cinco versões diferentes da nossa música, “Flood”. O EP esta disponivel por $1 no tocador de musica do lado esquerdo dessa página. 100% dos ganhos de suas compras vai diretamente para caridade que esta ajudando nos esforços para aliviar os estragos da enchente na comunidade de Nashville, administrado pela MusiCares Nashville Flood Relief. Nossa meta é levantar $100.000 e nos precisamos de sua ajuda! Jars of Clay”

 

Fonte: Gospel+

Com informações de it.sounds..like...

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Blindside de álbum novo

Publicada por overrock em 19 de Março de 2010 às 08:58:19 na categoria Ao Redor Do Mundo

Ao Redor Do Mundo

Blindside anunciou detalhes sobre seu novo álbum. O álbum foi gravado em Los Angeles com a mesma equipe que trabalhou no Silence e em About a Burning Fire, Howard Benson e Mike Plotnikoff.

"Estamos agora mixando e tomando o tempo que precisamos para fazer tudo corretamente", afirma o produtor da banda.

"Temos trabalhado neste álbum há 3 anos e realmente sentimos que temos algo especial, algo que valeu a pena esperar algo certo e merece ficar".

Fonte: overrock.zip.net

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Banda Narnia chega ao fim

Publicada por Sacred Warrior em 24 de Fevereiro de 2010 às 12:46:22 na categoria Ao Redor Do Mundo

Ao Redor Do Mundo

Ainda não há nada oficial, mas em uma conversa com Karin Serri, guitarrista da banda Seven Angels, German, novo vocalista do Narnia, afirmou que a banda irá encerrar as atividades.

Isso se deve ao fato de que Carljohan Grimmark estaria cansado de "carregar" a banda nas costas, já que os outros membros estão ocupados com outros projetos e não podem mais se dedicar a banda.

German também revelou que, dos membros do Narnia, apenas ele e Grimmark estão tocando na atual turnê.

Fonte: Metalland

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Conheça Jamie Tworkowski da To Write Love on Her Arms

Publicada por RenatoCavallera em 17 de Fevereiro de 2010 às 21:41:58 na categoria Ao Redor Do Mundo

Ao Redor Do Mundo

Só passa um pouco do meio-dia em Atlanta, onde o festival Warped Tour está a todo vapor. Jamie Tworkowski já abraçou 79 pessoas, posou para 56 fotos, deu 42 autógrafos, enxugou as lágrimas de 13 meninas (e de dois meninos adolescentes) e ouviu as palavras "Você salvou a minha vida" pelo menos uma dúzia de vezes. Ele viu frases de sua autoria tatuadas em peitos e pernas, segurou a mão de uma mulher enquanto ela chorava pelo filho morto e compartilhou sua raspadinha de cereja com um desconhecido que afirma querer ser igualzinho a ele. Tworkowski, um surfista de 29 anos que largou a faculdade, transformou-se em uma espécie de guru para toda uma geração de adolescentes perturbados, como mentor de um movimento acidental - isso se você acreditar em acidentes, o que não é o caso de Jamie.

A mensagem de salvador dele não tem assim nada de novo - toca na sensibilidade, traz um toque de cristianismo, vem misturada com empatia poderosíssima -, mas a maneira como é transmitida é radicalmente diferente da ideia melosa de sentir a dor do outro, tão comum com os adeptos da autoajuda. Ele é tão sincero que chega a desarmar, tem aquela beleza típica de surfista e tão genuíno que consegue transformar o anarquista mais preconceituoso e incrédulo em um suplicante chorão.

A organização que ele fundou há três anos, To Write Love on Her Arms (TWLOHA - "para escrever amor nos braços dela") já se gaba de ter a maior audiência entre as ONGs presentes no MySpace, com uma enxurrada de mais de 100 mil mensagens - muitas delas, cartas de suicidas - de garotos e garotas em mais de 100 países. Se você é uma pessoa solitária com pensamentos violentos ou uma menina gótica que gosta de passar uma gilete pelo braço, é bem provável que os terapeutas e conselheiros que já conversaram com você pareçam só falar besteira. Tworkowski é a única pessoa que vai conseguir dizer alguma coisa que vai fazer diferença - usando o Twitter ou o Facebook ou em um show de rock, ou, se você tiver sorte, com um gesto mais antiquado: um abraço.

"Minha ideia nunca foi abrir uma instituição de caridade", Jamie diz, enquanto bebe água em um intervalo nos autógrafos na tenda da TWLOHA no Warped Tour. "Nem dar início a um movimento. Mas todos nós nos identificamos com a dor. Em um nível simples, o que dizemos é o seguinte: 'Isto faz parte do fato de sermos humanos'."

Quando sobe ao palco, ele parece humilde, tímido, quase retraído. Veste jeans ou short e camisetas de bandas. A cadência dele se parece com a da poesia falada: entrecortada, abafada, hipnótica. Ele é absurdamente bonito - 1,90 metro, olhos pequenos e fundos, lábios carnudos e um ar de androginia nada ameaçador. Na tenda, um fluxo contínuo de meninas e um punhado de meninos fazem fila, à espera de sua vez de desfrutar da companhia de Jamie. Eles saltitam e se agitam, soltam gritinhos de ansiedade. Uma menina de biquíni se inclina para a frente com o peito arrebitado. "Você dá autógrafo em seios?", ela pergunta a ele.

Jamie não se deixa levar por tanta atenção. "Na verdade, o negócio não é comigo", ele diz, enquanto assina o braço da menina. "A garotada só me associa a uma coisa que tem alguma importância para eles. Se você pensar no que está em jogo, é compreensível o fato de as pessoas reagirem como reagem. Parte do que fazemos é acreditar que a nossa história pode ter um final mais feliz."

Fonte: Rolling Stone / Gospel+

Várias bandas como Anberlin e Switchfoot participam da  TWLOHA. De vez em quando o dotCast divulga e sorteia uns brindes da ONG.

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Biografia de Kirk Franklin

Publicada por RenatoCavallera em 15 de Fevereiro de 2010 às 22:29:50 na categoria Ao Redor Do Mundo

Ao Redor Do Mundo Kirk Franklin, cantor cristão americano, lança biografia este ano. O vencedor de sete Grammys mostra em The Blueprint: A Plan for Living Above Life’s Storms (Um Plano para Viver Acima das Tempestades da Vida) uma vida cheia de adversidades, mas que apesar de tantas tempestades, foi utilizada como ferramenta poderosa de Deus.

Kirk Franklin conta as diversas dificuldades que surgiram em seu caminho como o uso de drogas, o pai ausente e sua própria paternidade quando ainda era um adolescente, pobreza, abandono da mãe. Apontar suas dificuldades e como elas foram superadas é uma forma de Kirk mostrar aos fãs que há uma saída para estes problemas e há uma possibilidade de superação.

No livro, Kirk fala sobre o tempo em que não tinha uma figura paterna em casa e considerava a rua como sua própria escola da vida, até o momento em que se tornou pai aos 15 anos. Uma mudança interna era necessária.

Em “The Blueprint”, Kirk mostra como Deus tocou a sua vida, mostrando uma nova direção – uma mostra real do que Deus faz.

A pré-venda do livro está disponível por enquanto apenas nos sites americanos Amazon, Borders, Barnes & Noble e Christian Book.

Fonte: BV Films e Site oficial de Kirk Franklin / Música Gospel

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dotFlash: Lifehouse, AsI Lay Dying, Plus Salavation e Fireflight

Publicada por RenatoCavallera em 10 de Fevereiro de 2010 às 00:51:16 na categoria Ao Redor Do Mundo

Ao Redor Do Mundo

Lifehouse adiou mais uma vez o lançamento de seu novo álbum. Smoke & Mirrors deve ser lançado no dia 2 de Março segundo a última remarcação de data.

As I Lay Dying lançou um desafio no twitter. Tudo que seus fãs tem de fazer é adivinhar o título do novo álbum da banda. As letras são: ERSTWHILEREPOSES. As respostas devem ser encaminhadas ao e-mail: aildcontest@gmail.com. O vencedor que será revelado no dia 1° de Fevereiro ganhará uma cópia autografada do CD.

Plus Salvation lançou seu novo site para acompanhar o vindouro lançamento de seu novo CD, "Mais de Ti". Em PlusSalvation.com.br você encontra novas fotos, agenda, notícias e o PS TV, que mostrará o dia-a-dia da banda, depoimentos e por onde a eles tem passado.

Para aqueles que querem saber como ficou o novo trabalho da banda de rock Fireflight podem conferir o álbum na integra através do Listening Party do site Jesus Freak Hideout: http://www.jesusfreakhideout.com/listeningparty/party8.asp 

Fonte: MPSIRock e Plus Salvation 

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Famosos se unem em coral pelo Haiti

Publicada por RenatoCavallera em 01 de Fevereiro de 2010 às 16:16:44 na categoria Ao Redor Do Mundo

Ao Redor Do Mundo

O bem conhecido e premiado artista Michael W. Smith reuniu, em Nashville, diversos artistas para gravar “Come Together Now”, uma música composta por Michael W. Smith, David Mullen e Cindy Morgan.

Na quarta-feira, 27 de janeiro, das 19:00 as 22:00, Michael reuniu artistas da comunidade de Nashville e além, no estúdio Ocean Way, para cantar “Come Together Now”, uma música escrita para lembrar as pessoas de nossa obrigação em ajudar nossos irmãos e irmãs no Haiti.

Artistas que vão emprestar suas vozes incluem: Aaron Shust, Alathea, Amy Grant, Ashley Cleveland, Austins Bridge, Brandon Heath, Britt Nicole, Chris McClarney, Chris Sligh, Don Poythress, Dorothy Savage, Duane Allen, Echoing Angels, Everlife, Francesca Battistelli, Jaime Jamgochian, Jared Anderson, Jody Davis, John Schlitt, Kate Lazar, Katinas, Kevin Max, Kirk Sullivan, Lee Greenwood, Manic Drive, Margaret Becker, Mark Hall, Matt Dowley, Matthew West, Matt Maher, Meredith Andrews, Michael Tait, MIKESCHAIR, Mike Weaver, Paige Armstrong, Phil Stacey, Point of Grace, PureNRG, Rachael Lampa, Restless Heart, Selah, Steven Curtis Chapman, Toby Mac, Wynonna, and Yellow Cavalier. (essa lista ainda pode mudar).

O estúdio foi doado, os músicos doaram seu tempo, e todo o fundo arrecadado com essa canção irá para organizações de apoio e caridade como a Cruz Vermelha Americana e o Samaritan’s Purse. É a Nashville Music Comunity (Comunidade de Musica de Nashville) se mobilizando para ajudar um país em extrema necessidade.

Fonte: Jesus Freak Hideout
Tradução: It Sounds Like 

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Os álbuns mais esperados de 2010

Publicada por RenatoCavallera em 21 de Janeiro de 2010 às 19:18:35 na categoria Ao Redor Do Mundo

Ao Redor Do Mundo

Por It Sounds Like

TobyMac – Tonight

Andreas Wondracek: Sempre vai estar entre os mais aguardados toda vez que lançar material novo. Dessa vez não é diferente, despertando uma curiosidade grande em relação ao trabalho todo depois do single “akoniano”, City On Our Knees. Dificil vir coisa ruim ou abaixo do esperado de uma das mentes mais brilhantes da música cristã desde a época do DC Talk.

Estêvão Avillez: Eu queria DC Talk! Mas o Toby é bem vindo… Tenho exatamente o medo da similaridade com Akon… A letra do single é excelente e com certeza vem coisa boa…

Newsboys – Born Again

Andreas Wondracek: Com certeza um dos mais aguardados, principalmente pela saida de Peter Furler e a entrada de Michael Tait, ex-DC Talk e ex-Tait, o que certamente gera um expectativa de como essa drástica mudança vai refletir no som e na assinatura do Newsboys. Quem já deu uma conferida na previa do álbum já viu que a mudança foi boa e a expectativa pode ser grande para esse álbum.

Estêvão Avillez: O Michael Tait canta muito! A chegada do Tait com certeza traz um fôlego para os coroas do Newsboys. Nunca fui muito fã dos caras, mas espero este álbum com bastante curiosidade, por toda esta mistura.

Day of Fire – Losing All

Andreas Wondracek: Com um excelente álbum de estréia e uma apagada sequência, o Day of Fire volta depois de uma grande pausa com nova gravadora e com a ajudinha do premiado Chris Daughtry, vocalista da banda Daughtry, em algumas das composições. A expectativa é a de um bom hard rock, mas é prudente não coloca-la em grandes alturas.

Estêvão Avillez: Os caras sumiram e tão prometendo um movimento Fênix (renascimento das cinzas), hard rock tem seu momento e não fica velho com o tempo. Day Of Fire promete, mas pode decepcionar, apesar de que o fato do Daughtry estar envolvido no projeto é possível que tenhamos uma supresa positiva.

Adie – Just You and Me

Andreas Wondracek: Dificil saber o que esperar do segundo álbum da ex-vocalista do Benjamin Gate. A verdade é que o primeiro álbum foi muito bom, o que acaba gerando expectativa em relação ao segundo, mas isso não significa que temos em vista um álbum excelente, mas um álbum digno da expectativa que o cerca, mesmo que o crédito disso ainda seja unicamente em função de um ótimo primeiro trabalho.

Estêvão Avillez: Eu achava a menina que cantava no The Benjamin Gate muito estranha. Até que um dia escuto Adie Camp e é a mesma pessoa. Nada que um bom produtor, no caso dela o marido, Jeremy Camp, não faça.

Fireflight – For Those Who Wait

Andreas Wondracek: Depois do boom do segundo álbum, “Unbroken”, onde a banda ficou conhecida de verdade, chega a hora da banda provar o potencial mantendo o nível do bom rock apresentado no último álbum ou, quem sabe, nos surpreendendo com algo ainda melhor. Claro que a possibilidade de o contrário acontecer tambem é real, mas eles ao menos merecem essa expectativa.

Estêvão Avillez: Acho que vem coisa ruim e muito clichê. Para não ser decepcionado como fui com Flyleaf, prefiro de cara já dizer: Vai ser ruim!

 

Downhere – Sem titulo anunciado

Andreas Wondracek: CD de natal não conta tanto assim. Por essa razão, mesmo que a banda tenha lancado How Many Kings ha 3 meses atras, a gente já espera ansiosamente o proximo trabalho de inéditas dessa talentosa banda canadense que mandou muito bem em todos os trabalhos que lançaram até agora, nos dando motivos de sobra para esperar um grande lançamento em 2010, muito embora não se tenha ainda informações sobre o novo CD.

Estêvão Avillez: Se os caras do Downhere me ouvissem (mandei e-mail pra eles pedindo) eles já teriam lançado um CD/DVD ao vivo, na minha opinião é o que falta. Gosto muito destes canadenses e sempre tenho as melhores expectativas para qualquer lançamento que vem dos caras.

Rush of Fools – Sem Titulo anunciado

Andreas Wondracek: Sem grandes informações sobre esse lançamento tambem, mas o fato é que o quarteto tem ganhado espaço com seu pop-worship e vem sendo premiado por suas músicas profundas, simples e criativas. Um álbum um pouco diferente dos outros seria bem-vindo, ja que os dois primeiros são bem parecidos. A banda tem capacidade para amadurecer seu estilo sem perder sua qualidade e esperamos que isso aconteça.
Estêvão Avillez: Comecei ouvi-los pelo segundo álbum. Gostei. A definição de pop-worship é excelente, com diversas premiações no ano passado o novo álbum do Rush Of Fools com certeza trará boas músicas.

Jeremy Camp – Sem Titulo Anunciado

Andreas Wondracek: Depois de um álbum abaixo de seus primeiros em Speaking Louder Than Before e um álbum ao vivo aparentemente sem propósito algum (se ainda fosse lançado em DVD, mas não), as expectativas não chegam a ser das piores por conhecermos o potencial de Camp, mas já ficamos com aquele pé atras preparados para tudo. Tudo o que se sabe ate então é que seria um novo projeto de louvor. Se seguir a linha de Carried Me, será muito bem vindo.

Estêvão Avillez: Para tudo! O que foi esse álbum ao vivo? Horrível! Enfim, vamos olhar para a frente! Louvor com a voz do Jeremy Camp é bem legal e o Carried Me foi um marco no CCM. Acho que o Jeremy tem a chance de se redimir com esse novo álbum.

Tenth Avenue North – Sem titulo anunciado

Andreas Wondracek: Não precisa falar muito. Depois de tantos hits, tantos prêmios e tantos elogios, fica dificil conter a empolgação quando se ouve falar de um novo trabalho deles. Como é o segundo CD, tambem fica dificil saber o que se esperar, até porque nada foi divulgado ate então. Mas é um dos mais esperados em 2010, com toda certeza.

Estêvão Avillez: O álbum que mais espero em 2010 é o novo do TAN. Gostei muito dos garotos, muita sinceridade nas letras, que são profundas em adoração e experiências com Deus.

MercyMe – The Generous Mr. Lovewell

Andreas Wondracek: Já faz um tempinho desde All That Is Within Me e, mesmo com o CD comemorativo de 10 anos de “I Can Only Imagine” para aplacar os anseios dos fãs, já estava mais do que na hora de algo novo dessa já rodada e premiada banda. O primeiro single desse novo CD deve chegar as radios nas próximas semanas nos EUA, então talvez teremos uma ideia do que esperar. Mas o fato eh que MercyMe estara sempre na lista de CDs esperados, sempre que forem lançar CDs.

Estêvão Avillez: Não espero nada do MercyMe. Ok, talvez eu esteja exagerando, espero sim que eles façam outra “I Can Only Imagine”, só isso. Nunca fui fã dos caras.

Lifehouse – Smoke & Mirrors

Andreas Wondracek: Desde 2007 nada se ouvia de novo dessa banda que marcou seu espaço no meio cristão e também no Mainstream, muito embora seu último trabalho não tenha tido uma repercução tão grande. Mas pelo tempo decorrido e pelo conhecido potencial desse trio que agora é quarteto, creio que esse seja um CD a se esperar. Sem grandes recepções, mas é bom saber que ele esta chegando.

Estêvão Avillez: Me lembro quando estava nos EUA e ví “Lifehouse – No Name Face – Debut Album”, não fazia a menor idéia de como fosse a banda. Ouvi uma música e comprei o CD. Um dos melhores debut que já tive em minha vida. Excelente disco. Depois me frustrei um pouco com outros álbuns, mas sempre que eles anunciam coisas novas eu fico empolgado, esperando um novo No Name Face.

Por It Sound Like

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The Little Drummer Boy, por The Almost, Jars of Clay, Sufjan Stevens e Johnny Cash

Publicada por RenatoCavallera em 05 de Janeiro de 2010 às 19:38:58 na categoria Ao Redor Do Mundo

Ao Redor Do Mundo

Recentemente o The Almost lançou um clipe para a sua versão de The Little Drummer Boy, gravada em um EP de natal publicado antes do atual cd Monster Monster. O lançamento do clipe coinscidiu com o Natal.

Abaixo você confere o clipe do The Almost e outras versões feitas por diversos artistas para essa tão famosa música de Katherine K. Davis:

The Almost:

 

 

Sufjan Stevens

 

Johnny Cash

 

 

Jars of Clay

 

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Sufjan Stevens entre os melhores da década

Publicada por RenatoCavallera em 11 de Dezembro de 2009 às 14:19:52 na categoria Ao Redor Do Mundo

Ao Redor Do Mundo

A revista americana NME publicou uma lista dos 100 melhores discos da década. Para minha alegria – e nem tanta surpresa -, Sufjan Stevens, um dos melhores artistas cristãos que já ouvi na vida, integra o segundo pelotão, na 17ª posição da lista.

Para quem não conhece, Sufjan mescla folk, rock alternativo e uma chuva de metais – que fazem toda a diferença colorida em seu som. Um artista inovador, até difícil de encaixar em algum rótulo do mercado – o que, neste caso, é muito bom. É respeitado dentro e fora do circuito cristão.

 

 

Vale a pena dar uma conferida na lista da NME e, claro, ouvir o disco Illinoise, sem dúvida, uma das obras-primas da década. Merece cada elogio que recebeu, recebe e receberá em um futuro próximo – quando seus filhos o descobrirem! A propósito, Sufjan lançou uma música nova dia desses, mais experimental/eletrônica. Divirtam-se.

 

Por Alforria

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U2 é uma banda Cristã?

Publicada por RenatoCavallera em 26 de Outubro de 2009 às 12:02:34 na categoria Ao Redor Do Mundo

Ao Redor Do Mundo

O U2 tem uma carreira admirável no rock ‘n’ roll, tipo de música notório por recompensar artistas que cantam sobre coisas mais simples do que o mundo em que vivemos e o lugar que nele ocupamos.

A banda – ou, em alguns casos, apenas Bono, seu homem de frente – já desempenhou o papel de pop star, pária, filho pródigo e proselitista. Porém, ao longo de seus 30 anos de carreira, a espiritualidade do U2 nunca rotulou sua música como rock cristão - estigma considerado medíocre no circuito comercial da música. O U2 vem mantendo primorosamente tanto seu lado espiritual como seu lado laico - em proporções que não limitariam seu alcance de público.

Greg Garret, professor da Baylor University e autor do livro “We Get to Carry Each Other: The Gospel According to U2” (Nós temos que nos apoiar: o evangelho segundo o U2), afirma que o rock cristão se tornou uma frase tóxica no pop por uma boa razão: “Temos a arte cristã, onde a arte é menos importante do que seu lado cristão. As crenças do U2 são filtradas em seu trabalho, mas nem por isso essa é a razão principal para que eles façam música”.

A reverenda Genevieve Razim, pastora associada da Palmer Memorial Episcopal Church, é quem diz: “Em minha posição episcopal, meu palpite sempre foi de que o moderno e o cristão podem ser compatíveis; e o U2 confirmou isso para mim. São inúmeras as mensagens na mídia de que ser cristão é o mesmo que ser rígido e intolerante, e eis que vem essa banda de rock fazendo perguntas importantes e expressando sua fé”.

Sendo assim, há anos o U2 vem fazendo canções sobre paz, justiça, espiritualidade e mistérios, e sua maneira de fazê-las revela uma inclinação ao que é elevado - seja o uso de salmos no início de sua carreira até sua visão panorâmica do mundo nos dias de hoje.



É importante ressaltar que o som do U2 tem muito a ver com seu sucesso de longa data. A banda Creed, por exemplo, é incessantemente criticada por fazer música copiada. A música do U2, porém, apesar de constantes mudanças, sempre foi imediatamente identificada como sendo única: seja a voz, os efeitos de guitarra ou a marcha militar da percussão. Como a música de Johnny Cash ou Nusrat Fateh Ali Khan, o som do U2, além de espiritual, é uma constante celebração (salvo algumas vezes em que mostra indignação), ao mesmo tempo em que atravessa limitações que alguns venham a encontrar em sua fé.

Fé particular

A arte de qualidade – seja ela religiosa ou não – deve ser imbuída de uma experiência reveladora para aqueles que a testemunham e a consomem.

Ainda assim, o U2 guarda uma relação tênue com o cristianismo. Os integrantes da banda são de uma época de sangrento conflito religioso em seu país de origem, a Irlanda. Três deles – Bono, o guitarrista The Edge e o baterista Larry Mullen Jr. – eram membros de uma comunidade cristã em Dublin que, segundo consta no livro de Garrett, os levou a acreditar que a vida no rock e a vida seguindo aquela fé não seriam compatíveis.

Garret questiona: “O que você faz quando é ferido pela instituição, mas ainda ama Deus?”

Uma reação é abandonar aquela instituição e começar sua própria. De certa forma, foi o que o U2 fez - apresentando ao público uma fé particular. A outra é tentar consertar a instituição já existente, que é o que Bono vem tentando fazer recentemente, proferindo palestras em igrejas por toda a América para estimular o auxílio à África.

Como é evidente no título de um dos maiores sucessos da banda, “I Still Haven’t Found What I’m Looking For” (eu ainda não encontrei o que eu procuro), ele se encontra em uma busca interior, o que pode ter um efeito profundo naqueles que igualmente buscam por algo espiritual - e isso, juntamente com sua música, poderia explicar o extenso poder de atração que o U2 desperta.

Ainda assim, ter certeza de que esse “algo” foi encontrado é anular esse “algo” enquanto fé. Garrett destaca: “Muitos americanos estão comprometidos com uma visão de fé como uma crença absoluta. São pessoas que ficam sentadas olhando para o relógio. E foi para essa tarefa que Bono convocou as igrejas americanas: este modelo de salvação que ignora o fato de que fomos colocados aqui por uma razão especial, além da salvação pessoal. E é isso o que ele tem de mais persuasivo a oferecer: a ideia de que estamos juntos nessa jornada, caímos e nos levantamos juntos, carregamos uns aos outros”.

A faixa título do último álbum da banda, No Line on the Horizon (nenhuma linha no hrizonte) – o álbum mais voltado para a espiritualidade desde os primórdios do U2 – parece ser prova disso. Existe a imagem em si, a ausência de uma linha, um destino final. A canção também trás duas frases que valem ser destacadas: “O infinito é um bom lugar para começar”, e “O tempo é irrelevante, não é linear”.

Razim acha isso parecido com a abertura do Mar Vermelho. “Para mim, é como Deus abrindo um caminho onde parecia não haver caminho algum”. É a visão abrangente do cosmo, e do que está além dele, que não combina bem com a idéia do céu como um final de partida vitorioso. Tanto é que Bono disse à revista evangélica Christianity Today: “Costumo achar que a religião obstrui o caminho de Deus”. E The Edge falou à Hot Press em 2002: “Ainda tenho uma vida espiritual, mas não sou muito fã da religião por si só”.

Turnê eclesiástica

A Christianity Today definiu a turnê de Bono pelas igrejas americanas para incentivar o auxílio à África como “uma experiência de igrejas que deixam Bono com uma eclesiologia tão frágil que mede a missão da igreja quase que exclusivamente em termos geográficos”.

Garrett, porém, vê progressos nos trabalhos não-musicais de Bono. “Acho que hoje em dia mais pessoas acreditam nesta ideia de que a igreja precisa ser mais responsiva às necessidades do mundo e menos focada na salvação pessoal - especialmente entre os cristãos jovens. Acho que eles estavam na linha de frente disso”.

A música da banda encontrou seu caminho nas igrejas americanas através do serviço eucarístico U2charists, que vêm sendo realizado nos últimos seis anos.

Razim supervisionou dois deles na Palmer Memorial Episcopal Church: na passagem do ano de 2008 e no feriado de Juneteenth em 2009 - ambos com capacidade máxima de lotação. Um próximo está programado para o réveillon de 2009. A música de U2 é cantada e o dinheiro é arrecadado para as Metas de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas, condição imposta pela banda em troca de permitir que sua música seja veiculada sem royalties.

Ela diz que o U2charist é uma ação genuína, além de apoiar o envolvimento comunitário da igreja.

E, apesar de um relacionamento de certa forma tenso entre o U2 e qualquer organização religiosa em particular, Razim, assim como Garrett, vê afinidade na espiritualidade da banda. “Tem a ver com buscar, procurar”, disse ele. “A primeira vez que ouvi uma canção do U2 eu detectei isso. É uma jornada, com a fé se desenvolvendo e fazendo perguntas difíceis. Acho que a música deles confirma e fortalece isso, ela é uma verdadeira expressão de quem somos neste lugar e neste momento”.

Fonte: IG Música
Via: Cristianismo Criativo (visite!)

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Brian Head quer voltar para o Korn?

Publicada por John4EVER em 16 de Setembro de 2009 às 00:29:14 na categoria Ao Redor Do Mundo

Ao Redor Do Mundo

O guitarrista Brian Welch, que largou o Korn em 2005 após afirmar ter encontrado Jesus, resolveu voltar para o grupo. E o que aconteceu? Foi barrado!

De acordo com um dos integrantes do grupo, James Shaffer, ele entrou em contato com a banda afirmando ter mudado de idéia. “Brian falou conosco e disse que era a hora de voltar para o Korn. Só que não era a hora certa... para nós. Nós estamos indo muito bem, e essa atitude de Brian é como se você largasse sua mulher e, depois que ela ficasse bem sucedida e famosa, você decidisse do nada: "poxa, ela ainda é gostosa", afirmou Shaffer.

"Simplesmente não vejo isso acontecendo agora", completou Shaffer, que aproveitou para falar sobre outra ausência no grupo, a do baterista David Silveria, que está afastado da banda há três anos. "Eu fiquei sabendo que ele vendeu as baterias dele. E isso me deixa intrigado, porque, caramba, ele com certeza é um dos maiores bateristas com quem eu já toquei", comentou Shaffer.

Fonte: Virgula.com.br

UPDATE: Em nota oficial Head desmentiu a informação. Segundo o ex-guitarrista era o Korn quem o procurava para voltar a banda e ele é quem não aceitava. Head, através de Fieldy (integrante do Korn que também é cristão), chegou a chamar os integrantes da banda para um reencontro para poderem conversar, mas um pedido para voltar a banda não existiu. Sobre o fato do Korn estar indo muito bem, Head se limitou a dizer que a banda não paga a cerca de 4 anos os royalties das composições dele que o Korn toca e ganha dinheiro até hoje. Head encerrou o comunicado desejando o melhor a sua ex-banda.

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Alice Cooper: organização luterana por trás de cancelamento

Publicada por SwItChFoOt.81 em 19 de Agosto de 2009 às 10:54:33 na categoria Ao Redor Do Mundo

Ao Redor Do Mundo

O concerto de ALICE COOPER na Finlândia, originalmente marcado para Tampere no mês de dezembro, mudou para Espoo por causa de sua imagem de horror A Tampere Arena, que iria ser o local do show de 11 de dezembro, cancelou o evento pelo conflito com as "políticas cristãs" do local.

"O grupo [carismático revivalista luterano] Nokia Mission e outros usam a Tampere Arena para seus eventos, então o grupo que comanda o local não quer ALICE COOPER aparecendo nele. O contrato que recebemos do Tampere Arena especifica que nenhum artista que 'incita a maldade e os poderes das trevas' pode tocar lá", disse o promotor Kalle Kestinen ao YLE.

"Nunca imaginamos que um veterano do rock, que tocou na Finlândia em quatro décadas sem nenhum problema, e que falou ao público sobre suas próprias convicções religiosas, não poderia tocar na Tampere Arena em 2009", complementou Keskinen.

Traduzido por Diego Camara | Fonte: YLE 

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MercyMe se envolve em grave acidente de transito

Publicada por Daniel.m em 10 de Agosto de 2009 às 12:13:03 na categoria Ao Redor Do Mundo

Ao Redor Do Mundo Nesse dia 8 de agosto, o vocalista Bart Millard da banda MercyMe postou postou no Twitter:

"Um carro acertou o ônibus da turnê. Nós estamos todos bem, mas 2 de 3 pessoas do carro não resistiram. A única que resistiu está grávida. Por favor comecem a orar."

Três horas depois ele postou:

"Não consigo dormir. Os oficiais estão notificando as famílias pelas perdas, meu coração dói. A garota que estava dirigindo está grávida de 36 semanas. Ambos estão estáveis."

A polícia diz que o ônibus estava viajando para o norte por volta de 1:15 da manhã quando um carro preto se virou brutalmente direto contra o caminho do ônibus.

De acordo com a polícia, uma mulher e um homem no carro morreram na hora. A motorista foi levada ao hospital local em condição crítica. Ninguém no ônibus foi ferido.

A banda pede orações pelas famílias afetadas pelo acidente.

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PERFIL: Hillsong United

Publicada por anfeluba em 07 de Agosto de 2009 às 14:49:23 na categoria Ao Redor Do Mundo

Ao Redor Do Mundo Hillsong United é uma banda australiana, da cidade de Sydney.
    
Antes de se tornarem uma banda, eles eram o louvor do Ministério de Jovens da Hillsong Church, um pequeno grupo, composto por alguns jovens da igreja.
    
Liderados pelo Pastor Phill Dooley, a ideia da banda surgiu após tocarem no acampamento de verão do ministério, que ocorria todos os anos. Três músicas inspiraram o início da banda, três músicas da banda inglesa Delirious?, são elas: Did You Feel the Mountains Tremble?, I've Found Jesus, e I'm Not Ashamed.
     
Em 1999, eles lançaram seu primeiro cd, EVERYDAY. Liderados por Marty Sampson, Joel Houston, e apoiados pelo já consagrado Reuben Morgan, a banda lançou um cd por ano desde então. Depois do álbum Everyday, foram lançados: KING OF MAJESTY, BEST FRIEND E TO THE ENDS OF THE EARTH, todos cd's ao vivo. Depois desses quatro sucessos, foram lançados os CD's/DVD's: MORE THAN LIFE, LOOK TO YOU, WE STAND, ALL OF THE ABOVE (primeiro cd de estúdio) e THE I HEART REVOLUTION (cd duplo), sem contar o álbum UNIDOS PERMANECEMOS, que contém apenas faixas em espanhol, e também IN A VALLEY BY THE SEA, gravado em 2007, com a nova formação da banda.
     
Este ano (2009),  já foi lançado o novo trabalho da banda, ACROSS THE EARTH, que com a nova formação, traz canções animadas e profundas, ao estilo Hillsong United. Vale a pena curtir as faixas YOU HOLD ME NOW, NO REASON TO HIDE, YOUR NAME HIGH, MORE THAN ANYTHING, FREEDOM SONG...
    
Suas letras são lindas e tratam assuntos diversos, mas sempre centralizando Deus, Seu poder, amor e misericórdia. O estilo varia de músicas agitadas, como Love Enough, One Way, Take It All, All Day, Break Free, Look to You, My Future Decided, The Time Has Come, Solution, etc. Até músicas calmas focando a adoração e o quebrantamento, caso de All I Need is You, Forever, From the Inside Out, Hosanna, Mighty to Save, None But Jesus, Saviour King, Take All of Me, The Stand e Where The Love Lasts Forver.
   
Um som de alto nível, que conta com as belíssimas vozes de Jadwin "Jad" Gillies e Brooke Fraser, com as ótimas composições de seus ex-líderes Joel Houston e Marty Sampson  (que agora se concentram apenas no Hillsong Music Australia), e com os pulos e gritos do animadíssimo Jonathon Douglass, o JD.

A cada novo trabalho da banda, eles fazem turnê pelo mundo, e o Brasil não fica fora da lista de países. Esse ano, novamente a banda passará por aqui, nas capitais de SP e RS. Os shows ocorrerão em novembro, e o primeiro lote de ingressos já foi colocado à venda.
   
Sem dúvida uma banda que vale a pena ser conferida, inspiração para compositores do mundo todo e influência contínua na música gospel mundial.

Site oficial da banda: http://www2.hillsong.com/united/

Texto Escrito por: André Felipe Lux Barboza
http://andrefellux.blogspot.com/

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