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	<title>Comentários sobre: Deixa ir os meus Músicos!</title>
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	<description>Expandindo os Horizontes</description>
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		<title>Por: alexandre barbado</title>
		<link>http://www.dotgospel.com/blog/deixa-ir-os-meus-musicos/comment-page-1/#comment-11835</link>
		<dc:creator>alexandre barbado</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 09:43:51 +0000</pubDate>
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		<description>Vou deixar um texto de Ruben Alves,não é sobre musica,mas é sobre tudo.



De vez em quando alguém me pergunta se eu acredito em Deus. E eu fico mudo, sem dar resposta, porque qualquer resposta que desse seria mal entendida. O problema está nesse verbo simples, cujo sentido todo mundo pensa entender: acreditar. Mesmo sem estar vendo, eu acredito que existe uma montanha chamada Himalaia, e acredito na estrela Alfa Centauro, e acredito que dentro do armário há uma réstia de cebolas... Se eu respondesse à pergunta dizendo que acredito em Deus, eu o estaria colocando no mesmo rol em que estão a montanha, a estrela, a cebola, uma coisa entre outras, não importando que seja a maior de todas.
Era assim que Casemiro de Abreu acreditava em Deus, e todo mundo decorou e recitou o seu poema teológico: “Eu me lembro... Era pequeno... O mar bramia, e erguendo o dorso altivo sacudia a branca espuma para o céu sereno. E eu disse à minha mãe naquele instante: ‘Que dura orquestra/ Que furor insano/ Que pode haver maior que o oceano ou mais forte que o vento?‘ Minha mãe a sorrir olhou para os céus e respondeu: ‘Um Ser que nós não vemos/ É maior que o mar que nós tememos, é mais forte que o tufão, meu filho: é Deus.‘“
Ritmos e rimas são perigosos porque, com freqüência, nos levam a misturar razões ruins com música ruim. Deixados de lado o ritmo e as rimas, o argumento do poeta se reduz a isso: Deus é uma “coisona“ que sopra qual ventania enorme, e um marzão que dá muito mais medo que esse mar que está aí. Ora, admito até que coisona tal possa existir. Mas não há argumento que me faça amá-la. Pelo contrário, o que realmente desejo é vê-la bem longe de mim. Quem é que gostaria de viver no meio da ventania navegando num mar terrível? Eu não...
É preciso, de uma vez por todas, compreender que acreditar em Deus não vale um tostão furado. Não, não fiquem bravos comigo. Fiquem bravos com o apóstolo Tiago, que deixou escrito em sua epístola sagrada: “Tu acreditas que há um Deus. Fazes muito bem. Os demônios também acreditam. E estremecem ao ouvir o Seu nome...“ (Tiago 2,19). Em resumo, o apóstolo está dizendo que os demônios estão melhor do que nós porque, além de acreditar, estremecem... Você estremece ao ouvir o nome de Deus? Duvido. Se estremecesse, não o repetiria tanto, por medo de contrair malária...
Enquanto escrevo, estou ouvindo a sonata Appassionata, de Beethoven, a mesma que Lenin poderia ouvir o dia inteiro, sem se cansar, e o seu efeito era tal que ele tinha medo de ser magicamente transformado em alegria e amor, sentimentos incompatíveis com as necessidades revolucionárias (o que explica as razões por que ativistas políticos geralmente não se dão bem com música clássica). Se eu pudesse conversar com o meu cachorro e lhe perguntasse: Você acredita na Appassionata? - ele me responderia: Pois é claro. Acha que eu sou surdo? Estou ouvindo. E, por sinal, esse barulho está perturbando o meu sono.
Mas eu, ao contrário do meu cachorro, tive vontade de chorar por causa da beleza. A beleza tomou conta do meu corpo, que ficou arrepiado: a beleza se fez carne.
Mas eu sei que a sonata tem uma existência efêmera. Dentro de poucos minutos só haverá o silêncio. Ela viverá em mim como memória. Assim é a forma de existência dos objetos de amor: não como a montanha, a estrela, a cebola, mas como saudade. E eu, então, pensarei que é preciso tomar providências para que a sonata ressuscite de sua morte...
Leio e releio os poemas de Cecília Meireles. Por que releio, se já os li? Por que releio, se sei, de cor, as palavras que vou ler? Porque a alma não se cansa da beleza. Beleza é aquilo que faz o corpo tremer. Há cenas que ela descreve que, eu sei, existirão eternamente. Ou, inversamente, porque existiam eternamente, ela as escreveu. “O crepúsculo é este sossego do céu/ com suas nuvens paralelas/ e uma última cor penetrando nas árvores/ até os pássaros./ E esta curva de pombos, rente aos telhados,/ e este cantar de galos e rolas, muito longe;/ e, mais longe, o abrolhar de estrelas brancas,/ ainda sem luz.“
Que existência frágil tem um poema, mais frágil que a montanha, a estrela, a cebola. Poemas são meras palavras, que dependem de que alguém as escreva, leia, recite. No entanto, as palavras fazem com o meu corpo aquilo que universo inteiro não pode fazer.
Fui jantar com um rico empresário, que acredita em Deus, mas me disse não compreender as razões por que puseram o retrato da Cecília Meireles, uma mulher velha e feia, numa cédula do nosso dinheiro. Melhor teria sido retrato da Xuxa. Do ponto de vista da existência ele estava certo. A Xuxa tem mais realidade que a Cecília. Ela tem uma densidade imagética e monetária que a Cecília não tem e nunca quis ter. A Cecília é um ser etéreo, semelhante às nuvens do crepúsculo, à espuma do mar, ao vôo dos pássaros. E, no entanto, eu sei que os seus poemas viverão eternamente. Porque são belos.
A Beleza é entidade volátil - toca a pele e rápido se vai.
Pois isso a que nos referimos pelo nome de Deus é assim mesmo: um grande, enorme Vazio, que contém toda a Beleza do universo. Se o vaso não fosse vazio, nele não se plantariam as flores. Se o copo não fosse vazio, com ele não se beberia água. Se a boca não fosse vazia, com ela não se comeria o fruto. Se o útero não fosse vazio, nele não cresceria a vida. Se o céu não fosse vazio, nele não voariam os pássaros, nem as nuvens, nem as pipas...
E assim, me atrevendo a usar a ontologia de Riobaldo, eu posso dizer que Deus tem de existir. Tem Beleza demais no universo, e Beleza não pode ser perdida. E Deus é esse Vazio sem fim, gamela infinita, que pelo universo vai colhendo e ajuntando toda a Beleza que há, garantindo que nada se perderá, dizendo que tudo o que se amou e se perdeu haverá de voltar, se repetirá de novo. Deus existe para tranqüilizar a saudade.
Posso então responder à pergunta que me fizeram. É claro que acredito em Deus, do jeito como acredito nas cores do crepúsculo, do jeito como acredito no perfume da murta, do jeito como acredito na beleza da sonata, do jeito como acredito na alegria da criança que brinca, do jeito como acredito na beleza do olhar que me contempla em silêncio. Tudo tão frágil, tão inexistente, mas me faz chorar. E se me faz chorar, é sagrado. É um pedaço de Deus... Dizia o poeta Valéry:</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vou deixar um texto de Ruben Alves,não é sobre musica,mas é sobre tudo.</p>
<p>De vez em quando alguém me pergunta se eu acredito em Deus. E eu fico mudo, sem dar resposta, porque qualquer resposta que desse seria mal entendida. O problema está nesse verbo simples, cujo sentido todo mundo pensa entender: acreditar. Mesmo sem estar vendo, eu acredito que existe uma montanha chamada Himalaia, e acredito na estrela Alfa Centauro, e acredito que dentro do armário há uma réstia de cebolas&#8230; Se eu respondesse à pergunta dizendo que acredito em Deus, eu o estaria colocando no mesmo rol em que estão a montanha, a estrela, a cebola, uma coisa entre outras, não importando que seja a maior de todas.<br />
Era assim que Casemiro de Abreu acreditava em Deus, e todo mundo decorou e recitou o seu poema teológico: “Eu me lembro&#8230; Era pequeno&#8230; O mar bramia, e erguendo o dorso altivo sacudia a branca espuma para o céu sereno. E eu disse à minha mãe naquele instante: ‘Que dura orquestra/ Que furor insano/ Que pode haver maior que o oceano ou mais forte que o vento?‘ Minha mãe a sorrir olhou para os céus e respondeu: ‘Um Ser que nós não vemos/ É maior que o mar que nós tememos, é mais forte que o tufão, meu filho: é Deus.‘“<br />
Ritmos e rimas são perigosos porque, com freqüência, nos levam a misturar razões ruins com música ruim. Deixados de lado o ritmo e as rimas, o argumento do poeta se reduz a isso: Deus é uma “coisona“ que sopra qual ventania enorme, e um marzão que dá muito mais medo que esse mar que está aí. Ora, admito até que coisona tal possa existir. Mas não há argumento que me faça amá-la. Pelo contrário, o que realmente desejo é vê-la bem longe de mim. Quem é que gostaria de viver no meio da ventania navegando num mar terrível? Eu não&#8230;<br />
É preciso, de uma vez por todas, compreender que acreditar em Deus não vale um tostão furado. Não, não fiquem bravos comigo. Fiquem bravos com o apóstolo Tiago, que deixou escrito em sua epístola sagrada: “Tu acreditas que há um Deus. Fazes muito bem. Os demônios também acreditam. E estremecem ao ouvir o Seu nome&#8230;“ (Tiago 2,19). Em resumo, o apóstolo está dizendo que os demônios estão melhor do que nós porque, além de acreditar, estremecem&#8230; Você estremece ao ouvir o nome de Deus? Duvido. Se estremecesse, não o repetiria tanto, por medo de contrair malária&#8230;<br />
Enquanto escrevo, estou ouvindo a sonata Appassionata, de Beethoven, a mesma que Lenin poderia ouvir o dia inteiro, sem se cansar, e o seu efeito era tal que ele tinha medo de ser magicamente transformado em alegria e amor, sentimentos incompatíveis com as necessidades revolucionárias (o que explica as razões por que ativistas políticos geralmente não se dão bem com música clássica). Se eu pudesse conversar com o meu cachorro e lhe perguntasse: Você acredita na Appassionata? &#8211; ele me responderia: Pois é claro. Acha que eu sou surdo? Estou ouvindo. E, por sinal, esse barulho está perturbando o meu sono.<br />
Mas eu, ao contrário do meu cachorro, tive vontade de chorar por causa da beleza. A beleza tomou conta do meu corpo, que ficou arrepiado: a beleza se fez carne.<br />
Mas eu sei que a sonata tem uma existência efêmera. Dentro de poucos minutos só haverá o silêncio. Ela viverá em mim como memória. Assim é a forma de existência dos objetos de amor: não como a montanha, a estrela, a cebola, mas como saudade. E eu, então, pensarei que é preciso tomar providências para que a sonata ressuscite de sua morte&#8230;<br />
Leio e releio os poemas de Cecília Meireles. Por que releio, se já os li? Por que releio, se sei, de cor, as palavras que vou ler? Porque a alma não se cansa da beleza. Beleza é aquilo que faz o corpo tremer. Há cenas que ela descreve que, eu sei, existirão eternamente. Ou, inversamente, porque existiam eternamente, ela as escreveu. “O crepúsculo é este sossego do céu/ com suas nuvens paralelas/ e uma última cor penetrando nas árvores/ até os pássaros./ E esta curva de pombos, rente aos telhados,/ e este cantar de galos e rolas, muito longe;/ e, mais longe, o abrolhar de estrelas brancas,/ ainda sem luz.“<br />
Que existência frágil tem um poema, mais frágil que a montanha, a estrela, a cebola. Poemas são meras palavras, que dependem de que alguém as escreva, leia, recite. No entanto, as palavras fazem com o meu corpo aquilo que universo inteiro não pode fazer.<br />
Fui jantar com um rico empresário, que acredita em Deus, mas me disse não compreender as razões por que puseram o retrato da Cecília Meireles, uma mulher velha e feia, numa cédula do nosso dinheiro. Melhor teria sido retrato da Xuxa. Do ponto de vista da existência ele estava certo. A Xuxa tem mais realidade que a Cecília. Ela tem uma densidade imagética e monetária que a Cecília não tem e nunca quis ter. A Cecília é um ser etéreo, semelhante às nuvens do crepúsculo, à espuma do mar, ao vôo dos pássaros. E, no entanto, eu sei que os seus poemas viverão eternamente. Porque são belos.<br />
A Beleza é entidade volátil &#8211; toca a pele e rápido se vai.<br />
Pois isso a que nos referimos pelo nome de Deus é assim mesmo: um grande, enorme Vazio, que contém toda a Beleza do universo. Se o vaso não fosse vazio, nele não se plantariam as flores. Se o copo não fosse vazio, com ele não se beberia água. Se a boca não fosse vazia, com ela não se comeria o fruto. Se o útero não fosse vazio, nele não cresceria a vida. Se o céu não fosse vazio, nele não voariam os pássaros, nem as nuvens, nem as pipas&#8230;<br />
E assim, me atrevendo a usar a ontologia de Riobaldo, eu posso dizer que Deus tem de existir. Tem Beleza demais no universo, e Beleza não pode ser perdida. E Deus é esse Vazio sem fim, gamela infinita, que pelo universo vai colhendo e ajuntando toda a Beleza que há, garantindo que nada se perderá, dizendo que tudo o que se amou e se perdeu haverá de voltar, se repetirá de novo. Deus existe para tranqüilizar a saudade.<br />
Posso então responder à pergunta que me fizeram. É claro que acredito em Deus, do jeito como acredito nas cores do crepúsculo, do jeito como acredito no perfume da murta, do jeito como acredito na beleza da sonata, do jeito como acredito na alegria da criança que brinca, do jeito como acredito na beleza do olhar que me contempla em silêncio. Tudo tão frágil, tão inexistente, mas me faz chorar. E se me faz chorar, é sagrado. É um pedaço de Deus&#8230; Dizia o poeta Valéry:</p>
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	<item>
		<title>Por: Talles</title>
		<link>http://www.dotgospel.com/blog/deixa-ir-os-meus-musicos/comment-page-1/#comment-9392</link>
		<dc:creator>Talles</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 15:27:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dotgospel.com/blog/deixa-ir-os-meus-musicos/#comment-9392</guid>
		<description>ótimo texto. Bom como poucos que li até hoje a respeito do assunto. 

Sinceramente acredito que tudo é uma questão de escolha. Para aqueles que ouvem música secular e não deixam de servir a Cristo por isso, o caminho é correto. Para outros que justamente para buscar a comunhão com Cristo só ouvem música Cristã, o caminho também está correto. Não é uma opinião mureteira (em cima do muro), mas cada um conhece a realidade que vive e todos nós temos gostos distintos (na minha opinião gosto é algo que se forma). 

Sendo assim o respeito e equilibrio também é aa saída, ou melhor, a resposta para esse assunto. Eu particularmente oouço e sou abençoado com as músicas do Diante do Trono (eu sei...muitos vomitaram lendo essa parte)mesmo com todo evangeliquês que o grupo usa, assim como tb sou edificado com ministérios como vineyard, Hilsong e bola de neve; em contrapartida Los Hermanos, Chico Buarque, Bob Dylan são referências pra mim de qualidade e estilo,e literalmente a cada dia caem mais no meu gosto.

Se levarmos tudo ao extremo, também deveremos parar de ler Machado de Assis, Hilda Hilst ou os Verissimos, para não parecer que deixamos a bíblia de lado; ao mesmo tempo se relativizarmos tudo, provavelmente a biblia realmente sairá de moda entre os crentes. Ou seja, cada um no seu quadrado, ou no seu ministério de louvor.

Obs. Lendo C.S. Lewis e ouvindo The Clash.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ótimo texto. Bom como poucos que li até hoje a respeito do assunto. </p>
<p>Sinceramente acredito que tudo é uma questão de escolha. Para aqueles que ouvem música secular e não deixam de servir a Cristo por isso, o caminho é correto. Para outros que justamente para buscar a comunhão com Cristo só ouvem música Cristã, o caminho também está correto. Não é uma opinião mureteira (em cima do muro), mas cada um conhece a realidade que vive e todos nós temos gostos distintos (na minha opinião gosto é algo que se forma). </p>
<p>Sendo assim o respeito e equilibrio também é aa saída, ou melhor, a resposta para esse assunto. Eu particularmente oouço e sou abençoado com as músicas do Diante do Trono (eu sei&#8230;muitos vomitaram lendo essa parte)mesmo com todo evangeliquês que o grupo usa, assim como tb sou edificado com ministérios como vineyard, Hilsong e bola de neve; em contrapartida Los Hermanos, Chico Buarque, Bob Dylan são referências pra mim de qualidade e estilo,e literalmente a cada dia caem mais no meu gosto.</p>
<p>Se levarmos tudo ao extremo, também deveremos parar de ler Machado de Assis, Hilda Hilst ou os Verissimos, para não parecer que deixamos a bíblia de lado; ao mesmo tempo se relativizarmos tudo, provavelmente a biblia realmente sairá de moda entre os crentes. Ou seja, cada um no seu quadrado, ou no seu ministério de louvor.</p>
<p>Obs. Lendo C.S. Lewis e ouvindo The Clash.</p>
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	<item>
		<title>Por: Isaac</title>
		<link>http://www.dotgospel.com/blog/deixa-ir-os-meus-musicos/comment-page-1/#comment-8907</link>
		<dc:creator>Isaac</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 17:15:26 +0000</pubDate>
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		<description>Puxa que legal este artigo!
Aliás eu tava pensando sobre isso hj, quando estava ouvindo algumas bandas e ministérios nacionais e fiquei triste por perceber tanta mesmice nos conteúdos líricos. O pior é a semelhança quando vem uma onda tipo, &quot;faz chover&quot;, &quot;to apaixonado&quot; e etc... Parece q todo mundo resolve compor no mesmo tema. Avivamento? Unção? Parece q tem q se fazer o q tá &quot;fluindo&quot; no povo cristão.
A criatividade tem sido esquecida, e a exemplo da música secular q o &quot;povão&quot; acaba valorizando os &quot;bonde do tigrão&quot;, &quot;dança do quadrado, &quot;créu&quot; e etc, deixando a qualidade da música brasileira comprometida, assim tb nós brasileiros cristãos, acabamos desvalorizando o lado arte, criatividade, conteúdo lírico da música gospel.
Me lembrei q qdo era garoto (à uns 15 anos atrás) tinha umas bandas, cantores e ministérios cristãos q escreviam letras cristãs de assunto variado, que além de vc aprender muito sobre a vida e o dia-a-dia natural, vc também podia ter momentos de louvor e adoração à Deus. Mas hj esta expressão &quot;adoração&quot; saiu do seu contexto verdadeiro se tornando estilo de música de igreja com letras deprimentes e com declarações até mesmo de incredulidade. 
Hj prefiro naum consumir qqr tipo de música cristã, prefiro as com qualidade musical tanto lírica quanto técnica.
Creio q muita gente pode ter bom senso e ajudar a música cristã se toranar boa e não apenas modismos passageiros.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Puxa que legal este artigo!<br />
Aliás eu tava pensando sobre isso hj, quando estava ouvindo algumas bandas e ministérios nacionais e fiquei triste por perceber tanta mesmice nos conteúdos líricos. O pior é a semelhança quando vem uma onda tipo, &#8220;faz chover&#8221;, &#8220;to apaixonado&#8221; e etc&#8230; Parece q todo mundo resolve compor no mesmo tema. Avivamento? Unção? Parece q tem q se fazer o q tá &#8220;fluindo&#8221; no povo cristão.<br />
A criatividade tem sido esquecida, e a exemplo da música secular q o &#8220;povão&#8221; acaba valorizando os &#8220;bonde do tigrão&#8221;, &#8220;dança do quadrado, &#8220;créu&#8221; e etc, deixando a qualidade da música brasileira comprometida, assim tb nós brasileiros cristãos, acabamos desvalorizando o lado arte, criatividade, conteúdo lírico da música gospel.<br />
Me lembrei q qdo era garoto (à uns 15 anos atrás) tinha umas bandas, cantores e ministérios cristãos q escreviam letras cristãs de assunto variado, que além de vc aprender muito sobre a vida e o dia-a-dia natural, vc também podia ter momentos de louvor e adoração à Deus. Mas hj esta expressão &#8220;adoração&#8221; saiu do seu contexto verdadeiro se tornando estilo de música de igreja com letras deprimentes e com declarações até mesmo de incredulidade.<br />
Hj prefiro naum consumir qqr tipo de música cristã, prefiro as com qualidade musical tanto lírica quanto técnica.<br />
Creio q muita gente pode ter bom senso e ajudar a música cristã se toranar boa e não apenas modismos passageiros.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: moreiraum</title>
		<link>http://www.dotgospel.com/blog/deixa-ir-os-meus-musicos/comment-page-1/#comment-6749</link>
		<dc:creator>moreiraum</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 16:16:32 +0000</pubDate>
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		<description>Caraca... já tinha lido o texto, mas os comentários li aqui me segurando para não rir sozinho... hehehe</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caraca&#8230; já tinha lido o texto, mas os comentários li aqui me segurando para não rir sozinho&#8230; hehehe</p>
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	<item>
		<title>Por: Henrique Lemos</title>
		<link>http://www.dotgospel.com/blog/deixa-ir-os-meus-musicos/comment-page-1/#comment-6703</link>
		<dc:creator>Henrique Lemos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2008 18:28:46 +0000</pubDate>
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		<description>Gente, vou falar pouquinho até porque pessoas mais qualificadas já falaram (e bem!!) anteriormente. Eu acho que a maioria das músicas &quot;gospel&quot; que rolam na mídia são pobres e repetitivas. Sem ousadia mesmo, afinal...é fácil pegar um versículo bíblico mudar aqui e alí e encaixa-lo dentro de uma melodia qualquer, afinal a palavra de Deus é forte e não volta vazia, mas inspiração mesmo anda em falta. Pegar &quot;cantares de Salomão&quot; e musica-los, é certeza de sucesso total porque pelo menos a 2000 anos eles já foram escritos pelo grande rei Salomão. Vender pra crente resulta em algo assim: Oque  crente gosta de ouvir? Ha...adoração...então toma-lhe adoração e com elas as enchurradas de &quot;termos de impacto&quot;; terremoto, chuva, impactar, unção, choro, choro e mais choro. ( as pessoas lá fora devem achar que ser crente é viver com um prego enfiado na sola do pé, porque este movimento de adoração só faz é chorar e chorar...parece que o pré-requisito pra ser &quot;adorador&quot; é saber chorar e fazer cara de dor e sofrimento), Mas tá bom então, o que mais os crentes gostam? Ha...&quot;corinho de fogo&quot;, então da-lhe, corinho com letras cheias de bordões tb: é anjo, espada de fogo, vaso, etc... Agora eu pergunto, ainda há espaço para músicas que falem para um público que não conhece estes &quot;termos&quot; e esperam ouvir uma simples mensagem de amor e de que Deus os ama e se importa com eles? Parece que agente fala em aramaico o tempo inteiro e nos esqueçemos de pregar em &quot;português&quot; comtemporâneo pra galera de fora poder entender. Não que eu tenha algo contra os estilos citados anteriormente, só acho que se pode pregar pra não crente e &quot;louvar&quot; ( até porque &quot;adorar&quot;, o termo, já foi &quot;confiscado&quot; pelo &quot;movimento dos adoradores&quot;, excluindo o resto da igeja como se não houvessem mais adoradores dentro dela.) com os que já são. Devidamente separando uma coisa da outra. O dia que as gravadoras evangélicas forem realmente alcançadas pela visão de evangelizar mesmo todas as pessoas fora dos nossos muros e não fazer o que &quot;crente gosta de ouvir&quot; pra ter uma vendagem certa e ser indicado ao grammy latino, pode ser que as coisas realmente mudem pra igreja e pro Brasil. 
Agora me perdõem, eu disse que iria falar pouco!! (risos) Imaginem se eu fosse falar tudo o que penso?! Hehehe...
Show de bola este espaço, adorei...aqui tem gente que pensa. Abraço a todos!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gente, vou falar pouquinho até porque pessoas mais qualificadas já falaram (e bem!!) anteriormente. Eu acho que a maioria das músicas &#8220;gospel&#8221; que rolam na mídia são pobres e repetitivas. Sem ousadia mesmo, afinal&#8230;é fácil pegar um versículo bíblico mudar aqui e alí e encaixa-lo dentro de uma melodia qualquer, afinal a palavra de Deus é forte e não volta vazia, mas inspiração mesmo anda em falta. Pegar &#8220;cantares de Salomão&#8221; e musica-los, é certeza de sucesso total porque pelo menos a 2000 anos eles já foram escritos pelo grande rei Salomão. Vender pra crente resulta em algo assim: Oque  crente gosta de ouvir? Ha&#8230;adoração&#8230;então toma-lhe adoração e com elas as enchurradas de &#8220;termos de impacto&#8221;; terremoto, chuva, impactar, unção, choro, choro e mais choro. ( as pessoas lá fora devem achar que ser crente é viver com um prego enfiado na sola do pé, porque este movimento de adoração só faz é chorar e chorar&#8230;parece que o pré-requisito pra ser &#8220;adorador&#8221; é saber chorar e fazer cara de dor e sofrimento), Mas tá bom então, o que mais os crentes gostam? Ha&#8230;&#8221;corinho de fogo&#8221;, então da-lhe, corinho com letras cheias de bordões tb: é anjo, espada de fogo, vaso, etc&#8230; Agora eu pergunto, ainda há espaço para músicas que falem para um público que não conhece estes &#8220;termos&#8221; e esperam ouvir uma simples mensagem de amor e de que Deus os ama e se importa com eles? Parece que agente fala em aramaico o tempo inteiro e nos esqueçemos de pregar em &#8220;português&#8221; comtemporâneo pra galera de fora poder entender. Não que eu tenha algo contra os estilos citados anteriormente, só acho que se pode pregar pra não crente e &#8220;louvar&#8221; ( até porque &#8220;adorar&#8221;, o termo, já foi &#8220;confiscado&#8221; pelo &#8220;movimento dos adoradores&#8221;, excluindo o resto da igeja como se não houvessem mais adoradores dentro dela.) com os que já são. Devidamente separando uma coisa da outra. O dia que as gravadoras evangélicas forem realmente alcançadas pela visão de evangelizar mesmo todas as pessoas fora dos nossos muros e não fazer o que &#8220;crente gosta de ouvir&#8221; pra ter uma vendagem certa e ser indicado ao grammy latino, pode ser que as coisas realmente mudem pra igreja e pro Brasil.<br />
Agora me perdõem, eu disse que iria falar pouco!! (risos) Imaginem se eu fosse falar tudo o que penso?! Hehehe&#8230;<br />
Show de bola este espaço, adorei&#8230;aqui tem gente que pensa. Abraço a todos!!</p>
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	<item>
		<title>Por: Wenderlan</title>
		<link>http://www.dotgospel.com/blog/deixa-ir-os-meus-musicos/comment-page-1/#comment-6621</link>
		<dc:creator>Wenderlan</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 14:08:41 +0000</pubDate>
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		<description>Aquele comentário em caps lock cheio de erros está com cara de fake só pra gerar polémica</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aquele comentário em caps lock cheio de erros está com cara de fake só pra gerar polémica</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Hana</title>
		<link>http://www.dotgospel.com/blog/deixa-ir-os-meus-musicos/comment-page-1/#comment-6594</link>
		<dc:creator>Hana</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Feb 2008 18:20:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dotgospel.com/blog/deixa-ir-os-meus-musicos/#comment-6594</guid>
		<description>Gospelplus, a gente deixa boa parte do sarcasmo e do nosso radicalismo para trás conforme vai amadurecendo na caminhada cristã.Essa preocupação em conhecer o outro lado é consequência de amadurecimento.Foi o que aconteceu com a maioria dos dotianos.Por isso eu me sinto em casa aqui.

 A vida é um processo, tem muitos estágios.Nem sempre eu pensei como penso agora.Por isso, acho que os que criticaram ou ainda não entenderam a opinião da maioria aqui ainda possuem grandes chances de terem que rever os seus conceitos lá na frente.Cada um no seu tempo.Só que quando a gente não se abre pra ouvir e tentar entender outras opiniões, esse processo de amadurecimento se torna mais difícil.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gospelplus, a gente deixa boa parte do sarcasmo e do nosso radicalismo para trás conforme vai amadurecendo na caminhada cristã.Essa preocupação em conhecer o outro lado é consequência de amadurecimento.Foi o que aconteceu com a maioria dos dotianos.Por isso eu me sinto em casa aqui.</p>
<p> A vida é um processo, tem muitos estágios.Nem sempre eu pensei como penso agora.Por isso, acho que os que criticaram ou ainda não entenderam a opinião da maioria aqui ainda possuem grandes chances de terem que rever os seus conceitos lá na frente.Cada um no seu tempo.Só que quando a gente não se abre pra ouvir e tentar entender outras opiniões, esse processo de amadurecimento se torna mais difícil.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gospelplus</title>
		<link>http://www.dotgospel.com/blog/deixa-ir-os-meus-musicos/comment-page-1/#comment-6545</link>
		<dc:creator>Gospelplus</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 03:24:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dotgospel.com/blog/deixa-ir-os-meus-musicos/#comment-6545</guid>
		<description>Admiro muito a Hana, Ela consegue expressar sua opinião sem ser sarcastica e demonstra uma preocupação em conhecer o outro lado.
Creio que o nome de Deus não deve ser usado em vão, e que não precisamos falar o nome de Deus em uma musica para torna-la inspirada e evangelica. O que adianta usar o nome de Deus numa musica apenas para tapar um buraco?
Uma musica dever ser Dele por que foi inspirada por Ele, se Deus o inspirou por que não fazer a musica se fala dele  ou do que Ele fez amém.
Agora é dificil explicar para alguns crentes que algumas musicas de celine dion, hilary duff, u2(apesar de não gostar do bono), kelly clarkson de algum modo podem falar de Deus, por que a raiz desse cantores é cristã, pela cultura ou pela familia.
Enfim não devemos incutir esse pensamento de defesa ou contra, acho que devemos apenas defender nossa opinião, de alguns crentes que estão mal informados ou por que leem menos, ou são legitimados a defender o movimento de musica atual, creio que seja errado acusalos, mas o que devemos fazer se não concordamos é defender nossas opiniãos e não jogar pedra nos outros e quer incutir a nossa visão ou a deles.
Haverá um dia de juizo pra isso. E ele pertence a Deus.

Bom, é essa minha opinião.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Admiro muito a Hana, Ela consegue expressar sua opinião sem ser sarcastica e demonstra uma preocupação em conhecer o outro lado.<br />
Creio que o nome de Deus não deve ser usado em vão, e que não precisamos falar o nome de Deus em uma musica para torna-la inspirada e evangelica. O que adianta usar o nome de Deus numa musica apenas para tapar um buraco?<br />
Uma musica dever ser Dele por que foi inspirada por Ele, se Deus o inspirou por que não fazer a musica se fala dele  ou do que Ele fez amém.<br />
Agora é dificil explicar para alguns crentes que algumas musicas de celine dion, hilary duff, u2(apesar de não gostar do bono), kelly clarkson de algum modo podem falar de Deus, por que a raiz desse cantores é cristã, pela cultura ou pela familia.<br />
Enfim não devemos incutir esse pensamento de defesa ou contra, acho que devemos apenas defender nossa opinião, de alguns crentes que estão mal informados ou por que leem menos, ou são legitimados a defender o movimento de musica atual, creio que seja errado acusalos, mas o que devemos fazer se não concordamos é defender nossas opiniãos e não jogar pedra nos outros e quer incutir a nossa visão ou a deles.<br />
Haverá um dia de juizo pra isso. E ele pertence a Deus.</p>
<p>Bom, é essa minha opinião.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Hana</title>
		<link>http://www.dotgospel.com/blog/deixa-ir-os-meus-musicos/comment-page-1/#comment-6505</link>
		<dc:creator>Hana</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Feb 2008 18:22:43 +0000</pubDate>
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		<description>Falha nossa: Esqueci de passar a borracha na útilma frase..</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Falha nossa: Esqueci de passar a borracha na útilma frase..</p>
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	</item>
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		<title>Por: Hana</title>
		<link>http://www.dotgospel.com/blog/deixa-ir-os-meus-musicos/comment-page-1/#comment-6504</link>
		<dc:creator>Hana</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Feb 2008 18:19:53 +0000</pubDate>
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		<description>Pelo menos esse sabe ser respeitoso ao discordar.

 Acho que nossas opiniões ainda não estão sendo compreendidas.Parece que aqui se defende a idéia de não ser importante o se falar sobre Deus, mas a questão levantada é a necessidade de se fazer isso de outras formas, através também dessa tal música &quot;cristã profana&quot; como o autor do texto denominou. 

 Uma música tem a capacidade de falar de coisas como flores e ainda sim nos remeter a Deus porque Ele é o Criador da flores.Pela maneira como foi colocada a opinião do Leonardo sou levada a entender que ele, assim como boa parte dos evangélicos descola Deus da sua Criação.Nesse sentido ninguém tem exclusividade sobre nada, o que inclui a música.Uma orquestra que executa uma obra de forma magnífica acaba por ter o poder, o potencial de nos remeter a Deus.

 Não se fala de Deus apenas com chavões evangélicos e linguagem de igreja.Podemos falar Dele, sobre Ele e para Ele de várias formas.Podemos ver Deus em várias coisas que existem e que foram criadas.

  &quot;Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas..&quot;  

 

 
 .E isso abrange muitas coisas além da mundo envangélico</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos esse sabe ser respeitoso ao discordar.</p>
<p> Acho que nossas opiniões ainda não estão sendo compreendidas.Parece que aqui se defende a idéia de não ser importante o se falar sobre Deus, mas a questão levantada é a necessidade de se fazer isso de outras formas, através também dessa tal música &#8220;cristã profana&#8221; como o autor do texto denominou. </p>
<p> Uma música tem a capacidade de falar de coisas como flores e ainda sim nos remeter a Deus porque Ele é o Criador da flores.Pela maneira como foi colocada a opinião do Leonardo sou levada a entender que ele, assim como boa parte dos evangélicos descola Deus da sua Criação.Nesse sentido ninguém tem exclusividade sobre nada, o que inclui a música.Uma orquestra que executa uma obra de forma magnífica acaba por ter o poder, o potencial de nos remeter a Deus.</p>
<p> Não se fala de Deus apenas com chavões evangélicos e linguagem de igreja.Podemos falar Dele, sobre Ele e para Ele de várias formas.Podemos ver Deus em várias coisas que existem e que foram criadas.</p>
<p>  &#8220;Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas..&#8221;  </p>
<p> .E isso abrange muitas coisas além da mundo envangélico</p>
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