Manual do Profeta Evangélico
Por rap em 13 outubro 2008 na categoria Opinião
Esse manual não pode ser necessariamente seguido à risca já que ao candidato é importante lembrar que a criatividade é a palavra máxima nessa nova empreitada. Sempre que alguém questionar sua autoridade, use a criatividade, desde ameaças de morte à total derrota financeira, o importante é se impor. Lembrando também que a última ‘dica’ é válida para qualquer cargo eclesiástico almejado ou até mesmo para o simples crente chato.
Leve em consideração alguns fatores comportamentais antes de qualquer besteira (literalmente) que será falada e finalmente escolha:
1. Profeta-fala-coisa-com-coisa: o perfil é característico para igrejas de pequeno porte. As línguas estranhas devem ser usadas exaustivamente; enrole a língua, se souber um pouco de inglês ou qualquer outra língua misture a qualquer dialeto inventado no momento; o espaço a ser utilizado é um fator importante, pelo fato de haver poucas pessoas sugira uma fila, roda de fogo ou qualquer coisa do tipo que de certa forma fará com que você coloque a mão na cabeça de todos. O mais importante da imposição de mãos é escolher a pessoa aparentemente mais vulnerável, pegue a que estiver mais chorosa e fale coisa com coisa em seu ouvido, ela provavelmente chorará exaustivamente durante todo o tempo acreditando que realmente Deus tem algo a falar e que sempre funcionará dessa maneira, assim nunca mais lerá a Bíblia e seu trabalho como ajudador terá sido efetivado. Lembre-se, o profeta dessa categoria busca status e fama entre crentes. Não se engane, se quiser ficar rico com esse tipo de serviço parta para outro perfil de profeta.
2. Profeta-curador-de-placebo: as características aqui podem ser aplicadas em qualquer igreja, independente do porte. Escolhendo esse tipo de profeta você será versátil e terá uma ascensão um tanto quanto rápida. Escolha, mais uma vez, pessoas aparentemente doentes, chame todas à frente, recite um monte de doenças para cada uma, elas não necessariamente precisam ter tais males, só precisam saber que você está livrando todo mal de suas vidas. Se isso não tiver muito efeito após o culto (leia-se receber uma polpuda oferta) tente da próxima vez usar o chavão individual de que tem laços de morte sendo quebrados naquele momento, humanos têm medo da morte, evangélicos mais ainda, afinal o rol de pecados que a igreja definiu é tão grande que o crente vira um paranóico a ponto de ter um medo irracional do fim da vida. Para uma fama maior inspire-se, seja criativo, aponte pessoas aleatórias e fale de doenças que nem existem, fique falando sozinho e acenando a cabeça dizendo: “Sim, Deus, mas você quer que eu fale isso para eles?”
3. Profeta-adivinha-adivinha: difícil de se achar, fama e dinheiro andam juntos na vida desse profeta. Exige um nível de coragem absurdo, afinal qualquer cético pode refutar de pronto o que está sendo falado. Técnicas de investigação visual têm de ser estudadas a fundo, tente adivinhar o número do CPF do indivíduo que provavelmente não consegue decorar nada, adivinhe o número de sapato, calça, cueca, cor da calcinha, isso tudo impressiona; mas não se engane, fale aos berros como qualquer pregador - aliás perfil de pregador pentecostal é o que melhor se aplica nas atitudes desse tipo de profeta - para que ninguém ouse revidar um homem ungido como você. Como dito anteriormente, ameaças de morte devem ser comuns e constantes, claro que de forma implícita - entenda implícita como você sendo “usado” por Deus para falar explicitamente - digamos que caia bem um: “Deus manda dizer que os que não acreditam nisso precisam de mais fé, pois são Tomés que morrerão na incredulidade”.
4. Profeta-dou-dou: constante em templos neopentecostais. As profecias são basicamente relacionadas à prosperidade, é o profeta mais clichê e comum nos dias atuais. As profecias devem ser vagas do tipo: “Deus vai abençoar de forma sobrenatural essa igreja” ou “Estou vendo uma nova unção de felicidade sendo derramada nessa igreja” ou ainda “Estarei passando o manto da unção sobre a vida de todos que comparecerem nesse evento”. No entanto, não se esqueça de colocar o fator condicional, tudo que prometer necessariamente deverá ser acompanhado de um ’se’. Se houver contribuição por parte da igreja para que o nome de Deus supostamente seja glorificado então tudo o que foi prometido anteriormente será concedido.
Lembre-se: improvisação é a palavra-chave. Se não tiver um retorno por parte da platéia imite um leão, macaco, bezerro; fale em línguas exaustivamente; recite versículos bíblicos e faça analogias sem nenhum sentido. É garantido o sucesso após a prática de tais atos mencionados anteriormente.
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Publicado anteriormente em: http://rapensando.blogspot.com
dotCast #15 - Filecast, Buraculo TV e Oficina G3 falando sobre Pirataria
Por Pepe em 10 outubro 2008 na categoria dotCast
No ar o debutante dotCast #15! O programa de hoje trás nada mais nada menos que os vencedores da enquete do dotGospel sobre quem do Jabacast deveria participar de algum dotCast, são eles Jabour_rio, Sandra e o atrasado Iskillo, a conhecida staff do Filecast. Além disso este podcast trouxe a preseça de Argo Args o lider do videocast Buraculo TV que também participou do Jabacast para falar junto com Renato Cavallera e Rafa Pepe sobre um dos assuntos mais polêmicos hoje em dia: a Pirataria.
Neste episódio você encontrará muito humor, opiniões e discussão sobre o que é e o que deveria ser pirataria, conhecer a galera do Filecast e se espantar com as “Revelações” de Renato Cavallera durante o podcast, tudo isso regado a presença ilustre e rápida de Jean Carllos, tecladista do Oficina G3, que deu sua opinião e gerou polêmica com ela. Confira!
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Trilha Sonora:
Duração: 72 minutos
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dotCast #15 - Filecast, Buraculo TV e Oficina G3 falando sobre Pirataria (Alta Qualidade): Play Now | Play in Popup | Download
dotCast #15 - Filecast, Buraculo TV e Oficina G3 falando sobre Pirataria (Baixa Qualidade): Play Now | Play in Popup | Download
dotCast #15 - Filecast, Buraculo TV e Oficina G3 falando sobre Pirataria (RAR) - Parte 1: Download
dotCast #15 - Filecast, Buraculo TV e Oficina G3 falando sobre Pirataria (RAR) - Parte 2 [72:28m]: DownloadO Desafio de um Cristianismo Ético
Por Luciana em 6 outubro 2008 na categoria Espiritual, Opinião
Buscando uma definição simples e objetiva, admitimos que ética é a teoria ou ciência do comportamento dos homens em sociedade. O objeto de estudo da ética é a moral e o conhecimento científico da moral é a ética.
Entendemos como moral o sistema de normas, princípios e valores, segundo o qual se regulamentam as relações interpessoais, bem como em comunidade. Em discussão ética, normas são aqueles instrumentos que indicam e medem a correção moral.
É certo que muitas vezes as palavras ética e moral são utilizadas de modo intercambiável, mas quando nos referimos a ética, estamos admitindo a existência de um conjunto fixo de leis morais pelo qual podemos avaliar a conduta humana em todos os níveis de relacionamento. A ética determina o que deve ser, ou seja, como deve ser a conduta moral do indivíduo, a partir do que ele será avaliado por toda a comunidade.
Ética é, na verdade, um labor intelectual, em processo reflexivo e analítico, que desemboca em decisões. A preocupação última deste labor intelectual é a conduta apropriada a partir da avaliação das motivações e das decisões que resultam na conduta.
O grande desafio que se levanta para manutenção de um postulado ético absoluto que prescreva uma conduta moral adequada ao Texto Sagrado, por parte da igreja evangélica, é que muitos evangélicos não têm conduta própria, visto que apenas reagem às pressões e às influências da sociedade, tentando impor para a igreja os seus padrões distorcidos, porém, absolutizados.
I - Postulados éticos que influenciam a sociedade
O professor Norman Geisler alista seis questões básicas na ética normativa, que de certo pressionam a consciência do cristão que vivencia a sua fé nestes tempos de relativização ética, são elas:
a) Antinomismo: Literalmente “contra a lei”. Afirma que não há nenhum princípio moral que aplicado às circunstâncias da vida, nos permita estabelecer em referencial de certo ou errado. Em síntese, admite que não há normas.
b) Generalismo: Sustenta que uma ação pode ser errada, geralmente, mas nem sempre o será, estabelecendo um padrão moral circunstancial por admitir que não há normas universais.
c) Situacionismo: Admite que há uma norma universal, mas admite também que as circunstâncias são tão radicalmente diferentes para que exista uma única regra universal para ser observada. Para os situacionistas, somente o amor permanece como norma universal capaz de se adaptar a todas as situações. O amor pode tornar um ato moralmente correto e só a falta de amor faz um ato amoral.
d) Absolutismo não-conflitante: Admite que há muitas normas universais válidas sem conflito entre si, admitindo, porém, dualidades de idéias, desde de que se preserve o ideal comum no cumprimento do dever.
e) Absolutismo ideal: Admite que há muitas normas universais que as vezes são conflitantes entre si, mas que violar uma dessas normas é moralmente errado, não existindo precedentes. O problema aqui é o abismo entre o ideal e o real, pois vivemos, acertamos e erramos, no mundo real e não no universo ideal. No mundo ideal ninguém infringe normas.
f) Hierarquismo: Admite que há muitas normas éticas universais hierarquicamente ordenadas que diferem entre si em grau de importância, de modo que, diante de um conflito ético, o homem se obriga a obedecer a norma mais elevada nesta estrutura.
Infelizmente tais postulados também exercem certa influência sobre a igreja evangélica. É lamentável perceber que alguns segmentos evangélicos propalam um avivamento de poder sem precedentes na história do cristianismo, mas não demonstram qualquer preocupação com o comprometimento ético de seus pastores, líderes e membros.
Outros, o que é pior, até se preocupam com a ética, porém, praticam uma ética embasada em um dos postulados alistados acima, negligenciando o parâmetro bíblico para a conduta do cristão em uma sociedade não cristã e corrompida pela malevolência impregnada nos corações daqueles que tentam fazer prevalecer o seu distorcido padrão ético personalista.
Para nos posicionarmos mais apropriadamente como igreja genuinamente evangélica que busca vivenciar o cristianismo autêntico e para errarmos o menos possível, apesar de todas as pressões que se nos impõem, devemos buscar uma abordagem evangélica da ética cristã, baseada tão somente no Texto Sagrado.
II - Ênfases da ética evangélica baseada na Palavra de Deus
A abordagem evangélica da ética visa determinar um conceito equilibrado de certo e de errado, a partir da compreensão e da interpretação da mensagem cristã e dos “fenômenos” da fé. A ética evangélica deve ser total e abrangente em sua observação e em sua abordagem, pois toda ação humana envolve intenção, que é a motivação, volição, que é a decisão de vontade, e ação, que são os meios práticos de conduta. Pelo fato de a Bíblia considerar o homem um ser integral, a ética evangélica não pode se deter apenas ao estudo da ação certa e positiva. Antes, deve alargar seus horizontes, refletindo sobre o comportamento humano em sua inteireza e confrontando o indivíduo com os objetivos espirituais e sociais prescritos na Palavra de Deus, visando aperfeiçoar as expressões comportamentais do cristão em todas os níveis de relacionamento.
Assim como não seria possível qualquer julgamento moral sem a existência de um padrão ético absoluto, também não é possível uma avaliação da conduta cristã evangélica se a igreja não estabelecer normas de conduta e parâmetros de relacionamentos para seus membros.
A igreja é uma comunidade que vive em Cristo e para Cristo. Isto significa dizer que pertencemos a Cristo e que reconhecemos o fato de que somente ele tem o poder e a habilitação para estabelecer as normas de conduta para os que estão integrados á igreja.
Conseqüentemente, viver e interagir nesta comunidade que busca na Palavra de Deus os seus absolutos para estabelecer as suas normas de conduta e os seus parâmetros de relacionamentos nos impõe uma dimensão ética bastante acentuada, pois não se trata de apenas viver com os outros, mas de vivermos para Cristo em comunhão uns com os outros. Ou seja, em Cristo vivemos uns para os outros, o que só é possível quando temos uma consciência ética bem desenvolvida a luz da Palavra de Deus e quando admitimos os absolutos éticos de Deus para a s nossas vidas.
Cristo deve ser considerado não apenas fonte de perdão e da vida eterna, mas também a fonte de orientação ética e do poder de transformação dos nossos conceitos morais. Colocando numa linguagem bíblica e teológica, diríamos que não apenas a justificação, (ação vertical), mas também a santificação, (ação também horizontal), deve ser reconhecida como ação efetiva da graça salvadora de Cristo para o ser humano.
Uma outra ênfase básica que deve caracterizar a ética evangélica é uma visão superior da autoridade bíblica. O Evangelho de Jesus Cristo deve ser o centro da mensagem cristã, como também é o seu elemento unificador. A Escritura é a fonte, o registro inspirado do amor expiatório de Deus por nós, em Jesus Cristo, mas é também a revelação da vontade de Deus para nós.
Para sabermos o que devemos fazer ou o que devemos evitar em nosso cotidiano, como também em que acreditar, consultamos a Bíblia. Desse modo, tanto a ética como a teologia evangélica deve estar solidamente baseada nas Escrituras Sagradas. A Bíblia é a única fonte e normas, de ensino e de prática cristãs a ser considerada pelo cristão sincero.
Devemos evitar uma abordagem puramente baseada em teologismos , como fazem os cristãos nominais, que determinam o certo e o errado com base nos resultados esperados, e ainda, devemos fugir de uma análise puramente contextual, como fazem os cristãos liberais, que tentam determinar o certo e o errado inteiramente, se não exclusivamente, pela análise do contexto sociocultural, estabelecendo uma ética de situação do tipo “você decide”.
Se a igreja pretende auxiliar a seus membros para que vençamos as confrontações éticas e a imoralidade de nosso tempo, é imperioso admitir que a proposta básica da ética evangélica deve ser deontológica. Neste caso, a igreja determina o certo e o errado a partir de diretrizes éticas já estabelecidas na Bíblia e de conduta moral previamente exigida por Deus em sua Palavra, mesmo que humanamente sejamos contrariados.
Conclusão
Finalizando, devemos pensar nos ensinamentos de Jesus a respeito da qualidade moral do cristão. Cristo não valorizou a atitude externa, mas ressaltou a necessidade de se preservar a qualidade moral do coração, ressaltando que a motivação interna para uma atitude é mais significativa, em termos éticos, do que o ato em si.
De acordo com o ensinamento de Jesus, o verdadeiro estado de moralidade de um cristão deve ser avaliado pela atitude interna, visto que externamente qualquer ato pode parecer moralmente bom. Por essa razão, não erramos em asseverar que os ensinamentos de Jesus para que preservássemos os padrões éticos da Palavra de Deus permanecem atemporais, sendo aplicáveis com propriedade espiritual, social e psicológica inegável para os nossos dias, que são demarcados por conceitos errôneos sobre ética e moralidade.
Se estivermos comprometidos com Deus em um relacionamento puro e amoroso, não teremos necessidade de buscar nada fora de Deus e de sua Palavra. Se confiamos que Deus satisfaz as nossas necessidades maiôs prementes, não buscaremos a realização pessoal no hedonismo reinante em nossa sociedade.
Na conscientização ética dos seus membros, a igreja deve ressaltar bem mais os parâmetros éticos proclamados por Jesus no chamado Sermão do Monte, nos capítulos 5 à 7 de Mateus, onde percebemos nitidamente o interesse de Deus em desenvolver o nosso caráter a partir da interiorização dos seus absolutos éticos, que determinarão a nossa verdadeira qualidade moral não pelo que fazemos, mas pelo que realmente somos e que de certo formatará a totalidade de nossas ações e reações na vivência em sociedade.
A igreja tem diante de si um gigantesco desafio. Estudar a Bíblia não é mais prioridade para as pessoas e a moral cristã, em especial a evangélica, é considerada anacrônica por proclamar temas que ressaltam valores como pureza sexual para a juventude, o casamento monogâmico, a fidelidade conjugal, a virgindade, a indissolubilidade do casamento e heterogeneidade sexual, a honestidade, a verdade e a responsabilidade social, dentre outros.
Estes temas são considerados tabus pela nossa sociedade devido à depravação moral ocasionada pelo pecado, embora as justificavas para a imoralidade reinante sejam os avanços sociológicos e o progresso intelectual.
Esta depravação na qual chafurda a nossa sociedade é, na verdade, falta de retidão e de verdadeiro e corretamente direcionado senso religioso, que se originou no pecado que inseriu na humanidade a corrupção moral e que ressaltou em nós a inclinação para a malignidade, Gênesis 3.
Somos desafiados por Deus para confrontarmos este estado de calamidade ética, mas para isso devemos desenvolver uma consciência ética genuinamente cristã e evangélica, assumindo, a partir daí, uma conduta moral que agrade e glorifique ao Senhor nosso Deus, Salmo 15; Efésios 4.17-32.
“… se a nossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus…” (Mateus 5.22)
Não há o que se estudar ou fazer em termos de ética cristã.
Amém.
Autor: Fernando Fernandes - Pastor da 1ª Igreja Batista em Penápolis/ SP e Prof. no Seminário Teológico Batista de São Paulo
Unção da galinha
Por Pepe em 4 outubro 2008 na categoria Espiritual, Opinião, Vídeo
Sem comentários…
Os 4 segredos do sucesso - Resenha
Por Mark3 em 3 outubro 2008 na categoria Literatura
Tudo o que você precisa saber sobre liderança, capacitação, atitude e relacionamento, por - John C. Maxwell.
Eu nunca tinha lido nada do Maxwell. Tive várias oportunidades de em palestras dele e não fui. Até que surgiu a oportunidade de ler esse livro e por incrível que pareça me senti tocado a ler. É que eu sou daquele pequeno grupo de pessoas que não agüenta mais ouvir falar de liderança. Só para ter uma idéia do meu trauma, sou de uma igreja com visão celular, onde muitas vezes se fala mais em liderança do que Deus, Jesus e Espírito Santo. Sendo assim, você dever conhecer o John Maxwell bem melhor do que eu, para muitos, ele é o maior treinador de líderes da atualidade.
O livro é divido em quatro partes, com três capítulos cada, onde Maxwell fala sobre liderança, capacitação, atitude e relacionamento. Cada capítulo desses é recheado de princípios que, segundo o autor, são essenciais para se obter sucesso na vida. Para ele o sucesso pode ser definido como a utilização máxima das habilidades dos que nos rodeiam. O guru da liderança ainda ensina que liderar é muito mais do que dá ordens. Vou emprestar meu livro com essa parte grifada para o meu chefe. Com essa parte também: “O líder não deve proteger sua posição ou acumular poderes, às vezes é importante abrir mão disso em favor do crescimento da equipe”.
O livro pode ser encarado como um manual de liderança, que pode te ajudar no seu dia-a-dia em sua empresa. Nesse manual você encontra dicas e história de pessoas maximizaram o nível de liderança e o que é melhor, aumentaram a rentabilidade de sua empresa. Maxwell cita o lema de vida de Bear Bryant, que até pouco tempo atrás era o treinador mais vitorioso da história do futebol americano: “Se algo dá errado, fui eu. Se algo vai mais ou menos, fomos nós. Se algo vai muito bem, foram eles. Isso é tudo que preciso para fazer as pessoas vencerem”.
Vamos por partes. Na primeira parte do livro, que fala sobre liderança, Maxwell fala da história do nascimento do Mc Donald’s e é incrível notar a diferença que faz uma pessoa com poder de liderança. O restaurante criado em 1937 pelos irmãos Dick e Maurice revolucionou a forma de se gerenciar um restaurante e criou a grife que hoje em dia é uma das mais importantes marcas do mundo. Mesmo com um modelo eficiente de negócios, o sucesso só veio quando fizeram parceria com um de seus fornecedores. Ray Kroc é o nome da fera. Enquanto os irmãos Mc Donald’s eram gerentes, Kroc era um líder. Um líder que em menos de 10 anos, espalhou mais de 600 restaurantes da rede de fast food por todo país.
Na segunda parte o tema abordado é capacitação. Para mim nesse capítulo o John (sim, já estou íntimo dele) fala mais de relacionamentos do que de capacitação de uma pessoa. Ele fala das várias conquistas em equipe. Cita um provérbio chinês que diz: Por trás de um homem capaz há sempre outros homens capazes. E vai falando que o trabalho de equipe é que faz o mundo girar e tudo mais.
Na terceira parte, atitude é o foco. O terceiro capítulo começa bem interessante já que ele conta uma história pessoal. John conta como sua atitude influenciou negativamente o time de basquete de sua escola, que passou de uma das grandes promessas do campeonato para apenas mais um time medíocre naquela temporada. Ele lembra ainda que a sua atitude e o seu potencial andam juntos e que é essa atitude que determina se você terá sucesso ou fracasso em qualquer empreitada.
Essa última parte do livro volta a abordar a temática relacionamento. O primeiro capítulo dessa parte começa com a história de Ronald Reagan (ex-presidente americano) e Michael Denver, jovem interessado por política que buscava um líder em quem pudesse acreditar. Denver não apenas encontrou Reagan como eles construíram um relacionamento duradouro que o levou a ser líder do governo de Reagan enquanto ele era presidente dos Estados Unidos. Em seguida Maxwell fala sobre a importância no relacionamento na liderança, a importância do contato e de se conectar às pessoas.
Os quatro segredos é um livro não apenas para ser devorado vorazmente em uma leitura alucinada, mas algo de onde se pode tirar pérolas diárias que nos ajudarão nessa árdua tarefa de se relacionar, liderar, ser liderado e influenciar pessoas. É um livro muito rico em histórias e exemplos de vida, tanto que fica até difícil em poucas palavras sintetizá-lo aqui. Mas espero que, assim como eu, você descubra esse livro e tenha uma grata surpresa.
Para mais informações do livro, clique aqui.
[Atualizado] Fim do meu projeto 365
Por as em 2 outubro 2008 na categoria Fotografia, Humor
Esse post é só um ‘follow up’ do meu post: Projeto 365 Hoje meu filho mais novo completa 1 ano de vida.
Depois de 366 dias tirando fotos dele é com orgulho que posso compartilhar o link do project completo: Luke.365
[Atualização] Segue um videozinho que montei também:
A Bíblia Manuscrita - A nova “onda” cristã
Por Luciana em 1 outubro 2008 na categoria Opinião
A editora Zondervan Corp. está pedindo uma “mãozinha” para 31 mil americanos a fim de produzir sua nova
edição da Bíblia.
A empresa deu início a uma cruzada por 90 cidades dos Estados Unidos para comemorar o aniversário de 30 anos de sua tradução para o livro sagrado dos cristãos.
A turnê deve parar em eventos especiais, igrejas e pontos turiísticos para dar às pessoas a chance de reescrever, de próprio punho, alguns versos da Bíblia.
O conjunto de versos escritos à mão será publicado e vendido ao final da turnê, em San Diego, em 12 de fevereiro.
A maioria dos versos deverá trazer a caligrafia de pessoas comuns, mas a editora espera conseguir também versões escritas pelo presidente George W. Bush e outras celebridades do país.
Brasil também tem projeto de Bíblia manuscrita
Assim como os Estados Unidos, o Brasil também deve ganhar sua Bíblia escrita a mão neste ano. O projeto, que visa dar a milhares de pessoas em diversas cidades do país a chance de reescrever, de próprio punho, alguns versos do livro sagrado, é encampado aqui pela Sociedade Bíblica do Brasil.
De acordo com o site da SBB, entidade que se define como ”sem fins lucrativos, de natureza religiosa, social, filantrópica e cultural”, o projeto tem como objetivo “transcrever uma Bíblia por estado brasileiro e ter dois exemplares copiados pela população de todas as regiões do país”. A lista de cidades onde é possível participar está disponível aqui.
A página da SBB na internet afirma ainda que, a fim de garantir a participação de um maior número de copistas, o número máximo de versículos transcritos por pessoa é de apenas dois.
Fonte: G1
Crentes & Famosos - Edição nº 11
Por Sarah em 29 setembro 2008 na categoria Crentes e Famosos
Nesta edição:
1 – Editorial
2 – Crentes & Discípulos: Transformando a fraqueza em força
3 – Crentes & Citados
4 – Crentes & Flogados
5 – Texto: Sobre a alegoria bíblica
6 – Artigo: Os homens modernos e o universo feminino
7 – Entrevista: Dani_DF
8 – Artigo: A delícia da culpa
9 – Crentes & Perseverantes: Aparência e realidade
10 – Crentes & Antenados
11 – Crônica: Não morra na praia
Editorial
Quando começamos a fazer essa edição da revista, o comentário que surgiu foi: “Ja é a número 11?” Sim, já é. E é realmente interessante perceber a rapidez com que o tempo passa, quando parece que foi ontem que anunciávamos a volta da C&F. Mais interessante é perceber que os assuntos não se esgotam e por isso continuamos aqui, importando do fórum os assuntos em destaque e acrescentando outros que mereçam essa atenção. É fácil notar, assim, que a C&F existe porque os usuários do .Gospel, de alguma maneira, colaboram para que isso aconteça.
Essa é a ponte para agradecermos aos que participaram da promoção “Oxigênio é 10”, enviando suas fotos, que vocês irão conferir nesta edição, na seção “Crentes & Flogados”. Lamentamos muito que tão poucas pessoas tenham se interessado, já que várias reclamações surgem pela falta de mais promoções. E parabenizamos aos ganhadores – anunciados no Dotcast 11# - pois vocês, corajosos, merecem.
Além das fotos, a C&F número 11 traz uma participação especial do dotiano Israel Feitosa (logos), com um texto tratando sobre a importância das alegorias para falar sobre a Bíblia. Alegorias que não tornam as histórias mentirosas, mas que ajudam a compreensão, além de tornar os relatos muito mais interessantes, ou como ele exemplifica, a história da nossa própria vida. Leiam e deixem suas impressões sobre o texto.
Vocês também irão conferir uma entrevista com a pop Dani_DF, que nos conta um pouco mais de sua vida, suas opiniões polêmicas e seu relacionamento com Deus. De volta a seção que deu o que falar, “Crentes & Citados”: será que sua frase foi selecionada desta vez? Ainda apresentamos um artigo sobre um dos últimos tópicos mais comentados do fórum, “Homens modernos” e muito mais, que pode ser conferido nas páginas seguintes.
Não se esqueçam que para participar, da forma que quiserem, vocês podem deixar um comentário, ou falar através do e-mail cef@dotgospel.com . Não deixem de participar também dos outros espaços da comunidade .Gospel.
Obrigada e boa leitura!
Pedimos desculpas pelo considerável atraso de postagem da revista. A próxima edição sairá, normalmente, dentro de um mês.
Redação:
Editora-chefe: Sarah Toledo (Sarah)
Capa e arte: Anderson Canuto (andynho)
Jornalista: Anne Meira (annemey)
Jornalista: Rafael Dias (rafaeldias)
Jornalista: Raphael Lapa (rap)
Jornalista: Shaiala Araújo (laila.flower)
Jornalista: Suzana Rebeca (suzana_rebeca)
Comentarista: Livia Vieira (livinha)
Colaboração: Israel Feitosa (logos)
Cronista: Kessia Caroline (deliriousgirl)
dotCast #14 - Entrevista com Luciano Manga
Por Pepe em 26 setembro 2008 na categoria dotCast

dotCast #14 - Entrevista com Luciano Manga
No ar dotCast #14! E dessa vez, o nosso convidado é nada mais, nada menos, que Luciano Manga, ex-vocalista da banda Oficina G3, atual cantor e pastor do Vineyard. É verdade que o programa ficou muito longo (muito mais do que estamos acostumados a ouvir de um dotCast - recorde!), mas com certeza não daria para ser diferente quando estávamos com um dos maiores ícones da música gospel brasileira.
Várias perguntas realizadas pelos usuários do Dot foram respondidas além de outras revelações e novidades que todos nós queríamos saber. Com muita descontração, bola na fogueira de volta, Kades da Oxigênio Records como quarto elemento, realmente vale a pena conferir do começo ao fim!
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- Visite o blog Indefecty, que disse que o dotCast é um dos 3 melhores podcasts do mundo!
- Está com saudade de conversar com o pessoal do fórum do Dot? Enquanto o fórum continua fora, entre no Limbo.
- Conheça a Rede de TV Boas Novas - que possui o programa Fábrica Som, do Manga.
- Conheça o site oficial do Manga.
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dotCast #14 - Entrevista com Luciano Manga (RAR) - Parte 1: Download
dotCast #14 - Entrevista com Luciano Manga (RAR) - Parte 2: DownloadFãs seguem cantores e defendem virgindade até o casamento
Por Luciana em 25 setembro 2008 na categoria Opinião
Símbolo da abstinência sexual, acessório virou moda entre adolescentes. Rapazes do Jonas Brothers e atriz de ‘Hannah Montana’ usam o adereço.
O trio Jonas Brothers usa. Miley Cyrus, a atriz bochechuda da série “Hannah Montana”, também. O “anel da
pureza”, acessório que simboliza a promessa de jovens religiosos em manter a virgindade até o casamento, virou moda entre adolescentes que seguem à risca os passos dos ídolos. No caso, os dois fenômenos pop da vez.
O estudante paulistano Paulo Sérgio dos Santos, de 18 anos, virou fã dos irmãos americanos Kevin, Joe e Nick – os Jonas Brothers – desde que descobriu que os rapazes levantam a bandeira da castidade. E resolveu adotar a idéia.
“O anel é discreto, mas tem um significado especial. Sempre planejei me guardar para a mulher certa”, explica o estudante. “Os Jonas têm muita personalidade em assumir essa postura num meio que prega ‘sexo, drogas e rock’n’roll’”.
Bruna Souza Carvalho, de 14, não é fiel da igreja Assembléia de Deus, como seus ídolos. Mas compartilha da filosofia dos Jonas. “Nem todo mundo quer ser mal-visto por aí. Prefiro ser influenciada por eles que pela Britney, que é vulgar”, diz a jovem.
Fetiche
Usar o “anel da pureza”, tornando pública a opção pela abstinência sexual não é tarefa das mais fáceis. Muitas vezes estes jovens acabam virando alvo de gozação de amigos que consideram o pensamento ultrapassado.
A estudante Mariana Almeida Nascimento, de 14, já ouviu comentários negativos sobre sua decisão. “Se eu ficasse bêbada por aí ou agisse como a Britney, todo mundo ia achar horrível”, diz ela. “As pessoas sempre querem criticar”, conclui.
Paulo conta que alguns colegas pegam pesado na “tiração de sarro”. Mas certas garotas passaram a olhá-lo de forma diferente. “Elas acham romântico que eu acredite no sexo só depois do casamento. Tem umas meninas que vêem como fetiche, ficam dando em cima…”, afirma o estudante, revelando que está “cada vez mais difícil resistir às tentações”.
À espera do verdadeiro amor
A idéia dos “anéis da pureza” nasceu nos Estados Unidos no início da década de 90 com o programa True Love Waits, que prega a abstinência sexual até o casamento. O projeto, que percorre escolas e instituições ligadas à juventude, começou na Igreja Batista e depois foi adotado por diferentes crenças em mais 13 países.
Segundo Jimmy Hester, coordenador do TLW, cerca de 3 milhões de jovens fazem parte do programa. “Esse é o número que temos documentado. Durante as palestras, alguns adolescentes assinam nosso acordo de adesão”, diz.
No início, a organização lançou uma pulseira de plástico para simbolizar a filosofia. Depois o acessório foi trocado por um pingente de prata, mas só ganhou popularidade com o “anel da pureza” - acessório que pode ser usado por meninas e meninos. “Não fabricamos mais a jóia. Atualmente há inúmeras instituições que as vendem e alguns jovens preferem desenvolver seu próprio anel”, diz Hester.
Verdades absolutas
Nos Estados Unidos, o TLW é alvo constante de críticas. Especialistas acreditam que estes jovens ainda não têm maturidade para optar pela abstinência, e, com isso, deixam de se informar sobre os métodos de prevenção da gravidez e de doenças sexualmente transmissíveis.
O coordenador discorda. “Acredito que os críticos não dão crédito suficiente para a nossa juventude.
Quando os moços são conscientizados sobre as conseqüências físicas, emocionais e espirituais que uma vida sexual ativa engloba, eles se tornam capazes de tomar a decisão correta”.
A ginecologista Albertina Duarte Takeuti, coordenadora do Programa Saúde do Adolescente da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, considera a opção pela virgindade “válida” e acha positivo que o tema venha à tona graças aos ídolos do pop. “Todo adolescente acha que suas verdades são absolutas. O importante é respeitá-lo em seus valores e manter um canal de diálogo aberto”, defende.
Marketing
O coordenador do TLW diz “celebrar” o fato de que artistas famosos preguem a castidade. “Ficamos satisfeitos com a postura dos Jonas Brothers. Mas ela é tão importante quanto a do garoto que vive numa comunidade rural e passa a idéia adiante”, compara Hester.
No entanto, alguns ídolos que no passado levantaram a bandeira da virgindade perderam a credibilidade no meio do caminho. Britney Spears, por exemplo, foi uma das que usou o “anel da pureza” no início da carreira.
Aos, 15 anos, Miley Cyrus exibe com orgulho o acessório em shows, editoriais de moda e entrevistas. Entretanto, fotos picantes da moça vazaram na internet recentemente colocando a reputação da estrela de “Hannah Montana” em cheque.
A virgindade da mocinha seria um golpe de marketing da Disney em busca de holofotes para seu principal produto televisivo?
Só o tempo (e os tablóides) poderão responder.
Extraído do site do G1








