Ecumenismo
Por Thiaguitar (Thiago Bomfim) em 27 fevereiro 2008 na categoria Opinião
Faço parte de uma comunidade cristã que muitos, de uns tempos para cá resolveu chamar de “defensora do ecumenismo” e em casos mais extremos, alguns até a chamam de carismática.
Há vários equívocos referentes àquilo que comumente é conhecido como converter-se ao cristianismo, o primeiro começa no alvo de evangelizadeiros.
Têm-se a concepção de que levar uma pessoa a conhecer Cristo, na verdade é fazê-la adotar uma série de regras seguidas por um determinado grupo ou sociedade.
Se pensarmos a fundo isto é um modelo extremamente deturpado daquilo que realmente é a verdadeira conversão. Se concluirmos que converter pessoas é torná-las compartilhadoras das mesmas idéias, princípios e práticas que temos, reduzimos o sacrifício de Cristo a nada porque novamente (sempre insistimos nesse erro) estaremos entregando às pessoas uma lista de regras com coisas que se pode fazer ou não.
O que eu quero dizer com isso é, se essa for a sua visão de expansão do reino de Deus prepare-se para uma lista de pessoas que te tornará o maior jesuíta pós-moderno:
- Comece pelo batista
- Depois pelo batista renovado
- Depois pelo prebisteriano
- Siga para o presbieteriano independente
- Não esqueça o assembleiano
- E claro, o católico
Percebe? Nenhum pacote de regras é igual ao outro, e se quiser realmente trazer mudança a vida de uma pessoa, comece pela transformação de caráter, pense em ética. O trabalho não será menor, mas tenha em mente que você não é obrigado a converter todo mundo, e o seu conjuntinho de leis não é a verdade absoluta que salvará o planeta.
Esse post é inspirado no sermão de Domingo. Prefiro não citar o preletor.



“Nenhum pacote de regras é igual ao outro, e se quiser realmente trazer mudança a vida de uma pessoa, comece pela transformação de caráter, pense em ética.”
acredito que Deus queira essa transformação…
e se querem regra e um mundo de conselhos para mundança, transformação…a bíblia é uma fonte….basta apenas saber tirar a agua dessa fonte.
A catolca nao era perfeita, entao criamos o protestantismo. entao a igreja luterana tinha uns pensamentos bons, mas tinhamos que trabalhar bem pra chegar ao ceu tbm, dai veio o calvinismo, que dai veio assembleia, batista, quadrangular.
cada uma igual, cada uma diferente, mas nenhuma perfeita, porem todas pensem assim quando olham pra outra.
quanto mais penso nisso vejo que a religiao mais pura é quando dobramos os joelhos e oramos com sinceridade a Deus.
” Têm-se a concepção de que levar uma pessoa a conhecer Cristo, na verdade é fazê-la adotar uma série de regras seguidas por um determinado grupo ou sociedade.”
Esse é exatamente o conceito de evangelização de hoje.Parece que evangelizar é espalhar o nome e o reino das diversas denominações cristãs pelas esquinas do mundo afora.Para muita gente isso é cumprir o “Ide de Jesus”.É um equívoco achar que tornar as pessoas partidárias, sectárias de suas igrejas é trazer essas pessoas para o Reino de Deus e fazer Cristo conhecido delas.
Todo mundo acaba perdendo com essa falta de disposição para o diálogo com outros grupos.Parece que está todo mundo se fechando para as diferenças.Mas acho que isso está acontecendo porque se pensa que é preciso abrir mão de suas convicções pra considerar as dos outros. Hoje as pessoas se apegam demasiadamente a seus estatutos, convenções e tradições.
hj uma igreja pqna parece um crenteclub, todo mundo sabe da vida de todo mundo…tipo cidade do interior, já uma igreja grande tem um “amor excessivo” pelos fundadores, só qdo eles pregam é que é legal, espiritual, ja vi gente ir no culto da tarde e ficar pro da noite só pq o apostolo ia pregar, só pq a pastora é lider de louvor, meu é tanta vaidade que sufoca…isso sem contar as igrejas que os outros pastores imitam o jeito de pregar e de se vestir do lideres…lógico que nada se compara com aquele pastor que tatuou o rosto dos lideres nas costas bem grande…
Mais uma vez: omplicam coisas simples…. só pelo praze de achar que se está certo..
PREFIRO NÃO SER GOSPEL
TEM COISA MELHOR
Li há pouco tempo um artigo sobre uma reunião do mundo “GOSPEL” onde empresários do ramo defendiam as suas idéias sobre a conquista do mercado musical. Segundo o artigo, a reunião durou uma hora e meia, mas depois de dez minutos a vontade do autor da matéria era sair correndo, enojado com o que estava ouvindo. Falou-se de tudo em termos de “negócios gospel”. Como atingir o mercado, como produzir produtos mais atraentes, como vender o público “gospel” para as empresas seculares, como oferecer vantagens aos pastores para que eles permitissem que os produtos fossem vendidos nas igrejas, como montar shows e espetáculos, e vai por aí afora.
Em momento algum, afirmou ele, ouvi algo sobre: como vamos causar um impacto com o evangelho no Brasil e no mundo; quantos novos missionários vamos sustentar com o lucro do negócio “gospel”; o que vamos fazer para ajudar as igrejas a buscarem um avivamento; como vamos tornar Jesus conhecido. A reunião foi frustrante para aquele cidadão que pensava ser o “gospel” algo mais profundo, alguma coisa que de fato fosse mudar os conceitos de cristianismo neste nosso tempo.
Quando não éramos o mercado “gospel”, comprávamos Bíblias para ler e estudar, e não para colecionar. Comprávamos CDs pela profundidade das letras e espiritualidade dos cantores, e não pela fama dos artistas. Abríamos novas igrejas para alcançar os que não conheciam a JESUS, e não por causa de uma nova “visão” que causou divisão. Cada pastor estudava a Bíblia e ouvia o Espírito Santo para pregar a cada semana, e não simplesmente reproduzia a mensagem pronta recebida do seu “bispo ou apóstolo”.
No tempo em que não éramos “gospel”, pastor ainda era respeitado e podia comprar no crediário. Não tínhamos bancada evangélica na política, que segundo a imprensa, só gera escândalos. Não precisávamos de prêmios para artistas e escritores de sucesso ou para igrejas que se tornaram famosas. Não tínhamos concorrência entre artistas na busca de um troféu de “Disco de Ouro” por vendagem de discos; não tínhamos a proliferação de “Rádios Piratas” usadas para a divulgação do gênero gospel e suas atividades.
No tempo em que não éramos “gospel”, o “show” ainda se chamava “louvorzão”, não cobrava ingresso e não precisava de camarote vip para os artistas. Não se gastava fortunas para a montagem de palcos para a realização de espetáculos. Não se usava maquiadores, pois nem havia camarins. Não precisava reservar hotel “cinco estrelas” para as estrelas do palco. Não se usava jogo de luz, porque a luz que brilhava era a do verdadeiro louvor. Entrevistas e autógrafos sequer eram mencionados pelos que participavam das atividades relacionadas a vida cristã. Os adoradores não precisavam de seguranças, pois estavam seguros no Mestre, não tinham uma agenda de “shows”. Não havia Hip-Hop; Street Dance; Grupos de Teatro; Pagode; Samba; Rap; Funk. Como diz um amigo meu: “e pensar que tudo começou com um jumentinho! Lá em Jerusalém”. Conseguimos transformar Jesus em “gospel”, “fashion” e “pós-moderno”, mas ainda não conseguimos traduzir a Bíblia para todas as línguas em que ela não existe, nem reverter a corrupção neste país, nem causar um impacto transformador na sociedade. Naquele tempo o objetivo único era a adoração e o testemunho da graça e do amor de Deus. Hoje o jumentinho foi esquecido e em muitos casos foi trocado por uma tal “Eguinha Pocotó”. Isto sem nenhum exagero.
Hoje os resultados da indústria “gospel” mostram gráficos cada vez mais animadores para os empresários. Qualquer um, em qualquer lugar e usando a religião como instrumento de propaganda passou a ser “Cantor Gospel”. O mercado da fé ampliou suas fronteiras sem observar o principio basilar do cristianismo que é a ética cristã. O que se vê hoje é a lei do vale tudo em nome de Deus, mesmo que para isto o nome Dele seja explorado no comércio da fé. No entanto, no tempo em que não éramos “gospel”, os resultados para o Reino eram mais consistentes. Nesta era “gospel” nos orgulhamos de ter milhares de igrejas e milhões de crentes, mas não nos envergonhamos da “corrupção gospel”. No passado éramos adoradores, hoje somos consumidores de todo o tipo do que se intitula música no meio evangélico. Levamos para dentro de nossas igrejas qualquer coisa que faça o povão entrar em transe e se soltar nas nossas reuniões. A inspiração Divina pouco importa, o que manda é não deixar o espetáculo parar.
Orgulhamo-nos por alcançar os mais longínquos lugares e de estarmos no rádio e na TV, mas não nos envergonhamos por termos diminuído o número de missionários no Brasil e no mundo. Orgulhamo-nos de sermos governantes nos mais diversos níveis da política ou de estarmos mais próximos aos dirigentes de nossa nação para orar com eles, mas não nos envergonhamos de que um avivamento ainda não aconteceu em nossa pátria por falta de oração e quebrantamento da nossa parte. Alguém pode dizer que tudo isto é saudosismo. Éramos cristãos, hoje somos meros freqüentadores de casas de espetáculos onde quem determina o roteiro e as regras do show é o mundo com as mais absurdas ofertas de sucesso. Aliá, o sucesso é a cachaça que embriaga os que freqüentam o mundo gospel onde não faltam orgulho, vaidade, exibicionismo como conseqüências da ingestão da tal bebida.
Eu me considero um futurista, sem qualquer dificuldade para quebrar os tradicionalismos do passado. No entanto, eu penso e analiso gerações. E quando faço isto e tiro conclusões, eu vejo que a igreja evangélica brasileira se tornou grande e obesa como um elefante, mas sem agilidade para provocar transformações. Os transatlânticos estão ancorados em todas as esquinas com espetáculos que enchem os olhos, mas não o coração e a alma. Aliás, nem dentro de suas paredes ela consegue provocar mudanças. Assim, mudam-se sim a roupa, a moda, os ritmos, a forma de culto, os aparatos, mas vidas não. Ela corre o risco de girar em torno de si mesma com grande possibilidade de perder de vez o equilíbrio espiritual que já anda cambaleando. Muitas estão embriagadas como disse acima pela aguardente derivada do sucesso e produzidas nos campos agrícolas do inferno.
Enquanto esta igreja moderna e cheia de vícios mundanos não acordar para um quebrantamento do Espírito, vamos nos encantar com nosso gigantismo, mas não seremos efetivos em nosso impacto, mal conseguiremos amedrontar o inimigo. Enquanto não voltarmos às raízes do cristianismo abandonando práticas impostas pelo inimigo nos veremos perdidos no oceano das incertezas e de um evangelho de formas, mas sem qualquer conteúdo.
Eu prefiro não ser “gospel” no sentido em que esta palavra é usada hoje, mas sou de JESUS, creio num avivamento da igreja brasileira e sonho com o dia em que o Brasil será usado por Deus para um impacto missionário global. Sonho com vidas transformadas para o mundo e não com vidas conformadas com este mundo; sonho com igrejas impactantes e não com grupos religiosos sendo subservientes ao senhor das trevas, Satanás.
Carlos Roberto Martins de Souza
crms2casa@hotmail.com
A farsa do Ecumenismo
SERVIMOS TODOS AO MESMO DEUS?
“Só ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Êle servirás”
Mateus 4:10
O cristianismo moderno incorporou à suas práticas algo perigoso, herético e sem fundamento Bíblico nenhum, o “CULTO ECUMÊNICO”. Não existe um só texto nas Escrituras, que dê sustentação a esta farsa religiosa implantada pelo Diabo para tornar mais fácil a execução de seus projetos. O Que de fato há, são interesses em criar uma “RELIGIÃO UNIVERSAL”, misturando as coisas boas com as podridões dos misticismos religiosos.
O “ECUMENISMO”, no conceito estabelecido pelo inimigo, é a tendência entre igrejas “cristãs” em desenvolverem atividades conjuntas, no sentido de formar uma universalidade nos “cultos”. É a busca das igrejas em formar um só rebanho. Por se tratar de uma utopia, o que se percebe são atividades ECUMÊNICAS, onde elementos de diversas igrejas se congregam para desenvolverem atividades religiosas, respeitando-se as diferenças para uma convivência fraterna entre os “irmãos”. Esta é a tática mais usada largamente pelo Diabo contra a “NOIVA DO CORDEIRO”.
Vejamos o que a Bíblia diz: “…E edificou Noé um altar ao Senhor, e tomou de todo animal LIMPO, e de toda a ave LIMPA, e oferecu culto ao Senhor” – Gêneses 8:21. Deus ordena a Noé que saia da arca, e antes de qualquer outra atividade, ele ergue um altar e ali, depois de todos os percalços com o diluvio, exalta a Deus, adorando-o pelo livramente e pela forma como foi conduzido durante todo o tempo em que esteve recluso naquela embarcação. O “C U L T O “ teve um objetivo unico, ímpar e especial, permitir que a criatura se voltasse para o criador, num cerimonial, onde se utilisou o MELHOR, no caso os animais e as aves limpas. Abraão também, por várias vezes edificou altares e celebrou a Deus pelos seus feitos. Moisés, era responsável por conduzir o povo, ele tinha uma relação de CULTO perfeita com Deus, até que, num belo dia, ele estava no monte buscando a Deus e o povo, descrente de que o líder ainda pudesse estar vivo, foram até Arão pressioná-lo para que ele construísse “deuses” para que pudessem adrorá-los. Ele, pressionado, constrói um bezerro de ouro, e o povo se curva diante daquela imagem.
Aqui está a origem do ECUMENISMO! O povo de Deus, se misturando com as coisas do mundo PAGÃO, por não terem consistencia na vida espiritual. Como Arão, estava de alguma forma, debilitado na fé, ele permitiu e até AJUDOU o povo nas suas clebrações. Deus, numa atitude de “Pai Protetor”, ordena a Moisés que desça imedataente, porque o povo havia se “CORROMPIDO”. O povo havia se desviado do caminho original, e a coisa foi tão grave, que Deus sugeriu a Moisés exterminar toda a quela gente. O homem, na sua fraqueza, quis transformar o “CULTO” espiritual a Deus, num “culto” materialista, voltado para a contemplação de um animal fundido em ouro. Estava assim, instalada a primeira tentativa de se estabelecer o ECUMENISMO como unidade de “culto”. O relato está em Êxodo 32. O profeta alerta: “A quem me fareis semelhante, e a que me igualareis e me comparareis, para que sejamos semelhantes? – Isaías 46:5. Outro ponto desprezado pelos defensores desta salada religiosa é: “Mas, agora vos escreví que não vos associeis com aqueles que, dizendo-se “I R M Â O”, for devasso, ou avarento, ou “I D O L Á T R A”, ou beberrão, ou maldizente, ou robador. Com os tais, NEM COMAIS” – I Coríntios 5:11.
O prório Jesus foi categórico nasta história de se juntar todos num mesmo ritual: “Mas a hora vem, e agora é, que os VERDADEIROS adoradores, adorarão ao Pai, em ESPIRITO e em VERDADE” – João 4:23. São palavras irrefutáveis, e que em hipótese alguma podem ser contrariadas, seja por que motivos for. Assim, é inadmissivel a um “cristão verdadeiro” se envolver com práticas que violam os princípios exigidos por Cristo Jesus. TREVAS e LUZ não se misturam!
O CULTO tem sido considerado, pela maioria dos cristãos, como o ato central de identidade cristã através da história. Muitos teólogos cristãos têm definido a humanidade como “HOMO ADORANS”, ou seja, “o homem que cultua”, significando assim que o culto a Deus é central para se compreender o ser humano.
Diante disso, podemos sintetizar dizendo que CULTO é uma cerimônia, é o conjunto de atos de LOUVOR, os quais são expressões de apreciação por algo ou alguém, fruto do nosso estado de ADORAÇÃO. Em se tratando de adoração cristã, o alvo do culto é a Trindade Divina, Pai, Filho e Espírito Santo. O CULTO a Deus deve se constituir num estado de espírito permanente na vida daqueles que reconhecem a Sua soberania, desde o despertar até o adormecer, buscando a comunhão com Ele. O nosso CULTO pode ter caráter individual ou coletivo, sendo este último, caracterizado quando nos reunimos como igreja de Cristo para, em tempo e local pré-determinados, cultuarmos a Deus em conjunto. E é este conjunto que o Diabo está minando na sua essência, para implantar as suas idéias distorcidas de reverenciarmos Deus.
Nos textos originais das Sagradas Escrituras, encontramos expressões particulares que foram traduzidas para o Português como, CULTO, LOUVOR ou ADORAÇÃO. A imagem mais antiga que encontramos no Antigo Testamento, significando culto, é a de curvar-se, colocando o rosto em terra, diante do objeto ou pessoa que estejam sendo cultuados. A palavra hebraica SHACHAH, isto é, adorar, representa este ato e foi traduzida, na SEPTUAGINTA, como PROSKUNEIN.
Os estudos da Antropologia mostram que o homem, desde os tempos mais remotos, tem revelado uma necessidade natural de cultuar algo ou alguém. Tais revelações têm demonstrado que o homem é religioso por natureza, e deve ter algum alvo do que, para ele, é “CULTO”. A história antiga nos aponta as diversas oportunidades em que o homem tem se envolvido em rituais supersticiosos e sacrifícios dedicados a algo ou a alguém de caráter transcendental. Os povos pagãos se curvavam diante de imagens de madeira ou de pedra, acreditando, com isso, que obteriam benefícios transcendentais ou afastariam maldições, pragas e outros malefícios. Esta continua sendo uma pratica deliberada do catolicismo, onde imagens são veneradas como se fossem a divindade.
Nos dias de hoje, ainda vemos o homem cultivando outras espécies de idolatria pagã, reverenciando possessões, prazeres, poder, suas próprias personalidades ou até mesmo familiares. E o que é pior, os “EVANGÉLICOS” estão se associando a estas práticas misturando “alhos” com “bugalhos”, “sagrado” e “profano”, como se todos fossem “FARINHA DO MESMO SACO”, o que “lamentavelmente”, não está longe de acontecer. Paulo recomenda: “Vigiai justamente, e não pequeis, porque alguns ainda não têm conhecimento de DEUS, e digo isto para “VERGONHA” vossa” – I Coríntios 15:34.
Portanto, se alguém lhe convidar para um “CULTO ECUMÊNICO”, pode dar gargalhadas, é enganação e estão, sutilmente, tentando te passar para trás na sua crença. Fique atento, e não dê asas para o Diabo voar solto por ai arrebatando adeptos para as suas investidas.
“Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento leveda toda a massa? Alimpai-vos, pois do fermento velho, para que sejais uma nova massa…”
I Coríntios 5:6 e 7
“Se você não se importa de onde está, então você não está perdido”
Carlos Roberto Martins de Souza
crms2casa@hotmail.com