Crentes & Famosos – Edição nº5
Por Sarah em 7 fevereiro 2009 na categoria Crentes e Famosos
Artigo
Pastoras: O feminismo chega ao rebanho
Por: Hana
A ascensão feminina aos cargos que antes eram ocupados apenas pelos homens é um fenômeno característico da atualidade. Frisar isso é importante, porque facilmente poderemos achar que as mulheres do todos os tempos desejaram ser pastoras, mas o fato de somente os homens ocuparem certos cargos e tarefas não era um problema em épocas passadas. Os valores de uma época são os agentes fundamentais para se interpretar e entender a mesma coisa que, com o passar do tempo, pode ganhar significados diferentes. Sendo assim, para os cristãos que vivem na atualidade, a ascensão feminina na liderança da igreja é mais um dos assuntos inflamáveis e que passou a ser de debate vital no meio evangélico.
A questão que nunca existiu
O principal argumento que os favoráveis usam para justificar a liderança feminina na igreja, é a eterna questão da igualdade entre o homem e a mulher, a principal bandeira do feminismo (movimento que prega a igualdade entre os sexos) e já que eles são iguais, podem fazer a mesmas coisas. Porém, a questão da igualdade é perigosamente e, pois em Cristo não há diferenças de valor entre os sexos (veja gálatas 3.28)sendo assim, não faz sentido lutar por igualdade. Mas já que são iguais para Deus, homem e mulher têm papéis e funções iguais diante de Deus? Quem conhece a bíblia sabe, ou deveria saber, que não. E esses papéis e atribuições que Deus deu ao homem e mulher são diferentes.
A questão que deveria existir
A questão que deveria existir é: A mulher deve ou não ser pastora? O que está escrito na Bíblia? Se a assunto for tratado nesse âmbito, a questão se torna simples e mais honesta, já que o ponto de partida deveria ser a discussão do tema à luz do que bíblia ensina e não à luz dos valores de uma sociedade moldada pelos ideais do feminismo e marcada pelo machismo. Em 1Tm 2.11-14, o apostolo Paulo trata do assunto e diz que não é permitido às mulheres ensinarem nem usarem de autoridade sobre o marido e as orienta que a que aprendam em silencio.O motivo da proibição não é devido a uma possível falta de capacidade ou inferioridade da mulher, nem é por motivos culturais e sim por causa de princípios evidenciados desde a criação. Eva foi criada para ser a auxiliadora de Adão que, ao ser criado primeiro, tinha a responsabilidade da liderança. Quando Eva ignora a autoridade de Adão e age sozinha no Éden, ela mostra insubmissão à autoridade de Adão e a de Deus que tinha dado essa autoridade ao homem. Então a orientação de Paulo tem por objetivo ressaltar que as coisas devem voltar ser como no plano original de Deus, logo, o apostolo Paulo não está preocupado em rebaixar a mulher, e sim enfatizar que o importante é a questão do respeito à autoridade e das responsabilidades de cada um. Quando uma mulher assume a liderança da igreja ela tem a mesma atitude Eva, ignorando e usurpando a autoridade que Deus designou ao homem desrespeitando a hierarquia estabelecida por Deus (veja 1Co 11) e dizer que Paulo foi machista é colocar em duvida a autoridade apostólica e inspiração divina das escrituras em duvida, além de ser também uma distorção da Palavra.
O chamado das mulheres
Numa época em que a auto-suficiência, a independência e a competição são exaltadas, a palavra submissão chega a ser uma afronta aos ouvidos, principalmente os femininos, pois esta palavra nos lembra escravidão e tirania. Mas essa palavra foi muito mal usada, ganhando uma carga negativa e se afastando do seu significado, contribuindo para perpetuar erros. Os cristãos devem ser submissos (Ef 4.21), porém as mulheres cristãs são chamadas a serem submissas de uma forma mais particular, pois a mulher cristã deve e ser submissa a liderança masculina na igreja e na família (1 Tm2.10-14 e Ef.5 22-33), e segundo o dicionário,submissão é a “adesão espontânea da vontade de uma pessoa a de outra”, por isso o argumento do apostolo é de vital importância para o entendimento e aceitação dos cristãos; as mulheres não devem ser pastoras porque esta não é a vontade de Deus. Por que isso soa tão errado e opressor aos nossos ouvidos modernos? Se analisarmos, veremos que os valores da época em que vivemos nos condicionaram a isso.O apóstolo Paulo em suas diversas cartas exorta a mulher a ser submissa (obediente;dócil,respeitosa) e não a ser uma mulher submetida (subjugada;dominada;vencida;humilhada) pela liderança masculina. As mulheres que se tornam pastoras não são submissas como ordena a palavra e contrariam essa mesma palavra e não aceitam o real chamado que Deus as fez. A mulher atual não deveria achar que a submissão não é um caminho capaz de operar resultados eficazes e profundas transformações, pois o Senhor é o maior exemplo de submissão e apesar de Ser como o Pai, se submeteu à vontade Dele. Que as mulheres não sejam como Vasti que por causa de um capricho perdeu seu lugar deixando de reinar porque resolveu desafiar a autoridade a qual estava sujeita (Ester 1.17) e que elas não se esqueçam que não fazer a vontade de Deus acarreta tristes conseqüências (Mateus 7.21)
O caminho sem volta
O processo de ascensão das mulheres cristãs à liderança da igreja é um processo irreversível e suas conseqüências também são. No entanto, a palavra de Deus continuará sendo a mesma, apesar das transformações que ocorrem na sociedade, e tentar justificar atitudes contrárias ao ensino da Palavra por causa dessas transformações não mudará a verdade nem mudará o que é certo ou errado para Deus. Contudo, sendo esse processo irreversível, que ele seja também honesto, pois as mulheres que querem se aventurar na função de pastora e os que as apóiam não podem usar a Bíblia para dar suporte a essa pratica, muito menos sugerir que seus ensinos são machistas ou de conteúdo antiquado.Que aqueles que são favoráveis à liderança da mulher na igreja assumam que as transformações e costumes de nossa época são os verdadeiros responsáveis por esse processo, e quem não concorda com o que foi ordenado aos cristãos que apenas deixem cristianismo e não tentem mudá-lo, afinal para ser cristão é preciso ser submisso a Cristo.

Será que a Hana continua com a mesma opinião qto às mulheres serem pastoras?
rs… um bom questionamento a fazer a ela.