Fé radical

Por leone em February 2008 na categoria Espiritual

Numa fábula árabe as mariposas queriam entender sobre a luz. Elas desejavam saber o segredo de se sentirem tão fascinadas pela chama de uma vela. O que as deslumbrava? Seria a luz ou o calor? Pediram a ajuda da mariposa rainha. Depois de meditar sobre o assunto, ela aconselhou que cada uma, individualmente, procurasse encontrar a resposta. Todas saíram procurando desvendar o segredo do fogo.

Passado algum tempo, uma mariposa voltou cega de um olho, afirmando que havia chegado perto demais e que a luminosidade da vela lhe tinha ofuscado; e que continuava sem entender os mistérios da luz. Outra voltou com uma asa queimada, reconhecendo que sua experiência não fora satisfatória. Por séculos as mariposas não entenderam porque a luz lhes extasiava tanto. Até que um dia uma voou na direção de uma lamparina com tanta determinação que morreu queimada. Nesse dia a mariposa rainha falou: “somente esta mariposa conheceu o mistério do fogo, mas nós nunca saberemos”.

A experiência com Deus é muito semelhante a essa fábula. É um encontro com o transcendente que não pode ser contido na dimensão do saber empírico. Ninguém aprende sobre o eterno valendo-se das mesmas ferramentas experimentais de um cientista. Portanto, estão errados os ateus que buscam na exatidão matemática ou na pesquisa astronômica os meios de provar a existência de Deus. Estão também errados os teólogos que tentam responder as acusações dos ateus com “argumentos ainda mais sólidos” sobre a realidade divina.

A experiência com Deus é espiritual, portanto, mulheres e homens naturais não conseguem alcançar ou discernir. O crente ouve uma voz inaudível, sente-se acompanhado por uma presença imperceptível e aprende verdades inaprendíveis. Infelizmente, o ocidente iluminista, positivista, acredita poder abraçar as verdades espirituais com as mesmas ferramentas que usa para estudar química e biologia. Quando Jesus afirmou que suas ovelhas ouvem a sua voz, ele não se referia à audição física, mas a uma intuição espiritual que precisa ser desenvolvida como uma sensibilidade imaterial.

A experiência com Deus é sempre inédita. E cada encontro com Deus será original, nunca previsível. As religiões, com seus ritos, procuram domesticar o sagrado, mas Deus não se permite engaiolar por qualquer liturgia. Não existe uma rede grande o suficiente que prenda o Todo-Poderoso, que é livre para agir como e quando quer.

Em diversas ocasiões Deus manifestou sua presença com um vazio imenso. Em outras, “as abas de suas vestes enchiam o templo”. Ele sempre frustrou magos e feiticeiros que prometiam controlar seus atos. Os verdadeiros profetas sabiam que Deus não se deixa manifestar por qualquer amarra.

A experiência com Deus é sempre pessoal, intransferível. A maneira como cada um entende e percebe o Senhor é única. Por isso, ele é o Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Ele é o Deus que se relaciona com cada pessoa com absoluto respeito à sua individualidade. O Senhor conhece as pessoas pelo nome e se manifesta com total respeito à história de cada um.

Sendo assim, a experiência com Deus requer radicalidade. Para percebê-lo é preciso um vôo tão profundo e radical como o da mariposa que morreu. Conhecer a Deus é mergulhar no mistério, mesmo que isso custe a própria existência. Os que tangenciam a flama com curiosidade nunca aprenderão sobre o divino.

Na Índia, contam que um mestre meditava à beira do rio. Um discípulo aproximou-se pedindo ajuda, pois não conseguia ter um encontro significativo com Deus em seus exercícios espirituais. O mestre tomou o jovem pela mão, levou-o até o rio e o forçou a ficar debaixo d’água, segurando-o pelo cabelo. Depois que deixou o rapaz quase três minutos sem fôlego, puxou-o de volta para que, desesperado buscasse pelo ar. O mestre então lhe ensinou: “se você buscar a Deus com a mesma intensidade como procurou o oxigênio que lhe dá vida, certamente, o achará”. A Bíblia promete que acharemos o Senhor “quando o buscarmos de todo o coração”.

Assim, quando cada um procura conhecer a Deus e se entrega com radicalidade a essa busca, descobre a razão última da vida.

Soli Deo Gloria.
Ricardo Gondim.

Isaias 61:11

Por as em February 2008 na categoria Espiritual, Fotografia

O Senhor mostrará às nações do mundo a sua justiça, e todos o louvarão. A sua rectidão será como uma planta cheia de rebentos e de flores em botão; como um jardim no princípio da Primavera, cheio de novas plantas desabrochando por toda a parte.

Pink, originally uploaded by afsilva.

I’m tired too

Por as em February 2008 na categoria Espiritual, Opinião

Mentoria - Resista a tentação.
Ricardo Gondim.

Prezado Diego,

Continuemos. Você lidera uma comunidade de fé e seu perfil, bem como o meu, vem de uma tradição evangélica. Somos herdeiros, quer gostemos ou detestemos, do fundamentalismo estadunidense. Nosso berço foi construído por missionários enviados “para as terras pagãs brasileiras” que lutaram para nos evangelizar.

Como terceira, ou quarta, geração depois das primeiras fornadas de missionários, só guardamos uns meros traços desse pedigree. O Brasil é realmente uma panela onde se misturaram diversos temperos culturais e raciais. Tenho certeza que os fundamentalistas que aportaram por aqui no começo do século XX já não reconheceriam as igrejas que inauguraram. Nos últimos 30 anos os evangélicos adquiriram outra identidade.

Eles têm um perfil religioso que se nacionalizou; ficou com outra cara ao incorporar rituais, símbolos e mitos tanto do catolicismo como das religiões afro-brasileiras. As novenas católicas, por exemplo, se aculturaram e passaram a ser chamadas de “corrente de oração”; as fitinhas do Senhor do Bonfim amarradas no braço (com outros dizeres, obviamente) guardam a mesma função de proteger como nos terreiros da Bahia.

Não faço um juízo de valores sobre tal sincretismo. Entendo que toda expressão religiosa, inclusive a judaica, absorve práticas e crenças de outras culturas – os estudiosos afirmam que o zoroastrismo influenciou bastante o judaísmo. Censuro o abrasileiramento dos evangélicos por razões éticas. Percebo oportunismo na esmagadora maioria dos líderes que adotaram as práticas afro-brasileiras e católicas, porque procuram lotar o templo a qualquer custo. Isso é ruim.

Diego, aqui está o seu desafio. Como contextualizar a mensagem sem descambar para um cinismo oportunista. É muito fácil seguir por atalhos na religião. Quando um sacerdote percebe o viés místico de uma determinada cultura e a manipula, reforça, com certeza, vai inchar o seu auditório. O que se observa no cenário religioso latino-americano é que igrejas se inflaram de gente interesseira, que busca um deus pelo que ele possa dar.

Perceba o cenário atual. A indústria do consumo martela diariamente que a felicidade chega junto com os últimos lançamentos tecnológicos do mercado. Acontece que a oferta de bens é maior do que o poder aquisitivo da maioria. Por isso, para contornar o problema, alongam-se os crediários - é possível comprar quase tudo em prestações a perder de vista. Agora, imagine um líder religioso, que se diz em perfeita sintonia com Deus, prometendo riqueza e prosperidade para quem obdecê-lo.

Essa mentalidade tornou-se tão difundida na cristandade latino-americana, que o culto deixou de ser um espaço onde se fomentam virtudes, vida, para tornar-se uma aula de auto-ajuda – ou de “psicologia-de-revista-de-fofoca”. Nessa toada, pastores prometem mundos e fundos, juram que todos os que ofertarem receberão de Deus cem vezes mais; tele-evangelistas propagandeiam milagres espetaculares, curas fantásticas e riquezas fáceis.

Mas quando se observam esses pretensos milagres com um mínimo de bom senso, nota-se que os discursos não passaram de charlatanismo confeitado com piedade.

Eles dão a entender que Deus se especializou em curar caroço, dor no braço, mal estar em velhinhas, mas se esqueceu das síndromes de Down, das paralisias cerebrais e das quadriplegias. Sou mortal, finito e bastante pecador, mas posso afirmar que se fosse Deus, com disposição para operar maravilhas, eu escolheria os mais carentes, os mais desamparados, os mais doloridos.

Por que Deus faria milagres menores, perfeitamente passíveis de serem curados pela medicina, para abandonar os indigentes que morrem de câncer nos hospitais? Por que a agonia gratuita e absurda de crianças continua nas favelas e nas comunidades ribeirinhas? Ainda: por que Deus emprestaria o seu nome para servir de propaganda para evangelistas com gravíssimos desvios éticos?

Escrevo para que você não se sinta diminuído ou menos “abençoado” por não participar da mentalidade que se difundiu entre os evangélicos. Sua vocação tem a ver com a construção de um mundo mais justo e mais humano. Sua missão é ajudar as pessoas a serem verdadeiras, solidárias; enfim parecidas com Jesus de Nazaré.

Por causa da graça, acredito que os milagres não são da competência de homens e mulheres – Deus não faz mais ou menos pelo número ou pela qualidade das nossas orações. Por causa da graça, acredito ser mais nobre nos dispormos a encarnar as mãos, boca e pés de Deus, do que implorar que ele resolva, por intervenção sobrenatural, os problemas da vida.

Soli Deo Gloria.

G. K. Chesterton “de grátis”

Por leone em January 2008 na categoria Espiritual, Opinião

A Editora Mundo Cristão está lançando a obra “Ortodoxia” do renomado escritor G. K. Chesterton. O Livro custa R$ 19,90, mas hoje (e somente hoje) a editora está disponibilizando o livro em .pdf pra download pra comemorar o centenário do 1º lançamento de “Ortodoxia”. Basta fazer um cadastro aqui e pronto, o livro é seu!

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christian drunkCristãos tem uma forte tendência para se tornarem chatos.

Seja no momento da euforia, que algumas pessoas gostam de chamar de “o primeiro amor”, ou no jubileu “sou daqui desde que nasci”.

Sempre há uma tendência para a chatice, que alguns casos chega ao status de esquizofrenia.

E se vocês acham que estou exagerando em definir esse estado pé-no-saquístico gospel como uma doença, observem a definição de Esquizofrenia tirada da Wikipedia:

A esquizofrenia é uma doença mental grave que se carateriza classicamente por uma coleção de sintomas, entre os quais avultam alterações do pensamento, alucinações (sobretudo auditivas), delírios e embotamento emocional com perda de contato com a realidade, podendo causar um disfuncionamento social crónico.

Se isto remete a alguma lembrança, saiba que não é fruto da sua imaginação. Você já viu/sentiu esses sintomas em algum lugar. Posso dizer que fui tratado, e a única sequela que me restou é a memória desses dias.

O tratamento para tal mal está aonde ele foi gerado, mas as doses do medicamento devem ser constantes e homeopáticas. Preciso ser mais explícito nessa parte:

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. (João 8:32)

Vou usar a metáfora da cachaça para explicar as doses de medicação que trarão resultado no tratamento. A receita, foi copiada da música On The Oder Side , do The Strokes.

I hate them all
I hate them all
I hate myself for hating them
So I’ll drink some more
I love them all
I’ll drink even more
I’ll hate them even more than I did before

Explicação:

1º fase: I hate them all (Odeio todos eles) - Antes do contato com a doença. Sintomas: Ignora qualquer conceito de Deus e espiritualidade, e se tem algum, de certa forma é deturpado.

2º fase: I hate myself for hating them (Me odeio por odiá-los) - Primeiro contato com o cristianismo. Sintomas: crises existenciais e acentuado sentimentalismo. Um período onde se acorda para uma realidade, onde o eu toma o segundo lugar diante da existência de Deus e do próximo.

3º fase: So I’ll drink some more, I love them all (Então bebo mais um pouquinho, E amo a todos eles) -Essa é a fase legal, onde a pessoas tem um contato com o cristianismo, mas ainda não se embriagou de legalismos doutrinários. O foco está no amor ao próximo e o chororô se torna menos constante.

4º fase: I’ll drink even more, I’ll hate them even more than I did before (Beberei ainda mais, e odiarei a todos mais que antes)- Esta é a fase da esquizofrenia crônica. A pessoa já foi além da conta da “birita gospel”. Frequentou escolas dominicais, fez cursinhos teológicos, e já leu todos os livros do Silas Malafaia. Já tem em sua coleção, todos os cds do Diante do Trono. Em casos peculiares encontramos “acervos” com exemplares dos cds da Jamily, Tempo de Vencer. No estágio final a pessoa se tornou um legalista, com parâmetros que definem quem vai ou não para o céu. Culturalmente tem o costume de abandonar tudo que não tenha uma label gospel/evangélico, e a isso soma-se uma lista de modos e dizeres. Na maioria dos casos, indivíduos portadores criam um vocabulário próprio que os aliena das demais rodas de conversa fora da igreja. O amor ao próximo deu lugar ao, “eu provarei que estou certo”.

Existem outras evidências de contaminação, mas me limitarei nessas, porque este post já está muito grande para um calouro.

Esta é a música On the Oder Side, do The Strokes :

http://www.youtube.com/watch?v=DRu-y_yRONo

Toda hora, todo dia, todo mês, todo ano

Por as em January 2008 na categoria Espiritual, Fotografia

Neste ano, ou neste mês, ou mais provavelmente, hoje mesmo, nós falhamos em praticar o tipo de comportamento que esperamos de outras pessoas — C.S. Lewis

Every hour of every day, of every month, of every year, originally uploaded by afsilva.

Uma Noite de Paz

Por as em December 2007 na categoria Espiritual, Música, Opinião, Vídeo

Eu estava dando uma renovada no www.frutosagrado.org, e achei o seguinte vídeo da música “Uma Noite de Paz,” então resolvi compartilhar com a galera. Parabéns para o autor (ou autora) do vídeo.

Salmos 19

Por as em December 2007 na categoria Espiritual, Fotografia, Opinião

1 Os céus expressam a glória de Deus,e o firmamento demonstra a obra das suas mãos.

2 Noite e dia, eles revelam continuamente a sabedoria de Deus.

3-4 Ainda que sem linguagem, sem fala,contudo transmitem a sua mensagem, a qual vai por toda a Terra, até às suas extremidades. O Sol mora nos céus, onde Deus o colocou,

5 e atravessa o firmamento,levantando-se, radiante como um noivo para o casamento,jubiloso como um atleta preparando-se para a competição.

Psalms 19, tirada por afsilva.

6 Ele atravessa o céu de ponta a pontae nada se pode furtar ao seu calor.

7 A lei do Senhor é perfeitae consola-nos a alma.
A revelação do Senhor merece toda a confiança,e dá sabedoria.

8 Os regulamentos do Senhor são justose alegram o coração; o mandamento do Senhor é límpidoe esclarece a mente.

9 A lei do Senhor é uma coisa rectae que serve até à eternidade. O Senhor julga sempre de uma forma justae perfeita.

10 As suas leis são mais desejáveis do que o ouro, e são mais agradáveis do que o mel gotejando dum favo.

11 Pois nos pervinem contra o mal. São bem recompensados os que as guardam.

12 Uma pessoa não sabe ajuizar perfeitamente dos seus próprios erros.

13 Limpa-me também das falhas de que eu próprio não me dou conta. Livra-me de cometer erros de propósito. Que eu saiba parar de praticá-los. Só assim ficarei sem culpae limpo de uma grande falta.

14 Que as minhas palavras te sejam agradáveis, assim como os pensamentos do meu coração, Senhor, minha rocha e meu libertador!

É isso aí, crianças! Estamos comemorando (no sentido fastioso da palavra) um ano de .gospel blog e é uma honra ser lido aqui nesse momento especial dessa comunidade. E já que faço as vezes da casa e o momento é propício a um pouco de reflexão quero dar ênfase àquilo que acho ser a premissa básica pra que essa comunidade virtual tenha vida tão ativa e faça parte do cotidiano de tanta gente: nossa interação.

Ela é sempre atual, globalizada (hehehe), trazendo assuntos dos mais simples até conflitos sociais e pessoais vividos por todos nós; mas fazendo uma pequena retrospectiva sobre o produto dessa interação podemos ver que uma tônica defendida por quase todos é justamente a liberdade de pensamento. E que bom que não impera aqui uma liberdade doida-varrida, cheia de elucubrações escalafobéticas, fanáticas e descontextualizadas da realidade (embora a essas tb tenhamos que dar vez em nome da mesma liberdade), mas o Dot - e por extensão este blog - tem se tornado conhecidos justamente por serem espaços abertos aos questionamentos, inquietações, dúvidas, incertezas que recheia nossas humildes cabecinhas à procura da comunhão com Deus e com o mundo que nos rodeia.

Liberdade pra pensar, pra debater e até discordar - coisas que na maioria das vezes nos são negadas em casa, em nossas igrejas e na maioria das rodas de conversa que experimentamos. Liberdade pra buscar a verdade com vontade sincera, mas sem pressa, com a devida suavidade que o nosso amadurecimento requer, admitindo até que nos saibamos incertos sobre coisas aparentemente básicas e que permaneçamos assim por algum tempo enquanto contemplamos a jornada pelo esclarecimento - e que maravilha poder ver que isso não tem sido motivo pra que o amor e carinho dos outros nos falte. Isso é dom de Deus a cada um de nós, dê-mos graças portanto. Graças pela capacitação que muitos tem adquirido enquanto cumprimos o provérbio que diz “como o ferro afia o outro, assim também o homem ao seu próximo”, pois da mesma forma que temos tantos “atritos” e as faíscas muitas vezes voam longe, também vemos esse amor de Deus, que é o vínculo da perfeição, trazendo cura e motivação a todos nós. E vamos nessa, ficando afiados pra batalha que é a vida, essa maravilhosa experiência que Deus nos dá a cada manhã.

Esse amor dotiano me faz pensar (mais uma vez) em que tipo de resultado essa interação tem gerado em mim no trato com esse mundão de meu Deus. Tantas cabeças, tantas crenças, tantas necessidades, mas sobretudo tanta gente que Deus ama e quer perto de si, querendo muitas vezes me fazer seu instrumento pra essa santa-paquera com quem tá distante. A Bíblia afirma, “Deus nos envolve com laços de amor e bondade”… e você veio parar aqui no Dot pra ser um laço, que sabe envolver e acariciar um coração ferido mas que também é espada afiada nas mãos do Senhor pra libertar os cativos. Cativos que não estão apenas no “mundo”, entre os “ímpios”, mas muitas vezes estão em nossas igrejas e nossas casas. Gente aprisionada nas meias-verdades de uma sub-cultura “gospel” que acha que a simplicidade do evangelho não é suficiente pra transformar vidas - o que me faz lembrar a assinatura de um de nossos companheiros do fórum que dizia algo do tipo “Jesus veio pra te tirar da escravidão, não pra te dar uma cela mais confortável”. A verdade nos libertará, meus queridos. Todos os dias a verdade de Deus está pronta a nos libertar da proposta fácil de não usar a cabeça e engolir toda história que ouvimos por aí, mas cabe a cada um aceitar o desafio e romper com essa dominação. Isso é unção, isso é a capacitação que Deus quer te dar, algo que te faz ser agente de transformação no mundo começando em si mesmo.

Pois bem, digo e repito: LOUVADO SEJA DEUS PELO DOT! Obrigado Anderson!!! Obrigado Dan e demais colaboradores que tem se esforçado pra manter esse sonho como realidade. E justamente pra celebrar esta liberdade de pensamento, dádiva que temos aqui, encerro meu comentário pedindo que ouçam logo aí abaixo a música “É proibido pensar” do profeta João Alexandre. Que nos sirva de encorajamento a continuarmos crescendo em Deus, e não nos sujeitando a nenhum tipo de escravidão - pois Deus nos deu cabeça foi pra pensar!

Beijão no coração de todos!

Kenny

Dá o PLAY, moçada: >>
 
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Embolado em Religião

Por as em October 2007 na categoria Espiritual, Fotografia


Tangled up in Religion
, originally uploaded by afsilva.

Se alguém diz ser religioso e afinal não é capaz de travar a sua língua, engana-se a si mesmo; a sua religião não vale nada. Mas a verdadeira religião, aos olhos de Deus, pura e sem falhas, consiste em amparar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações. Consiste também em não se deixar influenciar pela corrupção do mundo. Tiago 1:26-27

O mais engraçado é que hoje em dia nâo vemos muitas pessoas que sâo realmente religiosas… incluindo eu.