Deus, obrigado por Marcelo Camelo e por Renato Russo
Por leone em 28 abril 2008 na categoria Arte, Música, Opinião
Como negar a ação de Deus entre os homens? Ao ouvir clássicos da música como One do U2, ou Miss Sarajevo onde Luciano Pavarotti leva qualquer um as lágrimas com sua participação especial, fui tomado por um sentimento que me diz claramente que a mão de Deus está por trás desses momentos luminosos de pessoas extraordinárias que passaram por aqui.
A musicalidade de Renato Russo, a genialidade do guitarrista John Mayer, a forma assombrosa de atuar de Al Pacino e De Niro, tudo isso, segundo a bíblia vem de Deus! Não é assim que diz: “Toda boa dádiva, todo dom perfeito, vem do Pai das luzes…” Não é assim? O demônio não tem parte nisso, ele não tem condições de conceder ao homem nada de bom.
Quisera o mundo Gospel ter em abundância poetas como Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante do Los Hermanos, gente com personalidade, não meras cópias do que já vemos por aí. Falta autenticidade, para falar a verdade estamos vivendo uma crise de autenticidade. O que nos resta é contestar o que Deus deu a essa gente que arranca lágrimas de nossos olhos, que nos faz rir em momentos de tristeza, que nos faz pasmar diante de um solo de guitarra ou uma atuação perfeita.
O que tenho a dizer, nesse post raso, porém em tom de desabafo é o seguinte: “Obrigado Deus pelos nomes citados acima e muitos outros que eu esqueci!”
Minha oração é que deixemos a mesquinhez e a dor de cotovelo e comecemos a criar se é que ainda temos essa capacidade.
Termino com um trecho de Além do que se vê, do Los Hermanos: “Moça, olha só, o que eu te escrevi, é preciso força pra sonhar e perceber que a estrada vai além do que se vê”
OBS: você já ouviu em alguma das nossas letras GOSPEL algo mais transcendente que isso? Eu não… Deus, obrigado pelo privilégio de ter ouvido esses caras! Aos que acham que isso é do capeta, resta-me dizer: VIVA A GRAÇA COMUM!
Links de alguns artistas citados acima: www.myspace.com/johnmayer www.loshermanos.com.br
É proibido pensar!
Por Pepe em 31 março 2008 na categoria Música, Opinião, Vídeo
Vejam esse vídeo feito por Windpill+SeanMacLachlan, da canção de João Alexandre – É proibido pensar. Letra muito “protestante” e o vídeo foi feito com a interpretação do que eles acreditavam que João Alexandre queria dizer.
Sonicflood
Por Mark3 em 28 janeiro 2008 na categoria Internacional, Música
Fique por dentro da história de umas das primeiras bandas gringas a pisar no Brasil esse ano – que promete ser bem movimentado por shows internacionais.
A banda começou com o nome de Zilch, e era formada pela banda de apoio do trio dc talk. A formação inicial da banda era Mark Lee Townsend (vocal), Jason Halbert (teclado), Otto Price (baixo).
A Zilch gravou o seu primeiro álbum “Platinum”, em 1997 sob o selo Gotee Records, mas esse albúm acabou tendo pouquíssima visibilidade. Logo Mark Townsend Lee deixou a banda e foi substituído por Jeff Deyo.
Em 1999 a banda lança o primeiro albúm já com o nome Sonicflood. Otto Price gravou o baixo desse cd, mas se retirou da banda, entrando em seu lugar Rick Heil. Em fevereiro de 1999, Sonicflood sai em turnê e vende 900.000 unidades, põe dois hits nas paradas, e leva o Dove Awards para “Albúm de Louvor e Adoração”.
Em 2000, Sonicflood passou por uma série de mudanças. Após a turnê com os Newsboys, Jeff Deyo e o baterista Aaron Blanton também deixaram a banda. Uma cantora da Nova Zelândia e um novo baterista foram contratados, mas depois de apenas alguns shows realizada a cantora foi deportada. Após a deportação Dwayne Larring e Jason Halbert restantes fundadores da banda, deixaram o Sonicflood. Ficando assim somente Rick Heil.
A gravadora Gotee Records emitiu um comunicado à imprensa dizendo que tinha quebrado o contrato com o Sonicflood. Como o Sonicflood estava com shows marcados para todo o ano, Rick Heil colocou um comunicado no site da banda, falando da divisão e que iria montar uma banda para honrar esses compromissos pendentes. Durante essa turnê, Rick Heil decidiu tornar esta banda a “nova” Sonicflood, e continuou a a marcar shows sob o nome.
Após a inevitável batalha jurídica, Rick Heil conseguiu continuar usando o nome Sonicflood, então a “nova” Sonicflood foi formada. Sonicflood deixou Gotee Records após o albúm Sonicpraise, já que a gravadora declarou que seu contrato era com os membros do Sonicflood original e não Rick Heil.
Sonicpraise, seu álbum ao vivo, foi gravado em 1999 no Flevo Festival na Holanda, mas só foi lançado em 2001 após a divisão da banda, para cumprir as obrigações contratuais com Gotee Records. Esse albúm foi indicado ao Grammy Award de ” Melhor Álbum de Rock Evangélico”.
A banda tem se destacado no meio musical, mas apesar do sucesso eles têm centralizado seu foco em adorar ao Senhor em toda e qualquer circunstância. Isto se torna claro em cada performance do vocalista Rick Heil, no momento dos shows em que ele compartilha seu testemunho de como o Senhor o curou de um câncer terminal. Seu testemunho segue uma ministração onde a banda desce do palco e ora com aqueles que vem a frente para aceitar a Jesus e receberem a cura.
Formação da banda:
Rick Heil – guitarra e voz
Trey Hill – guitarra
Jordan Jameson – violão
Grant Norsworthy – baixo
Chris Kimmerer – bateria
Discografia:
1999 – Sonicflood
2001 – Sonicpraise – live
2001 – Resonate
2003 – Cry Holy
2004 – Gold – best-of compilation
2005 – This Generation
2006 – The Early Years – compilation
2006 – Glimpse – live
fonte: sonicflood.com, wikipedia, supergospel.com.br
Deixa ir os meus Músicos!
Por leone em 26 janeiro 2008 na categoria Música
Uma das maiores necessidades da igreja brasileira hoje é a de música cristã profana. Precisamos de música cristã que não fale de Deus. Não que falar de Deus não seja importante; mas às vezes tenho a impressão de que falamos demais de Deus, quase a ponto de tomar seu nome em vão. Falamos tanto porque estamos preocupados com a sua ausência; será que falamos para ocultar a sua ausência?
Falar de Deus é essencial: “como crerão, se não ouvirem?”. Tão importante quanto falar sobre Deus, no entanto, é falar a partir de Deus; e quando falamos a partir de Deus, não precisamos, necessariamente, usar o nome de Deus – o livro de Ester conta uma belíssima história sem usar o nome de Deus nem uma única vez, e essa história se tornou parte do cânon judaico-cristão, como narrativa divinamente inspirada.
A questão, pois, é se temos a graça de contar a história do modo correto, de narrar a vida sob a luz do evangelho. Precisamos de música que não fale de Deus, mas que fale a respeito da vida, das flores, do amor, da política, e das crianças, sob a luz do evangelho; precisamos de música que fale sobre o mundo, mas a partir de Deus.
Além disso, precisamos de música, simplesmente. Música que signifique Deus por sua beleza, e que mostre a sua glória sem palavras. A música pode ser narrativa, mas não precisa ser – a música não precisa de justificativas além da sua própria existência porque, afinal, Deus não precisa dar explicações sobre a razão de sua criação. Quem pode pôr em dúvida a beleza da música? Quem pode pôr em dúvida o amor do homem pela beleza da música? E quem pode pôr em dúvida a origem divina de toda boa dádiva, e de todo dom perfeito?
Quem és tu, ó pastor evangélico, para discutires com Deus? Pode a coisa feita desafiar seu Criador, perguntando-lhe: “Por que me fizeste assim?” Ou terás a ousadia de reprovar o inventor da beleza, por ter criado homens que amam a música pela música, mesmo quando não tem uma razão bíblica para desfrutá-la? Acusarás a Deus de ser o tentador do homem?
Atribuirás a Satanás a arte de Mozart, de Wagner ou de Villa-Lobos? Consumados estes absurdos, que mais restará senão reprovar também a beleza das flores e o canto do sabiá? Por causa de Israel o nome de Deus foi blasfemado entre os gentios; mas por causa de ti a música cristã afunda nas trevas da feiúra estética.
Não me esqueço do dia em que um diácono da minha igreja – um homem grande, sério, que detestava livros mais do que qualquer coisa na vida – me chamou para uma conversa séria, “de homem pra homem”. Este diácono – não sei se no corpo ou fora do corpo, Deus o sabe – me aconselhou a desistir de ser músico profissional. “Porque” – dizia ele – “este meio artístico é muito sujo… Tem muita p., e um crente verdadeiro não se mete com p. Quando tem muita p. num lugar a gente tem que sair”. E, de fato, eu saí rapidamente de perto dele. Acho que em poucas ocasiões eu ouvi tantas vezes a palavra “p…”.
Os músicos cristãos precisam de libertação – não da música “do mundo”, mas da música “da igreja”. Precisam ser libertados do jugo dos pastores e dos crentes legalistas, que exigem qualidade nas noites de domingo, mas que proíbem estes músicos de se profissionalizarem, e fecham o mundo da música a uma ação cristã redentiva.
Cristãos, cachaça e a tendência para a chatice
Por Thiaguitar (Thiago Bomfim) em 16 janeiro 2008 na categoria Artigos, Espiritual, Humor, Música, Opinião, Vídeo
Cristãos tem uma forte tendência para se tornarem chatos.
Seja no momento da euforia, que algumas pessoas gostam de chamar de “o primeiro amor”, ou no jubileu “sou daqui desde que nasci”.
Sempre há uma tendência para a chatice, que alguns casos chega ao status de esquizofrenia.
E se vocês acham que estou exagerando em definir esse estado pé-no-saquístico gospel como uma doença, observem a definição de Esquizofrenia tirada da Wikipedia:
A esquizofrenia é uma doença mental grave que se carateriza classicamente por uma coleção de sintomas, entre os quais avultam alterações do pensamento, alucinações (sobretudo auditivas), delírios e embotamento emocional com perda de contato com a realidade, podendo causar um disfuncionamento social crónico.
Se isto remete a alguma lembrança, saiba que não é fruto da sua imaginação. Você já viu/sentiu esses sintomas em algum lugar. Posso dizer que fui tratado, e a única sequela que me restou é a memória desses dias.
O tratamento para tal mal está aonde ele foi gerado, mas as doses do medicamento devem ser constantes e homeopáticas. Preciso ser mais explícito nessa parte:
E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. (João 8:32)
Vou usar a metáfora da cachaça para explicar as doses de medicação que trarão resultado no tratamento. A receita, foi copiada da música On The Oder Side , do The Strokes.
I hate them all
I hate them all
I hate myself for hating them
So I’ll drink some more
I love them all
I’ll drink even more
I’ll hate them even more than I did before
Explicação:
1º fase: I hate them all (Odeio todos eles) – Antes do contato com a doença. Sintomas: Ignora qualquer conceito de Deus e espiritualidade, e se tem algum, de certa forma é deturpado.
2º fase: I hate myself for hating them (Me odeio por odiá-los) – Primeiro contato com o cristianismo. Sintomas: crises existenciais e acentuado sentimentalismo. Um período onde se acorda para uma realidade, onde o eu toma o segundo lugar diante da existência de Deus e do próximo.
3º fase: So I’ll drink some more, I love them all (Então bebo mais um pouquinho, E amo a todos eles) -Essa é a fase legal, onde a pessoas tem um contato com o cristianismo, mas ainda não se embriagou de legalismos doutrinários. O foco está no amor ao próximo e o chororô se torna menos constante.
4º fase: I’ll drink even more, I’ll hate them even more than I did before (Beberei ainda mais, e odiarei a todos mais que antes)- Esta é a fase da esquizofrenia crônica. A pessoa já foi além da conta da “birita gospel”. Frequentou escolas dominicais, fez cursinhos teológicos, e já leu todos os livros do Silas Malafaia. Já tem em sua coleção, todos os cds do Diante do Trono. Em casos peculiares encontramos “acervos” com exemplares dos cds da Jamily, Tempo de Vencer. No estágio final a pessoa se tornou um legalista, com parâmetros que definem quem vai ou não para o céu. Culturalmente tem o costume de abandonar tudo que não tenha uma label gospel/evangélico, e a isso soma-se uma lista de modos e dizeres. Na maioria dos casos, indivíduos portadores criam um vocabulário próprio que os aliena das demais rodas de conversa fora da igreja. O amor ao próximo deu lugar ao, “eu provarei que estou certo”.
Existem outras evidências de contaminação, mas me limitarei nessas, porque este post já está muito grande para um calouro.
Esta é a música On the Oder Side, do The Strokes :
Como era muito grande, segue agora a outra parte sobre o efeito da música em nós.
Então tá, vamos falar de música!
A Construção do Cérebro
(trecho do Especial da Revista Veja, 20/03/96)
Pesquisadores de diversas partes do mundo estão descobrindo que há etapas definidas para o desenvolvimento do cérebro das crianças, e informam que a inteligência, a sensibilidade e a linguagem podem e devem ser aprimoradas na escola, no clube e, especialmente, dentro de casa. E maior surpresa: o gosto pela ciência, pela arte e pelas línguas ocorre muito mais cedo do que se imaginava.
Os 400 gramas de massa cinzenta de um recém-nascido guardam os neurônios de toda uma vida. As conexões, entretanto, ainda não estão totalmente desenvolvidas. As fibras nervosas capazes de ativar o cérebro têm de ser construídas, e o são pelas exigências, pelos desafios e estímulos a que uma criança é submetida, a maior parte entre o nascimento e os 4 anos de idade.
Musicalidade, raciocínio lógico-matemático, inteligência espacial, capacidades relativas aos movimentos do corpo, entre outras, dependem de circuitos que são plugados logo na primeira infância, época em que a criança aprende a aprender. O tempo é essencial.
A música é um dos estímulos mais potentes para ativar os circuitos do cérebro. A janela de oportunidades musical abre-se aos 3 e fecha-se aos 10 anos. Não por acaso, conhecem-se tão poucos concertistas que tenham iniciado no aprendizado musical depois de iniciada a adolescência.
O Poder de Cura da Música
(Citado na edição brasileira da revista Seleções do Reader’s Digest de dezembro de 2001. pág. 131)
Quando Debbie Clark levou Adam, seu filho autista de 3 anos, a um musicoterapeuta, o menino mal conseguia falar. Na clínica da Universidade Estadual da Califórnia, os terapeutas incentivaram o garoto a se expressar, tocando instrumentos e tambores. E musicaram conversas a fim de fazer Adam falar. “Em três meses a transformação foi fenomenal” diz Debbie. “Antes, Adam nunca olhava pessoas desconhecidas nos olhos, muito menos falava com elas. Agora, dá adeus aos terapeutas e diz: ‘Tchau, Jim. Tchau, Ron. Até semana que vem.’ Pode acreditar: isto é música para os meus ouvidos.”
Pesquisadores vêm descobrindo que a música pode ajudar a curar de várias maneiras. Vítimas de queimaduras estimuladas a cantar quando lhe trocam as ataduras sentem menos dor. Pacientes de câncer que ouvem música e aprendem a tocar instrumentos, por exemplo, vêem os níveis de hormônios do estresse cair e o sistema imunológico se fortalecer.
Parte do poder da música resulta da capacidade de reduzir a ansiedade – que pode comprometer as defesas imunológicas, bem como intensificar a sensação de dor. A música, em especial o canto, desvia a atenção da pessoa do sofrimento e alivia a tensão.
As experiências com crianças autistas como Adam Clark sugerem que os efeitos da música vão além, influenciando mesmo o desenvolvimento cerebral. O uso terapêutico da música parece ativar partes diferentes do cérebro, inclusive áreas associadas a controle motor, memória, emoção e fala, explica o neurocientista e músico Michel Thaut, da Universidade Estadual do Colorado.
Em seu trabalho, Thaut vem se valendo da estreita ligação entra música e movimentos para ajudar vítimas de acidente vascular cerebral, paralisia cerebral, distrofia muscular e mal de Parkinson.
Segundo o musicoterapeuta Ron Borczon, “Estamos apenas redescobrindo o que sempre souberam: a música, por meio de sua profunda repercussão sobre a mente e o corpo, pode ser uma arma poderosa para curar as pessoas”.
Uma Noite de Paz
Por as em 15 dezembro 2007 na categoria Espiritual, Música, Opinião, Vídeo
Eu estava dando uma renovada no www.frutosagrado.org, e achei o seguinte vídeo da música “Uma Noite de Paz,” então resolvi compartilhar com a galera. Parabéns para o autor (ou autora) do vídeo.
Já que o Dot é música, por que não abordar o efeito dela em nosso cérebro, corpo e alma? Aqui vai um texto que diz um pouco disso. Eu achei muito interessante, inclusive tenho material para uma continuação no futuro… quem sabe!
Então tá, vamos falar de música!
A história da Humanidade está cheia de acontecimentos que demonstram o poder da música em nós. A própria Bíblia descreve como Davi curou a depressão do rei Saul, tocando-lhe harpa.
Pesquisas recentes conduzidas com pacientes em condições de stress considerável concluíram que os grupos tratados com técnicas de relaxamento usando música clássica obtiveram vantagens muito grandes em relação à todas as outras técnicas usadas.
Em experiências mais antigas, feitas em animais sobre a influência da música clássica, chegou-se a conclusão de que as vacas, quando ordenhadas sob os efeitos dessa qualidade musical, produziam maior volume de leite. Nos Estados Unidos as ordenhadoras mecânicas já possuem aparelhos de freqüência modulada onde são transmitidas músicas desse gênero.
E é assim também com plantas e organismos vivos, que ao captarem as vibrações sonoras da música suave, parecem ordenar e harmonizar seus metabolismos de modo saudável, eficaz e criativo.
Nos seres humanos, os ritmos e sons podem alterar as batidas do nosso coração, nosso fluxo sanguíneo e consequentemente nosso estado de ânimo.
As Leis naturais que governam a química de nossos corpos e mente têm sido estudadas com experimentos científicos medindo o efeito da música e o estímulo nas respostas fisiológicas da nossa pulsação e resistência elétrica da pele.
Ondas Sonoras e o Cérebro
Enquanto ouvimos uma música suas ondas sonoras (vibrações) alcançam o tímpano do ouvido transformando-se em substâncias químicas e impulsos nervosos que registram em nossas mentes os diferentes tipos de som que estamos ouvindo. Como as raízes dos nervos do ouvido são extensamente distribuídas e possuem mais ligações que qualquer outro em nosso cérebro, nos nossos corpos, todas as funções de nosso organismo são influenciadas.
Elevando-se na forma de tálamo (área estacionária que reveza todas as emoções, sensações e sentimentos) a área mestra do cérebro (razão) é automaticamente invadida. Estudos têm revelado que o impacto da música nos sistema nervoso altera as batidas do coração, respiração, pressão sanguínea, digestão, balanço hormonal, temperamentos, atitudes além de liberar adrenalina. As reações podem variar em cada indivíduo, e o resultado é sempre único.
Ritmo Musical e Ritmo Corporal
Van de Wall no seu livro “Music in Hospitals” explica que as vibrações sonoras causam contrações e colocam em movimento braços, mãos, pernas e pés automaticamente.
Somos essencialmente criaturas rítmicas. Tudo, desde o ciclo das ondas do nosso cérebro às batidas do coração, nosso ciclo digestivo, ciclo do sono… Tudo trabalha com ritmos. Todo ser humano funciona de acordo com o ritmo do tempo. Existem até alguns outros estudos indicando que pessoas parecem funcionar melhor quando se associam com pessoas que têm ritmo “tempo” semelhante. Realmente, se observarmos podemos perceber certo incômodo quando lidamos com pessoas aceleradas ou muito vagarosas…
Nossos processos não são acidentais. Todos os nossos ciclos essenciais cooperam harmoniosamente com todas as outras funções do corpo.
“Ponto” de livre pensamento – graças a Deus!
Por Kenny em 30 novembro 2007 na categoria Espiritual, Idéias, Música, Opinião
É isso aí, crianças! Estamos comemorando (no sentido fastioso da palavra) um ano de .gospel blog e é uma honra ser lido aqui nesse momento especial dessa comunidade. E já que faço as vezes da casa e o momento é propício a um pouco de reflexão quero dar ênfase àquilo que acho ser a premissa básica pra que essa comunidade virtual tenha vida tão ativa e faça parte do cotidiano de tanta gente: nossa interação.
Ela é sempre atual, globalizada (hehehe), trazendo assuntos dos mais simples até conflitos sociais e pessoais vividos por todos nós; mas fazendo uma pequena retrospectiva sobre o produto dessa interação podemos ver que uma tônica defendida por quase todos é justamente a liberdade de pensamento. E que bom que não impera aqui uma liberdade doida-varrida, cheia de elucubrações escalafobéticas, fanáticas e descontextualizadas da realidade (embora a essas tb tenhamos que dar vez em nome da mesma liberdade), mas o Dot – e por extensão este blog – tem se tornado conhecidos justamente por serem espaços abertos aos questionamentos, inquietações, dúvidas, incertezas que recheia nossas humildes cabecinhas à procura da comunhão com Deus e com o mundo que nos rodeia.
Liberdade pra pensar, pra debater e até discordar – coisas que na maioria das vezes nos são negadas em casa, em nossas igrejas e na maioria das rodas de conversa que experimentamos. Liberdade pra buscar a verdade com vontade sincera, mas sem pressa, com a devida suavidade que o nosso amadurecimento requer, admitindo até que nos saibamos incertos sobre coisas aparentemente básicas e que permaneçamos assim por algum tempo enquanto contemplamos a jornada pelo esclarecimento – e que maravilha poder ver que isso não tem sido motivo pra que o amor e carinho dos outros nos falte. Isso é dom de Deus a cada um de nós, dê-mos graças portanto. Graças pela capacitação que muitos tem adquirido enquanto cumprimos o provérbio que diz “como o ferro afia o outro, assim também o homem ao seu próximo”, pois da mesma forma que temos tantos “atritos” e as faíscas muitas vezes voam longe, também vemos esse amor de Deus, que é o vínculo da perfeição, trazendo cura e motivação a todos nós. E vamos nessa, ficando afiados pra batalha que é a vida, essa maravilhosa experiência que Deus nos dá a cada manhã.
Esse amor dotiano me faz pensar (mais uma vez) em que tipo de resultado essa interação tem gerado em mim no trato com esse mundão de meu Deus. Tantas cabeças, tantas crenças, tantas necessidades, mas sobretudo tanta gente que Deus ama e quer perto de si, querendo muitas vezes me fazer seu instrumento pra essa santa-paquera com quem tá distante. A Bíblia afirma, “Deus nos envolve com laços de amor e bondade”… e você veio parar aqui no Dot pra ser um laço, que sabe envolver e acariciar um coração ferido mas que também é espada afiada nas mãos do Senhor pra libertar os cativos. Cativos que não estão apenas no “mundo”, entre os “ímpios”, mas muitas vezes estão em nossas igrejas e nossas casas. Gente aprisionada nas meias-verdades de uma sub-cultura “gospel” que acha que a simplicidade do evangelho não é suficiente pra transformar vidas – o que me faz lembrar a assinatura de um de nossos companheiros do fórum que dizia algo do tipo “Jesus veio pra te tirar da escravidão, não pra te dar uma cela mais confortável”. A verdade nos libertará, meus queridos. Todos os dias a verdade de Deus está pronta a nos libertar da proposta fácil de não usar a cabeça e engolir toda história que ouvimos por aí, mas cabe a cada um aceitar o desafio e romper com essa dominação. Isso é unção, isso é a capacitação que Deus quer te dar, algo que te faz ser agente de transformação no mundo começando em si mesmo.
Pois bem, digo e repito: LOUVADO SEJA DEUS PELO DOT! Obrigado Anderson!!! Obrigado Dan e demais colaboradores que tem se esforçado pra manter esse sonho como realidade. E justamente pra celebrar esta liberdade de pensamento, dádiva que temos aqui, encerro meu comentário pedindo que ouçam logo aí abaixo a música “É proibido pensar” do profeta João Alexandre. Que nos sirva de encorajamento a continuarmos crescendo em Deus, e não nos sujeitando a nenhum tipo de escravidão – pois Deus nos deu cabeça foi pra pensar!
Beijão no coração de todos!
Kenny
Dá o PLAY, moçada: >>
Uma abertura fenomenal ao meu ponto de vista que merece aplusos pela qualidade e profissionalismo. E nem precisar comentar da benção que são os caras também. O Marty Sampson começa com uma música desconhecida e Chris Tomlin e outro cara (não conheço) Jad Gillies continuam imedando com a música Amazing Grace. A música tocada pela orquestra é a Sweet Simphony.
Se quiser mais informações da Hillsong Conference 2007 acesse essa página que você poderá acessar cada dia da conferência e ver o que rolou.
Achado no blog do Luís.



